História Feimata - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, D.O
Tags ?2concursoexofanfics?, Baeksoo, Dtehospital, Soobaek
Exibições 34
Palavras 2.714
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oooi
Eu no bond das atrasadas como sempre né non?
Fanfic da primeira fase do 2 Concurso do grupo Exo Fanfics!!!
Começando lindamente com o otp logo de cara
A - D - O - R - O

Uma dica: não chorem.

Até as notas finais!

Capítulo 1 - Me ame


Kyungsoo olhou através da janela, observando a neve que caía no parapeito. Em pensar que no dia anterior não havia nada além do chão cimentado do pátio hospitalar. Ele abriu um pequeno sorriso, se recostando nos travesseiros onde estava aconchegado, fazia muito tempo que não sentia a neve em seus dedos e o vento frio do inverno em sua pele. O jovem paciente nunca havia sido fã da troca de estações, mas estar preso dentro daquele grande prédio sem nunca ter permissão para sair, fazia seus sonhos tornarem-se mais simples do que eram antigamente.

Estava feliz que sua psicóloga havia conseguido pelo menos uma janela. Em uma de suas seções, esse havia sido seu pedido mais fervoroso. Para que sua saúde mental fosse, pelo menos, preservada durante seu período de quarentena. Estavam todos com medo, apreensivos. Kyungsoo virou a cabeça e contemplou os médicos do outro lado do vidro, o analisando seriamente e preenchendo suas pranchetas. Ele sabia que a única coisa que queriam era salvar sua vida, mas a cada dia Kyungsoo sentia sua alma ser sugada pela máscara de oxigênio em seu rosto.

Fechou os olhos tentando se lembrar quando tudo aquilo havia começado.

 

Estava trabalhando, sob a jurisdição da ONU em Serra Leoa, fazendo atendimento médico básico em algumas crianças. Kyungsoo estava sorrindo, sim, estava sorrindo. Pegou uma criança no colo e pediu para ela abrir a boca para ver sua garganta. Ela era tão pequena, podia sentir suas costelas sob seus dedos nitidamente.

A menina sorriu para ele e ficou em pé o aguardando, seu nome era Feimata. Quando Kyungsoo se virou para pegar algodão e álcool ouviu a pequena tossir. A tosse parecia não cessar de jeito nenhum, preocupado se voltou para ela, e havia sangue na areia aos pés da garota. Correu até ela desesperado e apegou no colo novamente, caçou algum pano e secou o liquido vermelho dos lábios dela.

Perguntou em Krio – dialeto franco da região – o que ela sentia, onde havia dores e sua alimentação. Ela pôde responder pouca coisa, não havia adultos a quem recorrer para ter mais informações. Kyungsoo se ajoelhou diante dela e pediu permissão para lhe tirar o sangue. Ela ficou assustada, mas permitiu que o médico fizesse o procedimento.

Pode ser uma pneumonia – pensou – ao despachar o material para ser examinado junto com o de outros pacientes. Feimata não havia sido a primeira a aparecer com esses sintomas. Kyungsoo franziu o cenho – havia respingado um pouco de sangue na manga do seu jaleco – deu de ombros e voltou a suas atividades normais, podia limpar depois.

 

Kyungsoo tossiu sentindo o sangue escorrer pelo canto de sua boca. Uma das enfermeiras se apressou para ajudá-lo a limpar a boca e as mãos. Ele sorriu fraco para ela e segurou seus dedos, tentando reunir um pouco de suas forças.

— Baek, doutor Baekhyun. – Disse em um inglês arrastado.

A enfermeira ergueu os olhos buscando socorro com seus superiores. Doutor Black maneou a cabeça negativamente e ela suspirou.

— Sinto muito, doutor Do. Ele está indisponível no momento. – A pobre moça já começava a se sentir culpada, por todo dia dar respostas negativas ao jovem médico.

— Ele está morto, não é? – Ele perguntou retoricamente – Apenas acabe com minha tortura, por favor.

— O doutor Byun está apenas indisponível no momento. – Ela repetiu sem nada revelar – Vou aplicar seus remédios para dormir, doutor Do. – A enfermeira tentou controlar a voz embargada, ao perceber as lágrimas silenciosas que riscavam o rosto de Kyungsoo.

Seus olhos se fecharam e ele sonhou com o passado novamente.

 

Feimata estava de volta, dessa vez desacordada no colo de seu pai. A mãe chorava e pediu incessantemente em um Krio confuso para que o médico salvasse sua filha.

— Seja Alá ou Deus aquele a que segue, por favor, salve a minha filha. – A mulher implorou. O homem estava com os olhos vermelhos e a respiração acelerada. Ele ainda tentava deter o controle da situação e respondeu às perguntas de Kyungsoo. Feimata era sua décima quinta paciente internada com o mesmo quadro sintomático.

