História Acorrentados ao Destino - Capítulo 7


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Categorias Originais
Tags Acorrentados, Destino, Drama, Kuudere, Maldição, Psicopata, Romance, Terror
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Palavras 2.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Três meses sem postar? Como assim? O.O
Pois é, povo, o trabalho meio que me consumiu desta vez e-e
Mas, eu consegui arranjar um tempo de postar o/
Só não prometo que o próximo capítulo será mais rápido porque antes eu prometi a mesma coisa, e olha no que deu e-e
Boa leitura, seus lindos.

Capítulo 7 - Desconfiança


 

 

No capítulo anterior...

 

Diogo correu mais rápido ainda, e com um salto surgiram duas espadas em suas mãos, permitindo-o partir todas as correntes de uma só vez. Diana levantou a cabeça abruptamente, surpresa com o movimento. Diogo estava com um olhar diferente. Aquele olhar era diferente de todos os que já haviam sido estampados em sua face antes. Possuía uma expressão nobre, de bravura. Ao cair no chão em pé, agachou-se e segurou Diana no colo, que desmaiou, assim que foi libertada das correntes. Suas roupas estavam manchadas do próprio sangue.

Do lado de fora estavam Vinicius e Doddy, ainda espantados com a atitude do garoto, que saiu da esfera após parti-la ao meio, com um olhar vitorioso, carregando sua amada. Os dois rapazes entreolharam-se estupefatos.

Vinicius aproximou-se de Diogo, lentamente, com um olhar hostil, ficando cara a cara com seu rival. Com firmeza perguntou:

- Quem é você? Ou melhor, o que é você?

Houve um estrondo enorme. Era um trovão, que marcava o inicio de uma tempestade. O cheirinho da chuva era agradável, mas não impediu que os três garotos ficassem tensos.


- Co-Como assim? E-Eu não entendi nada!

- Não se faça de tonto! - disse Vinicius aumentando o tom de voz pronto para dar um murro na face de Diogo.

- Ei, ei! Diana está desmaiada, e eu aposto que ela não vai gostar de acordar e ver os dois brigando! - disse Doddy entrando na frente dos dois.

- Tem razão.. - concordou Vinicius relutante, ainda encarando Diogo com um olhar furioso.

- Afinal, por que ficou bravo comigo? – perguntou o garoto de cabelos dourados.


Vinicius não respondeu. Mas era óbvio que ficou bravo porque fora Diogo o salvador de Diana, e não ele. Declarou assim, que o garoto tornara-se seu rival. Não queria perder Diana para outro cara que a conheceu há poucos dias.


- Vamos para casa, sim? - sugeriu Doddy cansado. Os outros dois rapazes assentiram com a cabeça.


Passaram a viagem inteira sem dar uma palavra ou sussurro. O clima era tenso e a chuva ficava cada vez mais forte. Por sorte, Doddy tinha trazido consigo um guarda-chuva, o qual dividiu com Diogo. Ao chegarem à casa de Diana, Vinicius foi procurar materiais de construção para consertar o quarto destruído, enquanto Doddy e Diogo tentavam acordar a mesma.

 

- Onde.. Onde está Nadine? – perguntou Diana meio grogue.

- Não se preocupe, minha querida. Ela está bem longe daqui – respondeu Vinicius entrando na frente de Diogo enquanto acariciava o rosto da garota – Nós te salvamos.

- Você está encharcado.. Vou pegar uma toalha. – disse Diana enquanto levantava-se com dificuldade.

- Não! É a segunda vez que você desmaia hoje, não se esforce tanto por minha causa. – disse Vinicius preocupado.

- Não se preocupe, só vou pegar uma toalha, Vinicius! – sorriu fraco.

Diogo

Esse cara está me tirando a paciência! Fora eu o salvador de Diana! E ela sabe disso! Por que não agradeceu a mim? Vinicius só ficou do lado de fora feito um retardado! Não acho justo! Nem um pouco justo! E como assim “segunda vez” que ela desmaia?!

- Doddy, vamos nos trocar, sim? – disse um pouco tenso.

- O quê? Nós dois no mesmo quarto? Que papo é esse? – respondeu Doddy estranhando.

Dei um tapa em minha testa. Como esse garoto pode ser tão retardado? Ele não entende que é só uma desculpa? Mas se bem que se ele me dissesse isso, eu também desconfiaria.

- Vamos, seu idiota. – disse enquanto puxava seu braço.

Entramos no cômodo, fechei a porta e me sentei em uma das camas. Pude ouvir as vozes de Diana e Vinicius do lado de fora. Aparentemente ela já entregou a toalha e eles estão indo consertar o quarto destruído.

- Certo... O que foi? – perguntou Doddy depois de finalmente entender o que eu queria, enquanto sentava-se na poltrona.

