História Feitas pra Ficarem Juntas - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Anya, Clarke Griffin, Costia, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes
Tags Clarke, Clexa, Lexa, The100
Exibições 143
Palavras 3.482
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tomara que gostem!

Capítulo 5 - Intenso


Passados pouco tempo, Anya e Raven finalmente decidiram dar uma reuniãozinha para apresentar o novo apartamento aos amigos. Estavam rolando brincadeiras para animar. As pessoas tinham que desenhar algo em um quadro, para outras adivinharem o nome do filme. Clarke e Lexa ficaram no mesmo time e era a vez de Lexa desenhar. Ela fez dois círculos, um menor e outro maior, interligados um ao outro.

- 2001, uma Odisseia no Espaço! – gritou Anya. Lexa negou com a cabeça.

- Marte Ataca? – sugeriu Clarke.

Lexa negou, então colocou 2 pontos no círculo menor.

- São olhos? – perguntou Lincoln, marido de Octavia.

Lexa assentiu e desenhou algo de forma cilíndrica abaixo dos olhos.

- O que é isso? É um bico? – perguntou Anya.

Lexa estava exasperada, apontando para o tal cilindro, fazendo parecer uma coisa óbvia.

- Se é um bico, pode ser um pato. – disse Raven.

- Howard o Pato! – disse Anya.

Lexa desenhou duas torres atrás.

- É um homem, Lexa? Com um castelo atrás? – perguntou Clarke. Lexa suspirou e fez que sim.

- Se não é pato é cisne. Cisne negro! – gritou Anya.

- Ela já disse que é um homem! – disse Raven.

- A Fuga das Galinhas! Acertei agora? – perguntou Anya.

- Qual o seu problema com pato e galinha? É um homem! Não tem bico! – disse Clarke revirando os olhos.

- Já sei! – gritou Raven – Monty Python e o Cálice Sagrado!

Lexa suspirou derrotada. Todos riam, até que alguém do outro grupo disse:

- Tempo esgotado!

- Que porra era essa, Lexa? – perguntou Anya.

- Cyrano de Bergerac.

- Cyra...  o quê? – perguntou Raven.

- Cyrano de Bergerac. É um filme francês. – disse Lexa.

- Eu vi esse filme! – disse Clarke – Mas o que você tentou desenhar?

- O Cyrano! Essa é a cabeça, o corpo e o nariz enorme dele.

- Esse era o nariz? – gargalhou Anya.

Raven ainda olhava para o desenho, virando a cabeça para tentar entendê-lo.

- Dá um tempo, porra! Eu não sou a Clarke, que desenha pra caramba!– disse Lexa.

Clarke sorria até que viu uma morena se aproximar de Lexa.

- Vem cá, amor! Seu desenho estava lindo. - ela abraçou Lexa.

- Obrigada! – Lexa fez um carinho no rosto dela e deu um beijo rápido, antes de levá-la para sentar em um pequeno sofá no canto.

Clarke estava sentada ao lado de Raven e perguntou a ela:

- O que você acha dessa Maia? Não acha ela meio novinha para Lexa? 21 anos? Eu a acho meio sem sal.

- Ela é bonitinha e parece que adora a Lexa. Pode ser nova, mas olha o que ela já conquistou?

- O que ela faz?

- Ela faz doces. Faz 2.500 mousses por semana.

Clarke arregalou os olhos.

- Maia de “Sobremesas Maia”? – Raven confirmou – Uau! Mas Lexa nem liga para doces. Eu é que me entupo de açúcar sempre que a gente sai. – Ela suspirou – Acho que Lexa merece mais! Sei lá! Uma mulher mais... assim... mulher! Não uma garotinha.

- Você, por exemplo? – completou Raven.

- Eu o quê?

- Nada amiga! – deu um tapinha no braço dela.

Clarke levantou e foi até a sua namorada, que batia papo com Lincoln.

- Posso roubá-la, amigo? – perguntou Clarke, sentando no colo de Luna. Deu um beijinho abaixo da orelha dela – Sentiu minha falta?

- Sempre, meu amor. – e lhe devolveu o beijo no pescoço.

Lexa olhava para a troca de carinhos entre as duas em silêncio, sentindo os dedos de Maia em seus cabelos. Ela virou-se para ela:

- Vou pegar uma bebida pra gente na cozinha. – e deu-lhe um beijo antes de levantar.

Ao passar por Anya, puxou-a com ela.

- O que foi?

- Quero duas cervejas!

- Lexa, desde quando precisa que eu pegue as bebidas para você? Você sabe onde estão.

- A casa e a geladeira são suas!