O Clínico esperava os resultados dos exames, que ainda não haviam chegado da capital, com apreensão. Aquilo parecia mais sério que uma pneumonia.

O número de doentes internados na pequena unidade provisória que a ONU havia instalado naquela região já ultrapassava a capacidade para que havia sido projetada. A última ambulância disponível havia deixado o vilarejo, levando vários caçadores com algumas fraturas sérias que precisavam de cirurgia. Ia demorar algumas semanas para retornar.

Kyungsoo ajudava os enfermeiros a limpar os pacientes que sofriam de diarreias terríveis e febres altíssimas. Feimata delirava várias vezes durante o sono e a febre. Os pais diziam que ela chamava o nome do irmão. O pequeno tinha falecido com três anos devido a febre, antes da chegada dos médicos da ONU. Kyungsoo parou de contar as noites que passou ao lado de sua pequena paciente, segurando sua mão e cantando canções de sua terra.

Nunca pensou que sentiria falta de casa.

 

Kyungsoo sentia a pele grudar no lençol da maca. As enfermeiras se moviam em torno de si com panos úmidos, tentando abaixar sua febre. Seus músculos doíam, qualquer movimento era executado arduamente, a tremedeira parecia conspirar para falir seus objetivos.

— Por favor... - ele disse à mesma enfermeira do outro dia – Ele está morto? Doutor Byun... Me diga. – A enfermeira soluçou. Ela queria poder sentir os dedos de Kyungsoo naquele momento. Queria não ter tanto látex e borracha impedindo seus lábios de tocar a testa de seu paciente.

— Ele virá logo. Apenas descanse um pouco doutor Do.

 

Feimata morreu naquela manhã.

Kyungsoo havia se refugiado em seus aposentos e chorou pela menina que amparou por todos esses dias em seus braços. Chorou pela mãe desolada, a quem teve que dar a notícia e chorou pelo pai revoltado, que lhe deu um soco. Havia sangue em seu supercílio cortado, mas não doía tanto. Ele sabia que não devia ter doído tanto como havia doido para a jovem Feimata ao morrer.

Esse era seu problema. Sempre sofrer, sempre chorar por não conseguir salvar alguém. Sempre chorava nos braços de Baekhyun quando algum de seus pacientes morria. Mas agora não havia Baekhyun, suas canções de ninar e seus tapinhas nas costas.

Kyungsoo sentia falta.

Era nessas horas.

Nas mais sombrias horas de sua vida como médico, que ele via o quão babaca havia sido com o infectologista.

Eles dois haviam sido colegas de faculdade e de sonhos. Viajar até a África e ajudar os pobres e doentes, com suas habilidades de salvar vidas. Naquele tempo, tudo parecia colorido e bonito. Então Baekhyun ficou para trás, em uma sala de descanso com lágrimas nos olhos, uma rosa nas mãos e um coração partido pelos preconceitos de Kyungsoo.

 Naquela época, sentia-se como o um super-herói, pronto a se doar pelos necessitados. Mas, ali no calor escaldante de Serra Leoa, com o corpo de uma criança para enterrar e doentes que vinham de todos os lados, Kyungsoo viu que não era Super-herói coisa nenhuma. Ele era apenas um humano, com vidas humanas em mãos.

Todos os dias, essa resolução o desesperava.

Ele sabia que não poderia mais deixar aquelas pessoas.

Quando olhava para Feimata sendo levada pelos pais para realizar os ritos funerários, só passava uma coisa pela cabeça do médico.

 

Os olhos chorosos de Byun Baekhyun.

 

 

 

— Doutor Byun? – Sehun surgiu no laboratório com café e donuts, fazendo seu Sunbae sorrir. Baekhyun colocou as amostras de sangue no refrigerador e retirou a máscara, para conversar melhor com o colega e se deliciar com seus donuts e é claro; café expresso. – Pensei que ia gostar de um pouco da sua droga favorita, já que como sempre vai madrugar aqui.

Os dois sentaram juntos em uma das camas da sala de descanso e começaram a devorar os donuts com fervor. Céus. Parecia que não comiam a meses, de tão desesperados que pareciam.

Doutor Byun tomou seu café tentando não suspirar, sua cabeça fervilhava e seu coração parecia que ia sair pela boca a qualquer momento.

— Você sabe que as coisas estão saindo do controle, Hunnie. Estão todos assustados, sem saber se é algum vírus ou bactéria. Muitas pessoas na África estão morrendo.

— O doutor Do, ele está em uma das áreas de risco, não é?

