História Far away - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Apollo, Hades, Jason Grace, Nico di Angelo, Piper McLean, Will Solace
Tags Nico Di Angelo, Solangelo, Wico, Will Solace
Exibições 138
Palavras 2.959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi leitores lindos. Eu já vim postar outro capítulo. Digamos que meu dia está sendo sensacional e decidi vim postar esse.
Alguém por favor me segura, pois essa Black Friday está doida! Tive que esconder meu cartão rs, oh sofrência <//3. COMPREI UM LIVRO POR 10 REAIS, AWN *O*

Enfim, queria agradecer demais ao comentários. Todos sendo fofos e me dando super apoio. Isso aumenta mil vezes a minha animação para escrever. Então, muito muito obrigada mesmo! Vocês são uns amores.

OBS: Para quem acompanha a minha outra fanfic que venho dizer que estou escrevendo ela rs, sei que faz quase 6 dia que não atualizo. Preciso adiantar alguns capítulos dela antes. Perdão D: mas logo logo as tretas voltam, eu não abandonei ela!

Bom, espero que gostem do capítulo. Ele é inteiro sobre um flashback ❤

(Tradução bem rasa *google tradutor* da imagem: "É bonito" sussurrou Nico observando o pôr-do-sol. Will sorriu, olhando para o Nico. "Claro que é")

Capítulo 5 - O toque decisivo


Fanfic / Fanfiction Far away - Capítulo 5 - O toque decisivo

Will on

Flashback on

- Will meu amor, vem aqui. – a voz doce da minha mãe ecoa no quarto de hospital.

Fazia já alguns dias que ela estava internada por causa das complicações na sua doença. Meu pai, como o médico chefe do hospital, cuidava do seu caso. Ela havia adquirido uma doença rara na gravidez, uma que se agrava com o tempo. Então, fazia 15 anos que ela sofria com isso por minha causa.

Normalmente ela passava o tempo em casa deitada na cama quando seu estado não era preocupante. Continuava trabalhando em coisas pequenas ou ia a programas. A mulher que fazia filmes todos os anos, participou de videoclipes, festivais musicais e seriados agora estava condenada em uma cama por causa de um pequeno ser.

Particularmente eu odiava ir ao hospital. O cheiro de remédio e de lavanda me incomodava. Os quartos por mais que arrumados e decorados ainda traziam lembranças e sensações estranhas. Não podiam fazer o que quisesse lá, a janela não dava uma boa vista para o céu azul. Não dava para sentir a brisa do vento dali ou ouvir o canto dos passarinhos. Você apenas ouvia rodas das macas locomovendo alguns pacientes e o barulho das gotas do soro.

- Oi mãe. – sento na poltrona ao seu lado.

- O que te perturba filho? – ela podia estar sentindo a dor que fosse, o sorriso nunca saia do seu rosto. Sentia-me até culpado quando chorava. A minha dor nunca vai se igualaria a dela.

- Estou bem mãe. Só estou preocupado com as provas. – minto a ela. Muitas coisas me perturbavam ultimamente. Mas, havia alguém que não saia da minha cabeça além da minha mãe: Nico di Angelo.

- Eu te conheço muito bem Will, sei que você não ficaria assim por causa das provas. – sorrio ao ver o quanto ela me conhecia mesmo não passando muito tempo ao meu lado. – Brigou com o Nico de novo?

- Por que você acha isso? – minha mãe tinha um carinho enorme pelo Nico desde criança, não sei se é pelo motivo dele ter sido meu primeiro amigo na cidade ou pelo seu jeito.

- Você sempre fica pensativo assim quando o assunto é ele. – ela estava totalmente certa. Nico era a única pessoa além dela que me deixava assim.

Converse com a sua mãe Will, ela vai te entender e te ajudar. É a sua mãe e melhor amiga.

Respiro fundo e tento mentalizar como deveria começar a conversa.

- Na verdade... Eu queria conversar sobre uma coisa. – digo brincando com meus dedos e não olhando ela diretamente. Sempre fazia isso quando estava nervoso.

