História Fate or Luck? - Capítulo 14


Postado
Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Anne, Ashley Brouillette, Aspen Leger, Bariel Pratt, Camille Astor, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Clarissa Kelley, Elayna Stoles, Elise Whisks, Emmica Brass, Janelle Stanton, Jenna Banks, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Mary, Maxon Calix Schreave, Natalie Luca, Olivia Witts, Personagens Originais, Princesa Daphne, Princesa Nicoletta, Rainha Amberly, Rei Clarkson, Shalom Singer, Tallulah Bell, Tuesday Keeper
Tags A Seleção, América, Maxon, Romance
Exibições 236
Palavras 2.656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, sinto muito que tenha chegado a esse ponto. Já havia explicado antes sobre a demora para atualizar, mas sempre acho bom reforçar porque sei que muitos não entendem porque tanta demora. Eu não desisti da fic e nem vou. Essa história é muito importante para mim. O problema é que a minha escola não me deixa tempo para nada. Então acabo nessa situação, postando só quando encontro alguma brecha. Admito que minhas idéias para a fanfic ainda estão um pouco confusas e isso colabora ainda mais com a demora para postar, mas eu realmente estou me esforçando ao máximo para escrever algo bom. Enfim, espero que entendam que minha criatividade nem sempre está a meu favor e muito menos o tempo, mas eu nunca seria capaz de abandonar essa história, então por favor não me abandonem! Bjs e obrigada a todos aqueles que continuam aqui comentando e me apoiando! 😘❤ Eu amo todos vocês leitores! Essa fic não seria nada sem o carinho de vocês!

Capítulo 14 - Chapter 11


Fanfic / Fanfiction Fate or Luck? - Capítulo 14 - Chapter 11

LEIAM AS NOTAS INICIAIS! 

POV America:

Na manhã seguinte, partimos de Hamptons. Durante a viagem, compartilhei os acontecimentos da noite passada com Marlee, que ficou bem surpresa a medida que eu narrava. Tom dormia em sua cadeirinha no banco de trás e Gerard também.

- Ela era ex dele?

- Sim!

- E trabalhava no barco dele?

- Bom, pela reação dele, tenho certeza que não sabia disso.

- Mas que situação... e ela te disse alguma coisa?

- Suas exatas palavras foram: "Você não é a primeira que ele traz para esse barco e não é a única que ele fez se sentir especial."

- Pera aí... Como ela sabe disso? Que ele já teve outros encontros no barco?

- Ela o deve estar observando a algum tempo. Fiz uma leve pesquisa e descobri que Emmica é assistente de cozinha do chef que Maxon contratou. Deve ser por isso que ela conseguia observá-lo em seus encontros. - ao pensar na idéia de Maxon com outras garotas, revirei os olhos.

- Faz sentido. E você, o que fez?

- Honestamente, depois de toda aquela confusão, eu caí fora. Mas Maxon sabe como fazer alguém voltar atrás. - corei, relembrando o nosso beijo.

- Eu não acredito que America Singer está apaixonada!

- Eu não disse isso! Só tenho sentimentos fortes por Maxon.

- Pela sua cara, digo que você está mentindo.

- E você e Carter? - perguntei, tentando mudar de assunto.

- Ele é um doce. - disse a loira em um suspiro. - Ontem organizou um sessão de filmes e cozinhou pra mim! Acredita?

- Uau! Pelo visto eu realmente o subestimei.

- Sinceramente, pensei que não estaria preparada para esquecer meu ex, mas eu estou realmente gostando de Carter.

- Fico feliz por você! - sorri docemente enquanto afagava sua mão.

- Obrigada. - ela sorriu de volta. - Mas vamos voltar a falar de você. Está preparada para seu primeiro dia na Juilliard? - Marlee me cutucou com o cotovelo, com um sorriso no rosto.

Eu estava muito satisfeita aquele dia. Finalmente realizaria meu sonho tão esperado: cursar a faculdade de Música.

- Estou muito nervosa, mas ao mesmo tempo parece que meu coração vai explodir de felicidade.

- Vai dar tudo certo, Meri. Eles irão te amar.

- Eu espero.

[...]

Depois que deixei Marlee em casa fui para a mansão na ilha de Manhathan. Assim que chegamos, empregados nos ajudaram a descarregar a bagagem. Me surpreendi ao ver que havia gente nova na casa, já que eu não os havia contratado.

- Da onde essas pessoas surgiram? - perguntei levemente confusa a Maxon.

- Eles serão nossos novos empregados. Organizei isso em decorrencia da nossa mudança de rotina.

