História Fascinating New Thing - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Academia de Vampiros (Vampire Academy)
Personagens Dimitri Belikov, Rosemarie "Rose" Hathaway, Stan Alto, Tasha Ozera
Tags Abe Mazur, Dimitri Belikov, Romitri, Rose Hathaway, Vampire Academy
Visualizações 273
Palavras 3.172
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores...

Cheguei para mais um capitulo e este está bem amorzinho viu... <3

Boa leitura... <3

Capítulo 33 - Love Will Show You Everything


  Today, today I bet my life 

You have no idea 

What I feel inside

 Don't, be afraid to let it show 

For you'll never know 

If you let it out

Love Will Show You Everything - Jennifer Love Hewitt  

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Depois de Stan escrever a carta de recomendação, a semana passou de forma rápida, eu tinha marcado a reunião com o chefe de cirurgia do hospital na próxima segunda e não via a hora de chegar.

Eu marquei para fazer um exame no tornozelo no mesmo dia, para que Dimitri não desconfiasse, se tudo desse certo, eu conseguiria a bolsa e ficaria livre daquela bota horrível. A parte difícil foi convence-lo de que eu poderia ir sozinha sem nenhum problema, mas acabou que ele não poderia cancelar suas consultas na segunda, então mais uma vez, tudo conspirou ao meu favor.

- Se você tivesse marcado um pouco mais tarde - Dimitri reclamou enquanto eu esperava o táxi chegar. - Eu poderia te levar.

- O ortopedista só tinha esse horário, Dimitri - Eu falei pela milésima vez.

- Marcasse para amanhã, eu estou com o dia livre - Ele retrucou.

- Eu não vou ficar nem mais um dia com essa bota - Eu revirei os olhos. - Olha, eu não vou morrer por andar sozinha...

Ele não teve como contestar aquilo, meu táxi chegou em seguida, me obrigando a sair.

- Eu te espero em casa - Eu avisei antes de ir.

Todo o caminho até o hospital eu fiquei pensativa. Eu vou conseguir? Pela conversa que eu tive com o tal Dr Arthur Schoenberg, eu tenho alguma chance, mas quais exatamente?

Eu também aproveitaria minha ida à Mobile e despacharia o formulário de mudança de nome. Em alguns dias eu seria Rosemarie Mazur. Espero que Abe goste da surpresa.

Após fazer um raio X e passar por uma rápida consulta com o ortopedista, eu finalmente me vi livre daquela bota e especialmente das muletas. Assim que terminei isso, me informei sobre aonde ficava o escritório do chefe de cirurgia e segui naquela direção, já estava quase na hora da nossa reunião e eu me sentia cada vez mais ansiosa.

Espero que de certo, tem que dar certo!!

- Dra Hathaway? - A jovem secretaria me chamou - O Dr Schoenberg vai atende-la agora..

Eu segui para dentro de seu escritório. Era um ambiente simples e impessoal, me fazendo pensar se ele de fato passava algum tempo ali.

- Dra Rosemarie Hathaway, é um prazer recebe-la. - Ele se levantou me estendendo a mão, indicando que eu me sentasse. Ele era um homem alto e forte e careca, na casa de seus 50 anos. Suponho que ele tivesse sido bonito quando era mais jovem.

- Obrigada Dr Schoenberg - Eu ofereci o meu sorriso mais profissional, lhe entregando a carta de recomendação de Stan.

- Então, Hathaway - Ele começou depois de um tempo lendo a carta. Em breve eu não seria mais Hathaway e não queria ser conhecida por esse nome. - Aqui diz que você trabalha para o Dr Stan Alto há pouco mais de três meses..

- Sim, eu me mudei para Fairhope no fim de maio - Eu expliquei.

- Certo.. E o que te levou a deixar a cirurgia para atuar na clinica geral, Hathaway? - Ele continuou sério.

- Dr Schoenberg, você poderia me chamar de Mazur? - Eu acabei pedindo em um impulso, recebendo um olhar confuso em troca - É que em alguns dias eu serei Rose Mazur e preferia que as pessoas me conhecessem pelo meu novo nome..

