História Acorrentados ao Destino - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Acorrentados, Destino, Drama, Kuudere, Maldição, Psicopata, Romance, Terror
Visualizações 20
Palavras 2.887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


LEIA AS NOTAS SE QUISER ENTENDER O CAPITULO!

Demorei mais de cinco meses, cara HAUEAHEUHU Bati meu record -q
Não preciso dizer que estava sem tempo nem paciência, né?
Pra compensar a demora, aí vai um cap com quase 3000 palavras, pra Ellen ficar quieta HAUEHEUH Parei
Espero que gostem. Ah, e um aviso. Eu reeditei os capitulos anteriores, então, acho que mudou bastante coisa na história. Por favor, leiam novamente, se quiserem entender os próximos capítulos. Os que mais sofreram alterações foram o primeiro e o segundo.
Irei mudar todas as capas também.

Capítulo 9 - Assassina.


Fanfic / Fanfiction Acorrentados ao Destino - Capítulo 9 - Assassina.

No capítulo anterior...

- Veja o estrago que me causaram! – disse a criatura descendo das garras das outras com um pouco de dificuldade. Retirou sua capa negra, revelando um rapaz jovem, forte, de olhos rubros como sangue e cabelo negro, com franja, raspado dos lados e atrás. Virou de costas e revelou o profundo corte que Diana havia feito.

- Quem fez isso?! – perguntou Nadine furiosa.

- Diana... – respondeu o rapaz tristemente.

- Maldita... – disse Nadine entre dentes.

- Não fale dela assim!

- Veja o estrago que ela e o “namoradinho” fizeram! Preciso dar sumiço nessa garota já!

- O que vai fazer com ela? – perguntou o rapaz aflito.

- Vou pedir para que meu “assistente” acelere as coisas, obviamente – respondeu a mulher com um sorriso maldoso.

***

Depois de dez minutos, o resto do grupo chega à casa de Diana. Vinicius tenta abrir a porta e percebe que está trancada. Por sorte, ele tinha uma chave reserva em seu bolso, que Diana havia lhe entregado mais cedo. Adentraram a casa e trancaram. Todos os cômodos visíveis estavam com as luzes apagadas e tudo estava num completo silêncio. O rapaz começou a andar pela casa silenciosamente, e, então, dirigiu-se ao quarto de sua amada. Lá estavam: Diana dormindo aconchegadamente enrolada em seu cobertor, enquanto Diogo dormia encima dos álbuns. Dalila, Doddy e Vinicius respiraram aliviados. Vinicius aproximou-se de Diana e deu-lhe um beijo na bochecha. Retirou o livro de suas mãos e a ajeitou na cama.

- Diogo não gostaria nem um pouco de ver isso – pensou Doddy – Vamos deixa-lo aqui? – disse.

- Vamos. Não estou a fim de carregá-lo. Deixe-o dormir.

Dalila soltou uma baixa risada. Doddy foi para sua cama do quarto de hóspedes, e Vinicius foi dormir na terceira cama do mesmo cômodo. Nem quiseram jantar depois do acontecido.

- Eu durmo no sofá mesmo – disse Dalila com um leve sorriso.

- Não, imagine! Pode ficar no nosso quarto, tem uma cama a mais! – respondeu Doddy.

- Eu faço barulho enquanto durmo – riu - Fico na sala mesmo, afinal, a intrusa aqui sou eu. Descansem, certo? – apertou de leve a bochecha de Doddy, que corou. Em seguida, fechou a porta, deixando-o sozinho no quarto, com Vinicius. Assim, que virou as costas, seu sorriso simpático desapareceu, deixando somente uma expressão fria em seu rosto.

- Afinal... A intrusa aqui... Sou eu.

- Vejo que está se familiarizando com os garotos, não é? Está me traindo, sua desgraçada?! – indagou uma voz masculina.

Dalila virou bruscamente para o lado. Seus olhos se arregalaram, deixando seu rosto coberto num manto de desespero. Suas pernas e mãos tremiam, e sua garganta estava seca. Era ele. Um rapaz de olhos vermelhos e cabelos negros.

