História Fênix - Capítulo 7


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Categorias Em Família
Tags Clarinas, Em Família
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Palavras 1.724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Moças muito bom dia, passando cedo pra postar mais um capítulo, espeto que gostem e comentem kkkkk ok. Beijos e até quarta. Vamos ao capítulo e desculpem os erros.

Capítulo 7 - Capítulo 07


            Iniciaram uma dança calma, mãos dadas perto do peito, Clara acariciava as costas de Marina e esta o ombro de Clara. Aos poucos foram se aproximando mais, soltaram as mãos e Marina envolveu os ombros de Clara com seus braços e encostou seu rosto no de Clara, sentindo a suavidade do seu rosto delicado. Não pode deixar de notar o quanto era gostoso aquela pele lisa e delicada. E Clara trouxe Marina para mais perto de si, adorando acariciar as costas seminuas de Marina.

 

            Marina foi deslizando o rosto até encontrar os lábios de Clara. Beijaram-se dançando com os corpos colados ao som de Don’t Know Why

 

Don't Know Why

I waited 'till I saw the sun

I don't know why I didn't come

I left you by the house of fun

I don't know why I didn't come

I don't know why I didn't come

 

When I saw the break of day

I wished that I could fly away

Instead of kneeling in the sand

Catching teardrops in my hand

 

My heart is drenched in wine

You'll be on my mind

Forever

 

Out across the endless sea

I would die in ecstasy

But I'll be a bag of bones

Driving down the road alone

 

Heart is drenched in wine

But You'll be on my mind

Forever

 

Something has to make you run

I don't know why I didn't come

I feel as empty as a drum

I don't know why I didn't come 

I don't know why I didn't come 

I don't know why I didn't come

 

Eu Não Sei Por quê

Eu esperei até o sol raiar

Não sei por que eu não fui

Deixei você ali, onde você gosta de estar

Não sei por que eu não fui

Não sei por que eu não fui

 

Quando eu vi o final do dia

Eu desejei poder sair voando

Em vez de ficar ajoelhada na areia

Catando as lágrimas com a mão

 

Meu coração está encharcado de vinho

Mas você vai estar na minha mente

Pra sempre

 

Lá longe, no meio do mar sem fim

Eu morreria em êxtase

Mas em vez disso, virarei pele e osso

Dirigindo pela estrada sozinha

 

Meu coração está encharcado de vinho

Mas você vai estar na minha mente

Pra sempre

 

Deve ter algo que te afugente

Não sei por que eu não fui

Eu me sinto vazia como um tambor

Não sei por que eu não fui

Não sei por que eu não fui

Não sei por que eu não fui

 

 

            Terminado o beijo e a música, e Marina estava com lágrimas nos olhos. Olharam-se por longos segundos, Clara acariciou o rosto de Marina e enxugou uma lágrima que desceu. Clara soltou o abraço e entrelaçou seus dedos aos de Marina, foram para o quarto sem pronunciar nenhuma palavra. Pararam ao lado da cama e voltaram a se beijar suavemente. Delicadamente Clara afastou as alças do vestido de Marina e desceu os lábios beijando seu pescoço e seus ombros, marcando por onde passava com sua língua. Soltou as alças e o vestido desceu pelo corpo de Marina, caindo em seus pés, expondo seus seios médios e firmes, com mamilos rosados. E sua calcinha negra e minúscula. Clara desceu os lábios até os mamilos de Marina e os beijou e lambeu delicadamente, sentindo o cheiro do perfume que exalava entre os seios e a maciez daquela pele.

 

            Marina segurou o rosto de Clara e o puxou para um beijo, desceu as mãos e pegou a barra da regata de Clara, que suspendeu os braços para auxiliar a retirada. Marina viu os seios médios e rosados de Clara e sentiu-se muito excitada, molhou os lábios e os levou até os mamilos intumescidos e suculentos. Beijo-os e lambeu, imitando os movimentos que Clara acabara de fazer em seu próprio corpo. Clara soltou um gemido leve e mordeu o lábio inferior. Marina abandonou aqueles seios deliciosos e voltou a beijar os lábios de Clara. Soltou-se do beijo e virou o corpo de Clara, curiosa para poder ver a tatuagem que lhe cobria todas as costas, as pontas das asas da ave iam até os ombros e a calda descia pelo cós da calça e ia até as nádegas. Deslizou as mãos por toda a extensão da tatuagem e a beijou algumas vezes e depois voltou a virá-la novamente e beijar apaixonadamente seus lábios. 

 

            Clara sutilmente com seu corpo foi conduzindo os corpos de ambas para a cama, Marina deitou e Clara ficou sobre ela, apoiada pelo cotovelo, em nenhum momento cortaram os beijos que agora eram mais intensos e apaixonados. Às vezes Clara parava alguns segundos para recobrar o fôlego e voltava a sentir o gosto delicioso daquela boca, enquanto seu corpo estava encaixado sobre o de Marina. 

 

            Marina já estava completamente molhada, sentindo aquela mulher linda sobre ela, seus seios macios e quentes tocavam os seus e isso a enlouquecia. Clara cortou o beijo e desceu para o corpo de Marina, lambendo toda a pele que encontrava no caminho, pescoço, ombros, seios, barriga, umbigo, quadril, coxas. Marina com os olhos fechados se arrepiava ao sentir a boca macia e a língua quente daquela mulher em seu corpo, nunca havia sido tocada com tanta delicadeza e desejo ao mesmo tempo. 

