História Feeling Blue. - Capítulo 29


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Categorias Big Bang, G-Dragon, SeungRi
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, SeungRi, Taeyang
Tags Bigbang, Daesung, Drama, Gay, Gdragon, Gri, Kwon Ji Yong, Nyongtory, Seungri, Sexo, Taeyang, Victory, Vip
Exibições 104
Palavras 2.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI, VOLTEI, VOLTEI!!! E num horário bom <3

No último capítulo tivemos MUITO AMOR para esses dois, faziam capítulos que isso não aconteciam. Vocês deviam estar desacostumadas suahsuah

Espero que gostem!

Capítulo 29 - Ele voltou?


Fanfic / Fanfiction Feeling Blue. - Capítulo 29 - Ele voltou?

É você que tem nas tuas mãos meu choro
Tem meu ver, o meu sonhar e o que quiser
É você que é o homem meu
Meu grande amor da minha vida

A voz suave transbordava, carregada de sentimentos eufônicos, romaneando sentimentos puros e afetuosos, esses que se misturavam às abrasadoras sensações de um beijo. Aquela melodia serena, mas que aquecia o peito e também o fazia se apertar.  Misturava-se apenas ao barulho suave da água balançando, como ondas que se quebravam na pele suada de seus corpos.

Deslizava as mãos na pele marejada e respingada de espuma, um toque continuo como a correnteza, mas delicado como a fragilidade. Beijava-lhe dos lábios ao tronco exposto, marcando na suavidade o amor que existia em si. E a cada atrito de suas línguas o coração temia parar, a respiração quebrava a balança, a pele começava a arder. Seungri não apenas mergulhou na agua confortavelmente morna, mas também nos toques que lhe era proporcionado, afogando-se na sensação acalorada que rompia toda a sutileza.

E o relógio parecia ter quebrado, e o tempo parado. Assim como sempre desejaram.

É tão teu o gosto da minha mordida
É você que tem o colo que eu deito e descanso
É tão teu meu coração aflito e manso

                Estava quente. O vapor subia embaçando o box e o espelho. Seungri deixava-se ser abraçado por aqueles toques arrastados, que cobriam sua pele de marcas avermelhadas. Por entre mordidas e beijos os suspiros escapavam. Seu corpo arrepiava-se no mais sucinto tocar dos lábios de JiYong no seu pescoço desnudo, os mesmos que seguiam pela linha da coluna até que que imergisse na água e então trilhasse novamente o mesmo caminho.

É você que tem na pele a luz

Cor da coisa mais segura que eu já vi

Formar na mácula escura

- Nós vamos nos atrasar. – Disse entre suspiros. – Ji...

- Não vamos, não.

 

E não foi lhe dado tempo para mais nenhum pigarro se quer, as unhas arranharam a extensão de sua barriga, de maneira dominante, e na insistência de mais uma palavra um suspiro arrastado passou a frente, consequência do toque da mão alheia apertando seu membro.

- Devo parar? - A voz incitava sua razão.

E de maneira manhosa negou. Deixando-se levar pelo tesão que aqueles movimentos repetitivos lhe ofereciam. E a cada vai e vem à respiração tornava-se mais arrastada, e o corpo mais fraco, a ponto que se escorou todo no peito alheio, misturando seus calores abrasadores.

Os dedos de JiYong mostravam todo o poder que tinha sobre seu corpo. Segurava firme o membro enquanto o indicador tratava de excita-lo com movimentos circulares sobre a pele rosada da glande. O corpo submerso em agua arrepiava-se e contorcia-se a cada movimento mais intenso. A cada apertar das mãos alheias. Estas que subiam e desciam, transmitindo a seu corpo sensações únicas de prazer.

E se já não bastasse, JiYong brincava com a ponta da língua no lóbulo da orelha alheia, as vezes substituía esse contato por uma mordida na extensão do pescoço e nos ombros. Seungri limitava-se a morder os próprios lábios e deixar que os gemidos intensos escapassem de seus lábios, assim como o pré-gozo de seu membro, que lambuzava as mãos de Jiyong e misturava-se na cristalina agua.

Um, dois, três, dezenas de atritos e seu corpo cada vez mais fraco e ofegante. O coração disparava sob a fina epiderme, e não demorou para que o líquido esbranquiçado fosse expelido juntamente com um grande arfar, seguido da sua voz a encher o ambiente. 

- Eu estou aproveitando hoje, já que amanhã ela virá aqui.

- Idiota! – Resmungou fraco.

- Não gostou? Eu posso tentar de novo...

-Yah! – Riu. – Agora precisamos tomar banho novamente. Eu vou chegar atrasado, e a culpa é sua!

