História Father - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Suga, V
Tags Emyrotic, Father, Suga, Taegi, Taehyung, Yoongi
Exibições 94
Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DEMOREI MAS VOLTEI!! O motivo da minha demora para postar os capítulos é a escola, estou cheio de trabalhos, mas aqui estou. Bem antes que vocês reclamem do capitulo pequeno, deem uma passadinha nas notas finais que eu tenho uma noticia boa pra vocês.

Boa leitura <3

Capítulo 4 - Algumas desconfianças


Alguns anos atrás...

Ah o parque! Como eu amava cuidar das coloridas flores que estavam espalhadas pelo parque inteiro. Eu regava com cuidado e com um enorme sorriso no rosto. O dia estava lindo, o sol e a brisa suave do vento faziam eu me sentir tranquilamente bem. 

— Irmã! Irmã! – Vejo Jully correr quase tropeçando em seu vestido longo preto em minha direção. 

— Oh Irmã Jully! O que aconteceu? – Digo preocupada largando o regador no chão e voltando a minha atenção á ela.

— Eu preciso lhe falar uma coisa que está me deixando um pouco confusa. Sente-se. – Ela senta em um banco ali perto, me junto a ela preocupada com o que iria falar.

— É sobre o que? – Pergunto.

— Sobre o Tae – Jully responde meio ofegante. Arregalo os olhos, o que esse menino aprontou novamente? 

— O que ele fez?

— Você percebeu que o comportamento dele está um pouco estranho? – Ela diz. Faço uma expressão confusa, não estava entendendo onde ela queria chegar. — Por exemplo: ontem vieram alguns garotos para ensaiar no coral e Tae ficou olhando para eles de um jeito suspeito.

— Acha que ele pode ser... Gay? – Pergunto com medo da resposta e vejo-a assentir. Passo a mão no rosto frustrada.

—  Se ele for não podemos contar para o Padre, na verdade, não podemos contar para ninguém.

— Exato! Será que... O Tae, ele contaria para nós? – Jully também estava frustrada, nós não achávamos errado o fato dele ser gay, mas ele sofreria muito, pois o Padre tem um leve preconceito.

Lembro-me bem quando eu decidi virar freira e quase me impediram pela cor da minha pele, sim, sou negra. Graças a Jully, que deu um show de moral, eu consegui e hoje sou o que sou. 

O que mais me intriga é o Taehyung, ele é como um filho que eu nunca tive, os pais dele morreram quando ele era mais novo e eu e as irmãs meio que o adotamos. Tae vive andando pela a Igreja e por todos os cantos do convento, Taehyung sempre teve um jeito mais afeminado, mas nunca tocamos nesse assunto, preferíamos evitar, pois se houvesse algum boato de homossexuais por perto, ele poderia ser expulso. Eu e Jully somos as únicas que aceitam isso, sentíamos nojo quando o Padre James agia de forma preconceituosa. Hoje em dia nem tanto, o Padre finalmente havia calado a boca, porém não podemos esperar muita coisa dele.

— Na minha humilde opinião, acho que ele não contaria! – Finalmente respondo sua pergunta.

— Mas ele confia na gente não confia? 

— Claro que confia, mas não sabemos o que se passa na mente dele. Ele pode ter medo de contar ou ele nem sabe o que é. 

— Como assim não sabe? – Pergunta a irmã confusa.

— Talvez ele ainda não se descobriu. – Sugiro, deixando Jully mais confusa ainda.

— Mas se ele nasceu assim, como ele ainda não se descobriu? 

— A gente descobre isso quando se apaixona não é? – Digo sem ter certeza nenhuma do que estava falando. — Talvez ele ainda não se apaixonou por alguém de verdade.

— Ou ele bloqueia esse sentimento por achar que é errado. – Continua Jully com razão. — Por que não falamos com ele?

— Acho melhor não, não podemos interferir na vida dele e nós não temos certeza. – Eu e Jully estávamos competindo por quem ficava mais confusa.

— Poxa, mas você lembra quando ele tinha dez anos e fomos chamadas na escola porque o Tae queria beijar o colega? – Diz a irmã dando um leve sorriso ao lembrar-se dessa história.

Taehyung de fato era um menino muito levado, desde criança ele aprontava, mas sempre usamos a desculpa de que ele era só uma criança. Uma das vezes, fomos chamadas na escola, pois Tae queria beijar seu colega justificando que o mesmo era muito bonito e deu vontade de beijá-lo. Para nós – eu e Jully – Tae só era uma criança inocente, mas com o tempo, Taehyung dava traços e agia de um modo muito diferente dos outros meninos, chegava a ser engraçado. O padre James não sabia dessas histórias, ele nem sonhava.

Agora 

Estava ajoelhada em frente ao altar, no presbitério. Eu rezava com todo o meu coração, mas dessa vez eu não pedia para Deus me proteger e sim, para que proteja Kim Taehyung. Eu estava com mau pressentimento sobre essa missão que ele faria. As missões nunca duravam anos e justa essa durava. Termino a oração fazendo o sinal da cruz.

— O que está acontecendo com você irmã? – Ouço a voz da irmã Jully atrás de mim, fico de pé e me viro em direção a ela. Jully vê meus olhos marejados, vem até mim e me abraça forte.

— Shh, vai ficar tudo bem ok. – Ela diz sussurrando e me soltando do abraço. 

— Eu estou com medo e se acontecer algo com ele? – Digo em um tom baixo de desespero.

— Vai dar tudo certo Martha, não se sinta assim! Tae logo irá voltar. – Jully tenta me confortar, mas eu não conseguia acreditar em suas palavras. Eu sentia algo ruim dentro de mim desde que ele passou pelas portas da Igreja para ir embora.

— O meu medo é que ele sofra nas mãos de alguém ruim. – Falo e vejo Jully franzir o cenho.

— Nas mãos de quem? 

— Eu não sei, eu sonhei que Taehyung estava em perigo, desde então eu fiquei com isso na cabeça. – Respondo passando as costas da mão em meus olhos.

— Deve ser só um sonho bobo, irmã! Ele vive tanto tempo com nós que quando se afasta, ficamos preocupadas. Eu assumo que também fiquei receosa com essa história de passar anos fazendo uma simples missão, mas Taehyung está nas mãos do nosso bom Deus! Ele sabe o que faz. – Eu amava Jully, pois ela era sempre muito otimista isso me confortava muito.

— Você tem razão. – Suspiro me livrando dessa sensação ruim.
 


Notas Finais


Vai sair mais um capitulo mais tarde amores então aguardem, fiz esse cap para vocês conhecerem mais a Martha e saberem da relação dela com o Tae <3


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