História Father - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Suga, V
Tags Emyrotic, Father, Suga, Taegi, Taehyung, Yoongi
Exibições 102
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI GENTEEEEEEEE, voltei com mais um cap no mesmo dia olha que lindo.

Boa leitura <3

Capítulo 5 - Meu nome? É Min Yoongi!


Aproximo-me silenciosamente para perto das grades enferrujadas dos fundos da igreja, pensei em pular, mas com a ferrugem que predominava, as grades poderiam até quebrar caso eu fizesse muita força ao me apoiar. Praticamente tudo dificultava, estava escuro com pouca luz, eu também segurava um revolver em minha cintura que pesava, penso em um modo de pular sem causar tanto barulho até que vejo caixas de madeiras ali perto. Não me questiono o porquê delas estar ali – apesar de ser bem estranho ter caixas de madeira atrás de uma igreja – eu simplesmente as pego e empilho fazendo um tipo de escada, o que me ajudou bastante a atravessar aquelas grades.

A parte dos fundos da igreja tinha muita grama mal aparada, plantas com espinhos, o que só deixava mais difícil meu plano de não fazer barulho, caminho o mais devagar possível para evitar que o padre de dentro da igreja possa me ouvir. Sentia um pouco de medo também, não sabia se existiam câmeras de segurança por ali.

Para falar a verdade eu mal conhecia aquele lugar direito, quando eu estava vivo no meu outro corpo, eu não ia a igrejas, sempre inventava uma desculpa para não ir ás missas aos domingos com os meus pais. E por isso, eu não conhecia o ambiente onde estava, era bem estranho para mim. Vejo os vitrais da igreja próximos e caminho um pouco mais rápido até eles, tentando o máximo ser silencioso, uma tentativa quase falha.

Quando chego perto da porta dos fundos, percebo que ela está entreaberta, esboço um pequeno sorriso ao ver isso. Entro naquele lugar pé por pé, minhas pernas estavam quase bambas por causa do nervosismo, eu não queria admitir, mas eu me sentia mal por ter que fazer as mesmas coisas que eu fazia no passado, o passado que eu insisto em querer esquecer.

O interior da igreja era enorme, me sentia pequeno naquele lugar que estava vazio. Em uma parede tinha um espelho onde paro na frente para observar meu reflexo. Eu me sentia bonito e principalmente vivo de novo. Meus fios de cabelo platinados caiam levemente em minha testa o que dava um ar sensual e meu rosto era muito parecido com o qual eu tinha antes, ri do meu pensamento besta. O Luke tinha feito um ótimo trabalho em achar um corpo parecido com o meu antigo. Escuto um barulho de passos levando um susto e rapidamente me escondo atrás de um dos pilares de madeira.

Lá estava meu alvo, um padre qualquer que eu mal sabia o nome.

Pego o revolver o segurando nas duas mãos, respiro fundo mais uma vez naquele dia. Meu subconsciente dizia para eu repensar e não cometer mais um crime, eu não queria, mas eu precisava e eu faria. Sentia o padre por perto cada vez mais...

É agora ou nunca

Espero o padre se aproximar e sem pensar muito me viro para ele fechando os olhos e puxando o gatilho do revolver. Naquele mesmo segundo eu prometi a mim mesmo que essa seria a ultima vez que eu mataria alguém.

 

Taehyung POV

 

Acordei animado, pois hoje era o dia em que eu iria conhecer a igreja e o padre que iria me guiar. Não estava tão nervoso até porque eu já tinha feito aquilo algumas vezes, mas sim, estava ansioso. Após lavar meu rosto, vou até a cozinha do pequeno quarto de hotel em que eu estava e abro a geladeira pegando algumas guloseimas, logo sentando no sofá macio.

Eu pensava em como a minha reputação no convento de Sunsetville iria melhorar depois que eu voltasse, talvez eu fosse até mais respeitado pelas freiras que me julgam ser infantil. Não que elas não me respeitassem, mas elas me tratavam como se eu ainda fosse uma criança, pode ser pelo motivo de que eu praticamente nasci lá, já que meus pais morreram quando eu era muito novo num acidente.

Meus pais saiam para trabalhar cedo e eu sempre ficava sozinho em casa esperando o ônibus escolar vir me buscar. Mas naquele dia, exatamente naquele dia, foi diferente. Meus pais não saíram para o emprego, pois eles queriam sair para almoçar juntos. Logo na frente da nossa casa havia uns fios mal conectados nos postes, os moradores sempre reclamavam para os governadores que podia dar algum curto circuito e a prefeitura sempre ignorava esse fato. Foi exatamente o que aconteceu a nossa humilde moradia incendiou... Com meus pais dentro.

