História FIC - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Exibições 3
Palavras 3.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - O pecado em forma de homem- Pt.2


Fanfic / Fanfiction FIC - Capítulo 3 - O pecado em forma de homem- Pt.2

TAEHYUNGS POV

Finalmente as coisas começaram a ir um pouco a meu favor. Depois de tudo o que a Tiffany tramou para mim, tive a brilhante ideia de tentar achar alguma forma de provar pra Luana que tudo não passou de um engano enorme, tremendo.

Após uma semana do ocorrido no gramado da casa da baranga, só fui capaz de chorar e tentar telefonar pra Lu centenas de vezes. Ela quase nunca me atendia e, se por algum milagre me respondesse, suas respostas eram curtas e secas. Assim como pessoalmente. Tentava sempre me soltar quando a puxava para uma conversa.

Me sentia um lixo. Um lixo de coração partido. A sensação de ver a pessoa que gosta te ignorando principalmente depois de ter trocado o maior laço de afinidade que o ser humano pode, vulgo sexo, é dolorosa. Muito dolorosa. E não contente com isso, com a pessoa que está gostando. 

Passando essa pequena semana do terror, onde fiquei um mínimo consciente de pensar, uma ideia brilhante surgiu.

Tudo o que aquela puta havia feito comigo à força, fora feito no bar. Logo, por conhecer bem o estabelecimento, me lembrei das câmeras de segurança que existiam. Se tivesse sorte, elas poderiam ter gravado tudo o que aconteceu, me dando a maior prova de que a Tiffany era uma escrota, manipuladora e que havia me usado a força. E sabia também que ela não era inteligente o suficiente para ter se tocado nisso na hora.

Não deu outra. Na segunda semana após tudo, fui direto para o bar. Pedi para conversar com o gerente Yang Su, um conhecido meu, para tentar de alguma maneira, as imagens secretas de tudo aquilo.

— Yang, eu preciso tratar de algo sério com você.— Falei, entrando na sala do mesmo.

— Menino Kim! Quanto tempo não te vejo. No que precisa de mim?

Contei todo o ocorrido. Desde ter ido beber apenas para esquecer uns problemas até ter sido abusado pela minha ex namorada.

—... e é por conta de tudo isso que gostaria de ter essas imagena de sua câmera de segurança. Só assim seria capaz de ter minha menina novamente.

Um silêncio coberto de puta tensão tomou o lugar. Tive que esperar alguns longos segundos até uma resposta.

— Eu sinto muito por tudo que aconteceu Tae. Mas não posso! A polícia, se visse essas imagens reveladas, iriam me prender na hora! 

— Claro que não! A Tiffany está tentando se tornar cantora por uma das empresas mais famosas da Coreia. Seu nome foi recentemente revelado e tudo! Seria fácil colocara culpa em seus anti-fãs e fãs. É só dizer que suas câmeras foram roubadas por eles, que tentaram ver o que ela fazia no bar por terem visto milhões de vezes ela entrar e sair de lá! E assim, se livraria da culpa e de qualquer problema futuro.

—Hm.. de fato é um bom acordo. Porém, o que eu ganharia com tudo isso!? Correria a chance de ser preso e ficar longe de meu filho e esposa sem ganhar nada em troca. Seria um acordo unilateral, Tae.

—Aish, para de exagerar Yang Su. Ninguém vai ser preso aqui não. Tem alguma coisa que o senhor queira em troca?

—Bom, sei que você é professor de matemática, certo? 

— Sim, na principal escola de Seoul. Por quê?

— Meu filho anda indo muito mal em sua matéria, porém não tenho dinheiro para pagar uma escola melhor e muito menos dinheiro para um professor particular. O que me diz?

— Pera, você quer que eu dê aulas de graça pro seu filho em troca das imagens da câmera?

— Sim. Durante duas ou três semana, até o necessário para ele colocar a matéria em dia. Se não, nada feito.

Parei para refletir. Dar aula realmente é cansativo e se torna ainda pior se nao estiver recebendo dinheiro em troca.

Mas, nesse caso, eu faria qualquer coisa. Qualquer coisa para ter a Luana em meus braços mais uma vez. 

— Fechado, senhor Yang. Começaremos amanhã.

E deixei o local. Combinamos também que só teria as imagens depois de cumprir minha parte do acordo. Fui troxa? Talvez. Mas um idiota em busca de um coração saudável outra vez. 

 

LUANAS POV
 
Um outro domingo passou como um dia tranquilo. Segui para o hospital de tarde e fui liberada para ir embora logo depois. A Robi não pôde deixar o local no mesmo período que eu portanto fui obrigada a ir sozinha.

Saindo de lá, resolvi passar em um pequeno mercado que se localizava na rua da frente do meu hotel. Precisava estocar mais chocolate e doces para caso um surto de choro voltasse a aparecer.

E após isso, vou passar em um estúdio de tatuagens para fazer o esboço do desenho que quero. Não vou me atrever a fazer a tatuagem logo hoje pois se a Lolô soubesse que fiz sem ela do lado, ia me deixar tatuada com uma mão bem no meio da minha cara. Nada legal.