Agora que eu iria voltar a estudar e Maxon iria trabalhar, Tom precisaria de uma babá e nós precisaríamos de mais pessoas para cuidar da mansão.

- A casa deve ficar em ordem já que passaremos boa parte do tempo fora. - explicou.

- Ah, claro.

Peguei Tom no colo (pois ele estava dormindo) e adentrei a casa, a fim de levá-lo para se arrumar, já que hoje seria o seu primeiro dia de aula na creche.

- Caso me procure estarei com Tommy lá em cima. - avisei Maxon.

Ele acentiu e fui em direção ao quarto do bebê. O comôdo era coberto por um papel de parede de céu, ou seja, era azul claro e tinha pequenas nuvens brancas em sua extensão. Em uma das paredes havia um berço branco e na parede oposta se encontrava uma cama também branca (para o futuro, quando Tom crescesse). Na parede que continha a janela localizava-se uma cômoda.

De repente alguém bateu na porta e deparei-me com Amélia.

- America, vocês voltaram cedo. - falou me abraçando.

- Infelizmente. A viagem foi ótima, mas agora temos que encarar as responsabilidades.

- Eu entendo. E Tom se comportou bem? - indagou, afagando a cabecinha do bebê.

- Ele amou! Nunca o vi tão animado.

- Fico muito feliz. Eu realmente fiquei surpresa quando Maxon falou dessa viagem, já que ele nunca havia viajado com Thomas antes.

- Amélia eu serei sincera com você. Maxon está mudando. Durante esse final de semana, o que eu pude presenciar foi um pai que realmente se importa com seu filho.

- Maxon está fazendo isso por Tom? - seus olhos brilhavam com as lágrimas.

- Sim. Antes pensei que ele estava tratando o filho bem para tentar me agradar, mas eu o vi brincando com Tommy. Ele tenta esconder o que sente, mas eu vejo que no fundo Maxon sempre quis ser um bom pai.

Amélia encarava o chão cabisbaixa, e não falou nada. O que significava que ela sabia de algo e estava escondendo de mim.

- Você está bem? - perguntei desconfiada.

- Sim. Estou ótima. - falou sorrindo. - Eu vou indo, tenho que orientar os novos empregados e mostrar a casa.

- Tudo bem.

Então ela saiu do recinto e me deixou perdida em meus pensamentos.

O que esses dois estão escondendo de mim? Maxon tem agido estranho na praia e agora pela forma como Amélia agiu, só me confirmou que ele tem um segredo em seu passado, o qual não quer compartilhar comigo.

Respirei fundo e ignorei o pensamento. Se Maxon não tinha me dito nada provalmente havia achado melhor não fazê-lo. Talvez eu estivesse exagerando e não houvesse realmente um segredo.

Coloquei Tom em seu berço e fiquei acariciando seus cabelos castanhos. Ele foi abrindo os olhos lentamente e quando me viu, um sorriso se formou em seus lábios.

- Bom dia, Sr. Coisa Fofa.

- Mamãe. - disse estendendo a mãozinha e tocando a minha.

- Que tal um banho? - propus, beijando sua barriguinha e arrancando risos de Tom.

- Sim, mama.

- Quem é o menino mais lindo dessa casa? - perguntei escondendo o rosto entre as mãos - É você! - disse retirando as mãos.

- Tom bonito. - falou concordando comigo, o que me fez gargalhar.

- Com licença. - uma voz desconhecida invadiu o quarto e me fez levar um susto.

Virei e deparei-me com uma mulher jovem. Ela vestia um vestido preto (este um pouco abaixo de joelho) e um avental branco por cima.

- Desculpa lhe assustar. Sou Mary, a nova babá de Thomas.

- Ah, claro. Eu já havia sido avisada sobre você. Prazer, America Singer. - falei apertando sua mão.

- Você é a mãe?

- Não. Para ser sincera, eu não sei quem é a mãe. Mas Tom me trata por "mamãe", então no final das contas acabo assumindo o papel.

- O que posso fazer para ajudar? - perguntou prestativa.

- Na verdade eu estava prestes a dar banho nele, mas se quiser ir em meu lugar eu agradeceria, já que tenho que organizar minhas coisas da viagem.

- Sem problemas. Eu dou conta. - sorriu.

- Obrigada, Mary. A roupa dele já está em cima da cama. Ah, e se você pudesse ajudar meu irmão Gerard a se arrumar também eu ficaria muito agradecida.

- Claro.

- Caso precise de algo estarei em meu quarto.

[...]

POV Maxon:

Depois que America subiu com Thomas, fui para o meu quarto tomar um banho.