- Mazur? - Ele questionou, fazendo eu me chutar mentalmente. Eu realmente interrompi a entrevista para falar algo assim? - Como Ibrahim Mazur?

- Sim! - Eu sorri abertamente. É claro que ele conheceria meu pai... - Exatamente como ele.

Ele me avaliou por um momento com uma expressão ilegível. Isso era algo ruim?

- E quando será o casamento, Mazur? - Ele franziu o cenho - Desculpe, é que eu não vejo nenhuma aliança..

- Casamento? - Eu perguntei confusa até me dar conta do que ele tinha entendido e arregalar os olhos - Oh, não! não... não.. Abe é o meu pai, não meu noivo...

- Eu não sabia que o senhor Mazur tinha filhos - Foi a vez dele ficar surpreso.

- Desculpe a interrupção, é que eu já dei entrada no processo de mudança de nome e... desculpe.

Ele anotou alguma coisa na carta de recomendação de Stan antes de voltar sua atenção para mim.

- Vamos voltar aos negócios então, Mazur... - Ele deu um pequeno sorriso.

O resto da reunião ocorreu sem nenhum incidente. Ele me explicou que discutiria todas as informações com o chefe de medicina e entraria em contato comigo. Se tudo ocorresse bem, eu começaria em quatro semanas.

Em quatro semanas minha vida poderia mudar totalmente. Eu estaria totalmente estabilizada aqui. Eu conseguiria tudo o que eu sonhei...

Eu cheguei em casa e corri escada acima para trocar de roupa. Estava quase na hora de Dimitri chegar e eu estava simplesmente extasiada com tudo o que estava acontecendo. Minha vida finalmente está dando certo!

Eu me livrei dos sapatos e da roupa social que eu usava, colocando a mesma roupa que usei no dia que fomos para Pensacola. Eu planejava descer e começar a preparar o jantar, mas então, uma ideia simplesmente estupida surgiu em minha mente.

Eu subi em nossa cama e comecei a pular, extravasando toda a animação daquele dia. Isso era algo libertador que eu não fazia há muito tempo, muito tempo mesmo. Eu sentia como se tivesse voltado a ser uma simples menina ali.

- O que você está fazendo? - Eu ouvi a voz divertida do russo, e me virei em sua direção com um sorriso espontâneo no rosto.

- Pulando - Eu apontei o obvio em meio a uma risada.

- Isso eu percebi - Ele cruzou os braços e sorriu. Era um de seus sorrisos abertos que me fazia perder o folego por instantes. - Mas porque?

- Porque é divertido - Eu respondi ainda pulando.

- Isso tudo é felicidade por ter se livrado da bota? - Ele ergueu uma sobrancelha.

- É por tudo - Eu exclamei.

- Rose, pare de pular - Ele gargalhou.

- Não.

- Vamos, você pode se machucar..

- Me obrigue a parar - Eu provoquei. O que prontamente se provou um erro pelo olhar que ele me lançou.

Dimitri tirou os sapatos e se aproximou da cama pelo lado direito, eu observava atentamente seus movimentos e assim que ele tentou me segurar, eu pulei para o chão, correndo para longe.

- O que você está fazendo? - Eu questionei rindo enquanto ele se colocava no meu caminho, impedindo que eu saísse do quarto. - Me deixe sair.

- Você não vai a lugar nenhum, Roza... - Ele piscou para mim.

- Eu posso fugir de você! - Eu provoquei olhando em volta, planejando minha rota.

- Isso eu duvido muito - Ele riu e em um movimento rápido se aproximou, tentando agarrar meu braço.

Eu desviei dele subindo na cama e pulando para o outro lado, ainda rindo.

- Sai fora, Belikov - Eu provoquei tentando alcançar a porta do quarto.

- Você acha mesmo que vai sair? - Dimitri alcançou a porta antes que eu, a fechando.

