História Fatal Attraction - Capítulo 61


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Tags Byaruki, Ichigo, Ichiruki, Rukia
Exibições 169
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 61 - Respostas


A bela mulher de olhos azuis e cabelos negros caminhava sozinha na madrugada escura e desértica o medo percorria sua espinha, ela não tinha pra onde ir, sem dinheiro e sem uma moradia pois tivera fugido de casa viveria a vagar pelas ruas de Tokyo até encontrar meios menos humilhantes de vida. Ela já cansada de tanto perambular sentou no banquinho de praça e dormiria por ali mesmo. — Ah então é você mesmo sua maldita, encontrei você! — Ela pulou do banquinho de praça praguejando o azar que teve de encontrar aquele ser tão desprezível,  Komamura era o nome dele, o seu padrasto. Ela não perdeu tempo e correu em disparada mas já cansada foi alcançada rapidamente por ele. — Sua maldita, eu mandei você conseguir mais dinheiro, não mandei? — Gritou o homem de rosto desfigurado e atitudes estúpidas segurando seu braço com muita força. Não mais que de repente alguém interveio foi um ato violento de meio segundo, o homem já estava caído no chão.

— Não te disseram que bater em mulher é crime? — Disse o belo homem recuperando o folego ele tinha olhos cinzas e porte nobre, sua voz estava alterada seu punho cerrado. Ele jamais perdia a elegância mesmo em momentos como aquele não demorou ate se ouvir som de sineres por todo lugar. — Mas não se preocupe, seu castigo já está a caminho. Não mova um só músculo! — Disse o mais velho para aquele homem tão moribundo jogado no chão.

— O que você está fazendo aqui? — Perguntou a mulher de belos cabelos negros esvoacados pelo vento, ja passava da madrugada e nenhuma alma viva transitava pelos arredores. Ele respirou fundo.

— Palpitei que você não tinha para onde ir, ou talvez que estava sendo ameaçada. Você estava bastante nervosa e agitada. Eu estava certo, quando eu estava vindo para cá…-

— Você estava me seguindo? — Ela interrompeu o moreno recebendo um olhar típico de reprovação dele, Byakuya sempre detestou ser interrompido mesmo em circunstâncias como aquela.

— Pense o que quiser. Porém este homem estava seguindo você e eu chamei a polícia. — O Kuchiki mais velho disse olhando para ela de cima, ela ainda estava estagnada pela surpresa que teve ao ouvir aquela palavras. — Tenho uma proposta a lhe fazer. — Disse o moreno. As sirenes cessarem quando chegaram e um tanto de polícias saíram de três viaturas e apreenderam aquele sujeito.

— Que porposta?  — Indagou Isana em meio ao furdunço de homens para segurar seu padrasto descontrolado. Ele esperou o barulho cessar um pouco.

— A de ajudar você em troca de algumas respostas. —  O moreno foi direto ao ponto e pela sua expressão não aceitaria um não como resposta, a mulher ponderou um pouco o que diria e fez menção de responder. — Não precisa ser agora, vamos a delegacia prestar esclarecimentos depois conversamos e você me diz. — A mulher assentiu, o moreno então a levou até seu carro para saírem junto aos policiais até a delegacia de Tokyo.

***


— Kuchiki Byakuya, foi uma surpresa ter recebido uma ligação sua à essa altura da madrugada. — Disse Zaraki Kenpachi com um meio sorriso. — A garota está fazendo o exame de corpo de delito com o nosso médico legista, ela está sendo analisada minuciosamente e todas as lesões encontradas estão sendo descritas com fidelidade. Komamura, o padrasto dela,  tem muita culpa no cartório puxamos a ficha dele tem vários crimes a pagar. Vai pegar no mínimo uns 10 anos ou mais atrás das grades.

— Como sempre você trabalhando com objetividade Kempachi,  isto é admirável.  — Disse o nobre Kuchiki em elogio.

— Sabe como é… nada melhor que trabalhar para esquecer assuntos pessoais. Minha vida agora é servir em nome da lei, desde que a mulher me deixou isto tem sido minha rota de escape. Riruka…  ela foi um tufão arrasando minha vida. Ela me chamava de Zaza, acredita? Não entendo porque ela se foi...

— Sua situação é realmente comovente… — Sussurrou o moreno em desdém. — O celular de Byakuya vibrou no bolso, ele já imaginava quem poderia ser aquela hora, Rukia.

Sua mensagem:
Recebida às 4:45 AM

Ni-sama nós precisamos conversar sobre um assunto delicado, é sobre o tio Kouga. Estou aqui na mansão esperando por você, não demore pois estou aflita. Não se preocupe comigo eu estou bem. Beijos.