 

O blazer negro caia perfeitamente com o preto e branco das listras de sua blusa, combinando ao jeans escuro e com detalhes envelhecidos, junto aos sapatos lustros. JiYong havia escolhido com muito profissionalismo a combinação perfeita para aquele dia. Estava orgulhoso do seu trabalho. Bagunçou alguns fios platinados e deixou que alguns caíssem por sobre a testa, dando ao outro um ar ainda mais jovial e simpático. E por fim apertou a alça do relógio no pulso fino.

- Você está lindo.

- Obrigado. – Sorriu. A ação a qual deixava JiYong admirando-o como um bobo. – Eu preciso ir agora, o manager já veio me buscar.

- Tudo bem, nos vemos lá. Eu dar uma ajeitada em tudo aqui para amanhã quando ela vir estar tudo arrumado.

- Até mais. Eu te amo. – Disse, selando os lábios nos de JiYong, que ficou observando-o até sumir atrás da porta de madeira.

Retirou as comidas da mesa, ajeitou tudo sobre os armários, varreu o chão, estendeu o lençol e o edredom na cama bagunçada, bateu os travesseiros um no outro e espirrou com o pozinho que irritou seu nariz. 

Olhou o relógio no alto da parede, que marcava exatas 13:00.  E com seu básico conhecimento em cálculos, percebeu que lhe restava no máximo 45 minutos para se arrumar e chegar até o local do programa.

Seungri havia sido convidado para apresentar o programa musical You Hee Yeol Sketchbook na ausência do cantor e apresentador You Hee Yeol, onde entrevistaria o grupo novo de sua agência: Winner. Por um lado, isso lhe havia dado mais confiança, afinal já conhecia os garotos, mas ainda assim haveriam muitas pessoas no local e a transmissão seria ao vivo.

JiYong vestiu-se apressadamente em sua camiseta larga e jeans, levando consigo apenas um casaco e o celular. Desceu correndo os degraus e optou por pegar um ônibus até o prédio da KBS.              

 

Uma quadra. Talvez metade de uma quadra. O importante era que JiYong se espantou com o tamanho do local, o tom amarronzado o prédio cortava o azul sereno do céu, adentrou o local com certo receio, depois de uma extrema burocracia de papéis e apresentações de documentos. O guarda alto olhava-o de ciam a abaixo e de forma intimidadora, e sem sequer trocar uma palavra a mais do que o necessário autorizou a entrada de JiYong. Passava pelos corredores arredondados e repletos de cartazes com programas antigos, como uma linha do tempo de todas as realizações da emissora. O ambiente era de extremo requinte, contrariando a combinação do que vestia. As cores azuis e prata preenchiam o âmbito, junto a luz baixa.

Continuou a caminhar, de certa forma perdido, até que, finalmente, avistou uma multidão de pessoas entrando por uma estreita porta. No alto dela leu em letras maiúsculas e brancas: “YOU HEE YEOL SKETCHBOOK”.

  “Finalmente. ” Pensou.

 Mostrou novamente seus documentos e entrou. A plateia já estava cheia, pessoas de todas as idades sentavam-se naquelas cadeiras estofadas e marrons. Depois de muitos “com licença” conseguiu chegar até a primeira fileira e sentou-se. Tirou o boné e bagunçou os fios de cabelo, esperando começar.

O palco era grande, mas extremamente simples. Era mais alto que a plateia por talvez um meio metro, e ao lado tinha algumas escadinhas, ao fundo seis cadeiras enfileiradas uma ao lado da outra e mais à frente cinco microfones.

As luzes se apagaram por minutos, e quando voltaram haviam cinco rapazes um ao lado do outro, segurando seus respectivos microfones e sorrindo aos fãs.

A voz do rapaz loiro lhe permitia fazer parte da melancolia do eu-lírico, através daquela voz vivida e única que adentrava aos ouvidos em forma de palavras curtas e frases longas. Expressando um sentimento verdadeiro e rotineiro, não daqueles que fantasiamos através de novelas ou livros de cunho romântico. O rapaz ao lado, que cantarolava monossílabas, e combinava sua doçura naquelas madeixas de algodão doce, o faziam sorrir, mas logo que desviou sua atenção percebeu os olhos de Seungri em sua direção com o cenho franzido.

Ele estava levemente enciumado.

Jiyong riu e piscou.

As músicas alternavam de um jazz, para uma batida animada até que fosse para algo próximo ao rock n roll, e o momento animado fez-se parte da felicidade a qual buscava. Sentia-se revigorado com aquelas vozes fortes, mas sentimentais. Com aquele rap compassado, mas que lhe desvirtuava. O jogo de luzes invadia toda a escuridão que minutos atrás acolhia o âmbito. As pessoas gritavam, cantavam e chamavam pelo nome dos integrantes daquele grupo.