Entrei no chuveiro e apoiei as mãos na parede, deixando a água escorrer pelo meu corpo. Por um momento, me permiti relaxar e dirigi meus pensamentos para a noite passada.

Por causa do meu passado problemático quase arruinei minha relação com America.

Manter um relacionamento estava sendo mais difícil do que eu jamais poderia ter imaginado que seria. Antigamente essa nunca foi uma de minhas preocupações, mas agora que eu realmente pretendia manter algo estável com America, vem uma figura do meu passado interferir.

Desliguei o chuveiro e enrolei uma toalha na cintura, indo em seguida para o closet. Abri o guarda roupa de vidro e fiquei encarando os diversos ternos em minha frente.

Hoje seria uma dia muito importante para a minha carreira: assumiria o cargo de diretor executivo das empresas SSPH.

Lembrei do meu pai se dedicando diariamente a todo aquele trabalho de papeladas, acordos, marketing e muito estresse, esquecendo de mim na maioria das vezes.

Eu não queria essa realidade para meu filho. Queria que as coisas fossem diferentes. Gostaria de estar presente e acompanhar seu crescimento, suas conquistas e o principal: gostaria que ele tivesse uma infância feliz.

Eu não tive essa sorte, pois na maioria das vezes estive sozinho ou apenas na companhia da minha mãe. E pensar que quase fiz o mesmo com Tommy...

Estava feliz por America ter aparecido em minha vida. Por trazer sentido a ela, quando eu estava tão perdido.

America Singer não estava fazendo uma mudança em mim. Ela estava despertando o meu verdadeiro eu. O eu que foi enterrado junto com o meu passado.

Despertei do meu devaneiro quando ouvi alguem me chamar. Parei por um instante, esperei para ter certeza que realmente me chamavam e três batidas apressadas ecoaram da porta.

Abri a porta e deparei-me com America. Ela estava linda como sempre. Vestia um cropped preto de alça e uma saia branca com detalhes de notas musicais pretas e no pé um sapato também preto. Porém, o que mais chamou minha atenção foram seus lábios tão convidativos pintados de vinho.

- Maxon, preciso da sua ajuda.

POV America:

Ao abrir a porta me deparei com um Maxon semi nu. Ele usava só uma toalha na cintura, o que me deixou de certa forma desconcertada.

- Não quero incomodar nem nada - falei desviando o olhar do seu abdômen divino - mas Marlee não responde minhas mensagem e eu preciso da opinião de alguém.

- Eu deveria me sentir ofendido ou lisonjeado? - riu fraco.

Revirei os olhos.

- Hoje é meu primeiro dia na faculdade e preciso da sua opinião sobre essa roupa. Você acha que essa saia está muito "Gente, olhem para mim! Eu amo música" ou aceitável?

- Achei legal. Bem a sua cara mesmo. Penso que é uma forma de mostrar a sua personalidade. Você é uma amante de música e não há como esconder.

- Obrigada. Isso realmente ajudou.

- Sempre que precisar. - piscou para mim.

Quando ia me afastar, Maxon continuou a falar:

- A propósito - ele prosseguiu, elevando um pouco a voz - se você não quiser que eu me apaixone, não pode ficar assim tão linda.

Dei-lhe uma cotovelada no braço.

- Cale a boca, Maxon. - respondi rindo.

- Não é brincadeira. Você é bonita demais para o seu próprio bem. Quando sair, terei que mandar um garda-costas para acompanhá-la. Nunca sobreviverá sozinha, coitada - ele gracejou, fingindo pena.

- Não posso fazer nada - suspirei, já entrando na brincadeira - Não pedi para nascer perfeita - abanei-me com as mãos para mostrar que ser linda era muito cansativo.

- É, não acho que seja possível evitar. - falou puxando-me pela cintura.

Abaixei o olhar novamente para o seu corpo.

- Maxon... você poderia por favor colocar uma roupa? Fica difícil me concentrar assim.

Ele riu da minha fala.

- Eu sempre soube da sua atração por mim. Confirmei naquele dia em que quase nos beijamos nesse corredor. Você disse que prefiria beijar uma árvore a mim. - ele riu mais ainda e eu senti minhas bochechas queimarem.

- Talvez eu estivesse enganada. - me permiti ri por um instante.

Com nossos rostos tão próximos, tudo o que eu conseguia fazer era encarar aqueles intensos olhos mel que pareciam enxergar através de mim e possuíam um magnetismo que me impedia de desviar o olhar. Maxon tocou o meu rosto e se inclinou para perto de mim, roçando os lábios nos meus.