Sem ter muita alternativa, eu segui para a unica porta disponível, a que levava para uma pequena varanda, Eu me apoiei no corrimão totalmente sem folego, e logo senti os braços de Dimitri rodearem minha cintura.

- Peguei você - Eu sorri ao ouvi-lo sussurrar também ofegante.

- Porque a gente nunca veio aqui fora? - Eu observei a paisagem e me aconcheguei mais ao seu corpo. O sol estava se pondo, lançando um brilho alaranjado sobre o topo das arvores. dava para ver a cabana, pelo menos algumas partes que não eram escondidas pelas arvores, o lago e o telhado da casa do Adrian.

- Não sei... - eu senti seus lábios logo abaixo da minha orelha em um beijo suave. - Você gosta da vista?

- Eu adorei - Eu respirei fundo ao sentir suas mãos envolverem minha cintura, me trazendo para perto de seu corpo.

- Desistiu de fugir de mim? - Ele apertou levemente minha cintura mordendo o lóbulo da minha orelha.

- Achei que você tinha me pegado - Eu sorri me virando levemente para olha-lo.

- Eu peguei - Ele confirmou descendo as mãos para o botão do meu short, se ocupando em abri-lo em um movimento rápido.

- O que você está fazendo? - Eu gargalhei segurando suas mãos o impedindo de continuar.

- Pegando você - Eu senti seu sorriso contra meu pescoço.

- Pára com isso - Eu dei um tapa em sua mão tentando impedi-lo de descer o zíper.

- Pára você - Ele retribuiu o tapa na minha mão ainda insistindo em tentar abrir meu short.

- Dimitri! - Minha voz que era pra sair em tom de repreensão se transformou em um gemido ao sentir seus dedos trabalhando suavemente em meu clítoris.

- Você estava dizendo? - Eu ouvi seu sorriso ao aumentar um pouco a pressão naquele ponto, envolvendo minha cintura com o braço livre.

- Nós... nós estamos na varanda - eu ofeguei tentando recuperar um pouco razão.

- Quer que eu pare? - Ele me penetrou lentamente com um dedo, recebendo um gemido em troca. - Acho que não...

- Nós ainda estamos na varanda - Eu choraminguei segurando o corrimão com força, sentindo Dimitri lamber e morder meu pescoço. O sol já tinha sumido, nos deixando na crescente escuridão que assumia a sua forma do lado de fora da casa.

- Você só precisa gozar - Ele pediu com a voz rouca enquanto acrescentava mais um dedo à equação, massageando meu clítoris com a palma da mão.

- Mas que inferno, Dimitri - Eu descansei a cabeça em seu peito com os fechados enquanto ele aumentava o ritmo de seus dedos.

- Vamos Roza - Ele pediu, subindo a mão livre passando a massagear o meu seio. - Eu sei que você quer...

Eu ergui levemente minha cabeça em sua direção, com a respiração entrecortada. Eu sentia meu coração acelerar cada vez mais e meu interior se contorcer.

Dimitri trouxe os seus lábios até os meus, me prendendo em um beijo carregado de luxuria, abafando meus gemidos enquanto todo tipo de sensação explodia pelo meu corpo com a chegada do orgasmo.

Ele me segurou firmemente junto a seu corpo, já que eu não confiava em minhas pernas para me manter em pé, e retirou sua mão de dentro do meu short, me virando de frente para ele, voltando a me beijar.

Ele me prensou junto ao corrimão da varanda, me fazendo sentir sua avançada ereção. Ele se apressou em desamarrar minha blusa, expondo meus seios. Eu senti um arrepio correr por todo o meu corpo ao sentir o vento em meus mamilos, já que não estava usando sutiã.

- Nós ainda estamos na varanda! - Eu o afastei relutantemente. Por mais que eu realmente quisesse terminar aquilo, eu não estava afim de acabar dando um show para Adrian ou quem quer que pudesse estar andando por ali.

Dimitri calou meus protestos com outro beijou faminto, descendo suas mãos para minhas coxas, me impulsionando para seu colo. Suas mãos envolveram minha bunda enquanto minhas pernas enlaçaram sua cintura.

