História Feind in Kraft - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eai bbs,eu to querendo postar tudo de uma vez mas to relaxando odjfkdfk, mas, irei postar capítulo novo todo dia.

Espero que gostem <3.

Capítulo 2 - Capítulo 2


- Atenção, a OOP gostaria de anunciar suas novas atividades. – Marcos falou em seu megafone chamando a atenção de todos no refeitório, subiu na mesa das garotas e sorriu olhando para todos novamente. – Começando pela festa de inicio de ano que acontecerá da sexta feira, em minha casa.

- Ele só poder estar brincando. – Clara disse enquanto o encarava do outro lado do refeitório e olho as outras meninas que também o encarava. – Como ele descobriu que faríamos a festa na sexta?

- Eu dei um jeito para que ele descobrisse. – Luana tirou sua atenção do garoto e voltou a comer seu iorgute.

- Ninguém vai para nossa festa se ele fizer a dele no mesmo dia, o que você na cabeça? – a loira se levantou da mesa encarando a morena.

- Clara, senta ai. – a olhou. – Senta. – a garota relutou, mas se sentou e a olhou fixamente. – Nossa festa não vai ser na sexta. Vai ser na segunda. – a morena sorriu sorrateiramente.

- Segunda tem aula, inteligência. – Gabrielle respondeu revirando os olhos.

- Na verdade, não. – a morena se levantou. – Fui conversar com a diretora e ela disse que os alunos teriam um dia a mais no primeiro fim de semana. – Luana disse pegando a bandeja.

As duas garotas arquearam a sobrancelha como se perguntasse o motivo. – Porque ela aceitou em colocar uma semana de aula e uma semana de atividade extracurricular, e eles vão estar terminando a reforma na sala de música e ninguém pode estar por perto. – a garota sorri vitoriosa e anda até a lixeira.

- Vocês podem pegar as senhas com o Mack ou Brady. Na senha vai estar permitindo a sua entrada, e, estará lhe dando direito de pegar três bebidas diferentes das mais fortes. – Marcos olhou pro outro lado e disse: - Se os guerreiros quiser, podem vir, a entrada de vocês será livre. – ele sorri ainda mais e desce da mesa saindo do refeitório acompanhado de seus dois companheiros.

MARCOS

Entro no meu setor e vou direto para a sala central. Assim que entro, vejo Tracy sentada no sofá com um copo mão pensativa, me viro para os caras e eles assentem saindo de dentro da sala e indo pro inicio do corredor. Fecho a porta, o faz chamar sua atenção, a garota se levanta vindo até mim.

- Demorou. – comentou quando já estava próxima de mim.

- Eu tinha que anunciar a festa do setor na sexta-feira. – vou para a mesa deixando o megafone lá encima e me viro para ela a olhando. – Por que não veio para a reunião geral ontem da faculdade? Precisamos de vocês. – disse, e ela deu uma risadinha irônica.

- Quando vocês não precisam de mim? – ela se joga no sofá e deixa o copo encima do criado mudo. – Só tivemos 17 novos integrante, por que?

- Porque só teve 62 alunos novos. – me sento na cadeira pegando o envelope.

- Isso não é desculpa, aqueles guerreiros tiveram 18. – ela se virou me olhando e eu levantei os ombros. Se levantou e veio andando até mim. – Já começamos o ano perdendo para eles, Marcos. Quer ser um perdedor no final do ano? – colocou as mãos nas minhas coxas, olhei suas mãos e depois o seu rosto.

- Foi apenas um a mais, Tracy. – falei em quase um sussurro.

- Ai daqui a pouco são dois, três, quatro, e qual vai ser a sua desculpa? – encarou meus olhos .

- Não vai ter desculpa, porque isso não vai acontecer. – ela sorriu e me beijou segurando minha nuca e a puxo para se sentar em meu colo.

Ela desce os beijos para o meu pescoço e fecho os olhos. – Preciso da sua ajuda para uma coisa.

- Qualquer coisa. – levanto seu rosto a fazendo me olhar.

- Se infiltre naquele setor, principalmente naquele triozinho chefe, arrume todas as informações necessárias para eu conseguir acabar com aquele setor de vez. – seguro seu queixo aproximando seu rosto do meu. – Faça de tudo para que eles se destruam entre sim. De tudo.

- Eu consigo fazer isso. – ela sorri maligna e retribuo o sorriso.

- Eu sei que consegue, por isso pensei logo em você. – seguro suas mãos. – Sei que posso confiar em você mais que qualquer pessoa aqui dentro, você também confia em mim não é?

- Claro que sim, você é meu líder. – passou seus braços pelos meus ombros.

- Então me diga: o que estava fazendo ontem que não pode liderar o grupo das garotas. – falo sério, e ela se levantou do meu colo.

- Eu nunca pergunto o que você está fazendo no dia anterior quando encontro você, pra que isso agora, Marcos? Tá desconfiando de mim ou algo assim? – ela respirou fundo e pegou seu celular no criado mudo. – Eu vou deixar você sozinho, tá precisando refletir sobre suas atitudes.

- Tracy...

- Pode deixar, eu vou concluir minha nova “missão”. – diz e sai da sala, reviro os olhos passando a mão pela testa e dou um soco na mesa.

- Pelo jeito que a Tracy saiu, você também deve estar nervosinho. – Mack disse entrando. – Afinal, nos últimos dois anos é assim que você tem ficado. – ele se jogou no sofá e me olhou. – Você e a Tracy...

- Claro que não. – me levanto e vou pra trás da mesa. – Tracy é apenas nossa nova espiã. – abro o envelope sentando na cadeira.