- Eu não entendo! Vocês dois viram que fora eu o salvador de Diana, e inclusive ela viu também! Mas ela não me agradeceu! Pelo contrário, ficou grudada nesse tal de Vinicius!

- Bem, agora que você falou... Também não entendo isso. O que será que ela está pensando?

- Isso não me importa. Eu a salvei porque a amo, e ela faz uma coisa dessas? É uma ingrata, isso sim!

Os olhos de Doddy arregalaram-se enquanto um sorriso malicioso surgia em sua face.

- Espera aí... Você acabou de me dizer que ama Diana?

- E-Eu... – que droga! Acabei me entregando!

- Mas como você pode gostar dela? Nada contra, claro. É que eu não entendo. Ela só te tratou com indiferença esse tempo todo, e você mesmo assim gosta dela? E além do mais, não faz nem uma semana que vocês se conhecem!

- Não sei como explicar, mas eu... Sinto que nós já nos conhecíamos de algum lugar... – respondi enquanto ia ao banheiro tomar banho. Hoje foi um dia cansativo.

Diana

- Você leva jeito! – disse eu enquanto o observava preparar o cimento.

- Obrigado, minha linda!

Dei uma risada tímida. Faz tanto tempo que alguém não me chama assim. Realmente, Vinicius não mudou nada. Mas... E Diogo? Eu gosto muito dele, mas tenho certeza que ele me odeia. Fiquei tão admirada pelo jeito que ele me salvou!

------- Flashback -------

Essas correntes apertam muito, e... Minha visão... Está escurecendo. Eu não quero morrer! Mas espere! Acabei de sentir um estrondo vindo do alto!

Olhei para cima e lá estava Diogo. Com um só golpe ele quebrou as quatro correntes de uma só vez! Meu coração acelerou. Que sensação é essa? Agora sei como as princesas dos contos de fadas se sentem quando são salvas. É algo maravilhoso. A pessoa que eu amo se importa comigo! Mas, ao mesmo tempo me sinto incapacitada. Eu não pude me defender. Não gosto de ser um fardo para as pessoas. Só que desta vez, eu não fui um fardo. Diogo me salvou com tamanha facilidade! Estou eternamente grata por ele. Eu... Essa sensação é familiar, não sei por quê. Eu acho que já o conheço de algum lugar, mas... De onde? Sei que sinto algo por ele, e isso não é de agora. É como se ele estivesse ao meu lado, durante todos esses anos, só esperando para ressurgir no meu mundo...

- Diogo... Você veio... – disse com uma voz fraca antes de me chocar contra o chão. Por sorte, Diogo colocou os braços por baixo e me segurou. As espadas não estavam mais em suas mãos. Fechei os olhos.

------- Fim do Flashback -------

Eu... Eu quero agradecê-lo! Mas, não consigo, não tenho coragem! Ele deve me odiar agora; deve pensar que sou uma ingrata. Eu devia tê-lo agradecido na hora! Como sou burra...

- Diana? – disse Vinicius acordando-me de meus pensamentos.

- Ah? Ah sim! O que foi?

- Ainda está tonta por causa do desmaio? É a segunda vez que isso acontece só hoje!

- N-Não, eu estou bem, só vou tomar um copo d’água!

Fui até a cozinha e sentei-me numa cadeira.

- E-Eu... Não consigo! – disse baixinho a mim mesma, enquanto cobria meu rosto com as das mãos. Meus olhos encheram-se de lágrimas. Estranho isso, não sou de chorar por qualquer coisa.

- B-Bem... Será que posso entrar? Só q-quero ajudar... – disse uma voz doce.

Virei-me para trás e lá estava uma garota com a pele negra, corpo delicado e cabelos negros na altura dos ombros. Realmente, muito fofa.

- Meu nome é Dalila. Desculpe me intrometer, eu passei aqui porque ia pedir informações. O que aconteceu?

Não consegui responder. As lágrimas pesaram mais e começaram a escorrer pelo meu rosto sem parar. Debrucei-me encima da mesa.

- P-Por favor! Não chore! – disse ela pegando uma cadeira e se sentando ao meu lado – Diga, o que aconteceu?

Desisto de bancar a orgulhosa, que não tem sentimentos, que não fala de sua vida. Sei que é uma desconhecida, mas é a única garota por aqui, além de mim. Vou abrir uma exceção desta vez. Preciso botar essa amargura para fora.

- O orgulho tomou conta de mim... Novamente. – respondi enxugando as lágrimas, cabisbaixa.

Anoiteceu. Dalila conseguiu finalmente me consolar, e Vinicius terminou de consertar a parede. Diogo e Doddy passaram a tarde inteira em seus quartos, descansando.

