História Fatal - Hiatus - Capítulo 4


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Categorias Ashley Benson, Demi Lovato, Justin Bieber, Lucy Hale, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Demi Lovato, Justin Bieber, Lucy Hale, Selena Gomez
Tags Ashlena, Assassinatos, Jelena, Justin Bieber, Morte, Selena Gomez, Semi
Exibições 56
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei :v
O capítulo ta meio bosta pq to sem criatividade mas é isso aí. Ignorem os erros e boa leitura.

Capítulo 4 - Boa Noite, Maggie.


12 de Agosto de 2014 (dois anos antes)

POINT OF VIEW SELENA GOMEZ

-- Acorda querida. -- dei vários tapas em seu rosto e retirei a venda que cobria seus olhos. Ela meio tonta abriu os olhos devagar se acostumando com a luz forte do local.

-- Onde estou? -- perguntou quando adquiriu um pouco mais de consciência. -- Mas o que... -- percebeu que possuía as duas mãos algemadas a um poste, no qual ela estava encostada. Jogada no chão, tentava se soltar. Comecei a rir.

-- Tão tola, você não vai se soltar querida. Eu não sou estúpida o suficiente para te amarrar com cordas. Se continuar forçando a algema, vai acabar se machucando. Ah espera, por quê eu me importo? -- gargalhei mais.

-- Onde estou?! -- gritou. Agora me encarava com suas esferas cor de mel, tentando se passar por corajosa.

-- Não é óbvio? De encontro com sua morte. E pode ter certeza que não vai ser nem um pouco rápido. Eu faço questão que seu encontro com ela seja o melhor possível. -- sorri.

-- Você é louca.

-- Pense o que quiser. Por onde vamos começar? Prefere que eu arranque suas unhas ou você tem outra preferência?

-- Tá brincando?

-- Ah querida, a brincadeira nem começou ainda.

-- Me tira daqui! -- fui em direção a mesa que tinha no canto e peguei uma faca. -- Me tira daqui agora!

-- Por que? -- perguntei irônica.

-- Porque eu to mandando! -- gargalhei.

-- Realmente, você é hilária.

-- Eu não estou brincando!

-- Sabe, você parece muito confiante pra quem está a beira da morte. -- seus olhos estavam enfurecidos.

-- Meu pai vai me tirar daqui, você vai ver.

-- Não conte com isso.

-- Você vai pagar caro.

-- Calada. -- mandei.

-- Você não manda em mim. -- cheguei perto dela e ajoelhei em sua frente.

-- Apartir de agora, eu mando. -- sussurrei.

-- SONHA! -- gritou em minhas faces. Irritada, soquei sua coxa com a faca, fincando-a fundo. Ela urrou de dor e começou a chorar vendo a quantidade de sangue que jorrava de sua perna. Comecei a rir.

-- Repete pra mim agora, porque eu acho que não entendi direito. -- entre soluços ela apenas me lançou um olhar, engolindo em seco. -- Boa menina. -- tirei de uma vez só a faca de sua perna, fazendo-a grunhir. -- Sabe, você me lembra aquelas garotinhas mimadas, que os pais fazem tudo que elas querem, que pensam que possuem o mundo na palma das mãos. -- levantei e comecei a andar, limpando com o dedo o sangue da faca. -- E eu sempre odiei esse tipo de gente.

-- Idaí? -- com a voz meio fraca pelo choro, tentava mostrar alguma superioridade.

-- Não, não. -- fiz sinal para que a mesma se calasse. -- Quietinha, só eu falo. -- se recuperando do choro e acho eu que se acostumando com a dor de sua perna, revirou os olhos.

-- Por que está fazendo isso? -- perguntou. -- Por que comigo?

-- Você acha que foi eu que te escolhi? Por favor né. É meu trabalho isso, se bem que pessoas como você eu tenho prazer de matar.

-- Isso não tem que ser chamado de trabalho.

-- E quem pediu sua opinião? É um trabalho sim, e minha superior quer você morta pra ontem.

-- O que eu fiz?

-- Ah fofa, isso eu não sei. Pergunte a ela. Ah, espera... Você não vai poder, porque vai  estar morta... Mas tudo bem, eu tenho uma suposição: Você nasceu.

-- Como consegue?

-- Consigo o quê?

-- Ser tão fria.

-- É um dom. -- fui até o canto, larguei a faca em cima da mesa e peguei um banquinho. Levei-o até a garota. -- Levanta.

-- O que?

-- Levanta idiota. -- com dificuldade ela ficou em pé. Meio torta por causa da perna. Encostei o banquinho no poste e ela sentou. -- Certo. Assim fica melhor. -- fui até a mesa novamente e peguei uma faca menor dessa vez.

-- O que vai fazer? -- meio assustada, indagou.

-- Ora, terminar o que comecei. -- cheguei perto dela e comecei a passar a pequena faca em seu rosto. Até que com um pouco mais de intesidade, cortei a região de sua bochecha. Tentando segurar a dor, a garota apenas apertou os olhos com força enquanto o sangue escorria por seu pescoço. -- Vamos ver agora. Sua mão. -- fui para o outro lado e vi suas mãos presas na algema.

-- Para, por favor. Me mate logo.

-- E qual seria a graça? -- passei a faca com força em seus dedos, os cortando. Sorri ao ver o sangue jorrando. Nesse instante meu celular começou a tocar. Atendi

-- Sim? -- indaguei.

-- Selena? Que bom que atendeu! Sabe a sua vítima, Maggie Bieber? -- Ashley respondeu ofegante.

-- Claro, estou com ela nesse momento.

-- Mate ela de uma vez e saia daí. Seja rápida.

-- Aff, por quê? -- perguntei manhosa.

-- O pai dela, deu falta da menina e já está a procurando.

-- Meu pai? -- a garota chiou.

-- Cale a boca. -- mandei. -- Mas aqui não é seguro e afastado o suficiente?

-- Foda-se Sel, sabe quem é o pai dela? Ele é uma das figuras mais importantes de Los Angeles.

-- Caguei pra isso.

-- Selena, escuta. Ele vai acabar te achando. Agiliza isso e se manda. -- revirei os olhos.

-- Ok, obrigada. Tchau.

-- Tchau. -- desliguei.

-- Eu falei que meu pai iria me achar.

-- Cala a boca infeliz. Pra minha tristeza não posso continuar a brincadeira.

-- Amém.

-- Não agradeça cedo, você vai morrer queimando.

-- Não, por favor, eu lhe imploro. Me mate de forma rápida.

-- Não mesmo. -- fui até a mesa e peguei a garrafa de álcool. -- Isso vai doer. -- joguei nela e só ouvi um grito estridente de dor. Joguei em sua cabeça, molhando seus cabelos loiros. Voltei a mesa, deixando o álcool em cima, e peguei o isqueiro. -- Boa noite, Maggie. -- sorri. Peguei uma mecha de seu cabelo e acendi o isqueiro, vendo seu cabelo facilmente pegar fogo, logo se espalhando para seu corpo. Só se ouvia ela gritar de dor. Peguei minhas coisas, guardei numa maleta, peguei minha bolsa, e saí do galpão deixando-a com a morte.



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