É muito dificil gostar de alguém. Extremamente. Principalmente por ser uma pessoa que demore a aceitar meus próprios sentimentos e por ser complicado me entregar de corpo, literalmente, e alma para alguém. E é por isso que tudo estava sendo tão dificil.

Passei no mercado e segui a um estúdio mais recomendado pela internet coreana. Já havia feito umas pesquisas antes e aproveitei o tempo livre pra colocá-las em prática.

Entrei por uma porta de vidro dupla, que possuia o nome do local escrito em letras vermelhas e pretas sobre o vidro: Art Tattoos.

— Boa tarde, gostaria de fazer uma pesquisa de preços. Como posso fazer?

Expliquei como seria minha tatuagem e sua coloração, no caso toda preta,para então ter o melhor tatuador indicado para mim. 

—  Bom, pode agurdar um instante que logo levarei você na sala do seu profissional! 

E aguardei apenas uns 10 minutos. Logo ví um jovem sair de uma salinha sorridente com seu braço cheio de plástico-filme, indicando a finalização de uma nova tatuagem nele. 

— Obrigado, cara! Ficou foda! 

— Magina. Liga qualquer coisa! Vai em paz.

E então virei minha cabeça levemente para o lado, reconhecendo a voz do suspeito profissional. Não era mesmo possível.

— JungKook!? 

— Ora ora.. Não acredito que nem no meu trabalho você consegue me deixar em paz, gatinha.

— O que!? Você é tatuador!? Como eu não fiquei sabendo disso antes??

— Você nunca perguntou. — Respondeu nos fazendo rir. Realmente nunca tinhamos tocado no assunto. — Vem, entra na minha sala e vamos ver o que quer fazer nesse corpinho que eu tanto curto.

Cara, não era possível. JungKook tatuador era de mais para minha sanidade mental. O cara já é todo gostoso e ainda me vem com essa. Mas a real é que ele não tinha nenhuma tatuagem no corpo. Pelo menos eu achava que não.

Entrei numa sala de tamanho médio, que tinha uma pequena mesa de vidro com cadeiras em volta mais pro lado esquerdo da porta e tinha uma maca com os materiais necessários para tatuar no lado oposto da sala. Um pouco no fundo do lugar tinha a área reservada para fazer os desenhos dos clientes. 

—  Pode sentar na minha frente, Lu. Então, o que te trás aqui, minha cara?— Ele entrou e fechou a porta.

— Não sei se já te disse antes mas quero tatuar um dragão enorme, todo em preto.

— Huuuuu interessante... E já tem em mente como quer o desenho e a cor?

— A real é que já tenho o desenho pronto. — Falei e tirei de minha bolsa o papel com os rabiscos que eu mesma havia feito. Entreguei para o Kookie.

— Caralho em Lu. Parece que tem muita coisa que eu não sei sobre você, hm? Isso tá muito foda.

— Pois é garanhão. Tenho várias surpresas mesmo. — Disse com uma voz um tanto provocadora. Apoiei meus braços sobre a mesa deixando meu corpo mais perto do dele. — Será que tem como me ajudar com a tattoo, Kookie?

— Se eu fosse você não me provocaria desse jeito, madame. — Me respondeu, olhando no fundo dos meus olhos. — E é óbvio que posso te ajudar. Aonde quer fazer esse dragão, hm?

— Como posso confiar em você sendo que nem tatuagem você tem, hein?

Só foi minha fala terminar e eu fui capaz de ouvir as risadas do Kook na minha frente. 

— Quem foi que te disse isso, hein? Realmente Lu, temos muito pra saber e conhecer um do outro ainda.

E meu ar ficou escasso. Tive que me controlar calmamente pra não agarrar aquele pecado em formato de homem na minha frente. Recuei minhas costas de volta de encontro com a cadeira.

— É.. B-bom, acho que preciso dizer onde quero fazer, certo?

— Ficou gaga é? Hahahaha. Sim, seria ótimo.

— Então, vou querer o dragão do lado esquerdo do corpo, indo da coxa esquerda chegando até meu peito esquerdo. Mais ou menos aqui. — Indiquei o local melhor com as mãos, para não restarem dúvidas.— Quero todo preto, em tons mais claros e outros mais escuros. Esse desenho é bom o bastante?

— Uau.. Que ousada. Eu amei. E sim, o desenho está ótimo. Só vou precisar tirar umas medias certinho pra ajustar ele exatamente em seu corpo e passar o desenho pro papel certo. Vai fazer a tattoo hoje?

— Não. Só vim mostrar o desenho e acertar os detalhes pra marcar a primeira sessão. Preciso vir com a Robi se não ela me mata. 

— Ahhh sim. Então, você vai precisar levantar e deitar na maca pra medir seu corpo e adaptar a tatuagem, pode ser? — Escutei a frase pude sentir certa malícia assim que ela foi falada. Não vou mentir: eu adorei.

— Claro, Sr. Jeon. O que você precisar.

Comecei a levantar e ele acompanhou meu ato, sem tirar os olhos de mim em monento algum. 

Fiz menção de tirar minha blusa, levantando só um pouco de sua barra, mas logo coloquei ela novamente no corpo.