— Ele deve já ter sido tirado de lá, todos os médicos estrangeiros foram evacuados assim que souberam do surto. Ele deve estar bem. – Sehun franziu o cenho, não muito certo disso. Observou o semblante cansado do seu chefe. Baekhyun parecia estar imerso em divagações importantíssimas sobre o copo de café em suas mãos. Na verdade, ele estava tentando se convencer que Kyungsoo estava bem.

 

 

Kyungsoo via tudo borrado; A dor era tão intensa, que nublava seus sentidos. Ele apenas queria descansar em paz, apenas queria finalmente estar com Baekhyun e pedir desculpas por ser um idiota. Queria beija-lo. Deus! Como queria beijá-lo. Todos os dias, todas as noites de sua existência medíocre, ele apenas queria ter Byun Baekhyun ao seu lado para dar tapinhas em suas costas e dizer que tudo ficaria bem.

As lembranças vinham como enxurradas, arrastando todo e qualquer pensamento coerente. Ele se lembrava das tropas americanas chegando, das pessoas da vila sendo reunidas em um galpão velho como cães, lembrava de gritar com um soldado e de ser imobilizado. Lembrava da primeira vez em que tossiu sangue, na prisão improvisada pelos soldados. Lembrava do início das dores, e do desespero de ser levado para longe das únicas pessoas com quem se importava.

Ele queria ter deixado um adeus para Feimata.

 

Era Baekhyun ali, junto aos soldados e com a equipe médica? Kyungsoo gritou o nome dele, mas o infectologista não ouviu. Kyungsoo lembra de ver ele cuspindo sangue na areia depois de uma refeição. Baekhyun estava doente também? Ele iria morrer? Kyungsoo ficou desesperado. Tentou gritar, mas ninguém o escutava. 

Os enfermeiros seguravam seu corpo em meio a uma convulsão, devido a febre alta. Ele via Baekhyun cuspir o sangue na areia novamente.

Deus, ele vai morrer!

Alguém o salve!

Salve!

Kyungsoo não lembrava da viagem de avião, mas a lembrança de ter visto Baekhyun em Serra Leoa era tão nítida em sua mente. Passou o desembarque todo importunando seus acompanhantes, pedindo por notícias.

Doutor Byun Baekhyun.

Infectologista.

Possível contaminado.

Anotaram o nome dele e Kyungsoo tentou se sentir mais tranquilo.

Eles iriam busca-lo.

Ele iria ficar bem.

Ele vai ficar bem.

A bateria de exames a que foi submetido era estressante e cansativa. Tentou ser um bom paciente, responder as perguntas e fazer algumas poucas. Sentia os nervos à flor da pele o tempo todo. Era como se fosse explodir a qualquer momento, sem ter notícias de Baekhyun. Ninguém lhe respondia nada que tivesse haver com ele. Era como se estivessem escondendo alguma coisa importante. Alguma coisa importante.

Seu prognóstico foi perturbador.

Ebola?

Era um vírus? Uma bactéria.

Depois de colocá-lo em quarentena, as respostas se tornaram mais escassas. Seu corpo foi sucumbindo aos poucos à doença desconhecida e os médicos ao seu redor, tentavam insanamente encontrar a resposta para salvar sua vida e dos habitantes de Serra Leoa, que Kyungsoo deixou para trás. Eles sempre estavam em sua mente também. Sempre.

O rosto de Feimata sempre vinha visitar seus sonhos.

 

Kyungsoo acordou, sentindo o corpo ainda muito dolorido. Havia uma bolsa de sangue pendurada próximo ao seu leito. Transfusão de sangue? Suspirou, pensando se dessa vez daria certo. Não havia enfermeiros no quarto ainda, menos mal, não ia precisar sorrir. Virou a cabeça para a janela, não tinha mais neve no parapeito. Que dia seria aquele? Seria primavera? Seria verão?

Lembrou de suas primeiras férias de verão com Baekhyun. Ele havia feito sanduiches e suco natural, alegando finalmente estar de dieta. Kyungsoo ria, tentando entender como alguém pode ser ruim na cozinha até na hora de fazer um sanduiche. Tentou ignorar o sabor plastificado do queijo e sorriu para o amigo enquanto mastigava, naquela tarde só queria vê-lo sorrir.

Olhando para trás, o sabor do sanduiche parecia perder toda a importância. Ele lembrava do toque discreto de Baekhyun em sua mão e de seu sorriso quadrangular. Lembrava da voz dele em seu ouvido, lhe provocando arrepios enquanto narrava uma de suas aventuras, na calada da noite em Seul. Lembrava dos lábios dele em sua testa, lhe passando conforto.