- D-Damon? M-Mas, como? Como você conseguiu me encontrar, e entrar aqui?

- Você sabe que nenhuma porta trancada consegue me deter, meu amor. – disse o rapaz segurando delicadamente o rosto da garota – Ou devo dizer, sua cretina! Está me traindo com aquele ruivo nojento, não é mesmo? – perguntou, enquanto pressionava seu pescoço.

- N-Não! S-Sabe que eu jamais faria isso! – respondeu Dalila quase sem ar.

- Não acredito em você. E para ter certeza de que não vai me trair mesmo, vou levá-la comigo.

- Pra onde você... – disse a garota com a voz abafada. Damon havia colocado um pano com um produto em seu nariz, que a fez desmaiar. Uma pequena quantidade do líquido pingou no chão.

- Mesmo que eu não a ame... Não aceito ser traído. Jamais! – disse, por fim, enquanto atravessava as paredes da casa, levando o corpo de Dalila consigo.

---

Eram oito horas da manhã, e Diogo acabara de acordar, com uma terrível dor nas costas. Isso que dá dormir encima de uma escrivaninha, pensou. Olhou para trás e lá estava sua amada Diana. Enrolada em seu cobertor, somente com o rosto de fora. Neste momento, ela parecia um anjo. O vento balançava seus longos cabelos castanhos formando leves ondulações. Tão linda, disse Diogo a si mesmo, quase que babando. Havia uma só coisa em seu rosto que contrastava com a feição de um anjo: seus lábios rachados, devido ao frio da madrugada anterior. Um fio de sangue escorria pelos mesmos. Ela se esquecera de fechar a janela. Por isso era fria, literalmente.

De repente, sua feição tranquila modificou-se. Tornou-se carregada. Aparentemente estava tendo um pesadelo, pensou Diogo.

- Melhor acordá-la. – disse ao aproximar-se da mesma e tocá-la nos lábios rachados. Foi exatamente nesse momento que o inesperado aconteceu. O rapaz sentiu uma energia fluindo com toda a força da mente de Diana. Aquilo agitava sua circulação sanguínea, fazia suas veias pulsarem rapidamente, como se um veneno mortal estivesse sendo injetado nas mesmas. Isso foi a última coisa que sentiu, antes de ficar em uma espécie de transe. Tudo escureceu.

Abriu os olhos, um pouco tonto. Olhou em volta, e estava de frente para um lago enorme, atrás de alguns arbustos. Levantou o rosto e viu um penhasco. Algumas pessoas estavam lá encima. Uns três homens, uma menina, com doze anos aparentemente, e um garoto, com a mesma idade. Não conseguia ouvir o que diziam, mas provavelmente, os rapazes não queriam ser amistosos. Depois de alguns segundos, a menina acaba escorregando do penhasco e, desesperada, começa a agitar seus braços e pernas, com esperança de se segurar em alguma raiz do mesmo. O esforço foi em vão. Ela caiu a mais de dez metros de altura, e só Deus sabe como ela não morreu. Caiu no lago, e esforçava-se para permanecer na superfície, mas não sabia nadar.

Diogo estava quase indo em direção ao lago, quando um garoto de aparentemente uns 15 anos, mergulha e a salva. O rapaz escondido olha novamente para o penhasco, mas os homens já tinham levado o outro garoto embora.

- Você tá bem? Machucou-se?

- E-Eu... N-Não...

- Meu Deus! Você está congelando! Rápido, vem comigo, antes que você pegue um resfriado! Vou te dar algumas roupas da minha irmã.

O rapaz era loiro com o cabelo penteado para o lado. Possuía grande porte para alguém de sua idade.

Diogo tentava aproximar-se dos jovens, e por um descuido, pisou em um galho seco, o que produziu um ruído. Ninguém ouviu. O rapaz estranhou, e tentou fazer mais barulho, chutando pedras e chamando os jovens. Nada aconteceu. Que poder estranho, pensou. Ele pode presenciar as memórias de alguma pessoa, mas não pode interferir nela. Mas aquele não era o momento de pensar sobre o poder, mas sim de usá-lo.