As batidas cessaram e Seungri invadiu o palco com sua voz, os rapazes sentaram-se um ao lado do outro e começaram a ser entrevistados. Jiyong sequer prestava atenção em algo que não tivesse relação com Lee SeungHyun, a intensidade de sua voz, as expressões faciais, a risada gostosa, a forma extrovertida a qual levava o programa, utilizando-se de algumas graças para conceber a todos uma atmosfera agradável e fazer com que os meninos se sentissem confortáveis. Tudo era aproveitado pelo homem de madeixas azuladas, que fixava seu olhar acastanhado no homem de blusa listrada.

- Há uma música do primeiro álbum de vocês que eu gosto muito. – Seungri contou-lhes.

- Qual? – O rapaz mais moreno perguntou, seu nome era Mino.

- Confession. – Disse. – Ela me traz uma energia triste mas expressa todo o sentimento de alguém apaixonado. “Quando eu acordo, eu não gosto das manhãs sem você. Parece que algo está vazio. ” – Cantou. – Ela expressa um sentimento puro.

- Oh, essa é a música solo do Taehyun! – Mino disse, apontando para o loiro.

- Taehyun, você poderia cantar um pouco dela? – Questionou.

- Sim. – O loiro assentiu. – Ela lhe lembra alguém?

- Sim. – Sorriu, e seus olhos alcançaram as madeixas azuladas perdidas entra a multidão.

JiYong sorria como um idiota.

O homem loiro respirou fundo, entrando na harmonia da canção. Logo sua voz ocupou todos os mínimos cantinhos do ambiente, e tocou o coração de JiYong com aquelas palavras. Estas que expressavam a confissão de Seungri.

Eu vou te dizer agora

Eu espero que você sorria

Eu estou confessando agora

Eu quero fazer com que você seja meu

Eu quero abrir meus olhos com você

Sorrir e te beijar

Só fique ao meu lado

Essa é a minha confissão

Os olhares fixos um no outro.

Honestamente, eu não sou um cara legal,

Pode haver momentos em que eu te fiz chorar

Mas prometo que haverá mais dias que vou fazer você sorrir

Quero dar as mãos e assistir filmes

Como as belas histórias em letras de músicas

Apenas nós dois

E então Seungri levantou-se de sua cadeira e invadiu o meio do palco, fazendo um sinal para que o rapaz cessasse sua voz. Levou o microfone até os lábios e com um largo sorriso e uma doce voz finalizou os versos de seus sentimentos.

Eu vou te dizer agora (por favor, meu amor)

Eu espero que você sorria

Desde o momento que você veio até mim

Meu mundo só tinha você nele

Eu quero você, eu quero você

Com sua voz suave, me diga que você me ama

Então o tempo vai parar

Essa é a minha confissão

 E como se não houvesse mais ninguém naquele ambiente, seus olhos viam apenas JiYong, mexendo os lábios e formando a palavra que tanto sacudia seu coração, abalava sua estrutura, e deixava-o a suspirar como a cinderela. Naquela palavra muda, mas repleta de sentimentos.

“Eu te amo. ”

E seu sorriso espalhava a alegria a todos, que não entendiam o que estava acontecendo, mas que a saudade de seus amores batia a porta do coração, enquanto aqueles que o tinham por perto abraçavam com força. Na esperança que eles nunca fossem embora. JiYong sentiu-se abraçado por aquela confissão.

A entrevista seguiu o rumo e em momento algum seu olhar se desviou, era firme.

 

- Você estava incrível! – Disse entusiasmado.

Caminhavam lado a lado nas calçadas vazias, o movimento fraco dava-se como consequência do horário: 23:00 horas. Por mais cedo que o show tivesse acabado, ainda havia toda a organização e análise de como havia sido a recepção do novo apresentador. Além disso, ainda discutiram sobre a possível volta de Seungri em algum programa.

Ele havia se saído bem, e estava orgulhoso de si mesmo.

- Eu mereço uma recompensa, não?

- Hm. Merece? – Riu. – O que você quer?

- Vamos viajar.

- Viajar? – Perguntou.

- Sim, vamos para o Japão. No natal, podemos passar o natal lá. O que você acha? – Sugeriu, ansioso por uma resposta positiva.

- Japão? – Repetiu. – É uma boa ideia.

- “Viajar? ” “Japão? ” Você só sabe repetir é? – Riu.

- Idiota! A última vez que fui ao Japão já fazem anos. E sequer aproveitei a viajem. Podíamos passar uma semana lá.

- Sim! Vamos procurar para a semana do Natal. Na semana seguinte eu tenho que voltar para a YG, então...

- Uhum. – Concordou. – Nós precisamos passar no mercado, comprar algumas coisas para amanhã.

- Você perguntou do que ela gosta?

-Bom, eu acho que de qualquer coisa.

- Com certeza. – Virou os olhos.

- Eu vou bem rápido ali, me espere aqui, huh? – Disse, beijou-lhe os lábios e atravessou a rua com pressa, entrando no mercado.