- E daí? Isso já te impediu alguma vez? – ela bufou e pegou duas latas de cerveja, entregando-as à Lexa.

- Anya – começou a morena – Você não acha que Clarke está meio acomodada com a Luna?

- Acomodada?

- É, tipo, ela não fala muito dela comigo e, quando fala, eu não vejo seus olhos brilharem, sabe? É como se ela falasse por falar.

- E você já viu os olhos dela brilharem diferente do que são sempre?

- Uma vez, no último Reveillon.

- E quem estava com ela naquela noite? – provocou Anya

- Eu, ué! Estávamos dançando.

- Bingo! – exclamou a amiga.

- O que foi?

Anya balançou a cabeça.

- Lexa, para uma pessoa que cursou Yale, você é bem lentinha, às vezes.

- Anya, pare de falar em japonês comigo e seja clara!

- Esquece Lexa! Olha, você devia bater um papo com a Luna. Ela é legal!

- E quando vocês bateram esse papo aí?

- Nós fomos ao show do Aerosmith no outro dia, mas fomos jantar antes.

- Para tudo! Vocês foram ao show do Aerosmith e não me chamaram?

- Foi de última hora. Luna é promotora de eventos e conseguiu os ingressos. Acho que só foram quatro.

- Caralho Anya! Que amiga hein?

- Os ingressos não era meus, criatura. Como poderia convidar você?

Lexa deu de ombros e balançou a cabeça.

- Clarke nem gosta do Aerosmith!

Anya suspirou.

- Lexa, Maia é um doce.

- Eu sei, mas por que falou dela?

- Ela é sua namorada!

- Eu sei, eu sei! Ela é um doce, igual às sobremesas que faz. – ela riu, olhando para sala, onde a namorada estava sentada – Sabe, ela é daqui de Nova York mesmo, aí eu perguntei a ela, no outro dia, onde ela e a família estavam quando as torres caíram. Sabe o que ela me respondeu? Ela ficou sem graça e disse que não jogava xadrez.

Anya olhou para ela sem saber o que dizer e ambas gargalharam.

Passados mais alguns meses, Lexa e Clarke estavam sozinhas novamente. Os relacionamentos não haviam dado certo.

Lexa estava absorta em casa, vendo alguns e-mails, quando o telefone tocou.

- Alô! – disse a morena.

- L-Lexa...

- Clarke? O que houve?

- Está o-ocupada? – Clarke perguntou fungando.

- Estou vendo uns e-mails. Você andou chorando?

- V-Você... você pode v-vir aqui?

- Clarke, o que houve?

- Ele vai... ele v-vai se casar!

- Quem?

- Finn!

- Estou indo pra aí! – e ela saiu imediatamente.

Ao chegar, Clarke a recebeu aos prantos.

- Você está bem? – a morena perguntou.

Clarke disse chorando:

- E-Entre!

Lexa entrou.

- D_Desculpe por... t-ter ligado tarde! – a loira disse.

- Não tem problema.

- Eu preciso de mais lenços! – Clarke disse enxugando o nariz. - Estão no meu quarto.- e ela saiu andando.

- Ok.

Lexa foi atrás de Clarke, que foi falando:

- E-Ele me ligou e p-perguntou se eu estava b-bem... “Sim, estou e você?’ “Bem também!” Disse que estava sem secretária, que sua mesa estava uma bagunça, blá, blá, blá.

Lexa ia entregando os lenços à Clarke. Ela enxugava os olhos ou o nariz e jogava-os para o alto.

E eu sentada ouvindo e pensando “Eu já o superei! Realmente o esqueci!” Não acreditava que estava interessada naquele papo sem graça. Aí ele disse: “Eu tenho novidades!” e Clarke caiu em prantos de novo. – Ela começou a trabalhar no escritório há três meses, o nome é Charlotte. Eles acabaram de se conhecer! Três meses, Lexa! – ela sentou na cama e Lexa sentou ao seu lado – Eu sempre disse a mim mesma que ele não queria se casar! Mas a verdade é... é que ele não queria se casar comigo! – e novamente chorou – Ele não me amava.

Lexa passou a mão no seu ombro, fazendo-lhe um carinho.

- Se você pudesse tê-lo de volta agora, você iria querer? – a morena lhe perguntou.

- Não! – ela disse com propriedade, mas voltou a chorar – Mas por que ele não quis casar comigo? – ela deitou na cama – Qual é o meu problema?

Lexa deitou ao seu lado e lhe fez um carinho, tirando um cabelo da sua testa.

- Nenhum! Você não tem nenhum problema! – e continuou acariciando os cabelos dela.

- Eu sou difícil!