Aproximou-se dos jovens, que ainda conversavam, e sua respiração parou. Eles eram Diana e Vinícius. Ela era uns dois palmos mais baixa que ele, braços delicados, e seu olhar, inocente e aterrorizado. Seu cabelo era liso, com o corte reto, na altura dos ombros. Usava um vestido marrom, um pouco acima dos joelhos.

- O que aconteceu com você?

- Eu não sei nem por onde começar, Vinicius, eu... Eu estou com muito medo! E se o matarem? – seus olhos esmeralda já se enchiam de lágrimas.

- Não chore, por favor! Eles não são tão cruéis quanto você pensa! Não se preocupe. Os aldeões não virão atrás de você aqui, eles pensam que está morta.

- Morta... – disse ela, sem emoção alguma na voz – era assim que eu deveria estar. Morta.

- Nunca mais diga isso! – respondeu Vinícius, enquanto segurava os braços da garota, virando-a para si – Você sabe que eu te amo, e farei de tudo para que você fique feliz novamente, você sabe disso!

- Mas e ele?

- Eu o traria aqui, mesmo que isso não me agrade. Só pra você sorrir. Mas não posso, sabe que fui banido da vila.

- Por furto...

- Você sabe que eu não estava em boas condições naquela época! Quem é banido por roubar um pedaço de bolo? A propósito, foi o melhor bolo que eu já comi.

A jovem riu um pouco, mas em seguida, sua feição tornou-se entristecida novamente.

- Viu? Já estou começando a melhorar seu humor! Não vai demorar muito.

- Você sabe que vai precisar de muito mais.

- Eu irei conseguir, e você sabe que eu não desisto fácil! Não se esqueça, eu te amo. – disse por fim, enquanto colocava o braço da mesma e a conduzia para sua casa.

- Também te amo, disse ela, aconchegando-se.

Diogo sentiu uma pontada no peito. Eles eram namorados, pensou. Se for assim, por que Diana havia demonstrado amor por ele, sendo que já namorava Vinícius? Não fazia sentido algum. Começou a segui-los.

O “casal” chegou a uma cabana simples e discreta. Tinha capacidade para umas três ou quatro pessoas.

- Pode morar conosco se quiser – disse o garoto, sorrindo.

- Obrigada...

- Minha nossa! Maya, o que houve com você? – perguntou a irmã mais velha de Vinicius, enxugando as mãos num pano de prato. Era mais velha que ele, aparentemente uns vinte anos de idade. Seus cabelos formavam graciosos cachos reluzentes, e ela era bem alta – Agachou-se de frente à garota e a abraçou, querendo consolá-la – Conte-me, o que aconteceu?

- Maya? C-Como assim? Não! Eu tenho certeza que esta garota é Diana! – pensou Diogo, extremamente surpreso.

A garotinha balançou a cabeça, em sinal de negação, por estar na frente de Vinicius. A irmã mais velha do mesmo, Aurora, entendeu o motivo.

- Querido, pode ir buscar lenha, por favor? O inverno está próximo.

- C-Certo.

As duas jovens dirigiram-se ao cômodo mais próximo, fecharam a porta, e Maya sentou-se no sofá. Aurora pegou um vestido rosa-bebê, que não usava há um ano.

- Talvez fique comprido para você, mas acho que serve. Só encurtar um pouco a alça. Acho que tenho um cinto que irá combinar. Pegue.

Maya vestiu-se e voltou para o sofá.

- O que aconteceu?

- ...

- Pode me contar, não irei contar nada para ninguém.

- Você soube que eu estava de casamento marcado com...- A jovem estava tão enojada que não conseguiu terminar a frase.

- Com Augustus, o filho do chefe de sua vila... Ele deve ter uns dezoito anos.

- Exatamente.

- Não entendo. Você ainda é muito nova pra casar, e ainda querem te obrigar a casar com ele? Por quê?