Quando ela pareceu que iria perguntar algo a porta do seu quarto abre.

- Licença. – minha mãe abre um sorriso enorme ao reconhecer a voz.

- Oi Piper meu amor, entre. – ela fala com toda educação e a menina de cabelos castanhos entra no quarto.

Piper era filha de um dos amigos da minha mãe. O pai dela era produtor de cinema e foi uma das pessoas responsáveis na decolagem na carreira da minha mãe, ela sempre disse que devia muito a ele por isso. Quando Piper nasceu, minha mãe começou a tratar ela como uma filha já que sempre teve o desejo de ter uma menina. Mais um erro que cometi.

- Como está? – Piper se aproxima dela e deposita um beijo em sua testa.

- Cansada de ficar deitada. – minha mãe e o seu humor.

- Logo você vai sair daqui. – viro para ver a outra voz que se faz presente no ambiente.

- Você sempre diz isso. – minha mãe olha calorosamente para o dono da voz.

Eu sempre achei meu pai um homem muito bonito. Seus cabelos loiros nunca perdiam a cor independente do quanto ele envelhecia. Seu rosto sempre apresentava uma juventude que não tinha e como minha mãe, ele sempre sorria pra todos. Admirava a sua paciência e compreensão. O via como uma pessoa que no futuro queria ser.

Não é atoa que cursaria Medicina na faculdade daqui a alguns anos.

- Oi guerreiro. – ele bagunça meus cabelos. – pensei que estava em semana de prova. Aliás, o Nico não veio com você?

- Ele está por aí se aventurando. – digo lembrando que o Nico não tinha paciência para estudar, então preferia andar por aí descobrindo lugares.

- Seu filho estuda demais Apolo, dê uma folga a ele. – minha mãe sempre me defendia quando o assunto era estudos.

- Na verdade vim buscar ele pra isso. – Piper me olhava sério. – Você tem prova amanhã Will.

- Até você McLean? – reviro os olhos e começamos a “discutir” sobre como eu deveria me concentrar mais nas semanas de provas se queria fazer faculdade de medicina. Apenas paramos quando reparamos que tínhamos nos tornado o centro das atenções. – O que foi?

- Vocês dois brigando assim, parecem até um casal. – diz meu pai segurando a risada.

Olho confuso para a Piper e vejo que ela faz a mesma expressão. Um casal? Jamais. Eu a via como uma irmã. Cresci do seu lado.

- Na verdade, vocês formariam um belo casal. Já pensou neles se casando? – até minha mãe estava entrando na brincadeira.

- Ok, ok. Acho que vocês estão ficando doidos. – levanto da poltrona. – Deixa eu ir mãe, amanhã eu volto.

Beijo a sua testa e ela retribui o meu carinho.

- Sobre aquela conversa? – ela me olha preocupada. Pensei que havia se esquecido dela.

- Não é nada mãe, besteira de adolescente. – digo tentando esbanjar um sorriso confiante.

- Depois conversamos sobre isso moço. Não vai fugir. – ela sorri e o que acaba me acalmando. Ela sempre se preocupava comigo.

- Sim senhorita. – retribuo o sorriso e logo depois de me despedir de todos saio do seu quarto.

Em seguida entro no carro que me esperava lá fora junto com a Piper. Deixo-a primeiro em sua casa e logo depois sigo para a minha. Pelo jeito teria que enfiar minha mente nos livros para estudar.

- Bem-vindo de volta Senhor. – Carla me recepciona assim que abro a porta de casa.

- Já disse que pode me chamar de Will, Carla. – digo com um sorriso. Não gostava dessa formalidade deles. Conheciam-me desde pequeno e cuidaram de mim.

- Claro, desculpe Senhor... Will. – ela se corrige. – a sua tia está na sala com alguns empresários.