Ele caminhou comigo para dentro do quarto, alternando seus beijos entre meu pescoço e clavícula. Eu sentia o desejo queimar em mim, eu nunca pararia de desejar aquele homem.

Dimitri me deitou na cama, se colocando por cima de mim e voltando a me beijar enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo.

Eu trabalhei nos botões da sua camisa com eficiência e em instantes ele estava me ajudando a tira-la. Dimitri estava ajoelhado na cama entre minhas pernas, o quarto estava escuro, mas a luz da lua penetrava o suficiente para que eu distinguisse algo de sua feição.

- Eu quero te ver - Ele reclamou se esticando para acender a luz de um dos abajures que ficava no criado mudo ao lado da cama.

Quando a luz iluminou o local, eu não pude evitar a onda de excitação que se apossou de meu corpo diante do olhar que Dimitri me lançava. Ele roçou os dedos na pele nua de minha barriga e subiu devagar em direção aos meus seios, contornando-os com delicadeza, afastando completamente a blusa, os deixando completamente expostos e fazendo minha respiração ficar ainda mais irregular.

- Eu estava louco para tirar essa blusa - Dimitri sussurrou se abaixando - e descobrir se você usa algo por baixo dela...

- Você descobriu - Minha resposta saiu em meio a um gemido manhoso ao sentir os lábios de Dimitri na minha barriga, percorrendo o mesmo caminho que seus dedos fizeram antes.

Ele traçou uma trilha de beijos por minhas costelas, antes de seus lábios se fecharem em meu mamilo, me arrancando um alto gemido. Sua mão que antes explorava suavemente minha pele, as vezes me fazendo questionar se ele estava sequer me tocando, se fechou com firmeza em meu seio livre, o massageando avidamente, fazendo com que a umidade na minha calcinha aumentasse significativamente.

Dimitri abandonou meus seios e se ajoelhou novamente na cama, me puxando consigo. Ele tirou totalmente minha blusa a jogando em um canto do quarto enquanto eu tentava me livrar de sua calça. Ele se levantou da cama para resolver essa questão e eu acabei me livrando do short jeans que eu vestia, ficando apenas com a calcinha de tule vermelha

Eu senti o olhar de Dimitri acompanhando cada movimento meu, eu me virei e deitei de bruços na cama, lhe lançando um olhar por sobre o ombro.

- Vai ficar me olhando, camarada? - eu ofereci a ele meu melhor sorriso.

Eu fechei os olhos ainda sorrindo ao sentir o colchão afundar com o peso do russo, ele afastou meus cabelos e beijou minha nuca, enquanto subia sua mão pela minha coxa, apertando minha bunda com vontade antes de desferir um tapa ali que com certeza deixaria uma marca.

Ele voltou a massagear a área afetada, antes de bater novamente, me arrancando um gemido alto. Ele mordeu um ponto próximo ao meu ombro, me fazendo apertar com força um de seus travesseiros. Ele não estava me causando dor, mas estava me prendendo em uma doce agonia e parecia não ter planos de acabar logo com aquilo.

Eu tentei me virar, mas ele me segurou firmemente naquela posição, se colocando sobre mim.

- Fique assim - Ele sussurrou em meu ouvido, fazendo meu sexo começar a formigar.

- Pare de brincar comigo - Eu choraminguei em busca de alivio para aquela situação.

- E qual seria a graça? - Ele provocou esfregando sua ereção em minha entrada, eu podia senti-lo perfeitamente através do tecido fino da calcinha. - Você me disse mais cedo que fugiria de mim e eu te peguei.. você é minha...

- Eu sou - Eu gemi em confirmação. - Mas pare de brincar..

- Nós podemos negociar - Ele ergueu levemente meu quadril para deslizar a calcinha para fora do meu corpo, passando o dedo pela minha entrada e seguindo para meu clítoris, espalhando a umidade que se acumulava ali. - O que você poderia me oferecer?

