História Fenômenos Paranormais - Capítulo 1


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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, One Direction, Selena Gomez
Tags Camren, Larry, Paranormal, Semi
Exibições 170
Palavras 345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


Meados de 1915

Como a Demetria está?- Dianna perguntou pela milésima vez naquela tarde

Do mesmo jeito senhora Lovato, ela não para de “lutar com os demônios do seu hospital” – O doutor Foxnnet suspira

Ela está louca?- Patrick pergunta

Louco não é a palavra Patrick, Demetria tem transtorno – Dianna bate no braço do marido

Você é a psiquiatra, não eu – Patrick se desculpa

Ela pode se curar? – Dianna não tinha coragem de examinar a própria filha, não no estado que a jovem se encontrava

Sinceramente, eu acho que ela pode controlar, com a medicação e tratamentos certos é claro – O médico sorriu encorajando os pais da garota

Obrigada doutor – Dianna suspirou, ela ouvira aquela frase de todos os médicos do hospital, e por essa razão, contratou um especialista forense, mas foi apenas jogar dinheiro fora

O problema era os “remédios e tratamentos” certos não estavam fazendo efeito em Demetria e o seu transtorno estava ficando cada vez pior

...

Senhorita Lovato, seus remédios – A enfermeira adentrou o quarto e encontrou a filha dos donos sentada na janela, agarrada nas grades murmurando coisas sem sentido e palavras desconexas

Senhorita Lovato, pela milésima vez, a janela não é uma cadeira para a senhorita ficar sentada – A enfermeira suspirou, mas como sempre foi ignorada

Eu não sei o seu problema com a cama – A velha senhora suspira e arranca a garota da janela

E-Eles não me deixam ficar na cama – Demetria balbucia

Claro, aqui, tome os remédios – A mulher revira os olhos e entrega as pílulas para a Demetria, que toma obedientemente sabendo que aquilo a faria dormir, mas não a faria escapar deles

Boa tarde senhorita – A enfermeira se virou para sair da sala

N-Não, eu não posso ficar sozinha – Demetria puxou o avental da mulher

A senhorita estava sozinha esse tempo todo, tenho certeza que ficará bem – E a mulher continuou seu percurso para fora do quarto

NÃO, ELES VÃO ME BUSCAR ESSA NOITE – Demetria gritou em plenos pulmões, mas a enfermeira a ignora como ignorava cada apelo de cada paciente daquele hospício

E eles vieram



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