Faço uma careta de reprovação pra ela e bufo. Não que eu não gostasse da minha tia, irmã da minha mãe, é que ela me tratava como o famoso filho do casal Solace e eu não gostava disso. Já bastava ter que me portar em público assim, ter fazer isso em casa também era muito chato.

Entrego a minha bolsa para Carla e vou até a sala de reuniões. Bato duas vezes na porta e recebo a permissão da minha tia para entrar.

- Will meu querido. – minha tia esbanja um sorriso educado. – Esses dois aqui são os representantes do hospital do seu pai.

- Oi. – sorrio para eles e aperto a mão deles. – Sou o Will Solace, prazer em conhecê-los.

- Estamos tendo uma reunião do novo hospital que seu pai vai abrir. – minha tia adorava esbanjar o poder da família. – vai tomar um banho amor, logo o jantar será servido.

- Se me dão licença. – me despeço deles apenas com um aceno com a cabeça e saio da sala.

Sério mesmo que teria que aguentar conversas sobre negócios até na hora do jantar?

Subo as escadas e entro no meu quarto me jogando na cama.

Não estava com vontade de estudar e nem de ter que encarar aqueles empresários... Que tédio. Deveria ter ficado no hospital com a minha mãe.

E aquela conversa... Fazia dias que queria falar com ela sobre isso, é algo que eu não conseguia entender e sabia que minha mãe não me julgaria ou tiraria conclusões precipitadas com tudo isso.

É horrível ser adolescente. É horrível estar mudando e sentindo coisas.

Ia me aprontar para tomar banho quando meu celular começa a tocar, atendo ele sem ao menos ver quem era.

- Escolhe rápido: cappuccino tradicional, com canela ou com chocolate? – sorrio imediatamente ao reconhecer a voz do outro lado.

- Você sabe qual é. – levanto o tronco do meu corpo da cama e fico sentado nela.

- Não vai mudar nenhuma vez Will? – fico em silêncio e ele bufa do outro lado. – Você que manda. O que está fazendo aí?

- Além de ter encarado dois empresários? Estou olhando para o teto. – não conseguia parar de sorrir conversando com ele.

- Então vou ir ai encher o seu saco. Chego em vinte minutos. Pela porta da frente ou a de trás? – ele sempre era ansioso.

- Minha tia está aqui Nico. – digo com uma voz triste. Ela meio que não gostava da presença do Nico, dizia que era uma má companhia apenas porque ele podia fazer o que queria, ao contrário de mim.

- E desde quando você obedece a sua tia Solace? – solto uma risada concordando com ele.

- Pela porta da frente mesmo. Não vai esfriar o meu café. – desligo o telefone e mais uma vez me jogo na cama.

Conhecia o Nico desde os meus cinco anos. Ele foi o meu primeiro amigo quando cheguei à cidade, e hoje é o meu melhor amigo. A sua companhia me trazia tranquilidade, não precisava usar nenhuma máscara em sua presença. Podia ser o verdadeiro Will.

Nico di Angelo é uma pessoa bipolar. Fazia-se de difícil e nervoso com todo mundo, mas quando conhecia ele melhor, descobria que era apenas uma forma dele de se proteger dos outros, que na verdade é uma pessoa totalmente verdadeira e que se preocupada com os outros. Nico sempre ajudava os amigos e transmitia proteção.

No começo pensei que minha admiração por ele era inveja, porém conforme o tempo foi passando percebi que era algo totalmente diferente.

E agora estava nesse conflito interno.

Levanto da minha cama e pego algumas roupas para me trocar depois do banho. Deixo a água morna invadir meu corpo e levar todas as preocupações com ela. Visto-me depois disso e não demora muito para ouvir batidas na porta.

- Pode entrar. – falo dando permissão.

- Sua tia me recebeu com um sorriso lindo no rosto. – Nico entra com um sorriso sarcástico e com dois cafés na mão.

Ele vestia uma calça preta rasgada na região dos joelhos e uma blusa grande preta de manga longa. De nenhuma forma deixava as roupas marcassem o seu corpo magricela.