Rukia…

— Parece que já acabou. — Disse Zaraki acenando com a cabeça para a garota de cabelos negros vindo na direção deles retirando o nobre homem de seus pensamentos que ele já estava tão familiarizado a ter, o moreno retornou o celular para seu bolso decidindo fazer uma coisa de cada vez, primeiro iria dar mais atenção a descobrir tudo a respeito daquela garota tão misteriosa e tão  parecida com sua irmã adotiva, os problemas com Rukia seria resolvido depois. — Bom, vou voltar ao meu trabalho, até a próxima Byakuya.

— Obrigada Kenpachi. — O moreno bateu no ombro do delegado parrudo voltando sua atenção para Isana parada na sua frente. — E então, como foi lá? — Perguntou o moreno.

— Contei tudo no meu depoimento,  Komamura provavelmente ficará na cadeira. — A morena estava aliviada em partes mas muito encabulada de estar na presença daquele homem tão atraente, embora tentasse se controlar e esconder isso. Tudo que ele havia feito desde o momento em que eles se encontram teve significado maior para ela. Aquilo mexeu muito com ela.

— Vamos conversar lá fora… aqui dentro está cheio demais. — O moreno pediu a morena a fim de fugir daqueles olhares que queimavam sobre eles de especulações. A morena embora tímida assentiu seguindo ele em seu silêncio. Ao chegarem do lado de fora da delegacia eles foram surpreendidos por uma ventania gelada incessante, eles seguiram até o carro de Byakuya pois seria mais seguro lá. Antes que ele dissesse mais uma palavra a morena começou por ela mesma surpreendendo Byakuya.

— Eu fui criada até os dez anos em um orfanato chamado “Lar doce lar” fui abandonada lá pela minha mãe eu acho, eu não tenho certeza, isso foi a única coisa que os diretores sabiam e me disseram. Lá era um lugar ruim as garotas de lá me batiam frequentemente. Bom, era apenas eu e minha irmã mais nova no mundo e eu achei que tinha que ir atrás de uma outra vida para nós duas.

— Qual era o nome da sua irmã?  — Perguntou o Kuchiki mais velho.

— Lúcia, esse era o nome dela. Uma semana antes dela ser adotada por uma família eu fugi do orfanato, eu tinha prometido a ela que voltaria para buscá-la mas isso nunca chegou a acontecer. Eu nunca mais soube do paradeiro dela e um tempo depois disso eu também fui adotada, me acharam na rua e me levaram de volta para o orfanato. Fui adotada por um casal gay, Komamura e seu marido Tousen. Komamura não era daquele jeito era uma boa pessoa, mas quando Tousen morreu há dois anos vítima de atropelamento ele se afundou, passou consumir drogas e bebidas alcoólicas,  me maltratar querendo dinheiro, chegou determinado ponto  em que fugi de casa. E estou aqui com você. — O moreno estava em silêncio ainda processando aquela história de vida, aquela mulher tão parecida com a sua irmã adotiva, tamanha semelhança não tinha outra explicação senão elas duas serem irmãs.

— Como lhe prometi, vou ajudá-la em troca de tudo que me falou, Isana. E não apenas isso, pois eu tenho quase certeza de que você e Rukia são irmãs. — Os olhos da morena se encheram de esperanças de talvez reencontrar a irmã perdida, mas aquilo ainda não era o suficiente para convencer o Kuchiki ele precisava de certezas. O moreno de olhos cinzas firmou a postura no volante e deu partida em seu conversível, ele dirigiu até o centro da cidade de Tokyo parando no hall de entrada de um hotel de sua preferência. Os dois entraram no recinto sendo alvos de  alguns olhares maldosos de hóspedes que também chegavam, um homem tão belo, culto, bem vestido, na companhia de alguém tão moribunda e desajeitada. O nobre por vez a levou direto para sua suíte já reservada no hotel, não é novidade que ele há muito usava para encontros amorosos, a trabalhos,  e outros. — Use o que precisar, tem algumas roupas limpas no armário do quarto, telefone ao lado da cama caso queria pedir algo. Já são quase cinco da manhã descanse, só  à tarde devo voltar.

— Obrigada. — Disse a mulher para o Kuchiki quando ele lhe deu as costas, ele apenas assentiu em gesto seguindo para fora da suíte fechando a grande porta atrás de si. Uma conversa inadiável estava por ser discutida na mansão Kuchiki.

Já estou a caminho, Rukia.


Notas Finais


Pessoal, olá! Estou pelo celular, é bem mais prático. Preferi postar cedo da tarde pra de noite responder os comentários anteriores, estava olhando eu amei todos. Espero que tenham gostado farei o possível pra atualizar bem rápido. Não deixem de comentar preciso saber o que estão achando da história. Obrigada!


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