Sentiu os lábios tremerem. Oh! Ele não queria chorar novamente, mas parecia que havia virado rotina. Era só lembrar do antigo colega, que pronto, desatava a se lamuriar.

Se assustou então, com barulhos estranhos e a porta do quarto abriu. Um enfermeiro entrou de maneira estabanada, se desculpando para logo depois lhe virar as costas e se entreter com as amostras do seu sangue que deveriam ser levadas para laboratório. Kyungsoo examinou as costas do rapaz com curiosidade.

Ele parecia familiar.

Diferente dos outros enfermeiros responsáveis.

Mas ficava difícil dizer com todo aquele aparato cobrindo o corpo do rapaz para evitar a contaminação. O paciente então fechou os olhos novamente, tentando voltar para o mundo dos sonhos. Cada dia que passava ele sentia-se desgastado demais para permanecer naquela realidade. Ele sentia falta de Serra Leoa, dos jovens com quem jogava bola todas as tardes, das conversas intermináveis com os anciões com que se encontrava nas visitas aos vilarejos próximos, das risadas das crianças enquanto ele contava para elas uma de suas histórias mirabolantes.

Feimata.

Sua paciente favorita. Uma das garotinhas mais arteiras e doces que conheceu em toda a sua vida. Kyungsoo nunca abandonaria a lembrança dela enquanto vivesse, sabia disso.

Quando os dedos revestidos por luvas de látex tocaram seu rosto, Kyungsoo abriu os olhos lentamente, tentando entender. Os dedos frios tocaram sua pele e secaram suas lágrimas. Quando ergueu os olhos ele pode ver, os olhinhos miúdos e chorosos de Byun Baekhyun.

— Oi, Hyung. – Disse com dificuldade. Baekhyun apenas soluçava, segurando as mãos de Kyungsoo com força. – Eu não estou sonhando de novo, não é?

— Não, Soo, sou eu mesmo aqui. Eu de verdade. – O infectologista fungou um pouco, tentando parar de chorar.

— Faz tanto tempo que não falo coreano – disse pausadamente – Até achei que tinha esquecido. – Kyungsoo fechou os olhos. – Eu pensei ter te perdido, pensei que dessa vez seria para sempre.

— Kyungsoo, eu não...

— Quero que me escute, pelo menos um pouco, hm? – O clínico apertou os dedos de Baekhyun com as forças que lhe restara. – Naquele dia, eu fui um idiota. Me arrependi de ter terminado com você no momento em que coloquei os pés para fora daquele hospital. Eu tinha deixado a única pessoa que eu amava e me importava com o coração partido e pensando que eu a repudiava. Não me arrependo de ter aceitado ir para a África, conheci pessoas maravilhosas e aprendi tantas coisas Baek, tem tantas coisas que eu queria dizer para você. Tinha uma garotinha sabe, o nome dela, o nome dela me lembrava de você, todos os dias. Ela era como você também, na maioria das vezes. Eu quis tanto salvá-la, de todas as pessoas do mundo eu queria tê-la salvo. Mas eu não consegui, eu deixei ela morrer e eu sonhei, eu sonhei... que você estava lá e que você estava doente também. Você ficava para trás e... – As falas de Kyungsoo começaram a ficar entrecortadas, até que ele não conseguiu dizer mais nada. Era tão difícil se expressar, dizer para ele com todas as letras. – Eu só quero te pedir... Feimata...

— O que isso quer dizer, Soo?

— Lembre disso... Feimata. Você me dizia todos os dias, agora eu quero ser egoísta mais uma vez e te pedir isso. Mesmo que eu não mereça, eu não acho que vou conseguir sem você.

— Você é realmente um babaca, Do Kyungsoo – esbravejou Baekhyun – Parte meu coração e agora fica falando coisas estranhas que eu não entendo como se fosse morrer. Eu não vou te deixar ir até que me conserte. Escutou, Kyungsoo? Você não pode partir meu coração novamente. Você sabe que eu choro por qualquer coisa Kyung, por favor, me diz que você quer viver. Você vai tentar? Vai viver por mim?

Kyungsoo não tirava os olhos dos olhos de Baekhyun. Ele queria que não tivesse aquela máscara ali. Queria poder toma-lo nos braços e beijar Baekhyun como antigamente. Queria poder tocá-lo mais uma vez.

— Eu vou... – Disse por fim. – Feimata, Byun Baekhyun.


Notas Finais


Então
Foi isso
Juro que meu cachorro que pediu
Ta mais pra pseudo Angst né?
O fim nem foi tão triste!
Sobre Feimata, não sei se alguém percebeu, mas quer dizer me ame em um dos dialetos de Serra Leoa. ^^
É bonito não é?
Espero que tenham gostado!
~desvua das pedras
~chu


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...