História Farce - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 1.422
Palavras 1.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, geeeente!
Eu to supernervosa com a estória porque é a minha primeira fanfic na categoria.
Essa fanfic é baseada em dois acontecimentos da minha vida, então tudo o que vocês lerão por aqui é 75% real. Ao longo do enredo, eu relatarei transsexualismo, homossexualidade e álcool/drogas. É uma estória forte e intensa, então quem não gosta deste tipo de assunto, por favor, evite a leitora.
A fanfic será sempre pelo ponto de vista do Justin, com isso não avisarei em todos os capítulos.
Todos comentários são bem-vindos, tanto elogios quanto críticas. Gosto de todos. Responderei a todos, assim que possível.
Pretendo postar os capítulos uma vez a cada quinze dias.

Ps. Esta não é uma fanfic criminal.
Ps2. Se quiserem ler o prólogo com uma música, recomendo que seja Coldplay - The Scientist

Umas observações que vocês gostam:
► Justin Bieber como Justin Bieber;
► Taylor Swift como Chloé Leclaire;
► Cara Delevingne como Margot e Jessie Bieber.
As demais personagens são totalmente fictícias.
Enfim, sem mais recados. Boa leitura, espero que gostem!

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Farce - Capítulo 1 - Prologue

Prólogo

Justin Bieber’s Point Of View

Paris, 13 de Novembro de 2015

As árvores secas cortadas simetricamente encantam as ruas da cidade-luz esta noite. Embora o inverno comece a se fazer presente, o frio ainda não se intensificou. Em meio aos ventos, que bagunçam nossos cabelos durante o passeio, espio a francesa me fitando curiosamente.

Com os braços dados à loira, caminho pelas ruelas cinzentas até nós chegarmos ao restaurante. Aceno para o maître com a cabeça, sem desvencilhar nossos braços, seguindo-o em direção à única mesa disponível para quatro pessoas. Desta forma, nós nos sentamos lado a lado.

— Le Petit Cambodge? Grande dia, hein, Sr. Drew? — os lábios pintados de vermelho se espremem em um sorriso torto, instigando-me como nunca, e a loira insiste. — O que pretende com esse evento? Nós dois já transamos. — não posso conter a risada ruidosa que me escapole junto a suas doces gargalhadas. 

Não tenho mais dúvidas, este é o sorriso mais lindo de todos. As mãos de Chloé vão ao cabelo, o qual beira os ombros, arrastando para trás da orelha a mecha teimosa que cai sobre parte de seus olhos azuis. Tão logo, os dedos magros e alvos encontram os meus na toalha de mesa branca e, em questão de segundos, os laçam entre si.

Sinto minhas bochechas se erguerem num sorriso contido, já não sou mais capaz de conter a ansiedade dentro de mim. Ajeito a jaqueta de couro, tentando buscar a maldita coragem que me falta — se bem que, depois de tudo o que passamos juntos, não pode mais haver pudor entre nós.

A taça de cristal descansa entre os dedos anelar e médio de Chloé enquanto ela gira, aromatizando ainda mais o vinho branco. A ponta delicada de seu nariz circunda brevemente o objeto, e as orbitas azuis miram-me profundamente quando dá um gole curto.

— Vamos ficar aqui em silêncio? — engulo em seco assim que dispersa meus pensamentos. — Logo, logo ficarei bêbada com esses vinhos.

— E quem disse que o meu plano não é este? — dou uma risada debochada, tocando minha taça a dela, a qual agora repousa sobre a mesa, tomando um pouco da bebida gélida.

— Conheço seus trejeitos. — assisto a órbita azulada semicerrar numa piscada confidente, ao mesmo tempo em que apoio meu copo sobre a toalha. — Então, Justin, o que quer comer?

Antes que ela pudesse se dar conta, minhas mãos passeiam pela extensão de sua coxa estacionando na parte interior, onde deposito um forte apertão. Os dentes brancos lhe destacam no instante em que Chloé morde os próprios lábios rubros contendo o fervor que a percorre.

— Pensei em lagosta.

— É-é... Lagosta seria bom. — a loira tenta formular uma frase que fizesse sentindo, encarando-me friamente com a íris quase imperceptível sob a pupila vastamente dilatada.

