História Fate can sometimes be tragic - Capítulo 1


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Categorias Sou Luna
Tags Karol Sevilla, Romance, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna, Tragedia
Exibições 219
Palavras 457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olaaaa, não quero ser muito chata escrevendo muito aqui! Sou queria dizer que é a minha primeira fãfic aqui! Então por favor peguem leve comigo!
Boa leitura💗

Capítulo 1 - Mais um dia no "inferno"


Lá estava eu dormindo sonhando que chegava na escola e ninguém me chamava de nerd ou zombava de mim. Como já imaginava era apenas um sonho! Como descobri isso? Assim:
    Lucas: FILHA ACORDA VOCÊ VAI SE ATRASAR PRA ESCOLA- gritou meu pai, que eu amo tanto. Menos quando ele me acorda para ir praquele lugar, onde uns chamam de escola e eu chamo de "inferno dos doentes mentais burros o suficiente para não tirar A na prova de matemática".
    Karol: JÁ VOU!- isso foi oque eu disse. Mas queria mesmo era gritar: "CARAI ME DEIXA DORMIR". Mas como não podia tive que levantar da minha cama, que naquele dia parecia me segurar, para ir pro banheiro me banhar e me arrumar.
     Fiz minhas higienes matinais, peguei o uniforme no closet, me troquei e desci para tomar café com meu lindo papi. Ah a gente se da apelidos então não estranhem quando ele me chamar de...
     Lucas: Bom dia minha Beza - sério não me perguntem de onde ele tirou isso!
     Karol: Mal dia no caso né Demogorgon - esse meu apelido pra ele tem sentido. A nossa série favorita é Stranger Things. Foi de lá que eu tirei. Por que ele me disse que se fosse ser um personagem de lá, gostaria de ser ele. De novo, não me perguntem por que. Meu pai é estranho...
     Lucas: Por que mal dia? - ele pergunta mesmo já sabendo a resposta.
     Karol: Você sabe o por que! - falo colocando o cereal na tigela.
     Lucas: Minha filha pare com isso! Um dia você vai ter que gostar de ir pra escola. - ele diz arrumando o jornal que estava lendo.
     Karol: Sabe o único dia que vou gostar de ir praquele lugar? No... - ele me imterrompe.
     Lucas: Último dia! Por que nesse dia irei me livrar daquele bando de doentes mentais! - ele diz me imitando. Nós dois rimos.
     Karol: Ok, ok. O senhor já fez meu dia melhorar! Eu queria...- meu celular começou a tocar. - Eita é a Ana. Tchau pai, beijos. - digo em levantando e dando um beijo em sua cabeça cheia de fios grisalhos.
     Lucas: Tchau minha Beza! Até mais tarde. - ele diz me olhando passar correndo pela porta.
      [***********]
     Entrei no carro de Ana, minha única e melhor amiga, e fomos direto para o "inferno dos doentes mentais burros o suficiente para não tirar A na prova de matemática". Aí como eu amo esse nome!
      Chegando lá Ana estacionou o carro e descemos. E mais uma vez, fui caçoada pelos idiotas populares da escola. Mas dessa vez não sei oque aconteceu. Eu fiquei com tanto ódio dos xingamentos deles, que me virei e encarei o "chefinho" da "gangue" deles. Ruggero Pasquarelli.


Notas Finais


Espero que tenham gostado💗
Até o próximo capítulo.
Beijinhos no core😚


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