História Feind in Kraft - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Camila Cabello, Jensen Ackles, Kylie Jenner, Selena Gomez, Zac Efron
Personagens Camila Cabello, Kylie Jenner, Selena Gomez, Zac Efron
Tags Brigas, Drama, Homofobia, Jaewon, One
Visualizações 6
Palavras 2.418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, tudo bom?

Tava conversando com a Clara ontem, e a gente já tem uns 4 capítulo pronto só com as ideias. Daqui a pouco a briga começa de verdade, e eu quero muito sangue hihihi.

Espero que gostem do capítulo, boa leitura.

Capítulo 8 - Capítulo 8


LUANA

Acordo no outro dia com o sol em meu rosto, antes de abrir os olhos, penso em um jeito de desativar por alguns minutos a cÂmera do escritório do Marcos. Por falar em Marcos, preciso procurar entender o que foi aquilo ontem. No normal dele, se fosse qualquer uma de nós três, ele teria nos jogado na grama em frente a casa e ele estaria se fodendo. Será que ainda existe um pouco daquele antigo Marcos dentro dele? Solto uma risadinha irônica e rolo para o outro lado caindo no chão.  

- Droga. - abro um pouco os olhos e vejo a luz vermelha da câmera ligada. Fecho novamente, e me levanto do chão olhando o quarto.  
Minha bolsa nem meu sapato estava ali, bufo e vou em direção ao banheiro. Abro a torneira e lavo meu rosto, assim que termino, o enxugo e olho para o teto. Havia um duto de ventilação ali, e eu me pergunto o motivo de Marcos ter colocado aquilo no banheiro. Balanço a cabeça e pego o banquinho, tendo apoio na parede, subo encima da pia e abro. Coço a nuca, meus braços estão doloridos demais para eu forçar demais minha subida. Me agacho com calma, e estico um braço pegando o banquinho. O coloco encima da pia, e subo encima, uma boa parte do meu braço já estava lá dentro.  

Forço meus braço e solto um gemido de dor. Assim que entro, me viro e fecho. Começo a andar lá por dentro, porra, isso só funciona em filmes, isso parece que vai cair a qualquer momento e ainda faz um barulho enorme. Depois de me arrastar um pouco, finalmente encontro seu escritório. Eu teria que ser rápida, porque assim que eu entrasse lá, iriam ir avisar a ele.  

Assim que eu começasse a descer, iriam perceber, quando meu corpo estivesse completamente no chão, eles iriam focar em mim, e correriam até o Marcos. Eles demorariam uns 40 segundos para chegar até ele, e demorariam para chegar aqui mais ou menos um minuto. Abro a ventilação, e coloco minhas pernas para fora, me seguro e desço por completo. Olho a câmera e mando um sorrisinho, pulo da mesa e abro as gavetas enquanto o computador ligava. Procuro alguma coisa útil, mas não via nada. Abro seu computador e coloco a senha. Idiota, nem pra mudar a senha. Mando todos seus arquivos e conversas para o meu e-mail, a porta é aberta revelando um Marcos irônico.  
Ele estava sozinho, e no seu rosto estava um sorrisinho irônico. 

- Como eu não pude desconfiar disso? - ele falava enquanto ia se aproximando. - Você armou uma briga com a Isa, fingiu um desmaio só para poder passar a noite aqui, eu realmente poderia ter sido mais inteligente. - ele disse e parou em frente ao seu computador. - Uau, deu tempo de você mandar isso tudo e ainda mexer nos arquivos? E eu achando que você era horrível em matemática. - ele virou para mim. - Você atrapalhou meus planos, sabia? 

- Isso significa uma vitória pra mim. - falo o olhando. - Posso saber onde está os meus sapatos e bolsa? - começo a andar, mas ele segura meu braço. 

- Eu não mandei você sair. - ele fala em tom baixo, o olho pelo canto do olho. Ele me puxa de volta pra sua frente. - Luana, você sabe que o que você estava fazendo era invasão de privacidade, não sabe?

- Por alguma acaso tem alguma foto sua nu nesses arquivos? Porque se tiver é só me falar que eu mando agora mesmo pra escola toda. - ele ri. 

- Você não serve para dar respostas, na verdade, você não serve pra nada. Não sei nem porque votaram em você pra ser líder. 

- Talvez porque eu sou justa nas minhas decisões. - cruzo os braços. 

- Justa? E as decisões que você tomou no passado? Eram justas? Foi justas para você? - olho o chão e aperto minhas unhas da mão contra minha pele. - Foi justo para todas as pessoas ao seu redor? FOI JUSTO PRA MIM? - me assusto quando ele grita e engulo a seco. - Não, Luana, não te escolheram por você ser justa, te escolheram porque o ex líder pediu, porque o ex líder sabia que você precisaria de ajuda, ele só não contava que você pedisse para suas amiguinhas te ajudar. - levanto a cabeça para olha lo, ele não tinha expressão, ele sabia exatamente como esconder seus sentimentos. - Eu quero saber onde está aquela Luana que um dia gostou tanto de mim, será que ela ainda está ai dentro? - ele começa a se aproximar e eu começo a andar pra trás. - Sua vida seria diferente se você tivesse ficado do meu lado. 