Ergo meu braço chamando o garçom, que, prontamente, assente. Com o sorriso mais provocador que consigo fazer, seguro o cardápio e miro a francesa duvidar de meu desempenho. Rebobino todas as aulas de francês que assistimos — aliás, todas as que consegui me concentrar — e faço o pedido sem dificuldade.

 As mãos de Chloé se unem aplaudindo, sem ousar emitir ruídos, e seu semblante satisfeito comprovam a surpresa por minha desenvoltura.

Enquanto os pratos não vêm, afundo o meu rosto na taça de vinho procurando as palavras certas, não em francês, mas palavras que a toquem tanto quanto esses benditos olhos conseguem descompensar minha respiração de imediato.

— A-ham. — pigarreio com a garganta. — Chloé, eu... –— ela interrompe, tomando a taça nos dedos mais uma vez.

—  O que é desta vez? Outra “não é mentira, na verdade, eu apenas omiti.”? Desembucha, Drew. Não tenho emocional para joguinhos. — num gole súbito, os lábios pintados de vermelho se estendem num sorriso malicioso. — Só na cama.

Desconcentro-me, completamente corado, negando com a cabeça.

— Não é nada disso, muito pelo contrário. — com cautela, coloco minha mão direita sobre a dela que estava solta pela mesa, não tardando a envolver nossos dedos. — Quando digo que você foi a melhor coisa que me aconteceu, é porque você realmente foi. Depois de tudo o que nós passamos juntos; você me aceitar como eu sou, amar-me como sou... Eu tenho certeza de que você é a mulher da minha vida.

— Justin, você não me pedirá em cas... — desta vez, eu quem a interrompo.

— Aquele dia, em que nós passeamos na Pont des Arts, você me disse que sempre sonhou em colocar um cadeado lá. — afasto nossas mãos, rumando o bolso de minha jaqueta. — Acho que esse dia chegou.

No momento em que retiro o cadeado com os nossos nomes escritos de meu bolso, os olhos azuis da loira lacrimejam, e posso notá-la contentando as lágrimas de caírem. Chloé o toma de minha mão sem a menor delicadeza. Os lábios se erguem no meu sorriso predileto, e a francesa o encara. Com o polegar, ela acaricia o cadeado dourado de forma vagarosa e, tão logo, eleva o olhar para o meu castanho.

— Eu definitivamente não imaginei que você diria isso... E-eu amei, muito mesmo. Você pensou em tudo, até cravejou nossas iniciais nas chaves. — devolvendo o cadeado à mesa, sua mão ganha meu maxilar e nossos lábios se encontram brevemente. — Eu te amo, Justin!

— Eu te amo, Chloé. Como jamais imaginei amar alguém.

Suponho que os olhos azuis se fecham assim que nossas testas colam, apenas a afagando com a ponta de meu nariz. Sem perder tempo, o perfume adocicado pelo qual me apaixonei invade minhas narinas e, assim como a professora de francês, fecho meus olhos apreciando a fragrância.

De supetão, nossos lábios se encontram num beijo intenso, mesmo em meio ao restaurante cheio. Meu coração pulsa desesperadamente entre os pulmões, bem como o sangue formiga nas artérias, a vontade é de tirar nossas roupas aqui mesmo.

No entanto, poupando os outros clientes de tal constrangimento, um barulho nos interrompe.

Não um barulho qualquer, um estrondo.

— Abaixem-se! — grito assim que avisto um grupo de rapazes com os rostos cobertos invadir o restaurante.

A primeira sequência adentra nossos tímpanos, como se nos explodisse, vejo as balas perfurarem a parede. O tremor agudo de um grito faz com que eu cubra meus ouvidos com a mão no momento em que esquivo para me esconder.

Tiros. Gritaria. Pavor.

Embaixo da mesa, Chloé afunda o rosto na curva de meu pescoço, preservando-se de assistir o terror que acontece ao redor. Crispo os olhos desviando a visão conforme o som de tiro se aproxima.

Apalpo o carpete buscando a mão da loira. Embrenho nossos dedos, esbarrando acidentalmente na toalha. O ruído do tombo de nosso cadeado pode ser ouvido, seguido pelo silêncio.


Notas Finais


Ai, meu Deus! To nervosa, me contem tudo! KKKKK
Quem quiser conversar comigo, me chame no Twitter @wolfiecek.
Com amor,
Lali


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