História Fatal - Hiatus - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Demi Lovato, Justin Bieber, Lucy Hale, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Demi Lovato, Justin Bieber, Lucy Hale, Selena Gomez
Tags Ashlena, Assassinatos, Jelena, Justin Bieber, Morte, Selena Gomez, Semi
Exibições 48
Palavras 1.475
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, esse capítulo está maior que o outro como eu havia dito, e bem, eu achei ele meio pombo, mas estava com bloqueio de criatividade, então foi isso mesmo.
Ignorem os erros e boa leitura sz

Capítulo 6 - Caso Z.M pt.2


POINT OF VIEW SELENA GOMEZ

— Diga seu nome por favor.  —  um dos seguranças indagou.

— Jordan Park. — dei o sorriso mais sexy que consegui.

××××××××

— Não, não. Shhh, quietinha, isso mesmo. — sussurrei enquanto uma das minhas mãos cobria seu rosto com um lenço umidecido de veneno e a outra a segurava. Não era fatal, óbvio, precisaria saber seu nome antes. Arrastei a garota desmaiada até os fundos de um beco que tinha perto da casa de Zayn, entrando pelos fundos num açougue que àquela altura estava fechado. Sorte que não havia alarme. Peguei a garota com dificuldade, ela pesava mais do que parecia, e a amarrei numa cadeira, era suficiente. Logo, ela começou a despertar.

— Muito bem... A margarida acordou. —  peguei uma faca em minhas coisas e comecei a afiar-la.

— O que está acontecendo? Por que minha cabeça dói tanto? — ia colocar as mãos sobre a cabeça mas percebeu que estava amarrada. — O que é isso? Onde estou? Quem é você?

— Quantas perguntas.

— Me responda! Ou irei gritar! — ameaçou, porém em um gesto rápido, segurei seu rosto com minhas mãos, fincando minhas unhas e o apertando.

— Eu acho que não. — falei e larguei seu rosto. — Pode até tentar, mas será em vão. Não sou burra o bastante para não pensar que a pobrezinha iria querer gritar.

— O que quer de mim? — peguei algumas mechas de seu cabelo louro avermelhado e acariciei. — O que está fazendo?

— Nada de mais, ué. Apenas admirando seu cabelo. Aliás, muito bonito e bem tratado ele. Você deve ter bastante dinheiro.

— É isso que você quer? Dinheiro?

— Ah querida, quem não quer, não é? Mas não, hoje não. A única coisa que quero de você, é seu nome.

— Como assim?

— Você é idiota ou o quê? Quero seu nome. Me diga seu nome. — ordenei.

— Então irá me soltar? — perguntou.

— Pensarei no caso.

— Só digo se prometer me soltar. — iria recusar, porém pensei bem.

— Certo.

— Sério? — a garota me olhou sem acreditar.

— Sim garota, ande logo, me diga.

— Jordan Park, é meu nome.

— Muito bem, Jordan. Obrigada.

— Vai me soltar agora?

— Não.

— Mas você disse...

— Pois é né, eu disse. Mas acontece que não é bem assim que as coisas funcionam. — num movimento rápido e intenso enfiei a faca em seu abdômen. Ela pareceu ficar sem ar e com os olhos arregalados e a boca aberta, vi uma lágrima escorrer de seus olhos.

— V-você p-prometeu. — sussurrou com dificuldade.

— Parece que você foi trouxa mais uma vez. Ups. — sussurrei  de volta em tom irônico perto de seu rosto. Ela olhou para mim com o canto do olho.

— P-por que?

— Você desobedeceu sua mãe. "Não fale com estranhos." — retirei a faca de seu abdômen e enfiei em seu peito esquerdo. Ela deu um grito sem som, aqueles onde a voz não sai, e logo seu corpo caiu para o lado.

××××××××

— Está aqui, pode entrar.

— Obrigada. — a primeira etapa acabara de ser finalizada. A parte mais difícil, eu conseguira, que era entrar na festa. Próximo passo: Achar o aniversariante.

Não demorou nem cinco minutos e o avistei na área da piscina conversando com uns amigos. Pelo visto ele era um garoto normal de 22 (agora 23) anos bem rico.

— Zayn! — chamei-o e assim que me aproximei o abracei, deixando-o surpreso.

— Nos conhecemos? — perguntou confuso.

— Mas é claro. Esqueceu de mim? — o puxei para dentro da casa.

— Desculpe... Eu... Eu não estou lembrando. — coçou a cabeça.

— Não se preocupe, não irá precisar lembrar. — fui guiando-o para o bar. Assim que sentamos ele virou uma garrafa de vodka. Pelo menos tinha a bebida como minha aliada, o que facilitaria tudo.

— Bonita festa, aliás, parabéns. — sorri e ele assentiu.

— Não mais bonita que você. — dei uma risada.

— Gentileza sua. — me fiz de sem graça.

— Não, sério. Seu... seu rosto... é tão... — gesticulava com as mãos. — Céus... Você... Você parece que foi esculpida por anjos. — comentou. Pelo visto cheguei em boa hora. Ele já estava bêbado. O barman colocou dois drinks ali, e aproveitei que Zayn se distraira e derrubei um tipo de droga em sua bebida. Logo, ele bebeu.