- Eu fico do lado dos certos. - bato minhas costas na enorme janela que daquela sala, me arrepio ao sentir como estava gelada. 

- Dos certos? Então, só elas estão certas? - ele coloca uma mão do lado da minha cabeça e engulo a seco. - Vocês também estão erradas, eu reconheço o meu erro, e você? - fico calada e olho no seus olhos. - Você não reconhece, você nunca reconhece. Mas vamos ver se agora você reconhece. - ele segura meu queixo com força forçando um beijo. Ele morde propositalmente o canto da minha boca onde estava cortada, machucado feito por sua querida namorada. 

Abro a boca e mordo o seu lábio com força sentindo um gosto de sangue. Ele separa e coloca a mão na boca, e eu sorrio. 

- Você achou mesmo que me beijando eu iria criar sentimentos por você e fazer tudo que quisesse? Faça - me um favor e arme um plano melhor. - passo por ele e vejo Isabella entrando na sala. - Ótimo, quanto mais eu oro, mais demônio me aparece. 

- Você está enganada, Luana. - ouço Marcos falar. - Eu não fiz isso para você se apaixonar por mim, de novo, - rio balançando a cabeça. -, e sim apenas para fazer você apagar todos esses arquivos que estão no seu e-mail. - Isabella se aproxima de mim e começa a passar as fotos que tirou. - Acredito que quando as pessoas do seu setor ver isso, eles vão se voltar contra você, principalmente a Gabi. - ele se aproxima de mim. - Apague os arquivos do e-mail, e eu apago as fotos. - olho pra porta e respiro fundo. 

Dou meia volta e acesso meu e-mail, apagando tudo que eu tinha recebido. - Da lixeira também. - ele fala e eu reviro os olhos, faço o que ele disse e me levanto. 

- Posso ir agora? - o olho. 

- Claro, suas coisas já estão lá embaixo. - ele fala, e eu saio andando da sala dele.

Assim que chego perto da escada, seguro o corrimão com força e olho pro final da escada. Eu odeio esse garoto, eu odeio com todas as minhas forças, e eu ainda achando que algo de bom nele podia ter se salvado, mas não, agora ele só tem coisas podres nele, ele só faz as coisas para se dar bem, se não for pra ele, pra que fazer algo para impedir? Eu não podia deixar todos virarem contra mim, mas eu podia ajudar eles mesmo sendo odiada, mas eu não aguentaria. Começo a descer devagar, assim que chego no último degrau, a empregada dele estava segurando minha bolsa e minha sandália. Sorrio agradecida a ela, e pego minhas coisas indo até a porta. 

- A senhorita não vai comer? Parece estar fraca. - ela fala e a olho por cima do ombro.

- É melhor eu ir embora antes que se chefe desça, boa sorte com ele. - abro a porta e saio andando pelo jardim.

Abro minha bolsa e pego meu celular, sem bateria. Ótimo. Volto a guarda dentro da bolsa e começo a andar até o ponto de ônibus mais próximo. 

CLARA

Passo a mão pelo o outro lado da cama mas eu não sinto nada, abro os olhos e o procuro com o olhar. Me levanto da cama e visto meu babydol que estava na cabeceira e saio do quarto indo até a sala, ele não estava lá. Entro na cozinha, também não estava lá. Mas que merda, ele foi embora sem se despedir? Ando de volta para o meu quarto e entro no banheiro abrindo a torneira, lavo o rosto e assim que levanto o rosto vejo um bilhete com a letra dele. 

Bom dia, acredito que você me procurou por toda a casa haha. Imagino que você tenha ficado com raiva por eu ter ido embora, mas recebi uma ligação hoje cedo dos meus pais e tive que ir, talvez a noite eu esteja de volta na cidade e a gente possa sair. 

Ps.: Espero que não se importe, mas usei sua toalha. 

Olho para o lado, e vejo a toalha encima do box. Balanço a cabeça sorrindo e vou até o quarto, me jogo na cama e pego meu celular na cabeceira e envio uma mensagem para a Luana. 

Onde você está? Vamos almoçar, tenho que te contar um monte.

A mensagem não chegou pra ela, ela deve estar sem internet. Me levanto e volto pra dentro do banheiro para tomar um longo e bom banho. 

