História Fated - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bleach
Personagens Grimmjow Jaegerjaquez, Ichigo Kurosaki, Nelliel Tu Odelschwanck, Orihime Inoue, Rukia Kuchiki, Ulquiorra Schiffer
Tags Grimmnel, Ichihime, Ichiruki, Ulquihime, Ulquinel
Visualizações 75
Palavras 998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitor ou leitora, eu sou Mrs. N, pode me chamar só de N se quiser, e essa é a minha primeira história, bom, não exatamente a primeira que escrevo, mas sim a primeira que estou postando.
A ideia surgiu recentemente e eu resolvi tirá-la da minha mente e compartilhá-la com você.
A imagem no inicio do capitulo é de minha autoria, caso queira ver meus desenhos em tamanho real acesse o link no meu perfil.
Aprecie a leitura e nos veremos lá em baixo.

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Fated - Capítulo 1 - Prologue

Nuvens escuras cobriam o céu, sinal de que logo choveria. As ruas estavam vazias, todos os cidadãos se esconderam em suas casas, com medo da tempestade que viria, exceto ele, que nada temia, e mais duas pessoas, mais especificamente um casal, que insistiam em persegui-lo.

Correu o quanto podia, com o vento gelado batendo em sua face e bagunçando seus cabelos azuis. Entrou em uma rua, depois em outra, e no fim acabou em um beco sem saída. Poderia muito bem pular o muro que bloqueava seu caminho e fugir, mas decidiu não fazer tal coisa, pois na verdade, ele não tinha intenção alguma de escapar.

“Acabou, não há mais para onde fugir.” Ouviu uma voz masculina atrás de si.

“Você está preso, Pantera,” Desta vez uma voz feminina falou “será levado em custódia e julgado por seus crimes.”

Não respondeu os dois policiais que apontavam suas armas para ele, apenas sorriu, ergueu as mãos para o alto e os encarou. No fim das contas, tudo saira como planejado, embora não apreciasse planejar seus atos, gostava mesmo era do imprevisível e da adrenalina que sentia percorrer todo seu ser ao enfrentar o desconhecido, mas, depois de anos convivendo com o maldito Morcego, se acostumou a estar sempre um passo à frente de seus adversários.

Já fazia meses que os detetives estavam investigando-o, ele nunca foi um sujeito muito discreto no trabalho que realizava, mas isso nunca o preocupou, ninguém foi capaz de capturá-lo em mais de 10 anos, e não seria agora que colocariam O Rei Pantera atrás das grades, afinal, ele tinha absoluta certeza que era o melhor no que fazia, ninguém estava a sua altura. 

Assim que soube que estava sendo investigado, começou a vigiar cada passo do casal, como um caçador vigia sua presa, e até mesmo deixou, propositalmente, algumas pistas para que eles pudessem seguir e consequentemente chegar até ele. Claro que tudo isso demorou um tempo para acontecer, mas valeu a pena esperar, pois agora ele finalmente teria um pouco de diversão.

O homem foi o único a abaixar a pistola, enquanto o mesmo se aproximava com a algema em mãos a mulher manteve a mira fixa em sua cabeça. Estavam sendo cautelosos, era óbvio, porém, para o azulado, todo esse cuidado era inútil.

O detetive deu mais alguns passos em sua direção e antes que pudesse perceber que aquilo era uma armadilha, foi atingido por um soco certeiro no rosto fazendo com que perdesse o equilíbrio e caísse no chão. Em reflexo, sua parceira fechou os olhos e pressionou o gatilho da arma, porém, nenhum disparo foi efetuado, o pente estava totalmente descarregado.

“Surpresa!” Riu eufórico tirando um punhado de balas do bolso de sua jaqueta.

 “O que?! Como?!” A policial questionou incrédula.

“Talvez eu tenha entrado no quarto em que vocês estavam hospedados enquanto dormiam e sabotado seus equipamentos...” Respondeu com simplicidade.

“Era tudo uma armadilha,” o homem se levantou do chão e limpou o sangue que escorria de seu nariz “vi isso nos olhos dele quando fui algemá-lo, vi que estava confiante demais para alguém prestes a ser preso, mas era tarde para voltar atrás...”

