História Feelings - Capítulo 5


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Categorias Chaz Somers, Justin Bieber, Margot Robbie, Megan Fox, Zé Felipe
Personagens Chaz Somers, Justin Bieber, Margot Robbie, Megan Fox, Zé Felipe
Tags Drama, Revelaçoes, Romance, Sentimentos
Exibições 49
Palavras 1.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura.

Capítulo 5 - Uma noite de diversão


Fanfic / Fanfiction Feelings - Capítulo 5 - Uma noite de diversão

Justin Bieber

Hooray Henry's, Beverly Hills – CA

Acho que errei ao ter aceitado me encontrar com José e alguns amigos em uma boate, após tanta insistência de sua parte. Ele pretendia, de certo modo, tirar essas malditas lembranças que não poderiam ser esquecidas jamais. Pelo menos não por enquanto. Pensei que já estava na hora de começar a viver novamente, por isso decidi voltar para Los Angeles e enfrentar meus medos. Ao entrar na luxuosa boate, senti como se todos estivessem me encarando, o pior, tinham em suas feições o olhar que transmitia pena, pareciam saber do meu atormentado passado, mas não, eu estava apenas imaginando coisas. Ninguém ali me conhecia a não serem os meus antigos amigos. Estava distraído, mas pude escutar a voz do meu melhor amigo e sorri olhando para trás.

— Que bom que você veio. — disse Chaz assim que me aproximei.

— Após as insistentes e intermináveis ligações de José, percebi que eu não poderia mais suportar ver a foto dele e ler seu nome na tela do meu celular. — sorrimos e cumprimentei todos.

Todos estavam sorrindo, se divertindo e bebendo. Exceto eu. Eu estava presente apenas fisicamente, pois a minha mente ainda estava tentando entender o porquê de eu estar ali. Uma voz feminina acabou chamando a minha atenção e ao procurar de quem se tratava, pensei que ainda estava em transe. Não era possível. Os seus traços, seu olhar, seu belo sorriso e sua pele clara. Era a garota maluca de hoje mais cedo que quase bateu o carro em minha frente. A maluca do trânsito era a tal irmã do meu amigo. Nunca gostei de saber que o mundo era pequeno demais.

— Justin, gostaria de apresentar-lhe a minha irmã Eloise. — ela sorriu e estendeu sua mão para que eu pudesse tocá-la.

— Sem formalidades, pode me chamar apenar de Loi. — seu sorriso ainda pertencia a sua feição alegre, mas o vi lentamente desaparecer quando não fui capaz de cumprimentá-la. Observando a sua delicada mão lentamente sendo inclinada para baixo e seu lindo sorrido desfazendo-se, agi imediatamente e a cumprimentei.

— Prazer, Loi. Chamo-me Justin e sou um velho amigo de seu irmão.

— Velho? Até que não está nada mal, senhor Justin. — brincou a linda garota me arrancando um sorriso.

— Você é muito bonita.

— Obrigada. — agradeceu com um sorriso tímido. — Você não fica para trás.

— Eu já entendi vocês dois.

— Não venha com o seu ataque de irmão mais velho, só estamos conversando.

— Conheço vocês o suficiente para saber que não ficará só na conversa.

— Você é o irmão mais inconveniente do mundo. Isso é algo que se diz? — estava fascinado em seu sorriso — Está tudo bem? — questionou a garota confusa, eu deveria estar “distante”.

— Tudo muito bem.

— Que bom. Gostaria de beber algo?

— Não sei se deveria.

— Por que não? Problemas com a bebida?

— Já tive.

— Entendi. Se você aceitar beber um drink comigo eu juro que tomarei conta de você e não deixarei que você passe por algum vexame.

— Combinado. — aceitei e ela puxou-me pela mão até o bar.

— Alguma preferência?

— Deixarei você escolher. — Eloise fez o pedido e rapidamente o barman nos entregou dois Martini.

— É a minha bebida preferida, espero que goste.

— Você acertou em cheio em sua escolha.

— Fico feliz por saber que temos um gosto tão bom em comum. Enfim, conte-me mais sobre você.

— Não tenho muito que contar.

— Eu sou muito curiosa quando acho um homem interessante. Desculpe a minha sinceridade, mas este é o meu jeito. — disse virando seu Martini de uma vez.

— Não precisa se desculpar por isso.

— Então, você veio de onde?

— Canadá.

— Estive lá apenas uma vez quando era mais nova e fiquei encantada com o país.

— Realmente é muito bonito.

— Quanto tempo você ficou aqui? Porque o meu primo me contou que você é o melhor amigo do meu irmão e desculpe-me, mas eu não sabia nada a respeito até hoje pela manhã.

— Estive afastado durante muitos anos, mas agora você irá ouvir muito ao meu respeito.

— Aprecio isso. — ela sorriu e pediu outra bebida.

— Já ouvi José falar muito de você. Vocês são bem ligados, né?

— Muito. Somos melhores amigos acima de tudo e eu adora essa relação.  Você tem irmãos?

— Infelizmente não tive essa sorte.

— Se fosse uma irmã mais nova eu tenho certeza que você iria se irritar.

— Por que diz isso? O seu irmão nunca reclamou de você.

— Porque vivíamos longe um do outro. Eu sou uma irmã muito ciumenta e ele insiste ser o que não é.

— Ainda por causa da ex?

— Esqueci que vocês são melhores amigos. — ela disse sorrindo, e que sorriso. — Aquela hipócrita destruiu o coração do meu irmão e agora ele age feito um ogro com as mulheres, mas confesso que eu gosto.

— Apenas ciúmes?

— Cada dia é uma modelo diferente e elas aproveitam disso para manter o emprego na nossa agência. São todas aproveitadoras.

— Pelo visto ele não liga muito para a sua opinião.

— Ele adora me tirar do sério. Ele disse que você será o nosso gerente financeiro, então vou adiantando uma coisa. Se eu vê-lo com alguma delas, vou agir com falta de educação, portanto, não se preocupe se escutar os meus gritos.

— Você é divertida.

— Acha isso porque não me viu agindo. — sorrimos juntos e bebi o restante da bebida.

— Há quanto tempo você está morando em Los Angeles?

— Há três anos. Infelizmente desencontramos-nos.

— Mas, felizmente nos conhecemos.

— Confesso que estava com o pé atrás.

— Por quê? — perguntei sorrindo alto.

— José disse que você não estava disposto a vir. Pensei que você fosse mais velho ou algum nerd chato. Fico feliz por ter me enganado.

— Bom saber que a minha presença te agradou.

— Me agradou bastante. Eu não curto sentar e conversar, mas você conseguiu isso e eu gostei. — eu estava entendendo as intenções de Eloise, mas ainda não me sentia preparado. — Imagino que eu esteja te assustando.

— Não, claro que não.

— Prometo não fazer nada que você não queira.

— Loi, eu não quero ser grosso, até porque eu te achei muito bonita. Pode soar estranho também, mas digamos que eu não estou preparado.

— A garota que te magoou é maluca.

— Desculpe-me.

— Por favor, não se desculpe por isso. Eu não sou o tipo de garota que se ofende ou que vai jogar essa bebida em você e gritar feito uma maluca. Eu sei que caras também se apaixonam e sofrem por isso. Tenho um exemplo perfeito que você conhece tão bem quanto eu. Obrigada por me achar bonita.

E naquele dia eu me senti bem sorrindo. No dia em que conheci Eloise, me senti vivo novamente.


Notas Finais




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