O beijei lentamente, saboreando o gosto de seus lábios. Segurei a nuca de Maxon, entrelaçando os dedos nas ondas claras e macias de seu cabelo, sentindo o martelar de sua pulsação contra as palmas das mãos.

Seu domínio sobre mim era firme quando ele explorou minha boca. O movimento da sua língua em meus lábios enviou-me arrepios deliciosos através de todo o meu corpo.

Ansiava puxá-lo contra mim, mas Maxon estava sendo tão gentil comigo, tão incrivelmente suave, embora eu pudesse sentir o quanto ele me queria pelo tremor de suas mãos, o martelar do seu coração contra o meu.

E quando menos esperávamos fomos  interrompidos por Mary, a babá de Thomas, que apareceu no corredor e se surpreendeu com a cena que encontrou.

- Perdão por interromper, Senhorita America! - disse assim que me separei de Maxon - Tom já está pronto em seu quarto. - falou se retirando.

- Oh, céus - disse, escondendo o rosto entre as mãos  - que vergonha.

- Eu não me importo - ele puxou-me de volta e começou a fazer gradualmente um caminho de minha boca até meu pescoço, arrastando beijos molhados ao longo de toda a sua extensão.

Me contorci levemente em seus braços. Sons suaves saiam da minha garganta e quando sua boca procurou a minha, fiz um gesto para me afastar.

- Eu adoraria continuar, mas desse jeito iremos nos atrasar. Irei atrás de Tommy.

Ele me olhou decepcionado, mas depois concordou comigo.

- America, só gostaria de te dizer uma última coisa antes de você partir. Desculpa novamente pela noite passada. Eu quero muito fazer isso dar certo - falou segurando minha mão - Na verdade, nunca quis tanto uma coisa quanto quero isso. Eu só... só quero saber se é possível...

Meu coração se aqueceu e eu senti uma onda de contentamento me invadir.

- Sim, Maxon - sussurrei. - É possível.

[...]

Na hora do almoço, a nova cozinheira, Anne, preparou uma comida maravilhosa. Mary, estava dando a sopinha de Thomas enquanto eu e Maxon conversávamos sobre quem o levaria para a escola:

- Nós dois deveríamos levá-lo. É o seu primeiro dia de aula e nenhum dos dois deveria perder isso. - ele declarou.

- Você está certo. Mas como faremos depois? Você me levará até a faculdade?

- Sim. E depois posso buscá-la.

- Ok, então.

Após a refeição, nos dirigimos ao carro de Maxon. Coloquei Tom na cadeirinha de bebê e Gerard foi ao seu lado. Sentei no banco da frente ao lado de Maxon.

O percurso foi tranquilo. Os meninos ficaram brincando durante o caminho inteiro, enquanto eu e Maxon conversávamos sobre a organização da nossa rotina, já que daqui para a frente a semana seria cheia.

Primeiramente deixamos Gerard na sua escola e em seguida fomos para a creche de Thomas.

Maxon estacionou o carro e todos saímos. O bebê estava em meu colo e olhava ao redor maravilhado com a quantidade de crianças ao seu redor. Supûs que estava feliz, já que faria novos amigos e não seria mais tão solitário.

- Como você se sente, Tommy? Preparado para o seu primeiro dia? - perguntei animada.

- Sim, mama! Muitos bebês pla blincar! - falou apontando para as outras criancinhas.

Maxon e eu rimos.

Seguimos pelo prédio em busca da sala de Tom. Encontramos a professora responsável pela turma dele e conversei com ela sobre Tommy. Sua idade e atraso na fala, seu comportamento tranquilo, sua solidão. Ela prometeu que faria o máximo para Thomas ter um ótimo primeiro dia de aula.

Então chegou a parte mais difícil para mim: a despedida.

- Seja um bom menino. Tenho certeza de que todos gostarão de você. - beijei sua cabeça e senti os olhos marejarem.

- Faça muitas amizades, filho. - Maxon fez um cafuné na cabecinha de Tom.

Ele sorriu para nós e saiu correndo em direção a sua sala. Porém quando menos esperávamos, ele voltou e abraçou minhas pernas.

- Tchau, mama.

Depois correu e agarrou as pernas de Maxon.

- Tchau, papa. - e entrou novamente na sala.

Olhei para Maxon, que tinha uma lágrima escorrendo pelo rosto. Segurei sua mão e ele olhou para mim.

- Ele vai ficar bem.


Notas Finais


Comentem! Bjs 😘
Rpupa da America: http://www.polyvore.com/americas_look/set?id=201022257


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