- Oh, não se preocupe, espere a hora certa. Você não precisa se forçar a fazer isso.

Acabei contando. Não tudo, obviamente. Fui bem breve. Contei que uma pessoa, com a qual não tenho muita intimidade, me ajudou muito. Disse também que antes disso, nós tivemos uma discussão séria, e mesmo assim essa pessoa me ajudou. Não consegui deixar meu orgulho de lado, e não agradeci. Continuei agindo como se estivéssemos brigados.

- Tenha calma – disse ela enquanto acariciava meus cabelos – Há de surgir a situação perfeita para você desabafar com essa pessoa. Não se preocupe, Diogo irá entender.

Levantei o rosto bruscamente

- Como você sabe o nome dele?

- Ops, falei demais – disse a mesma, enquanto ria baixinho.

 

Naradora

- Ah, finalmente acabei! – disse Vinicius entrando na cozinha enquanto tirava sua regata verde-musgo.

Diana imediatamente olhou para o tórax bem definido do rapaz e sorriu maliciosamente:

- Você malhou bastante durante esses anos, não?

Vinicius corou instantaneamente.

- Q-Quê?

A morena soltou uma gargalhada.

- Vocês se conhecem há muito tempo? – perguntou Dalila um pouco tímida.

- Claro! Somos muito mais do que amigos - respondeu Diana sem nenhum rodeio.

- A-Ah, sim!

 

Dalila

Puxa vida, que vergonha! Eu deveria ter percebido isso! Bem, acho que isso não importa muito agora, não foi para isso que eu vim aqui. Que desculpa tosca a minha, pedir informações. Vim me desculpar com Diogo, já que eu o fiz perder seu tempo para que ele não conseguisse chegar a tempo de salvar Diana. Fico aliviada com o fato de esse plano ter falhado, e ao mesmo tempo preocupada. O que Nadine fará quando souber que eu falei a verdade? Não quero nem pensar.

- Bem, vocês também estão com fome? – perguntou Diana.

- Sim, um pouco... – respondi tímida.

- Claro que sim! E vamos logo, quero uma picanha bem assada – respondeu Vinicius risonho enquanto sentava-se em uma cadeira, colocando os dois braços atrás da cabeça.

Diana riu enquanto saia pela porta dos fundos.

- Vou aqui ao mercado ao lado, preciso comprar sal e outros ingredientes.

- Enquanto ela não chega, vou tomar uma ducha fria. Importa-se de ficar aqui sozinha?

- Não, sem problemas. – respondi a Vinicius.

Assim que ele fechou a porta, relaxei em cima da mesa.

- Ah, faz tanto tempo que não me sinto assim... – disse baixinho a mim mesma. Eu estava aliviada por estar entre pessoas as quais eu talvez pudesse confiar. Sem ameaças ou chantagens.

- Assim como? – perguntou uma voz masculina familiar.

Levantei o rosto bruscamente. Era o amigo de Diogo. Ele possuía o cabelo ruivo com franja bagunçada para o lado, e fones de ouvido no pescoço. Tinha uma expressão descontraída.

- A-Ah, não faz muito tempo desde a última vez que nos vimos, né? – perguntei sem graça.

- Não precisa disfarçar comigo – disse enquanto sentava-se na cadeira a minha frente – Meu nome é Doddy, e o seu? – perguntou ainda descontraído.

- Dalila... – respondi baixinho.

- Não ouvi – disse ele enquanto apoiava-se sobre os dois braços na mesa. Seu rosto estava a menos de 12 centímetros do meu. Fiquei encantada com esse olhar. Olhos dourados encantadores.

Corei instantaneamente. Nenhum garoto ficara tão perto de mim antes, nem ao menos meu namorado, que só segura minha mão às vezes. Ele é tímido como eu.

- É-É... Da..

- Dalila? – perguntou outra voz familiar. Era Diogo, adentrando a cozinha, enquanto segurava um mangá shounen – Por que vocês dois estão tão colados?

Doddy se deu conta do que estava fazendo e se afastou imediatamente, corado. Corei ainda mais. Diogo estava com um sorriso sapeca nos lábios. Ele estava pensando em alguma coisa, o que poderia ser?

- Enfim, mudando de assunto, se eu fosse você, sairia daqui, Dalila. Se Diana a vir, te cortará em pedaços – disse Diogo fazendo uma careta.

- E-Ela faria isso? – perguntei assustada.

- Não assuste a coitada! – disse Doddy repreendendo-o – Não se preocupe, ela nunca faria isso – dirigiu-se a mim com uma expressão acolhedora.

Que sorriso lindo... Espera! O que estou pensando? Eu já namoro! Vamos Dalila concentre-se! Não foi para isso que você veio.

Dei um suspiro.

