História Fans love? - Capítulo 29


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Categorias Justin Bieber, Sophia Abrahão
Personagens Justin Bieber, Sophia Abrahão
Tags Amor De Ídolo, Amor Proibido, Justin Bieber, Paixão, Proibido, Sophia Abrahão
Exibições 53
Palavras 1.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


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Capítulo 29 - Fugitive


Fanfic / Fanfiction Fans love? - Capítulo 29 - Fugitive

Cap.29 - Fugitiva

º º º

- Depois dessa bomba que foi jogada nesse palco - gritou animada Ellen.- Vamos agora conhecer a ganhadora da promoção - a platéia vibra.- Começaremos da seguinte forma: Cada uma das participantes finalistas escolheram uma das caixas posicionadas no centro do palco - ela apontou para a cortina atrás de mim.- Ao meu comando elas abriram a caixa, se a caixa estiver vazia, significa que não ganhou, mas se na caixa conter um pequeno envelope dourado escrito “parabéns ganhadora” ela deve vir para esse lado do palco conhecer o nosso bad boy aqui - riu batendo em minha perna.- Bom… Boa sorte a todas! - sorriu apontando para o vídeo atrás de nós onde tinha cinco garotas extremamente nervosas.- Garotas? - as meninas olhavam para cima procurando de onde vinha a voz.- Não é Deus, é só eu mesma, Ellen...prazer - a platéia assim como eu ri.- Bom, todas já escolheram a sua respectiva caixa então ao meu comando, sem enrolações vocês vão abrir. Contem comigo plateia! - gritou entusiasmada.- 1...2...e...3 - as garotas abriram com rapidez a caixa e a garota do meio, baixinha arregalou os olhos enquanto a sua pele morena tomava a tonalidade vermelha em seguida de um longo suspiro acompanhado de um choro.- Bom temos a vencedora. Venha para cá… - ela leu na ficha.- Malia Beer - gritou mais uma vez.

Eu poderia ficar horas e horas falando como foi bom sentir aquela pequena fã me abraçando com os olhinhos fechados com tantas lágrimas, era gratificante ver o que eu casava, saber que cada lágrima de alegria derrubada foi por mim, eu me sentia bem, me sentia completo e feliz.

- Não chore - pedi em seu ouvido o que à fez chorar cada vez mais.-

- Bom, esse foi o programa de hoje e eu espero que você tenha gostado - Ellen finalizou o programa.- E até a próxima! - acenou se despedindo.-

- Me diz que isso é real - Malia falou baixinho.-

- Sim… -falei.- É real baby…

 

Reino Unido - 21/10/2014 (sexta - feira)

16:27 PM - Julie Stone

 

Limpei as mãos na saia e passei uma mecha de cabelo para trás da orelha, ainda podia sentir as gotinhas das pequenas lágrimas caírem sobre a minha bochecha.

- Seu choro me comove - falou Thifany me abraçando por trás.-

- Não me venha bancar a sentimental agora - abracei os seus braços lotados por pulseiras de ouro com pequenos cristais azuis.-

- Insensível - rimos.- Tenho algo para lhe mostrar - me virou para ela.- Não quis mostrar antes por saber que você estava uma pilha de nervos. Venha comigo - segui Thifany até o mesmo corredor que eu tinha passado antes, adentramos uma das primeiras salas que eu não tinha notado. Thifany ligou a luz que fez os meus olhos lacrimejarem por um breve momento, fechei-os e esfreguei com a palma da mãos o olho esquerdo esperando a minha visão voltar ao normal.

- Cloe? - pergunto abismada por ver a minha irmã mais nova sorrindo perversa para mim.- Mas você não estava em casa? Com a mamãe e…

- Sempre me disseram que eu sou uma boa atriz - jogou os curtos cabelos loiros para trás.-

- Mas o que faz aqui? - a puxei para um apertado abraço.- Era para você estar na escola - sabia que ela tinha revirado os olhos como sempre faz quando não liga para algo, como agora.

Eu a olho e noto que a garota de dois atrás está tão diferente, tenho vontade rir ao vê-la com a feição de superioridade, de uma garota já crescida que eu tanto sentia saudades.

Ela havia retirado as mexas cor de rosa do cabelo como eu tinha visto no verão passado, mas ainda era evidente ver alguns fios coloridos na parte superior da sua nuca.

Ela tinha crescido.

- Você está ótima - sua voz falha.- Senti saudades...Sua demora para voltar me fez vir até aqui.