- Assuntos financeiros. Minha família nunca foi desprovida de tanto dinheiro, e o chefe da vila tem o suficiente para nos sustentar durante anos. Com a minha mãe morta, meu pai é quem toma as decisões.

- Mas o que aconteceu para você aparecer aqui, do nada?

- Hoje seria o dia de nosso casamento. Eu estava prestes a pegar meu vestido no guarda-roupa quando Augustus invadiu a cabana onde eu estava. Ele fechou a porta atrás de si, e me jogou no chão... Ele... Ele queria... – Sua voz estava falhando, enquanto seus olhos estavam inundados.

- Meu Deus, que horror! – Aurora estava com os olhos marejados e com uma expressão de terror e repulsa. Como aquele desgraçado teve a coragem de fazer aquilo?

Diogo levou as mãos à boca. Diana quase foi assediada. Ele estava estupefato. Não era possível que isso estava acontecendo.

As jovens não sabiam, mas Vinicius não tinha ido buscar lenha. Ele estava atrás da porta ouvindo tudo, e seu corpo estava tomado pelo ódio.

- Mas, por sorte ele não conseguiu.

- Como você o impediu?

- Eu...

- Vamos, diga! Quero te ajudar.

- Você vai acabar sabendo logo, logo. As noticias se espalham de vila em vila.

- Eu quero ouvir isso vindo de você.

- ...

- Como você o impediu?

- Eu... Eu o matei.

Diogo sentiu uma pontada no peito, e Aurora ficou perplexa.

- Eu sou uma assassina, Aurora! – disse ela, com as mãos no rosto, chorando e soluçando freneticamente.

Os olhos dourados de Vinicius estavam arregalados. Não, não era possível que isso estava acontecendo. Mas apesar de tudo, ele não desistiria. Era óbvio que haveria uma explicação lógica para isso tudo.

A boca de Diogo estava seca. Ele suava frio. Era isso mesmo? Desde pequena, Diana, ou Maya já era uma máquina mortífera. Suas pernas ficaram bambas e ele quase cai do parapeito da janela, no qual estava sentado, ouvindo a conversa, sem que ninguém percebesse.

Aurora também suava frio, e tentava, ao máximo, esconder seu sentimento de pavor e desespero. Tentava transmitir compreensão, por mais difícil que fosse.

- P-Por favor, conte-me... Como você fez isso?

- Ontem, no final da tarde, quando eu já tinha recebido a triste notícia deste casamento, uma feiticeira apareceu para mim. Ela me disse que atendia às almas mais desesperadas, e meu nome estava em sua lista. Disse que no momento certo, ela apareceria novamente, e me concederia dois desejos.

- Quais são seus dois desejos?

- Não tenho um segundo desejo ainda. Mas, ela apareceu para mim, em minha mente, na hora em que Augustus tentou me assediar. Ela fez a pergunta. Queria saber qual era o meu desejo naquele exato momento. Eu estava tão aterrorizada que não pensei duas vezes: queria que aquele desgraçado morresse.

Aurora engoliu seco. Como uma garota de doze anos tinha desejos como aquele? A jovem continuou a contar o ocorrido.

- Mas, eu nunca tive coragem de matar. Sempre tive medo de lâminas, espadas, foices, ou qualquer coisa que pudesse servir para matar alguém. Por isso, deixei que ela invadisse meu corpo. Ela o controlou, e puxou o canivete que estava preso no cinto de Augustus. Acertou a jugular do mesmo, com repetidos golpes, e a cada golpe, meus braços ficavam cada vez mais encharcados com o sangue daquele homem.

A moça que conversava com Maya esforçava-se cada vez mais para não vomitar diante daquele relato.

- Eu nunca pensei que eu fosse tão forte assim. – disse Maya, olhando para o nada – Mas eu quero mudar. Nunca mais deixarei que aquela feiticeira invada meu corpo novamente, e nunca mais deixarei que nenhum cara tente me assediar.