“Ora ora, parece que alguém me desmascarou...” Falou retirando um par de soco inglês dos bolsos e encaixando 3 lâminas extremamente afiadas em cada “Como estou de bom humor hoje, lhes darei duas opções: lutem comigo pelas suas vidas, ou corram o mais rápido que puderem.”

“Amor, vamos...” A mulher tentou falar, mas seu companheiro a interrompeu.

“Não vamos a lugar algum.”

“Corajoso.” Preparou-se para atacá-lo “Mas não é páreo para um Rei.”

Porém antes que pudesse fazer qualquer movimento, já era tarde demais. Tudo aconteceu em questão de segundos, mal pôde ver um vulto se movendo nas sombras e então o corpo da mulher foi ao chão com uma espada cravada em seu coração, uma espada que ele sabia muito bem a quem pertencia.

“Não!” O marido gritou em desespero e abraçou o corpo da esposa morta.

Sentiu a raiva dominar seu corpo, definitivamente aquilo não estava nos planos. Olhou em direção às sombras e viu um par de olhos verdes brilhar em meio a escuridão.

“Está atrasado, Sexto.” Murmurou o indivíduo que acabara de chegar “Já deveríamos estar na estrada, ter saído desta cidade imunda.”

“Estava caçando, e você acabou de matar uma das minhas presas!” Retrucou com indignação.

“Não tolero atrasos,” O sujeito ignorou completamente o que o outro acabara de dizer e se aproximou com sua típica expressão de indiferença “pensei que já soubesse disso.”

“Filho de uma...”

“Calem a boca vocês dois!” O policial interrompeu a discussão que se iniciava “Vocês mataram minha mulher e agem como se nada tivesse acontecido, isso não sairá impune, vão pagar caro pelo que fizeram...” 

O homem levantou-se novamente do chão, empunhou a espada que tirara a vida de sua amada e sem pensar duas vezes partiu para cima do suposto assassino que simplesmente desviou do ataque, torceu o braço do detetive forçando-o a soltar a arma branca e em seguida desferiu um chute em seu estômago lançando-o contra a parede.

“Lixo.” O de olhos verdes caminhou em direção ao homem que acabara de atacá-lo e o agarrou pelos cabelos “Mal soube segurar Murciélago, achou mesmo que conseguiria usá-la contra mim?”

“Eu...” O investigador tentou falar, mas foi interrompido pelo seu agressor.

“Se eu matá-lo você irá me perturbar com aquela conversa de predador e presa?” Perguntou ao Pantera que assistia à tudo impaciente.

“Com certeza.” Respondeu mal humorado.

“É todo seu então.” Empurrou o viúvo na direção do Sexto Espada. 

“Finalmente.” O segurou e rasgou a garganta do homem com suas lâminas, como se as mesmas fossem as garras de algum animal “Mas eu ainda vou te cobrar por matar uma das minhas presas, Morceguinho.”

“Tanto faz.” O outro pegou a espada do chão e limpou o sangue que estava nela para então guardá-la na bainha pendurada em suas costas “Apresse-se, estamos perdendo tempo aqui.”

“E para onde vamos exatamente?” Questionou.

“Para casa.”


Notas Finais


Bom, esse foi o primeiro capitulo, ainda não sei quando o próximo será postado e se será postado, até lá te deixarei na curiosidade sobre quem é o casal de detetives!
Ah, e antes de encerrar quero deixar algumas coisas claras:
Para as falas dos personagens eu sempre uso aspas, não tenho costume de utilizar o travessão.
Ao decorrer do texto algumas palavras aparecem em itálico simplesmente para que fiquem em destaque.
O titulo da história não é definitivo, talvez ele mude, não tenho certeza, mas se quiser deixar alguma sugestão para o mesmo fique à vontade.
Assim como o titulo, a capa também não é definitiva, a mesma foi editada por mim, porém as imagens não são de minha autoria, eu simplesmente as encontrei no google.
E por último mas não menos importante, não cobro comentários nem qualquer coisa do tipo, se quiser comentar comente, se não quiser não comente.
Enfim, acho que isso é tudo.
Nos veremos em breve.


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