História Fast and Furious: Run or Die - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Velozes e Furiosos
Personagens Brian O'Conner, Dominic Toretto, Letty Ortiz, Mia Toretto, Personagens Originais
Tags Andrew O'conner, Astrid Martin, Correr, Furiosa, Morrer, Romance, Veloz
Visualizações 52
Palavras 1.958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Part I - IV


Fanfic / Fanfiction Fast and Furious: Run or Die - Capítulo 4 - Part I - IV

Tinha passado a noite com Andrew, não do jeito que todos pensam. Apenas passamos boa parte da noite em silêncio e a outra dormindo na grama mesmo. Acordamos apenas por causa do sol, meu celular tinha várias chamadas perdidas de Dom e Brian, no celular de Andrew não estava muito diferente. Concordamos que seria melhor voltarmos para casa.

Após minutos dirigindo, deixei Andrew na casa dele e parti para minha sem preocupações. Exceto por um idiota me seguindo, já era a quarta esquina que eu virava e o babaca vinha atrás. Obviamente estava atrás de mim, e quem não estaria? Sou filha de Dominic Toretto, afilhada de Brian O’Conner e sobrinha de Mia Toretto. O trio era bastante conhecido por Los Angeles.

Virei em uma esquina que eu conhecia muito bem, a rua do Toretto. Essa rua ficou conhecida desse modo após meu pai mudar o local dos rachas para cá. Ali estava cheio, então o cara não tentaria fazer nada contra mim. Assim espero.

Sai do carro procurando algum rosto conhecido no meio daquela multidão e encontrei Letty bem perto de onde eu estava. Caminhei apressada até ela e toquei seu ombro dando um sorriso de quem não faz ideia do que está prestes a acontecer.

Virei à cabeça para trás, tempo o suficiente para conseguir ver Sean sair do carro que me seguia. Revirei os olhos levemente me voltando para Letty que alternava o olhar entre mim e Sean.

— Esse cara ‘tá me seguindo, Letty. — sussurrei próximo ao seu ouvido e passei para trás dela e alguns homens que estavam ali. Estaria mais segura assim.

— Eu achava que o Dom tinha mandado você ficar longe, Williams. Vejo que não escutou muito bem. — Letty soltou uma risada debochada fazendo Sean dar um passo a frente como se estivesse tentando mostrar que era ele quem mandava ali. Esse jeito arrogante dele me irritava, e muito.

— Deveria saber que eu não recebo ordens, Letty. Eu dou ordens. — Sean estalou os dedos apontando para mim e dois homens que estavam com eles começaram a se aproximar.

 

Três anos e seis meses antes...

— Parece que seu papaizinho não dá a mínima para você. Não ligou perguntando o preço para te deixar ir. — soltei uma risada fraca, meu estado mental e físico já não era o mesmo desde o dia que fui sequestrada por esse maníaco.

— Primeiro, você é um babaca. Segundo, meu pai não desiste tão fácil assim. Ele não vai ligar, ele vai vir atrás de você. Apenas espere, Williams. Apenas espere. — falei com a voz um tanto rouca e fraca. Só essa semana tinha perdido a conta de quantas vezes fui para a sala da tortura.

A cada facada que eu recebia, cada tapa ou soco, cada chicotada, era um grito mais alto. Porém depois eu continuava a rir e sorrir. Não me deixava levar pela dor, sabia que se cedesse, Sean se daria por vencido. E não foi isso que meu pai me ensinou.

Sean me encarou por um longo tempo e segurou meu braço com força me arrastando, literalmente, para fora da cela. Meu corpo inteiro doía, minha cabeça parecia que ia explodir a qualquer momento, minhas pernas não eram sentidas por mim e eu tinha algumas fraturas pelo corpo inteiro. Tirando o fato de ter quebrado o braço tentando escapar daquele lugar.

Provavelmente Williams já tinha se cansado de mim e iria me matar, bem, era isso o que eu achava que ele ia fazer. Fiquei surpresa com o que ouvi ao chegar fora do galpão que ele me mantinha presa.