Mack levanta as mão se rendendo e começo a leio a carta contendo as novas regras, nenhum dos setores poderiam armar uma briga que acabasse machucando alguém. Suspiro e deixo o papel encima da cama apoiando meu queixo e fico olhando para um ponto fixo na parede, pensar que uma hora dessas há dois anos eu estaria em uma sorveteria com elas.

Por mais que eu esconda, de vez em quando eu sinto saudades dela, porque eu gosto delas, mas quando elas me provocam eu sinto um ódio que eu nunca havia sentindo na minha vida, o que faz eu esquecer completamente que um dia eu as amei, que um dia, elas eram felizes do meu lado e eu feliz do lado delas.

Elas não gostaram do novo eu, podem ter dito toda aquela baboseira que podem entrar no setor delas do jeito que são, realmente, eles não mudam as pessoas, as pessoas que mudam perto delas. Elas entram na cabeça das pessoas e é quase impossível não ouvi lás. Talvez, eu tenha ficado assim por causa delas, talvez eu tenha começado essa briga toda por causa disso.

Balanço a cabeça tirando meus pensamentos delas e respiro fundo, olho pro porta retrato e viro pra baixo, além de ter esses problemas na faculdade, ainda tenho problemas em casa,

CLARA

- Desculpa o atraso, professor. – falo entrando na sala e vou pro fundo da sala.

- Como eu estava dizendo... – o professor voltar a explicar o conteúdo e tento ler o que ele já tinha escrito no quadro e abro meu caderno.

Eu amo estudar ciências sociais, mas isso só trouxe problemas com meus pais – como se já não tivesse. Meus pais queriam que eu seguisse os passos da família, queriam que eu cursasse-se medicina, mas por mais que eu tenho o desejo de ajudar as pessoas, não quero ajudar dessa forma, não me identifico com medicina, talvez isso só tenha vindo para fazer as brigas com meus pais aumentarem.

Suspiro e paro de escrever olhando o caderno, meus eles querem mandar demais em minha vida e quando eu recebi a notícia que tinha sido aceita nessa faculdade junto com a Luana e Gabi, foi a melhor notícia da minha vida, eu apenas não só estudaria na mesma faculdade com minhas amigas e estudaria o que eu amo, como eu ficaria um tempo afastada dos meus pais.

Claro que eu sinto falta deles, mas quando eu passo a semana fora e só vou no fim de semana, eles tentam só falar de coisas boas, isso é bom, já que se eu estivesse estudando lá, eles estaria praticamente me empurrando para um de seus confiáveis médicos do hospital. Eu sei que casamento arranjado é coisa do tempo a.c, porém, meus pais cresceram pensando que casamento entre duas pessoas, alguém tem que ter algo a mais a oferecer do que amor, me acham um pouco idiota por querer viver de emoção do que razão, e eu não os culpo.

Já sofri muito nessa minha viver por emoção, mas sabe, eu não me importo, eu sei que a verdade é o amor e não tem nada mais real que amar e isso ser recíproco.

- Eai? – me assusto e o olho, era Carlos, meu parceiro na sala de aula.

- Quer me matar? – ele ri baixinho sem chamar a atenção do professor e eu lhe dou um tapa forte no braço.

- Ai! Desculpa! Eu não sabia que estava tão pensativa e sim tentando entender o que ele escreveu no quadro. – disse enquanto passava sua mão no local do tapa.

- Desculpas negada. – olho o quadro e depois o caderno voltando a escrever.

- Não vai me contar como foi a reunião com seu setor? – o olhei e ele estava com sobrancelha arqueada e eu sorri.

- Carlos... – falo apoiando meus braços na mesa. –, eu nunca contaria nada do meu setor para você, a menos que queira entrar. – disse o olhando.

- Não posso abandonar meu setor. – desculpou – se enquanto levantava os ombros.

- Qual é, seu setor só tem sete pessoas e são formadas por um bando de idiotas. – percebo que levantei demais minhas voz e olho professor, pego a caneta logo voltando a escrever.

Carlos dá um tempo de conversa, e logo volta a falar. – Não são um bando de idiotas, só estão precisando de apoio e eu preciso estar lá para isso. – colocou o cotovelo encima da mesa e me olhou. – E eu não gostaria de correr o risco de um daqueles engomadinhos me bater.

- Se você não sabe, a diretora nos mandou uma carta dizendo que estava extremamente proibido qualquer briga que machuque com qualquer setor. – disse enquanto o olhava.

- Então devo ir atrás da diretora e dizer para seu setor ser punido.

- O que a gente fez? – fico confusa tentando lembrar do que fizemos nesse curto tempo de primeiro dia de aula.

- Não foi seu grupo, foi você. – disse sorrindo de canto enquanto eu arqueava as sobrancelhas.

- Quer merda eu fiz? Eu não lembro de nada.

- Quase me cegou de tanta beleza quando entrou nessa sala. – acabo sorrindo e abaixo a cabeça olhando minhas mãos. – Eu consegui fazer Maria Clara ficar envergonhada? Eu to me sentindo o melhor agora. – diz sorrindo.

- Cala a boca. – bato nele e o olho. – O que você quer com esse elogio?

- Um beijo. – disse na cara dura, limpa e seca.

- Tudo bem. – me escoro na cadeira e olho meu caderno e depois ele.

- Se você fosse aceitar assim de boas eu teria perguntando assim que se sentou. – se gabou.

- Eu teria dito não. – pego a caneta.

- E por que agora disse sim?

- Vamos se dizer que você me conquistou com essa cantada. – sorri e ele sorriu de volta.

Que merda você está fazendo, Maria Clara?


Notas Finais


Então, até amanha.


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