História Fantásticos - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Droubble, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Super Power

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Nesse capitulo, mostra-se um pouco mais de como a princesa começou sua aventura.

Capítulo 2 - A Barreira


  A barreira.

 

-- Olá?  --  dizia o rapaz, perambulando pelo lugar frio e escuro, tentando encontrar água para acalmar seu cansaço.  --  Tem alguém aí? Eu preciso de...

De repente foi interrompido por um barulho de correntes.

--  –Quem está aí?  --  perguntou assustado.

--  Quem ES tu?  --  ouviu uma voz baixa e cautelosa perguntar. – E o que fazes aqui?

-  Sou... Sou um príncipe e ordeno que...  --  dessa vez, foi atrapalhado por um barulho maior. Decidiu segui-lo.

               Percebeu o quanto aquele lugar parecia sem vida e imaginou que tipo de fera morava La.

-- Como é frio aqui hem! Não tem nem um... Sei La, ar condicionado não? – quis saber.

--  Tens um vocabulário bem simplório para um príncipe. – a voz comentou.

--  Ah, então, você é alguém nobre? Pois eu duvido, alguém de boa vida não ficaria nesta... Coisa aqui.

--  Se ES realmente um príncipe, por que não sabes que isso é um calabouço?

--  Porque de onde venho essas coisinhas não existem. Mas, estou andando por aqui a horas te procurando, cadê você? Hem, fera?

--  Não vou lhe dizer onde estou, não sei se ES confiável.

--  E não sou. Eu meio que invadi esse lugar. A culpa não é minha se preciso de um lugar pra ficar.

--  Venha até aqui.

-- Até onde?  --  ele olhou para os lados.  --  Você não está em lugar nem um.

               - Não só apenas os lados são visíveis aos seus olhos, príncipe.

Ele olhou para baixo, vendo um reflexo brilhante, como uma lua sendo refletida na água.

--  Que estranho, como é que vejo isso se aqui não a lua sequer?

--  Deixe sua mente aberta.

Ele olhou para cima, não vendo a luz refletida não chão.

-- Você está aí, não está? Há alguma escada por onde eu possa subir, sei La?

-- E tu já procurastes?

-- Não, pois não vejo nada aqui.

-- E nem eu.

-- Então, como fez para subir.

-- Usei alem de meus olhos. Tu tens cinco sentidos, use-os. Também tens uma luz que só tu podes ver, use-a.

-- Você adora dar ordens, não é?

Com as mãos a frente do corpo, andava procurando pela escada, enquanto conversava com a voz tão frágil, que parecia estar brincando com ele.

-- Achei.  --  ele disse tocando uma escada feita com pedras raras.  --  Agora eu te vejo, fera.

Ao chegar ao topo, viu que tudo na parte de cima era azul e brilhante, ainda frio, mas bonito.

-- – Agora estou aqui, sou valente, apareça fera e, cuidado, tenho uma espada.

-- Claro que sim.  --  a voz riu baixo.  --  Procure-me.

-- Ai, ai, mais ordens. Muito bem, vamos ver o que temos a...  --  parou de falar quando viu a imagem de uma garota pequena, dos cabelos escuros, de costas para ele, sentada num trono de mármore, usando um vestido roxo. Infelizmente, foi tudo o que viu.  --  Olá? Fera, é você?

-- Se me vês assim!

-- Mas, é tão... Pequena! Vire-se por favor, gostaria de ver seu rosto.

-- És muito curioso, diga-me você, o que fazes aqui e de onde vem.

-- Está frio aqui NE?  --  disse ele tirando um cobertor vermelho da mochila e o esticando.  -- Não quer se cobrir?

-- Nada é capaz de me aquecer.

-- Você é feita de gelo?

-- Meu coração sim. Não respondestes minha pergunta.

-- Tudo bem, pelo menos não terei que dividir o cobertor.  --  embrulhou seu corpo com o objeto.  --  Bom, eu venho de longe, nem sabia que esse negócio existia, mas, tomei um negócio La e vim parar nesse lugar, aí tive que invadir porque um bicho enorme não me deixava entrar. Deveria o ter matado.

-- Se te atrevesses a fazer isso, tu perderias a vida.

-- Nossa, quanta raiva no coração. Mas, e você, de onde é?

-- Sou daqui.

-- Mora nesse calabouço?

-- Enquanto não consigo liderar, sim.

-- Liderar o quê?

-- O reino.

-- Você lidera um reino? Assim, um reino inteirinho? Você é o que, uma rainha?

-- Logo serei. Mas, sou nova pra isso e os reis, não há reis aqui.

-- Então é a princesa líder.

-- Pode-se dizer que sim. Eu criei este lugar, dei vida a cada habitante e construí cada castelo.

-- Mas, como? Tão pequena?

-- Não se trata de tamanho quando se tem...

-- Espere, feche seus olhos. Vire-se.

-- Jamais.

-- Há uma coisa em você que está fora do lugar.

-- Como sabes, nunca me viras.

-- Lhe imploro, vire-se.

Assim foi feito. A pequena virou-se e ele pode ver seu rosto cheio de medo e alguns machucados no canto, com os olhos diferenciados.

-- Linda!

A menina sentiu que algo do seu corpo estava sendo arrancado, tendo que agüentar uma dor profunda.

-- O que estás a fazer garoto?

-- Pegando o que me pertence. Não vai precisar dele. Fique com o meu.

-- Isso não pertence a ti.

-- E nem a ninguém. Agora sim, é meu. Se quiser virar-se,a vontade, mas, eu gostaria de ver seu reino. Você me permite...?

 

  Meses depois:

 

 

--Mas, eu não entendo princesa, o que fazes aqui:?

-- Fui presa pelo meu próprio reino. Aqui é frio NE? – disse tirando um pedaço de seu longo vestido e o entregando a ele.

-- O que fez?

-- Eu tentei te tirar daqui, então fui pega, xinguei os guardas, quebrei umas carruagens La, ah, coisas do tipo.

-- Quem diria, a princesa perfeita virou a menina rebelde! Mas, por que isso tudo por mim?

-- Porque eu te AM... Te admiro.

-- Admira? Pensei que me odiasse por ter te roubado.

-- Ainda terei de novo o que é meu. Mas, você também fez muito por mim, terei que te lembrar?

-- Nada daquilo foi suficiente para...

-- Ah!  --  gritou a princesa se desequilibrando e caindo para trás.

Com isso, as paredes que iriam segurá-la desmoronaram, mostrando uma paisagem poluída e trazendo preocupação ao príncipe.

-- Princesa, você está bem?

-- Príncipe, olha. – ela mostrou a paisagem. – O que é isso?

-- É a realidade, você quebrou a barreira. Como fez isso.

-- Eu, escondi o martelo que destroi tudo no vestido. Mas, não sabia que era tão forte.

-- Levante-se, venha, me dê sua mão. – assim ela fez.

-- O que fazemos agora?

-- Não estamos mais presos princesa. Agora, você vai conhecer de onde eu venho. Está pronta?

-- Como nunca.

 

  Por ti vou e volto.

  Enfrentarei o que for e vier.

  Se estou contigo, não há perigo.

  Eu te amo!

  -- 


Notas Finais


No próximo capítulo:
A princesa e o garoto em fim fogem para a realidade. Como será que ela se sairá?


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