____

Visto meu casaco e pego meu celular, Luana ainda não havia respondido minha mensagem, então decidi eu mesma ir até a casa dela. Pego as chaves do carro e minha bolsa e saio de casa, sinto meu celular vibrar no bolso do casaco e o pego. O nome "Mãe" brilhava freneticamente na tela do meu celular, respiro fundo e ignoro indo até o meu carro. Eu evito demais a minha mãe, mas eu tenho meus motivos. Ou ela está querendo me jogar pra algum homem, ou está querendo que eu desista do meu curso e comece administração. 

Minha mãe não parava de insistir na ligação, então atendi logo. 

- Diga. - falo seca. 

- Oi, meu amor. - ela fala com uma voz doce. Eu posso ter raiva de algumas atitudes dela, mas eu continuo a amando, bufo e bato no volante. - O que foi? 

- Nada não, por que me ligou? - paro o carro no sinal.

- Bem, eu, quer dizer, eu e seu pai encontramos um noivo para você. - viu só? Eu posso amá - la, mas ela sempre faz eu esquecer desse amor por causa dessas atitudes.

- Não lembro o momento que eu pedi para vocês fazerem isso. - volto a andar com o carro. 

- Eu sei, eu sei, mas você precisa de um cara como ele, ele é responsável, cuida bem da família, estuda administração e ama animais como você. - reviro os olhos.

- Quando vai ver ele estuprou 5 garotas e praticou assédio com 12. - imagino que ela tenha revirado os olhos nesse exato momento. 

- Dá pra parar de ter pensamento negativo?

- O mundo faz alguma coisa para eu não ter? 

- Olha, Maria Clara, venha jantar aqui em casa amanhã a noite depois da igreja, vamos estar esperando por você. - ela desliga e eu bato várias vezes no volante. 

Mas que droga, será que ela não entende que eu posso escolher meus namorados e meu futuro marido? Respiro fundo, depois dessa raiva eu vou ter beber depois de comer. Paro em frente ao prédio dela, e desço do carro entrando na recepção.

- Bom dia, a chave do apartamento da Luana. - o homem pega a chave e me entrega, dou um sorriso em agradecimento e entro no elevador. 

Se essa garota tiver dormindo, eu vou jogar um balde de água com gelo encima dela. Saio do elevador e vou até a porta do seu apartamento, abro a porta entrando. 

- CHEGUEI! - grito enquanto fechava a porta e não escuto nenhuma resposta. Jogo a chave na mesinha dela e sem querer piso em uma carta. 

Pego do chão e leio na frente PEDIDO NEGADO com letras bem grande em vermelho. Inclino a cabeça pro lado e olho destinatário, era do banco. Olho ao redor e vejo suas coisas jogada encima do sofá, ela não viu esse envelope no chão? Me viro pra mesinha e abro a gaveta, tinha vários outros envelopes lá com praticamente a mesma coisa escrita. Respiro fundo, e deixo lá dentro. Eu não vou fuxicar nas coisas dela, eu não gostaria se fosse comigo. Mas, não seria fuxicar se eu apenas tentasse ajudar. Não, não, é melhor não, vou deixar ela fazer isso sozinha. Guardo o envelope e começo a andar pelo apartamento. 

- LUANA, PORRA! - escuto um barulho de água e ando até o banheiro, entro e a vejo dentro da banheira. 

Ao perceber minha presença abriu os olhos e me olhou. - Estava se fingindo de surda? 

- Não, só estava com preguiça mesmo. - rio e olho seu rosto, tinha algumas marcas e me aproximo.

- O que foi isso no seu rosto? - ferida, retardada.

- Hm, então ninguém ainda espalhou? - ela fecha os olhos novamente. 

- Espalhou o quê? - inclino a cabeça pro lado. 

- Eu briguei com a Isabella, o que faz eu me sentir bem é saber que está no mesmo estado. - ela sorri. 

- Você puxou uma briga? Uau. - ela abriu os olhos. 

- Não puxei briga nenhuma, apenas me defendi. - assento. 

- Certo, cadê seu celular? 

- Sem bateria. - brinca com a espuma. 

- Certo. Vai se arrumar pra gente ir almoçar. - ela me olha. - Agora. - ela bufa revirando os olhos. - Eu tenho que te contar um monte, sobre a ligação da minha mãe e sobre a minha noite com o Carlos. 

- Por favor, eu não quero saber como foi transar com ele. - eu rio. - É sério. 

- Vou lhe polpar dos detalhes, mas eu to com fome e com certeza você também. - pego a toalha presa na porta e lhe estendo. 

Ela sai do banheiro enquanto eu fico lá secando a banheira e ajeitando as coisas. Escuto a campainha tocar, e assim que saio do banheiro para ir abrir, escuto a voz de Gabi. 

- A gente precisa conversar. - ela parecia séria, me escoro na parede e fico ouvindo. 

- Eu tava me arrumando pra sair. - Luana fala e escuto a porta bater. 

- Seu compromisso pode esperar. 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até o próximo.


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