- Você é um desafio lindo!

- Eu sou muito estruturada e completamente fechada!

- Foi! Não é mais há muito tempo. Eu já disse isso a você!

- Não! Eu fiz ele me deixar! – ela escondeu o rosto na cama e depois sentou novamente. – Eu vou fazer quarenta anos! – ela não parava de chorar.

- Daqui a nove anos! – disse Lexa, com um sorriso para ela.

- Mas está lá! Está lá! É um beco sem saída! – ela balançava a cabeça – É diferente para os homens! Charles Chaplin teve um filho aos 73 anos.

- Pois é, mas ele era muito velho para carregá-lo no colo. – a morena disse.

Clarke riu e, ao mesmo tempo em que ria, voltou a chorar.

- Vem cá! Vem cá! – Lexa a puxou e a abraçou – Vai ficar tudo bem!

Clarke enterrou o rosto no peito de Lexa, chorando sem parar.

- Vai passar, Clarke! Você vai ver! – Clarke fungou no peito de Lexa – Vá em frente, esse não é uma das minhas blusas preferidas mesmo! – Ela sorriu - Olha, vai ficar tudo bem!

Lexa deixou Clarke chorando abraçada a ela, até que ela se acalmou.

- Isso, respira fundo! – Clarke respirou – Lexa acompanhava a respiração dela – Isso! Não disse que iria ficar bem? Ela se afastou um pouco e olhou para Clarke – Melhorou? – a loira assentiu – Vou fazer um chá para você.

Quando ela fez menção de levantar, Clarke a segurou.

- Por favor, me abraça mais um pouco.

- Claro! – elas se abraçaram novamente.

Clarke fechou os olhos, sentindo todo o calor de Lexa. Ao se afastarem, Lexa deu um beijo em sua testa e um selinho, tirando o cabelo dela do rosto. Clarke então ficou olhando fixamente para os olhos de Lexa e depois para sua boca. Lexa percebeu e também baixou o olhar para a boca de Clarke. Foi a loira que desfez a pequena distância e deu outro selinho em Lexa. E depois outro selinho, e mais outro, então elas começaram a trocar beijos leves e molhados, até que Clarke passou a língua pelos lábios da morena.

Os beijos leves então se transformaram em beijos bem quentes. Lexa cobriu a boca de Clarke com a dela e deitou a loira na cama, colocando-se por cima. Elas exploraram a boca uma da outra sem nenhum pudor ou constrangimento. Lábios, línguas, dentes, estava valendo tudo! Em um dado momento Clarke mordeu o lábio inferior de Lexa, arrancando um gemido de dor da morena e dando-lhe um sorriso, assim que Lexa se afastou por um mero segundo para olhá-la. Lexa viu nos olhos de Clarke um azul mais escuro e foi o suficiente para ela voltar a beijá-la com fome. Clarke abriu as pernas e Lexa se colocou entre elas, percebendo, naquele momento, que ela se sentia em casa, bem entre as coxas de Clarke. Sua boca desceu para o pescoço da loira em beijos quentes, molhados e chupados.

- C-Clarke... – ela disse ofegante perto do ouvido da loira – b-basta você pedir, que eu... eu paro – ela chupou o lóbulo de Clarke.

- N-Não para! Eu quero você, Lexa!

E assim, toda e qualquer dúvida na cabeça da morena se foi. Ela sentou por um momento e retirou sua blusa, ficando apenas de soutien. Clarke vestia apenas uma camisola, que foi retirada com facilidade, enquanto Lexa voltava a beijá-la, descendo para os seios fartos e de mamilos rosados, que endureceram imediatamente sobre a língua da morena. Clarke arfava e gemia, cruzando as pernas em volta do quadril de Lexa, que gemeu ao sentir a quentura e umidade da loira diretamente em seu abdômen, mesmo que sob a calcinha.

A morena se deliciou com um dos seios e depois com o outro, subindo em seguida para beijar Clarke. A loira levou sua mão a um dos seios da morena, ainda coberto.

- Tira isso, Lex! – pediu Clarke pegando no soutien dela – Muita roupa!

 Lexa não demorou nada a ficar apenas de calcinha, assim como Clarke.

Os beijos famintos recomeçaram. Clarke chupava a língua de Lexa, quando a virou, colocando-a por baixo. Veio descendo a boca pelo pescoço da morena. Lexa jogou a cabeça para trás, dando-lhe total acesso. Clarke mordeu com força o ponto logo abaixo da sua orelha.

- Aff! Já vi que você gosta de morder, loira! – Lexa disse rindo, arrancando uma risada de Clarke.

- Eu estou com fome de você, porra! – disse ela.