- O que você quiser - Eu choraminguei apesar da vontade de acertar o russo com um belo chute.

- Então eu posso pedir o que eu quiser? - Ele se encaixou na minha entrada sem se mover, enquanto voltava sua atenção para o meu pescoço.

- Sim - Eu ofeguei ao sentir uma pressão no meu pescoço. - O que você quer?

- Você... - Ele sussurrou enquanto me penetrava lentamente.

Eu fechei os olhos por um momento, absorvendo a sensação de te-lo completamente dentro de mim, sentindo sua respiração pesada no meu pescoço. Eu virei meu rosto suavemente afim de contemplar sua fisionomia. Seu rosto estava próximo ao meu, e eu vi um sorriso se formar em seus lábios antes de depositar um carinhoso beijo na minha bochecha, me fazendo sorrir também. Nós dois permanecemos imóveis por um tempo, até que Dimitri começou a se movimentar, lentamente no inicio. Ele estava apoiado em um braço para não me esmagar com seu peso, e a outra mão estava apoiada na cabeceira da cama.

Ele começou a murmurar palavras em russo enquanto se movimentava com firmeza, me levando à outro mundo em cada estocada. Eu elevei levemente meu quadril para recebe-lo mais profundamente, fazendo com que ele aumentasse o ritmo.

por um momento as únicas coisas que se ouvia no cômodo era a fricção de nossos corpos e a cama batendo com força na parede. Meus gemidos ficavam totalmente abafados pelos travesseiros aonde eu ocasionalmente escondia o meu rosto.

- Dimitri - Eu choraminguei agarrando a colcha da cama com força enquanto sentia outro orgasmo se formar em mim.

- Mais alto - Ele rosnou se tornando mais enérgico em seus movimentos.

- Dimitri! - Eu prontamente obedeci, gritando seu nome enquanto o prazer me consumia.

Em mais algumas estocadas Dimitri liberou seu próprio prazer, gemendo meu nome da forma mais deliciosa que eu já tinha ouvido, me fazendo cogitar a hipótese de gozar mais uma vez apenas por ouvi-lo.

Ele saiu de cima de mim, permitindo que eu respirasse com facilidade, deitando de costas, totalmente ofegante ao meu lado. Eu ainda me sentia completamente mole por conta dor orgasmo, não me movi. Apenas o observei através da névoa de cabelo que cobria meu rosto.

Dimitri se virou de frente para mim, tirando o cabelo do caminho e depositando um beijo em meu nariz, falando algo em russo.

- O que? - Eu dei uma pequena risada.

- Você é a melhor coisa que já aconteceu na minha vida, Rosemarie Hathaway - Ele traduziu.

- Mazur - Eu fechei os olhos absorvendo aquelas palavras com um sorriso ainda estampado no rosto.

- Como? - Eu ouvi a confusão em sua voz.

- Rosemarie Mazur - Eu expliquei abrindo os olhos para encara-lo. - Eu enviei o formulário hoje.

Ele sorriu novamente e me puxou para um beijo calmo e cheio de sentimento, se afastando cedo demais.

- Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, Rosemarie Mazur - Ele repetiu, dando ênfase ao Mazur antes de me dar um selinho carinhoso.

- Você é a minha vida, Dimitri Belikov... - Eu respondi fechando os olhos.

Eu senti os braços de Dimitri me envolverem, me puxando para perto de seu corpo. Eu me aninhei ali, sentindo seu calor enquanto ele acariciava minha cabeça e ocasionalmente beijava minha testa.

O que eu acabei de falar era a realidade, antes de Dimitri eu não tinha uma vida. Eu vagava por esse mundo me contentando apenas em existir. Ele me ensinou a viver. Ele se tornou minha vida...

E minha vida é simplesmente perfeita!


Notas Finais


Mais um capitulo amorzinho pra vcs...

Estamos chegando na reta final sabia??? A fic terá 37 capitulos e faltam apenas mais 4...

Logo logo ela chega ao fim..

Um beijo, amo vcs...

Vcs moram de pantufa no meu coração <3


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