Lembro-me muito bem de todos os detalhes, quando eu cheguei em casa os bombeiros já estavam lá e um deles veio na minha direção me dar a notícia, meus pais não conseguiram escapar e faleceram. Eu não entendia muito bem aquilo, era apenas uma criança, mas eu lembro exatamente da sensação e do choque. Desde então eu passei a morar num convento e foi lá que conheci Martha, uma freira, que cuidou de mim como se eu fosse um filho para ela.

Checo o relógio e estava no horário, levanto do sofá passando o dedo indicador nos olhos que corriam lágrimas. Vou em direção ao quarto, abrindo o guarda-roupa e sentando na cama em frente do mesmo. Não fazia idéia do que vestir.

 

[...]

 

Chego à igreja ofegante me arrependendo de não ter alugado um carro, nunca fui tão burro quanto agora. O interior da igreja era gigante, muito maior do que a igreja principal de Sunsetville. Tinha vitrais e alguns espelhos nas paredes, os pilares altos eram de madeira dando um tom rústico à decoração e as janelas eram grandes também que dava uma vista linda para um campo com grama bem verde. Sentia-me pequeno naquele lugar, mas era extremamente bonito. Vou em direção ao altar que também era lindo e viro minha cabeça num giro de 360 graus observando todo aquele lugar até que percebo a presença de outra pessoa junto dali.

Era o padre, ele aparentava ser bem jovem, talvez uns vinte anos e tinha um estilo único – pelo menos para mim – nunca havia visto um padre de cabelo platinado e andando daquele jeito tão... Descolado? Ele deveria ser novato.

— Olá – digo receoso, mas com singelo sorriso no rosto. — Meu nome é Kim Taehyung eu vim dar meio que uma palestra sobre a mi...

— Sim, sim, já sei. – O padre me interrompe sorrindo também vindo em minha direção para me cumprimentar. Quando as mãos macias dele tocam a minha eu sinto um leve arrepio e uma sensação um pouco perturbadora, mas ignorei, talvez seja apenas nervosismo.

— Bem, é a minha primeira vez aqui, então eu vim um dia antes da palestra acontecer para conhecer melhor o lugar. Você é novo aqui? – Pergunto e vejo-o travar.

— S-sim é! – Ele diz gaguejando. — Eu vim substituir o padre que foi assassinado ontem.

— Ah sim! Foi um ato de muita crueldade! Lamento muito. – Digo abaixando a cabeça.

— É! Sente-se. – O padre diz atrapalhado sentando nos bancos daquela enorme igreja, me junto a ele. — Podia me explicar um pouco mais sobre o que você vai vir pregar amanhã?

— Claro! – Respondo-o. — Bom, eu vou explicar para as pessoas essa doutrina que muitos confundem com outras, mas é bem diferente. Eu vou mostrar para as pessoas que existe o bem e o mal. E que existem demônios e anjos, com as provas que trago comigo. Vou ensiná-las a identificarem esses seres e como atraí-los para bem longe ou bem perto de nós.

— Então quer dizer que existe demônios e que eles podem nos fazer mal? – O padre pergunta curioso e com um sorriso que eu podia julgar sínico.

— Sim! Mas não é tão simples, existem algumas regras e eles podem ser bem diferentes um dos outros.

— E como você vai ensinar isso para esse povo? A maioria é cética que achariam isso a maior bobagem. – Ele diz.

— Não tiro a sua razão! Mas eu terei dois anos para fazer isso, então tenho certeza que no final eu conseguirei. – Falo confiante até que me lembro de uma coisa importante. — Me esqueci de perguntar, qual é seu nome?

— Meu nome? É Min Yoongi, seja bem vindo!


Notas Finais


Bem gente é isso, podemos dizer que acabou a enrolação e que agora vai começar tudo!!

Queria agradecer á um anjinho chamada Gaby que me ajudou muito, pois eu estava com um bloqueio de criatividade e queria agradecer também aos quase 50 favs e que isso já é muito para mim!!

Outra coisa que eu queria falar é que a história do curto circuito na casa, realmente aconteceu com uma colega minha e foi bem triste e como essa cena não saia da minha cabeça eu decidi colocar na fanfic.

Comentem o que acharam e é isso amores, até a próxima <3


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