- Oh, Maya! – disse Aurora, abraçando-a – Vou ajudar no que puder! Nunca mais deixarei que você sofra desse jeito, minha querida!

- Obrigada – disse a mesma, retribuindo o abraço. Uma lágrima de gratidão escorreu pelo seu rosto.  Ela estaria segura, se continuasse no meio daquelas pessoas.

Diogo ainda estava sem acreditar no que estava acontecendo. Era por isso que Diana nunca quis contar sobre seu passado. Ela não queria que ninguém soubesse que ela era uma assassina. Agora tudo fazia sentido. Menos uma coisa. Maya, ou Diana? Qual era seu verdadeiro nome? Talvez seja o nome do meio, pensou.

Ele sentia-se mais arrependido ainda do que dissera antes. “Assassina”, foi o que ele disse. A partir daquele momento, aquela era a palavra proibida. Prometeu a se mesmo que nunca mais usaria aquela palavra na frente dela, ou para se referir a ela.

O rapaz não pôde fazer mais promessas a si mesmo. Uma imensidão escura tomou conta do mundo à sua volta, e ele acordou. Diana e Diogo acordaram ao mesmo tempo. Ambos ofegantes e de olhos arregalados.

- Você... Você fez com que eu relembrasse de quase tudo. Eu me esforcei durante todos esses anos para esquecer esse ocorrido, e você trouxe tudo à tona.

- Diana, eu... Eu não sabia disso. É por isso que você nunca quis me contar sobre sua vida. Desculpe-me, por favor! – disse ele, enquanto a abraçava fortemente. Os olhos de Diana encheram-se de lágrimas. Lágrimas de felicidade – Eu te entendo. Não se preocupe, não deixarei você sofrer novamente.

- Obrigada... – disse Diana, por fim, com a voz fraca. Beijou Diogo no rosto, fazendo-o corar. Ambos queriam que aquele momento durasse... E muito.

***

Dalila foi arremessada contra uma parede fria e áspera. Ela estava dentro de uma cabana bem longe da vila de Diana. Era no meio da floresta, e seria bem difícil encontrar o caminho de volta. Seus olhos abriram-se, quase que relutantes.

- Onde... Onde estou?

- No inferno.

- Estou falando sério, Damon.

- Na minha cabana, oras! Faz tanto tempo assim que você não vem para cá?

Dalila não respondeu. Dirigiu-se para a torneira do banheiro, que não estava lá em boas condições, e começou a lavar suas feridas. Tinha levado uma surra do namorado na noite anterior.

- Ande logo. Limpe isso porque eu não quero que venham encher o saco por causa de uns tapinhas de nada que eu lhe dou.

Dalila dirigiu seu olhar morto para Damon, revelando uma marca roxa profunda em seu olho esquerdo. Virou-se novamente para a torneira, e continuou a se lavar.

- Agora, quero ter uma conversinha com você.

A moça engoliu seco.

- O que quer agora? Vai terminar de acabar comigo?

- Não seja burra. Eu só tenho uma proposta a te fazer.

- E o que seria?

- Bem, você sabe que Diana é minha amiga do peito, não sabe? Mas faz tempo que não nos vemos. Eu e Nadine a queremos. Cada um com o seu objetivo. Mas, com Diogo por perto seria impossível. Por isso eu quero que você faça com que Diana venha até mim, enquanto distrai Diogo. Mas seja rápida, pois você sabe que o meu tempo, e o de Nadine está se esgotando rapidamente. Pegue isto. Faça Diana beber, e veja as maravilhas que isso faz.

Dalila fitava o pequeno frasquinho com um líquido negro, que agora pousava em suas mãos. Ela engoliu em seco.

- Alguém me ajude... – pensou.


Notas Finais


Tadinha da Dalila, cara *rio de lágrimas*
Quero todo mundo comentando, pra compensar o fato de terem me enchido o saco esse tempo todo pra eu postar o cap HAUEHAUHUE brincadeira -q
Bjs, amo vocês <3 :B
Se tiver algum erro, avisem-me.


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