- Eu também - sinto um nó formando-se na minha garganta e uma vontade absurda de pegá-la pelo braço, arrumar as malas e voltar para casa.- Espera… Do jeito que te conheço mamãe nem deve saber que você está aqui? - deduzi e ela concordou relutante sorrindo sem graça.- Cloe Stone! - a repreendo.-

- Você sabe que ela não deixaria - defendeu-se.-

- Por isso mesmo! - minha voz ecoa pelo lugar vazio.-

- Ela está cada vez pior - murmura cabisbaixa sentando-se no sofá atrás dela.- Eu já não sei mais o que fazer - funga.- Cada dia vêm piorando mas, ela não me deixa sair para nada, cancelou as minhas aulas de violino e piano.

- Mas você odiava essas aulas

- Mas elas eram um motivo para sair de casa! - bagunçou os fios loiros.- Nem na casa da vovó ela me deixa ir sozinha, não sei como consegui vir para cá.

- Você acaba de dar-lhe um motivo para tomar essas medidas drásticas, fugindo assim não resolverá nada.

- E colocar seguranças na porta da minha nova escola adianta? - eu me calo ao ouvi-la. Sabia que as coisas estavam cada vez mais fugindo do controle.- Ela não entende… Eu me arrependo… E muito… - agacho na sua frente observando os pequenos olhos azuis lacrimejarem borando uma camada fina de rímel. Vê-la neste estado lembro-me o quão difícil foi o ano anterior.

Eu tinha acabado de receber a maravilhosa proposta de trabalho fora, a relação dos meus pais andava cada vez pior, sabia que sair logo de casa seria melhor, o único motivo para o qual eu queria recusar a proposta era por Cloe que teria que vivenciar todas as brigas diárias dos nossos pais. Eles discutiam por tudo, desde a minha escolha por esse emprego até alguma coisa que ficou fora do lugar, Cloe estava naquela fase de descobrir o mundo, aquela fase rebelde que acha que sabe o que faz, ela só tinha apenas quatorze anos. Numa dessas, quando eu já tinha ido embora, Cloe resolveu fugir de casa e ir viver com o namoradinho babaca dela que resolveu levá-la a uma festinha na casa de outro amigo, uma dessas festas de adolescentes recheada de bebidas e drogas, Cloe acabou indo no embalo dos “amigos” e fumou coisas que não devia, foi assim por dois dias seguidos, experimentando coisas novas cada dias mais em quantidades maiores, lembro-me que sempre que ligava para mamãe ela recusava as minhas ligações ou quando atendia com uma expressão de cansaço e desespero me dizia que estava tudo bem, enquanto nada estava bem. No terceiro dia do sumiço da mais nova, a polícia a encontrou desmaiada numa noite de uma festa clandestina, o namorado e os amigos tinham fugido assim que ouviram as sirenes deixando para trás todo o meio de “diversão” deles. Com o corpo jogado e destruído da minha irmã, os policiais deduziram que ela tinha ingerido toda aquela droga jogada no chão e o álcool, quando na verdade o corpo dela só não aguentou ao álcool levando ao desmaio, levaram-na para a delegacia e deram voz de prisão até a segunda ordem, meu pai conseguiu tirá-la de lá, mas isso só fez com que o casamento dos meus pais entrassem em uma nova crise, sem saber o que fazer, mamãe proibiu Cloe de sair, trocou ela de escola, mudou todas as fechaduras de casas achando que ela poderia sair para comprar drogas quando na verdade ela só tinha bebido, nunca fumou nada.

Depois de toda essa crise eu fui saber no natal passado pela Cloe que durante toda a ceia me alfinetava como se eu tivesse lhe feito algo de errado, que foi não estar com ela naquele momento, explicar-lhe que eu não sabia foi mais difícil do que discutir mais uma vez com os meus pais.

- Sei que o eu fiz não foi lá a coisa mais inteligente, mas eu não aguentava mas os gritos, coisas quebrando, tudo… - lhe abracei mais uma vez como podia.-

- Desta vez eu não vou lhe deixar - murmurei perto do seu ouvido.- Pode vir o FBI, mas você só volta comigo no fim dessa turnê - sabia que tomando essa decisão eu estaria armando mais um motivo para o meu pai me odiar e para a minha mãe brigar com o meu pai, mas eu não ligava, eles precisavam se resolver para depois pensar em me matar. Eles poderiam ir a loucura, mas eu não deixaria que levassem a minha irmã também.- Eu prometo.


Notas Finais


Sério, eu não ficaria chateada se vocês comentassem uma, duas, três vezes :)


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