- Para de implicar com ela. – sorrio para ele e fecho a porta do meu quarto.

- Não faço isso. – ele revira os olhos. – aqui o seu café Senhor.

- Muito engraçado Di Angelo. – pego o café da mão dele e deixo a bebida aquecer meu corpo. – Onde você estava hoje?

- Ah você sabe, o de sempre: visitar lugares abandonados, explorar alguns campos, tirar algumas fotos. Nada de novo. – ele senta na minha cadeira e toma a sua bebida.

- Quando é que você vai me levar em um desses lugares? – não consigo desviar meus olhos dele.

- Sei lá, no dia que encontrar um lugar bom. – ele dá mais um gole no café. – E a sua mãe? Como ela está?

- Melhorando, eu acho. Meu pai perguntou de você hoje, e minha mãe acha que brigamos. – me sento na cama e tendo parar de encará-lo. – acredita que ela disse que eu e a Piper faríamos um belo casal.

Por que você estava falando aquilo Will? Sabia que era apenas conversa de mãe.

Nico não me responde imediatamente como sempre fazia, parecia pensar em algo.

- Concordo com ela. – olho para ele confuso não acreditando nas suas palavras, mas ele apenas desviou o olhar e tomou mais um gole de café.

Ele concordava...? Será que só eu não percebia isso?

- Hmmm... – deixo o café na cômoda do lado e me deito encarando o teto.

O silêncio permaneceu no local por um tempo. Depois, como sempre quando tínhamos uma conversa estranha, o assunto volta naturalmente.

Eu precisava tirar aquela dúvida de mim logo, ela me corroia por dentro.

- Nico, lembra daquela brincadeira que fazíamos quando crianças? – digo nostálgico.

- Qual delas Will? – ele me olha confuso.

- Aquela que a professora do jardim de infância disse para fazermos, de nos descobrirmos pelo toque. – digo como se não quisesse nada.

- Ah sim, aquela que nunca conseguimos terminar porque você ficava dando risada. – ele ri baixo. – O que tem ela?

Você não terá essa chance de novo Solace.

-Vamos fazer ela? – o encaro.

Na hora ele pareceu questionar o motivo disso, mas depois relaxou o corpo mais.

- Tudo bem. Igual antes? – ele se levanta da cadeira.

Confirmo com a minha cabeça e levanto da cama para apagar as luzes, fechar as janelas e cortinas. Tinha sorte que havia anoitecido já. Assim que fizemos isso nos sentamos na cama ficando de frente um para o outro.

A brincadeira era simples: duas pessoas ficavam de frente para a outra, e um de cada vez tocava com as mãos o rosto, os braços e o peitoral da outra. Na época a professora fez isso para conhecermos mais nossos amigos, criar intimidade e essas coisas. Perdia a brincadeira quem abria os olhos antes de descobrir quem era a pessoa.

- Vai, fecha os olhos. Lembra das regras né? Não pode abrir os olhos. – digo me ajeitando na cama. – Eu começo, e não vai rir.

- Sim Senhor. – ele se arruma na cama também e logo fecha os olhos.

Assim que ele fecha os olhos meu coração começa a disparar. No quarto não se ouvia mais nada a não ser as nossas respirações e o vento fazendo barulho lá fora. Mesmo com a luz apagada eu conseguia ver perfeitamente os detalhes do rosto do Nico.

A sua pele branca como o mármore era o único destaque no seu rosto quando seus olhos estavam fechados. Nenhuma imperfeição, como se fosse uma boneca de porcelana. Seus cabelos negros e lisos se perdiam na escuridão. Seus lábios rachados e levemente rosados davam um ar de delicadeza. Não eram carnudos, e sim suaves.

Levo minha mão até seu rosto e assim que meus dedos tocam a sua pele macia e fria começo a sentir um calafrio em meu corpo e parece que o meu toque o incomoda por um breve segundo.

Se acalme Will.

Continuo meus toques em seu rosto, passando meus dedos em suas bochechas, nuca e por fim tiro uma mecha de cabelo que caía sobre seu rosto.