Ouvir Clarke dizendo aquilo foi o que bastou para que um novo jorro de umidade encharcasse mais ainda a calcinha da morena, já há muito tempo molhada de tesão.

- Vem cá! – E Lexa abocanhou vorazmente a boca de Clarke, que já tinha os lábios super inchados.

Clarke se apoiou nos braços, ao lado do rosto de Lexa, sentindo a língua da morena acariciando deliciosamente a dela. Não acreditava que estava fazendo aquilo, mas se deu conta que estava amando demais.

Lexa beijava Clarke enquanto suas mãos percorriam as costas da loira, puxando-a contra si. Ela enterrou a boca no pescoço de Clarke e sugou um ponto próximo à sua mandíbula, arrancando um gemido rouco da loira. Lexa sorriu contra sua pele.

- Você é... caraca, Clarke, você e gostosa demais! – disse a morena no seu ouvido, sem ligar que estava falando aquilo para sua melhor amiga.

Clarke ergueu a cabeça e a olhou com um sorriso, fazendo a morena suspirar de adoração.

“Linda” pensava Lexa.

Clarke então levantou de repente e sentou-se sobre o quadril da morena. Massageou os seios dela e se abaixou, colocando um mamilo na boca e chupando-o com vontade, arrancando um som gutural da garganta da morena. Novamente Clarke a encarou com um sorriso de canto de boca.

Lexa fez um sinal com o dedo para Clarke subir os quadris mais para cima. Clarke sentou então na sua barriga.

- Mais pra cima, Clarke! – ela subiu – Mais! – ela estava agora colada ao rosto de Lexa - É aí mesmo que eu quero você!

Lexa então não titubeou e afastou a calcinha de Clarke, lambendo seu sexo de ponta a ponta. Clarke gemeu profundamente e se segurou na cabeceira da cama. Lexa lambia a entrada dela, enquanto um dedo roçava no seu clitóris. Clarke rebolava em cima da morena, perdida em prazer. Lexa então fechou a boca sobre seu ponto latejante, chupando-o e mordendo-o de leve.

- L-Lexaaa! – Clarke arqueou o corpo, jogando-o para trás, mas a morena segurou forte sua cintura, trazendo-a de volta.

- Não fuja de mim! Vem cá! Eu ainda não acabei com você! – disse e novamente chupou o clitóris dela, enquanto dois dedos circundaram a entrada quente da loira.

- Por f-favor, Lex!

- Diz, Clarke! Diz pra mim o que você quer! – e deu outra lambida nela

- Ahhh! Eu quero você! Quero você bem fundo dentro de mim!

Lexa tirou Clarke de cima dela e inverteu novamente as posições. Retirou sua calcinha e não demorou a se colocar novamente entre as pernas da loira, que suplicava para ser penetrada e Lexa não a decepcionou. Clarke sentiu dois dedos longos entrando nela, invadindo-a com força.

- Isso! – Clarke arfou.

Lexa entrava e saía dela, enquanto seus lábios a buscaram para mais um beijo cheio de paixão. Clarke fechou os olhos, sentindo que ia explodir de prazer.

- Olha pra mim, linda! – pediu Lexa, apoiada em uma das mãos, enquanto a outra fazia a loira arder debaixo dela.

Clarke abriu os olhos e encarou aquela imensidão verde a olhando com desejo.

- Meu Deus, Lexa! – Clarke arfou ao sentir os dedos de Lexa girarem dentro dela, atingindo seu ponto mais escondido.

Lexa girou de novo os dedos e Clarke enfiou as unhas nela, fazendo-a soltar um gemido profundo.

A morena continuou o vai e vem, até que sentiu as paredes da intimidade de Clarke apertarem mais forte sobre seus dedos.

- Goza, Clarke! Goza pra mim!

Clarke, não mais se segurando, deixou-se levar pelo prazer incontido e explodiu debaixo de Lexa. Seu corpo todo tremeu em êxtase e depois relaxou sob a morena.

Lexa deu um beijo em sua testa e rolou para o lado, arfando tanto quanto a loira.

“Dez segundos”. Esse foi o tempo que os corpos ficaram afastados, pois Lexa sentiu Clarke escorregar por cima do seu corpo suado, chagando à sua boca para dar-lhe um beijo profundo. Sua língua percorrendo todos os cantos da boca da morena, enquanto sua mão tateava o elástico da sua calcinha. Última peça de roupa que ainda permanecia em Lexa.

- C-Clarke...

- Shhhh – Clarke disse e cobriu o sexo de Lexa com a mão, apalpando-a e sentindo a enorme umidade da sua calcinha – Humm... Isso tudo é por mim, gata? – ela brincou.