- Bem.. Eu vim aqui para falar com você... Diogo – respondi séria.

Ele ficou com uma expressão confusa.

 

Diana

Ah, como é bom andar pela vila à noite! Todas as pequenas casas iluminadas, o céu estrelado, as pessoas tocando seus violões enquanto cantam, e a brisa fresca... Não me lembrava de como era bom sentir isso! Bem, apesar de minha “nova amiga” Dalila ter me ajudado a esquecer um pouco a meu sentimento de culpa, eu ainda estou preocupada e.. Espere! Eu não tenho culpa de nada! Foi hoje mesmo que ele me acusou de assassina! Não devo agradecimentos, vou considerar seu ato de heroísmo como um pedido de desculpas.

 

Narradora

Diana entrou no mercadinho e dirigiu-se calmamente à parte onde se encontravam os temperos. Escolhia um por um cuidadosamente, porém, não percebeu que havia alguém a observando. Uma figura bem mais alta que ela estava do lado de fora do mercadinho, quase encostado sobre a vitrine ainda vazia. Estava justamente em uma parte não iluminada, então era difícil distinguir se era homem ou mulher. A criatura sorria fervorosamente. Por incrível que pareça, não se mostrava pronta para o ataque, muito pelo contrário: estava feliz por ver Diana.

A jovem depois de passar pelo caixa foi em direção à saída. Andava tranquilamente até sentir a presença de algo que a seguia. Virou bruscamente para trás. Não havia ninguém, e as luzes das casas estavam começando a se apagar, pouco a pouco.

- Melhor eu me apressar – pensou.

 

Diogo

Dalila me encarava com um olhar de culpa, pior do que o anterior. Percebi que ela se esforçava para escolher as palavras. Sentei-me na cadeira ao lado de Doddy.

- Na verdade, eu vim aqui, pois queria avisar sobre Nadine.

- Essa mulher de novo não... – respondi frustrado.

- Pois bem, como vocês já sabem, ela tem o objetivo de afastar você de Diana, para assim, matá-la.

- Então, isso confirma minha hipótese. Diogo não só tem o poder de feri-la, como também destruir Nadine. – disse Doddy pensativo.

- Exatamente. Diana me contou algumas poucas coisas hoje, e pelo que eu percebi, mesmo que vocês se conheçam só há exatos quatro dias, ela se preocupa com você. Ela me disse que tem a sensação de te conhecer a muito tempo. Diana gosta muito de você, por favor, não a machuque. – Dalila disse em tom de suplica.

- Não sei o que dizer – respondi surpreendido. Eu achava que era o único que tinha essa mesma sensação – Mas não se preocupe, tentarei ser mais compreensivo – coloquei a mão encima do ombro de Dalila. Ela sorriu docemente.

- Bem, não para por aí. Nadine tem alguns espiões por esta ilha.

- Pera, você quer dizer que ele pode estar entre nós? – perguntou Doddy surpreso.

- Bem, não nesta cozinha, porque não tem como um de nós três ser um espião. Mas, eu tenho dúvidas em relação a aquele garoto com a bandana.

- Ah, está falando do Vinicius?

- Sim, Doddy. Ele estava conversando conosco há uns minutos, e parecia ser bem simpático, mas mesmo assim, eu ainda desconfio dele.

- Concordo! – respondi – Ele fica a elogiando, e não sai de perto dela. Não gosto disso.

- Diogo, nós sabemos que você está com ciúmes, mas acusá-lo se provas já é demais! – disse Doddy.

- Não estou com ciúmes! – ruborizei.

Dalila soltou uma leve risada.

Narradora

Diana acelerou o passo e logo avistou sua casa. Sentiu a mesma presença novamente. Virou para trás e viu um vulto esconder-se rapidamente. Sua expressão era indescritível. Estava começando entrar em pânico. Afinal, mesmo que fosse forte, ela ainda era uma garota, e todos sabem o que geralmente acontece com garotas que são perseguidas ou sequestradas. Correu rapidamente em direção a sua casa, abriu a porta da cozinha bruscamente e a trancou, fazendo um estrondo alto.

- O que aconteceu?! – perguntou Diogo assustado. Neste exato momento, Vinicius adentrou a cozinha rapidamente, vestindo calça e blusa moletons cinza.

- Tranquem as portas e as janelas, imediatamente! Alguém me perseguiu até aqui. – respondeu Diana ofegante. De repente, todas as luzes se apagaram, e um clima frio preencheu a casa. A porta da sala se abriu.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3
E agora, o que acontecerá com eles? Tan tan tan HAEUHAHEUH Parei
Sim, é assim a verdadeira aparência do Doddy. Espero não ter decepcionado ninguém T^T
Obrigada aos que leram, e irão comentar <3
Até o próximo capítulo!


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