JiYong escorou-se na árvore perto de si. Aproveitando a brisa e imaginando como seria viajar ao lado de Seungri. Uma semana em plena paz. Uma semana com apenas eles dois e mais ninguém para acabar com o sossego.

- Me desculpe. – Disse ao perder-se em pensamentos e atrapalhar a passagem de alguém.

Um homem chocou-se entre sua paz momentânea, levando-a embora junto com a distração, como de propósito, como um valentão que almeja total atenção. E ele o teve. Por segundos, um rápido trocar de olhares e uma oportunidade breve de adverti-lo. Disse:

- Você não acha perigoso estarem juntos? – Um respirar pesado. – Vocês são homens. – Concluiu, enquanto caminhava e sumia, deixando que suas palavras se dissolvessem no ar, mas permanecessem no consciente de JiYong.

Aquela voz.

Um arrepio.

Olhou assustado para o homem a quem compartilhou um beijo tempo atrás, e que voltara com as mãos ocupadas de sacolas. Olhou-o espelhando naquelas írises um temor remanescente. Como quem aspira nervosismo, as mãos tremiam, o corpo suava, e o coração acelerava. Como quem pratica esportes pela primeira vez em anos, a respiração parecia lhe sufocar, e o corpo cansava, desejando desabar no instante seguinte.

- O que foi? – Seungri perguntou ao ver o estado perturbado do outro.

- Nada. – Sucintamente seco.

Um carro passou, lentamente, imergindo sua cor negra no tom da noite.

O coração parou, poeticamente. E seus olhos percorreram todos os centímetros da paisagem, que na cena anterior fora terno, e que neste momento lhe causava temor conforme o orvalho se formava e a noite se instalava.

O celular tocou.

O som repetitivo do toque padrão ensurdecia seus ouvidos. Não existia mais o grilar, o som das rodas no asfalto, o vento chocando-se nas árvores, o ruído da sola do sapato sobre os ladrilhos da calçada, o tinido da loja de conveniência, o zunido de um inseto, a voz que saia dos lábios finos a sua frente. Apenas o toque escoando em sua cabeça.

- O... O seu pai, onde ele está? – Gaguejou.

- No hospital. Por que?

- Eu acho que eu o vi. Não sei. Eu estou com medo. – Seus braços se envolveram no corpo estático a sua frente, procurando abrigo.

- Ji, fique calmo. Não tem como ele estar aqui, ele está internado. Ele está doente. Entendeu? – Acolheu-o em seu abraço. – Fica tranquilo.

- Ele está internado, certo?

Mas por que, por qual motivo, seu coração fraquejava naquelas palavras.

-Sim. – Seungri assegurou, largando as sacolas ao chão e dedicando toda sua atenção para a inquietação a sua frente. Acariciando os cabelos e as costas, sentindo a respiração tornar-se suave gradativamente. – Ji...

- Eu estou com medo. – O choro desprendia de si. – Eu não deveria sentir isso, mas...

- Ei, ei.... Está tudo bem. – Segurou-lhe o rosto e trouxe para cima aquele olhar cabisbaixo. – Eu estou aqui dessa vez, eu não fugir. Não precisa ter medo, huh? Ele está no hospital.

- Eu pensei ter visto ele, ter ouvido ele, sentido ele. – Sua voz saia trêmula.

- Ji, ele não está aqui. Mesmo que ele fosse sair do hospital, eles me ligariam eu sou o guardião dele lá.

- Você tem razão, eu devo ter me confundido. – Disse, mas por mais que Seungri lhe assegurasse parte de si ainda sentia aquela presença, ainda insistia na possibilidade daquele homem. Abaixou-se e pegou as compras sobre o chão. – Vamos. – Sua voz de fez fraca.

- Espere. – Segurou a mão vaga de Jiyong, entrelaçando seus dedos e permitindo ao outro sentir-se seguro com aquele simples ato. Secou as lágrimas que escorriam com a manga de seu blazer, e completou tudo com um beijo sobre a testa. – Eu estou aqui. – Disse, firmemente.

JiYong assentiu.

- Você comprou tantas coisas.

- Eu não sabia ao certo o que ela iria gostar de comer, então comprei de tudo. – Suspirou. – Devo ter exagerado um pouco.

- Tudo bem, o que ela não querer, eu como. – Riu.


Notas Finais


MUITO OBRIGADA POR LEREM! <3

E novamente nós vemos o WINNER invadindo a fanfic aushauhs
Será que GD está vendo coisas ou realmente era o Senhor Lee? :( E quem é esse "ela" que eles falavam? hm hm.

Espero que tenham gostado!! Vou tentar voltar o mais breve possível ~

Músicas usadas no capítulo: "Confession" do Taehyun e "É você que tem" da Mallu Magalhães.


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