— Leve ela para a minha casa, chame um médico de minha confiança e dê um banho nela. Quer dizer, peça para uma das empregadas fazer essa última parte. Não quero você a tocando ouviu bem? — tossi para que se lembrasse de que eu estava ali ouvindo tudo, ele pareceu se lembrar de que eu estava ali e me soltou no chão como se não se importasse comigo nenhum pouco. Cai com tudo em cima do braço quebrado e soltei um grito de dor.

Nesse momento, ele parou de andar e olhou para mim com um ar preocupado. Eu acreditaria nisso se ele não fosse o motivo de eu estar completamente ferrada desse jeito.

— Astrid, é bom você ficar preparada para essa noite. Iremos nos divertir muito. — deu um sorriso malicioso que quase me fez vomitar. De jeito nenhum que aquele homem nojento encostaria em mim. Ele até podia ser bonito, mas ainda sim não o deixaria me tocar daquela forma.

(...)

Já era noite quando uma das empregadas de Justin apareceu, ela era simpática e estava me ajudando muito nesses dias que eu vinha para cá. Eram momentos em que Williams sentia pena de mim e mandava alguém para cuidar de meus ferimentos. July era seu nome. Uma mulher da minha idade, se não mais velha. Tinha cabelos negros e olhos castanhos. Era bonita, se não fosse por esse uniforme ridículo que estava usando.

— Sean quer que você vista isso. — puxou uma camisola de seda vermelha de trás de si e uma calcinha de renda da mesma cor. Neguei com a cabeça me recusando a vestir aquilo.

— Não mesmo. Se ele acha que vai tocar em mim, está muito enganado. — ela me olhou com suplica, sabia que sobraria para ela depois. Então, apenas soltei um suspiro me levantando da cama com um pouco de dificuldade. Troquei-me ali mesmo, já tinha tomado um banho e July era mulher. Não havia problema nenhum.

Coloquei o roupão de seda que vinha junto com a camisola e me sentei na cama passando os dedos pelo cabelo para deixa-lo desembaraçado. Respirei fundo escutando a voz de Justin se aproximar do quarto, o quarto dele.

Levantei o olhar ao escutar a porta se abrir e mordi o interior de minha bochecha. Estava nervosa pelo simples fato de não saber o que fazer diante daquilo. Não queria ceder para ele, mas também não podia negar que tinha vontade de me entregar para ele às vezes.

— Exatamente do jeito que eu imaginei, exceto pelo gesso, mas isso é um detalhe. — engoli seco ao ver a porta ser trancada, minha respiração ia se acelerando a cada passo de Sean e eu soava frio pensando no que iria vir a seguir.

Williams segurou minha mão com delicadeza e me puxou para si com certa brutalidade agarrando minha cintura com precisão e força. Suspirei mantendo minhas mãos em seus braços e meus olhos nos seus, não por muito tempo já que abaixou sua cabeça na direção de meu pescoço distribuindo beijos pelo mesmo lentamente.

Como reflexo, fechei os olhos e tombei a cabeça para o lado deixando meu pescoço livre para ele. Apertava seus braços com a pouca força que tinha o incentivando a continuar. Não por que eu queria, mas sim por reflexo. Quer dizer, eu já não tinha mais consciência dos meus atos.

Senti o macio da cama em minhas costas assim que Sean me deitou na mesma e ficou por cima. Puxou o laço do roupão o desfazendo e observou meu corpo me deixando um pouco sem graça. Voltou com seus lábios para mim, dessa vez em meus lábios. Era um beijo selvagem e ao mesmo tempo doce. Williams tinha gosto de vodka, menta e cigarro. Uma mistura deliciosa em minha opinião.

Três anos e seis meses depois...

 

Libertei-me de meus pensamentos quando ouvi o primeiro tiro sendo seguido por muitos outros. Observei em volta completamente perdida, via pessoas em volta correrem para se esconderem, algumas feridas e outras já mortas.

Eu não fazia ideia de para onde ir ou onde me esconder. Apenas senti um braço me puxar para trás e a porta da garagem fechar a minha frente. Virei-me dando de cara com Andrew, arqueei a sobrancelha direita por mania e comecei a dar tapas em seus braços, já que o mesmo tentava se defender.