 

            Clara se ajoelhou na cama e retirou a calcinha minúscula de Marina, que soltou um suspiro ao sentir as mãos de Clara a despindo completamente. Clara ficou alguns segundo admirando o corpo completamente nu de Marina, depois se levantou e retirou sua própria calça e a cuequinha branca que desenhava suas formas agora musculosas. E voltou a se deitar sobre Marina, ambas completamente nuas, sentiam suas coxas tocando em seus sexos molhados, mexiam delicadamente pressionando-os e se beijavam. Os movimentos se intensificaram e Clara queria sentir o gosto de todo o corpo de Marina, voltou a descer pelo corpo dela, beijando tudo que encontrava pelo caminho e dessa vez não parou nas coxas.

 

            Quando Marina sentiu que Clara a exploraria, abriu mais as pernas, permitindo-se. Ansiava por aqueles lábios. 

 

            Clara mergulhou naquela ardente flor, deslizando sua língua pelas pétalas, sentindo o cheiro suave, sorvendo o mel que escorria delicadamente, sugou todo o líquido suculento que saia daquela flor e explorou cada milímetro, subindo sua língua para aquele botão delicado e rígido. 

 

            Marina sentia a boca e a língua de Clara a explorando e gemia a cada movimento, quando Clara começou a sugar mais intensamente e passar a língua quente naquele ponto sensível, seu corpo já tinha vida própria e mexia cadenciado naquela boca que a enlouquecia. 

 

            Clara delirava ouvindo os gemidos e olhando o corpo de Marina se contorcendo em cada novo movimento que fazia, as mãos de Marina estavam entrelaçadas em seus cabelos, estava quase explodindo de excitação só de senti-la e ouvi-la. Levou a mão até a entrada daquela gruta em brasa e a penetrou com dois dedos vagarosamente, sem cortar os movimentos que realizava com a boca e a língua. 

 

           Marina mexia intensamente e gemia alto. Clara aumentou o ritmo dos dedos e Marina mexia no mesmo ritmo dos dedos, que deslizavam dentro de si e a boca em chamas, que lhe devorava como nunca antes havia sido devorada. Não aguentou mais e explodiu em um orgasmo arrebatador, despejando na boca da sua amada todo seu mel, seu corpo tremia enlouquecido e os gemidos eram altos. Nunca havia sentido um orgasmo tão intenso na vida. Parecia que o corpo de Clara lhe dava pequenos choques, quando ela tremia. 

 

            Clara ouvindo os gemidos intensos e sentindo a forma enlouquecida como Marina se mexia e sentindo todo aquele líquido invadindo sua boca, não suportou mais e ofegante soltou um gemido e teve um orgasmo forte. Clara já tinha tido inúmeras mulheres na cama, mas nunca sentiu um orgasmo tão devastador como aquele. Seu sexo simplesmente não parava de se contrair, mesmo sem ter sido tocado. Ondas de choques lhe percorriam todo o corpo. Ficou alguns segundos com a testa apoiada na barriga de Marina, recobrando o fôlego e esta ainda lhe segurava os cabelos. Após alguns segundos, beijou delicadamente a barriga de Marina e voltou a escalar aquele corpo lindo até encontrar os lábios suculentos e vermelhos de prazer.

 

            Marina experimentou seu próprio gosto e a excitação que sentia com aquele corpo quente e macio sobre o seu não diminuía. Voltou a se mexer roçando seu sexo na coxa de Clara que estava entre as suas. Mas ela queria mais, queria sentir o gosto daquela mulher também. Conduziu Clara para se deitar e começou a explorar aquele corpo alvo e forte. Imitava cada movimento que antes recebeu em seu próprio corpo e explorou cada detalhe, daquela mulher linda. Mordeu, beijou, sugou e lambeu cada pedacinho. Quando chegou naquele sexo molhado e quente. Assemelhava-se a uma fera sedenta, mergulhou naquele mar desconhecido, sentindo o gosto de suas águas e suas encostas. Explorou cada milímetro, sentiu o cheiro, o calor, a umidade e o gosto suave. Sugou e lambeu como se estivesse com uma fruta suculenta e madura em sua boca. 

 

            Clara delirava e gemia, sentia seu coração descompassado e segurava nos cabelos de Marina. Não conseguindo se conter explodiu em êxtase na boca daquela mulher deliciosa. 

 

            Marina sugou todo o líquido quente que lhe preencheu a boca e subiu ao encontro daqueles lábios que a enlouquecia. 

 

            Beijaram-se suavemente e ficaram alguns minutos abraçadas, apenas ouvindo a música que vinha da sala e se beijando levemente. Nenhuma palavra precisava ser dita naquele momento. 

 

            Clara pediu par Marina deitar de bruços e iniciou uma expedição pela nuca, pescoço, ombros, costas e nádegas. Tocava Marina com uma mão e se apoiava na outra. Ainda atrás dela se posicionou, lambendo sua nuca e mordendo suas costas e a penetrou naquela posição, fazendo os corpos se mover simetricamente, sentindo Marina encharcada. Entrava e saia em um ritmo enlouquecedor. 

 

            Marina gemia alto, mordia o travesseiro, segurava nos lençóis e no braço forte de Clara e rebolava no ritmo imposto. Não suportou mais quando ouviu Clara dizer que estava gozando e de tanto prazer, soltou um grito alto e teve outro orgasmo ensandecido.

 

            Ambas sentiam seus corpos moles, suados e cansados. Clara saiu de trás de Marina e a puxou para deitar em seu peito, ela se encaixou na lateral do corpo de Clara, apoiando uma perna sobre as coxas de Clara e dormiram assim, abraçadas e saciadas.

 

 



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