Clarke veio descendo pelo corpo dela, não deixando nenhum pedacinho de pele escapar da sua saliva quente.

- Lexa, você tem um corpo de deusa! – ela disse e em seguida circundou o umbigo da morena com a língua.

Lexa soltava uns sons desconexos e indecifráveis. Clarke olhou para cima, encarando-a. A morena abriu os olhos e devolveu o olhar. Clarke sorriu para ela e passou um dedo na extensão da calcinha encharcada, parando exatamente na protuberância que já se notava, marcando o tecido. O gesto fez Lexa arfar. Clarke então desceu os lábios e lambeu Lexa por sobre a calcinha, fazendo a morena envergar o corpo sobre a cama.

- Por Deus, Clarke! – exclamou ela, misturado a um gemido rouco.

- Vamos descobrir o que você esconde de mim? – Clarke disse e puxou a calcinha dela para baixo, retirando-a.

A loira voltou o olhar para onde mais ansiava provar e deu um gemido, ao ver Lexa exposta e aberta para ela. Ela desceu a boca e cobriu o clitóris inchado da morena. Lexa elevou os quadris em um reflexo ao prazer que sentiu, ansiando por mais. Clarke lambia, sugava e mordia e Lexa achou que morreria a qualquer momento. Ainda mais quando sentiu a língua da loira a penetrando.

- Porra, Clarke!

Clarke enfiava e circundava a língua dentro de Lexa, até que a morena não mais segurou e gozou na boca da loira, que sorveu tudo, fechando os olhos de prazer.

Clarke se afastou um pouco e ajoelhou entre as pernas da morena, olhando-a. Lexa tinha os olhos fechados e estava ofegante. A loira roçou de leve o clitóris sensível de Lexa com um dedo, fazendo a morena gemer e abrir os olhos para ela. Clarke então afastou mais as coxas da morena e encaixou-se entre elas de uma forma que os sexos se tocassem. Lexa arfou e gemeu forte ao sentir o calor e a umidade de Clarke diretamente em contato com a sua, ouvindo som semelhante sair dos lábios da loira.

- L-Lexa... – suspirou Clarke com a sensação.

- Vem! Vamos juntas! – disse a morena.

Clarke começou a movimentar-se contra Lexa. Seus clitóris roçando-se e o barulho dos sexos molhados chocando-se um com o outro, juntaram-se aos gemidos e respirações ofegantes das duas, que só fez aumentar, na medida em que o clímax se aproximava para ambas. Clarke aumentou o ritmo.

-C-Clarke... eu... eu... te... eu...

Lexa tentou dizer algo, mas não completou, pois ambas atingiram o orgasmo juntas. Os corpos tremendo e os nomes de ambas ouvidos entre sons abafados de prazer.

Lexa puxou Clarke para cima dela e a abraçou forte. As duas ouvindo as batidas descompassadas dos corações. Lexa não soltou Clarke até que suas respirações se acalmaram. Elas então se afastaram um pouco e se olharam. Clarke ia dar um sorriso à Lexa, mas viu a morena com uma expressão que não soube decifrar. Uma lágrima escorria pelo seu rosto. Clarke lhe fez um carinho, tirando alguns fios de cabelo, grudados em sua testa suada. Ela enxugou a lágrima de Lexa com o polegar.

- Lexa... o que houve?

- Clarke... eu... eu não... – ela balançou a cabeça e mais lágrimas desceram pela sua face.

Ela sentou-se na cama, escondendo o rosto nas mãos. Clarke a abraçou por trás e deu um beijo molhado em seu ombro.

- Sou só eu, Lexa! – ela tentou fazer Lexa a olhar, puxando delicadamente seu queixo.

Lexa virou devagar para ela. Clarke segurou seu rosto.

- Está tudo bem! Sou eu! Clarke!

Lexa se desvencilhou devagar dela e se levantou da cama, balançando a cabeça. Ela olhou para Clarke.

- Clarke... eu não... consigo! Não consigo! Desculpe! – ela disse e começou a recolher suas roupas, enxugando seu rosto.

- Lex, por favor! Vamos conversar!

Lexa olhou novamente para ela.

- Desculpe! – disse mais uma vez e saiu do quarto, levando suas roupas.

Clarke ficou ajoelhada na sua cama, sem acreditar em tudo que havia acontecido, desde que sua amiga entrara pela porta. A mesma porta que ela ouviu bater, três minutos depois.


Notas Finais


Esse hot não está no filme logicamente!
Como havia dito, a fic não seria grande. Este é o penúltimo capítulo. Até o próximo e último!


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