— Seu idiota, eu podia ter morrido do coração. Aliás, o que você está fazendo aqui? — soltei de uma só vez enquanto me recuperava do susto que tinha acabado de levar, Andrew apenas ria se divertindo da minha situação. Minha vontade era de quebrar a carinha linda dele.

— Primeiro, de nada. — revirei os olhos colocando as mãos na cintura e bati o pé no chão esperando uma resposta para a minha pergunta. — Segundo, meu pai me mandou vir aqui pra ver se estava por aqui. E olha, está. Aliás, pode me agradecer já por ter salvado sua vida.

Era muita petulância mesmo, bufei enquanto saia andando para a porta dos fundos da garagem. Escutei Andrew rindo e isso fez meu sangue ferver ainda mais. Primeiro era Sean atrás de mim, agora Andrew. Vão mandar mais quem? David Beckham? Esse eu aceito.

— ‘Tá de carro? — perguntei me virando para ele que sorria igual a um idiota. Revirei os olhos voltando a andar. — Esquece. Eu me viro.

(...)

O’Conner Junior era realmente muito irritante, depois de ele me seguir quase dois quarteirões, resolvi aceitar a carona e ir para casa mais rápido. Obviamente meu pai, Mia e Brian estariam por lá nos esperando. Não queria responder a nenhuma pergunta.

No caminho inteiro, Andrew não tirou o maldito sorrisinho babaca do rosto. Revirei os olhos saltando do carro assim que tínhamos chego em casa, caminhei a passos rápidos e adentrei a grande mansão que pertencia a Dominic Toretto. Como previsto, todos estavam na sala. Meu pai caminhando de um lado para o outro, Brian sentado no sofá balançando as pernas e Mia tentando acalmar os dois.

— Isso tudo é porque eu não vim direto para casa? — perguntei chamando a atenção dos três. Andrew ficou parado a alguns passos atrás de mim e na frente da porta. Talvez para impedir uma possível fuga minha.

— Porra, Astrid. Não faz isso, cara. Todos ficaram preocupados com você, até Andrew. Ele que se ofereceu para ir atrás de você. — Brian disse vindo na minha direção para me abraçar, virei o rosto minimamente para Andrew e sorri debochada.

— Andrew se ofereceu? Não foi isso o que fiquei sabendo. — gargalhei abraçando todos os três, Mia foi a única que pareceu curiosa com o que eu disse e perguntou.

— Não? O que ele disse?

— Que Brian o mandou atrás de mim. — Mia olhou para Brian que olhou para meu pai que olhou para Andrew. Acho que falei algo de errado. — Bem, eu vou ir tomar um bom banho que eu estou me sentindo muito suja. — caminhei rapidamente para as escadas e as subi de dois em dois.

Assim que entrei no quarto, me veio na cabeça que faz um bom tempo que não vou para piscina. Sorri de canto indo até o armário, tirei toda a roupa que estava vestindo e coloquei um biquíni de bolinha. Coloquei também uma espécie de casaquinho e sai do quarto com meu celular.

Desci as escadas dando de cara com Andrew que estava a subir, arqueei a sobrancelha direita o olhando e sorri minimamente.

— É, eu ia falar com você. — falou sem graça, ri baixo e desviei dele indo à direção da área externa da casa. Fiz sinal para que me seguisse e já fui tirando o casaquinho. O joguei em cima da espreguiçadeira, mordi o lábio inferior e pulei na água voltando para a superfície pouco tempo depois.

— Queria falar comigo? — nadei até a borda da piscina e apoiei meus braços na mesma enquanto encarava o moreno a minha frente com a boca entreaberta. Soltei uma gargalhada olhando a situação do menino e neguei com a cabeça. — Entra na piscina, a água está boa.

— Não, eu... Eu... É... Esquece. — se enrolou inteiro e saiu apressado para dentro de casa. Ri negando com a cabeça mais uma vez.

— Ele é engraçado. Bonito e engraçado. — falei sozinha e mergulhei mais uma vez.


Notas Finais


Eai, tudo bom? Hm? Espero que sim.
Bem, o que acham de um capitulo no ponto de vista do Andrew? Ou ate no de Sean?
Me digam ai
Bj <3

✯ Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=29gznQRgKlQ


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