História Feel Something - Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~LadySweetieHot

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yuma Mukami
Tags Hentai, Hetero, Interativa, Romance, Vampiros
Exibições 71
Palavras 770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pessoaaal!
Aqui é a Yume tá? Essa é a minha personagem.
Par do Subaru Sakamaki.
Leiam as notas finais.
Boa leitura ^^

Capítulo 2 - Spring Cold - Louise Ebony


Fanfic / Fanfiction Feel Something - Interativa - Capítulo 2 - Spring Cold - Louise Ebony


         A neve que já cobria o teto das casas, o som dos pássaros que se torna menos melodioso, o céu cada vez menos límpido e o Verde das árvores perdendo sua vivaz tonalidade, anunciando o início de um longo inverno rigoroso. Por causa disso, as grandes e pavimentadas ruas de Tóquio estão muito menos movimentadas essa manhã.

        - Rose*, você já está acordada, querida? - ouvi a voz da vóvó soar do outro lado da porta. Rapidamente, fechei as cortinas da janela que me permitem ver toda a paisagem lá fora.
        - Estou sim! Já irei me arrumar! - ouvi-a murmurar um "tudo bem" e sair a passos leves. Caminhei sem ânimo algum para ir ao banheiro. Não que eu esteja reclamando, mas qual é a graça de acordar cedo em uma segunda-feira congelante para ter que aguentar um bando de pessoas metidas em uma escola? Exatamente, nenhuma.
      Após fazer a devida higiene matinal e vestir o uniforme, respirei fundo e decidi encarar mais uma vez a rotina tediosa da minha vida.

         Como um pequeno barco
                        No mar
           Enviando ondas grandes
                   Em movimento
       Tipo, como uma única palavra
         Pode fazer um coração abrir
  Eu posso ser apenas um fósforo
Mas eu posso fazer uma explosão

        Desci as escadas com meu melhor sorriso. Meu avô encontrava-se sentado à mesa, com sua típica xícara de café em mãos e o jornal matinal.
       - Bom dia, Lou! - ele me olhou sorridente, e pôs o jornal sobre a mesa.
       - Bom dia vovô. - retribui o sorriso - Bom dia vovó! - dei um beijo rápido na bochecha dela que se encontrava preparando suas deliciosas panquecas. Sentei-me à  mesa, animada.
     - Dora, estou com fome. - meu vô resmungou, olhando diretamente para as panquecas que ela havia acabado de fazer.
     - Ora, Franz! Não seja apressado !- ela respondeu em tom de repreensão. Ri com isso. - Rose, coma logo! É melhor não chegar atrasada na escola!
       - Sim, senhora!

       E todas as coisas que eu não disse.
      Bolas de demolição dentro do meu cérebro.
     Eu vou gritar alto esta noite.
      Você pode ouvir a minha voz?

       Após poucos minutos de caminhada, eu já podia avistar os portões do colégio, cumprimentei gentilmente o porteiro, adentrado o lugar em seguida. Se tem algo que odeio imensamente são pessoas que se sentem superiores as outras por questão de classe social, financeira e coisas do tipo. É alguém humilhar outra pessoa por causa disso. É exatamente isso que acontece nessa escola. Entrei aqui por meio de uma bolsa de estudos por conta de que meus avós não tinham condições de pagar, e desde que fui eleita representante do Conselho estudantil - e por outros fatores - as "classes mais altas da escola" não me deixam em paz.
      Procurei por Lily, parece que ela ainda não chegou. Evitei o máximo para não esbarrar com as patricinhas, as aulas não haviam começado ainda, decidi ficar sentada em um banco afastado no pátio. O frio não me incomodava tanto. Fiquei enrolando distraidamente uma mecha do meu cabelo róseo, enquanto olhava para um ponto qualquer
          - Não está com frio? - ouvi a voz tão conhecida por mim, ao mesmo tempo que senti sua presença ao meu lado. Fitei seu rosto alvo e fiz que não com a cabeça. Seus cabelos negros se destacam em sua pele branquinha, me olhava com o mesmo brilho em seus olhos azuis que me tiram o fôlego. Como alguém poderia ser tão lindo? Nizaki Yuuki, era um dos principais motivos para as garotas terem uma certa raiva de mim. O que o garoto mais popular do Colégio estaria fazendo com alguém como eu?  Foi isso que me perguntei arduamente, sem acreditar.
      Seus lábios frios tocaram os meus, causando um choque em todo meu corpo. Involuntariamente fechei os olhos. Sorri quando nós separamos, sem evitar o rubor em minhas bochechas.
       - Tenho que ir pra aula. - levantei-me lembrando desse fato.
       - Mas já? - me olhou com as sobrancelhas franzidas.
       - Tchau Yuuki! - acenei pra ele e saí.

Entrei na sala, absorta em pensamentos. Apesar do típico olhar de deboche das garotas sobre mim, algo me dizia que algo inesperado estava por vir.

      Meus poderes estão ligados
    A partir de agora, eu serei forte
Eu vou cantar meu grito de guerra.
   E eu realmente não me importo
     Se ninguém mais acredita. Porque eu ainda tenho muita força em mim.
        


Notas Finais


Perdão por qualquer erro ortográfico! Estou pelo celular.
O nome da minha personagem é Louise mas Rose* é um apelido que foi dado por Yuuki.
Ah, e os trechos da música em negrito é "Fight Song" da Rachel Platen.
Obrigada por ler ^^


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