Nico é tão lindo, gracioso e frágil. Estando assim não parecia mais aquele menino corajoso, ousado e quieto. Parece uma jóia preciosa que precisa ser guardada, uma flor delicada que necessita de cuidado.

Eu quero guardá-lo, cuidar dele.

Levo meus dedos até seus lábios e os arrepios aumentam assim como as batidas do meu coração.

Se acalmem, assim ele vai ouvir.

Passo levemente meu polegar no seu lábio inferior e esbanjo um sorriso ao ver que isso o faz sentir calafrios.

Você é fraco contra carícias Nico e tem parar de morder os lábios. Eu que deveria mordê-los.

Naquela hora não sabia mais o que passava na minha mente, eu só desejava uma coisa: beijá-lo. Qual será o gosto do seu beijo? Sentiria o gosto do café? Seria frio?

Posiciono minha mão em sua bochecha e começo a aproximar o meu rosto do seu. Conforme fazia isso, meu coração se acelerava mais e começava a sentir coisas que até aquele momento não sentia.

Estava nervoso na presença de alguém. Não um nervosismo por estar vendo ela pela primeira vez, era um frio na barriga, uma sensação boa de querer se agarrar a alguém e não largar mais.

Como eu dominava esses sentimentos?

Logo percebo que meu rosto estava a poucos centímetros do seu. Se um vento leve tocasse minhas costas certamente acabaria com a distância entre nossos rostos.

Minha mão agora estava na sua nuca e eu encarava os seus lábios. Irresistíveis e prazerosos.

Por um momento fecho os meus olhos, mas quando volto minha atenção para o Nico quase levo um susto ao ver que seus olhos estavam abertos agora.

Eu sempre me perdia na imensidão dos seus olhos, eram como pedras preciosas e raras: envolventes e raras.

Ficamos nos encarando por um momento. Queria aproximar mais meu rosto, beijar seus lábios e me entregar a ele.

Ia começar a me afastar dele, porém sou surpreendido quando o Nico, assim como eu, colocar a sua mão na minha nuca e aproxima mais meu rosto do seu até que nossos narizes se tocassem.

Agora sim eu tinha certeza que ele podia ouvir meu coração batendo.

- Você perdeu o jogo. – dou um sorriso leve.

- Não tinha o intuito de ganhar mesmo. – ele sorri também, mas logo sua expressão volta a ficar séria. Depois, fecha os olhos e como se fosse automático eu já sentia o que poderia vir em seguida.

- Senhor Solace, o jantar está pronto. – duas batidas se formam na minha porta fazendo minha atenção ir para ela.

Xingo aquela interrupção na minha mente. Logo agora?

- Já estou indo Argos. – digo olhando para a porta e depois voltando para o Nico. – Servido para o jantar?

- Tenho que ir pra casa e também sua tia não ia gostar da minha companhia. – diz ele soltando a minha nuca e se afastando de mim.

- Como se fizesse algo que ela gostasse. – dou uma risada de leve.

Levantamos da cama e eu vou abrir a cortina do meu quarto enquanto o Nico ligava as luzes.

Assim que liberto a janela da cortina encaro o jardim lá fora e o céu estrelado.

Não restava dúvidas: eu estou apaixonado pelo Nico. Mais do que isso… Eu o amo.

Flashback off.


Notas Finais


Eu particularmente fiquei apaixonada demais por esse capítulo! Li ele umas três vezes de tão fofo ❤. E vocês? Gostaram dele?
Queria trazer algo a mas do passado para deixá-los preparados que as tretas logo estão vindo. Não esqueçam de ligar os pontos nesses flashbacks, pois algumas respostas estão neles. Desse jeito vão entendendo aos poucos o motivo da briga deles.

Enfim, talvez eu veja no final de semana atualizar de novo. Depende muito do tempo e da minha criatividade.

Muito obrigada novamente pelo carinho e nos vemos no próximo. Beijos!


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