— Sente alguma coisa? — perguntei. Ele me encarou por alguns segundos e depois se aproximou mais de mim.

— Sinto... Sinto um desejo enorme. Me desculpe, não sei explicar.

— Tudo bem. Não precisa.

— Eu... Eu te quero. — rapidamente seus lábios colaram nos meus. Céus, ele me beijava com tanto desejo, que merda foi aquela que Demi me deu para colocar na bebida dele? Senti suas mãos ao redor de minha cintura me puxando para mais perto, grudando nossos corpos o máximo que os bancos permitiam.

— Melhor a gente subir, não? — sugeri e ele aceitou.

[...]

Zayn me jogou na cama que estava perfeitamente arrumada e tinha cheiro de rosas. Trancou a porta e subiu em cima de mim logo selando nossos lábios. Nossas línguas dançavam, e sua boca tinha um gosto misturado entre sorvete - sim, sorvete - e vodka. O ajudei a tirar sua blusa enquanto ele beijava toda a área de meu pescoço até meus seios. Passeava seus dedos por minhas coxas, as apertando, fazendo eu arfar de vez em quando. Minhas mãos puxavam seus cabelos e passavam por seu abdômen, indo até a região pélvica. Senti sua mão abrindo o zíper de meu vestido e ajudei, ele com rapidez arrancou-lhe de meu corpo, quase o rasgando. Estava agora só de roupa íntima e ele brincava com minha intimidade ainda coberta pelo pano. Retirei sua calça e comecei a massagear seu membro por cima de sua cueca que ainda o cobria.

— Que tal uma brincadeira? — sugeri.

— Que tipo? — saí de baixo dele, o que o deixou meio decepcionado, e fui em direção a minha bolsa que havia trago até ali. Retirei umas algemas e mostrei para ele.

— Que tal uma que se chama: A garota no controle? — perguntei ousada. Ele mordeu o lábio.

— Pode ser. — sorri e o algemei na cama. Logo subi em cima dele que estava sentado encostado sobre a cabeça da cama.

— Agora, você não poderá mais utilizar as mãos, nem a que está livre. — falei provocativa.

— Por que? — perguntou manhoso.

— Porque a regra é: você não pode me tocar. Só eu faço os movimentos.

— Tudo bem. — assim que ele assentiu, comecei a rebolar sobre seu membro, vendo ele morder o lábio com força. Senti uma ereção subir em minha intimidade. Passei minha língua por seu abdômen todo, até chegar em seu pescoço onde deixei vários chupões fazendo-o arfar. Mordi o lóbulo de sua orelha, enquanto uma de minhas mãos entrava em sua cueca pegando em seu membro duro como pedra. Comecei a masturba-lo devagar, aumentando a velocidade aos poucos, Zayn gemia. Logo, senti seu gozo em minha mão. Parei e recebi um olhar de reprovação. 

— Agora a brincadeira é o seguinte: — saí de cima de seu corpo e peguei uma faquinha, sentando novamente em cima dele.

— Vai me matar? — riu.

— Talvez. — sussurrei em seu ouvido e ele deu mais risada.

— Está cheio de segurança lá embaixo.

— E ninguém saberá que fui eu, porque não terá testemunhas.

— Como assim? Vai me matar mesmo? Opa, espere aí, eu estava brincando. — mudou de expressão.

— Mas eu não. — passei a faca devegar sobre seu pescoço cortando-o um pouco. Ele engoliu em seco.

— Falei sério. Tem seguranças aí.

— Logo mais não terá nem seguranças, nem convidados, muito menos testemunhas.

— O que vai fazer? 

— Assim que matar você? Explodir a casa. E ninguém saberá o que aconteceu, porque não terá sobreviventes.

— Mas você sairá ilesa.

— Porém ninguém saberá, estou usando o nome de Jordan Park. Ou seja, ela também teria morrido no incêndio.

— O que fez com ela?

— Digamos que ela partiu dessa para melhor.

— Sua vadia. — disse na tentativa de me ofender e apenas sorri, enfiando a faca em sua garganta. Sangue começou a jorrar de seu pescoço, então saí de cima. Peguei um arame, passei por volta de seu pescoço, não me importando com o sangue que saía e apertei com força. Em segundos sua cabeça rolava na cama e seu corpo jorrava uma quantidade absurda de sangue.

— Que horror, isso é mais sangrento do que eu me recordava. — comentei. Peguei sua cabeça pelo cabelo e coloquei-a dentro de um saco. Fui para o banheiro da suíte e tomei uma breve ducha. Quando saí vesti minhas roupas e pulei a sacada. Pelos fundos, consegui sair da casa sem que ninguém me visse. Fui para meu carro, coloquei a cabeça de Zayn no banco traseiro e apertei o botão de um controle que havia deixado ali. Em seguida, a casa toda explodiu. Dias antes, pedi a Demi que instalasse umas bombas escondidas pela casa. Ela fez o teatro dela e pelo visto, havia conseguido.

— Vamos dar um passeio. Segure-se Zayn. — falei me referindo a sua cabeça que estava na parte de trás do carro, como havia colocado. Havia finalizado o caso Z.M., hora de comemorar. Gargalhei e saí cantando pneu.
 

 



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