História Feelings - Capítulo 3


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Categorias Chaz Somers, Justin Bieber, Margot Robbie, Megan Fox, Zé Felipe
Personagens Chaz Somers, Justin Bieber, Margot Robbie, Megan Fox, Zé Felipe
Tags Drama, Revelaçoes, Romance, Sentimentos
Exibições 65
Palavras 1.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura.

Capítulo 3 - Quer que alguém empurre essa merda?


Fanfic / Fanfiction Feelings - Capítulo 3 - Quer que alguém empurre essa merda?

Eloise Somers

APEX. The One, Los Angeles, CA

Sou gerente de marketing na agência de modelos mais conceituada de Los Angeles. O meu irmão, José, e eu, herdamos a empresa de nossos pais e progredimos muito de uns anos pra cá. José, eu e uma equipe com mais três pessoas, éramos responsáveis na seleção das novas modelos. Eu cuidava do marketing da empresa e também era a garota propaganda da agência. Nos eventos importantes, nós sempre estávamos juntos. Mesmo quando meu irmão invocava com alguma das várias modelos. E por falar nelas, ontem quando cheguei do serviço, José estava na mesa de jantar com uma ruiva novata. Eu enlouqueci. Expulsei os dois e não atendi as ligações do meu irmão. Eu odiava o fato dele não perceber que elas transavam com ele só para manter o emprego, ao invés de fazer isso porque ele é uma pessoa incrível. Meu irmão sofreu muito com o término de seu último relacionamento sério, e nunca mais foi o mesmo. Agora ele era um mulherengo assumido e não se importava com os sentimentos dos outros, apenas com os meus, pois ele era super protetor e eu ganhei na loteria por ter um irmão tão maravilhoso como ele.

— Chaz, para de encher o meu saco. Já basta o meu irmão, agora até você? — resmunguei com meu primo que estava no meu apartamento.

— Loi, você precisa ser mais responsável.

— José, não se intrometa. Quem você pensa que é para me falar isso? Você é pior que eu.

— Sou o seu irmão mais velho e eu me preocupo com você.

— Eu também me preocupo com você e quero que pare de ser tão mulherengo. Se aquela vagabunda fez aquilo com você, você não tem o direito de magoar outras pessoas. E outra, você pode até ser bonito, mas essas modelos só aceitam transar com você para garantir o emprego na nossa agência. Se eu acordar revoltada com a vida algum dia, irei demitir todas elas por estarem transando com o meu irmão. Eu não gosto disso e espero que nunca mais aconteça o que aconteceu ontem.

— O que aconteceu ontem? Bebi tanto que nem me lembro.

— O seu primo trouxe a vagabunda daquela ruiva novata para jantar no meu apartamento.

— Você extrapolou cara.

— Fique na sua, Chaz.

— Não fale assim com nosso primo. Ele pode ser safado o quanto for, mas nunca trouxe as vagabundas que ele come pra cá. Ao contrário de você, seu idiota.

— Loi, por favor.

— Chato.

— Mudando de assunto, ontem recebi uma ligação de Justin. — José comentou com Chaz e eu fiquei sem entender.

— Quem é esse?

— Um velho amigo nosso, priminha linda. — respondeu Chaz apertando a minha bochecha e eu revirei os olhos. — Como ele está?

— Parece que está bem. Fiquei de conversar com ele daqui algumas horas no escritório. Vou esperar ele se instalar antes.

— Precisamos comemorar.

— Comentei com ele, mas parece que ele não está animado.

— Ele é tão velho assim? — perguntei gargalhando.

— Justin tem apenas vinte e três.

— Se ele for bonito, espero que me apresentem.

— Ele é tão feio quanto você.

— Vai se foder, Chaz. — resmunguei mostrando-lhe o dedo do meio. — Porque um rapaz tão novo não se sente animado com uma festa?

— Loi, ele passou por uma fase muito difícil alguns anos atrás e não foi tão fácil para ele decidir voltar.

— O que aconteceu?

— Isso é algo pessoal.

— Se ele te contou, não é tão pessoal assim.

— José e Justin são melhores amigos, prima.

— Você nunca me falou sobre ele.

— Corrigindo, você nunca prestou atenção em mim.

— Hoje vocês estão insuportáveis.

— E você está super atrasada para se encontrar com Anna Wintour.

— Só de ouvir o nome dessa mulher, eu sinto calafrios.

— Mas ela sempre te tratou bem.

— Sim, mas não deixa de ser uma bruxa. E agora que estou atrasada, ela ficará me encarando com aquele olhar fatal que ela tem quando está chateada.

— Relaxa prima, vai dar tudo certo.

Anna Wintour é a diretora da famosa revista Vogue. Ela é uma das mulheres mais poderosas do mundo. Nunca vi ninguém elogiar a sua personalidade, pois, apesar de ser uma profissional muito competente, ela era muito má. Em todos os sentidos. Corri para o meu quarto e me arrumei rapidamente para me encontrar com a bruxa má. Escolhi uma saia lápis preta e uma blusa na cor vinho para combinar com o meu sapato. Despedi-me dos garotos e assim que saí do estacionamento, acelerei o máximo que podia naquele trânsito infernal e quando cheguei à avenida principal de Beverly Hills um idiota dirigindo a 30km por hora. Eu desejei a morte. Cortei o carro que estava se aproximando e ultrapassei o senhor certinho. Coloquei a cabeça para fora e gritei “quer que alguém empurre essa merda?”. O idiota parou o carro assustado e eu quase bati o meu quando estava chegando ao sinaleiro. Que adrenalina. Desejei a morte e quase morri de verdade.

— Bom dia senhorita Wintour. — cumprimentei e megera assim que entrei em meu escritório.

— Bom dia, Eloise. — respondeu com um tom nada agradável.

— Nesta pasta estão algumas modelos que separei. São as mais profissionais que temos atualmente e elas encaixam na marca. — entreguei a pasta e ela começou a folhear.

— Realmente são agradáveis. — revelou observando rapidamente as imagens — Gostaria de vê-las desfilando pessoalmente, para escolher as sete garotas que preciso para o nosso desfile.

— Claro. — digitei o número da recepção — Cassie, prepare a sala de desfile e cheque seu e-mail para conferir as modelos que Anna gostaria de conhecer o quanto antes.

Convidei-a para um café e em seguida fomos para a sala de desfile onde as modelos já se encontravam. Eu havia separado quinze modelos e ela iria escolher sete entre elas. Graças a Deus eu sempre soube escolher o grupo certo para as visitas de Anna e sua equipe. Nunca recebi reclamações, apenas elogios. A minha mãe havia me ensinado tudo como deveria ser feito desde que eu era uma criança, imagino que por este fato, eu sabia agradar os meus clientes. Cerca de vinte e cinco minutos depois, ela escolheu as sete modelos e entregou-me a lista que havia feito enquanto observava todas elas.

Já era hora do almoço quando terminei de organizar alguns papéis. Novamente eu estava atrasada para o meu almoço com o meu irmão e ao menos consegui avisá-lo que me atrasaria. Eu precisava encontrar uma nova secretária ou uma estagiária para me ajudar, caso contrário, eu iria enlouquecer. Peguei tudo que precisava e voltei para a empresa. Acabei esbarrando em alguém quando estava entrando e nem me preocupei em pedir desculpas. Quando o meu dia começava assim, a tendência era apenas piorar.


Notas Finais


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