— Acho que não posso tirar a roupa na sua frente. Você está me comendo com os olhos, JungKookie..

— A culpa não é minha que você é dessa maneira. Agora anda logo com isso.

Olhei por alguns breves segundos nos olhos do Kook, dando uma risadinha sacana pro mesmo. 

Levantei novamente minha blusa, mas dessa vez completando o ato de uma vez por todas. Passei, dando leves suspiros propositais visando atiçar o Jung, a blusa pelos meus braços e fechei os olhos para passar a mesma pela minha cabeça.

Olhei para o homem em minha frente e percebi seus lábios semiabertos e seus olhos arregalados, me encarando.

— JungKookie-ah.. Será que eu devo tirar a calça também? Não sei né.. A tattoo começa na minha coxa. O que você acha!?— Perguntei com uma falsa inocência na voz.

— Quanto menos roupa você tiver, melhor.

Ele claramente estava em um estado de prazer intenso. Os olhares sobre minha exposta quase me perfuravam, de tão intensos.

E assim, abaixei a cabeça para desabotoar minha jeans e me inclinei para baixo, tirando a calça de meus pés. Assim que levantei novamente a cabeça e o tronco, percebi que o Kookie havia andado um pouco, ficando quase colado comigo.

O encarei sem desviar o olhar nenhuma vez. Depois, fui empurrada contra a maca pelas mãos grandes do Kook.

Ele passou ambos os braços um para cada lado do meu corpo, me deixando prensada na maca e em seu corpo. Era possível sentir uma leve ereção começando no menino. Como eu adorava deixá-lo assim. 

— Acho que a senhora vai precisar se deixar na maca para as medidas ficarem mais exatas, evirando erros futuros.

— Ah mas Kookie.. Eu ainda não confio em você. Vocês nem tatuagem tem! Como vou saber se posso ou não acreditar no seu trabalho? — Perguntei. Obviamente confiava nele e no que fazia pois as imagens das pessoas felizes em sua parede com as tatugens novas e impecáveis já mostravam isso. E confiava no meu amigo, obviamente. Mas eu amava provocar. Ah, como eu amava.

Ouvi ele rir baixo, fazendo sinal de negação com a cabeça. Fez mais pressão de seu quadril no meu, me fazendo sentir um arrepio no corpo. Ele tirou suas mãos de minhas laterias e pegou minhas mãos com a sua.

Devagar, controlando com suas mãos meus dedos, me fez abrir um botão de cada vez de sua camisa preta. Um por um. Ele usando minhas próprias mãos para completar a ação. Só conseguia encarar as leves aparições em sua pele branca, me fazendo entrar em uma transe pelo fato. da imagem ser tão boa de ver.

Chegamos no último botão e então afastei as duas metades de sua camisa.
E ela se fez presente. Uma tatuagem Maori Tribal em preto e branco apareceu bem na minha cara, me fazendo perder a cabeça.

— Acha que essa é o suficiente, gatinha?

Continuou segurando minha mão direira e levou minha destra até seu peito. Acaricou sua tatuagem com a minha palma. 

— É assim que você gosta, né? Acho que agora você tem como confiar em mim, certo!?

Fixei o olhar na tatuagem e passei levemente as unhas pela mesm. Depois, subi a visão até seus olhos, os encontrando dilatados e exalando prazer.

— Acho que vai ter mais uma coisinha que você vai precisar me provar agora, Kookie..— Disse enquanto minhas mãos foram em seus ombros, o puxando cada vez mais pra perto de mim, lentamente.

— A é!? E o que seria, hm?

— Se você é bom com as mãos, se é que me entende..

— Ah, Luana.. Se tem uma coisa que eu sei fazer bem, é brincar com meus dedos dentro de você.

— Só acredito vendo. E sentindo.

Nesse momento, seu corpo já estava totalmente colado com o meu. Meus braços no entorno de seu pescoço e suas mãos em minha cintura.

Me puxou forte pela cintura, me fazendo desgrudar da maca e me levou de encontro a sua mesa. Liberou rapidamente suas mãos de meu aperto e passou o braço por cima do vidro da mesa, jogando todos os papéis que tinham sobre ela no chão. 

— Senta nela, agora.

E ordenou. E logicamente eu não neguei. Fiz o que me foi pedido.

JungKook se colocou no meio de minhas pernas, na minha frente, enquanto ainda se mantinha com a blusa aberta em seu corpo. Acabei o puxando para mim e iniciei um beijo necessitado e cheio de tesão vindo das duas partes.

Agarrei nos dois ombros da blusa e a tirei do corpo do Kook.

Nossos lábios rapidamente deixaram de ser um simples selar quando ele tocou com a ponta de sua língua meu lábio inferir, depositando uma mordida no mesmo.

Ele agarrou meus cabelos por trás, inclinando meu pescoço para o lado, me deixando totalmente exposta para ele. E eu amava isso.

— Está na hora de sofrer as consequências por não ter acreditado em mim. E por duvidar de mim.— Sussurrou em meu ouvido. Depois, abaixou a cabeça e deixou seus lábios irem de encontro com o meu pescoço.

Sua língua deixava um rastro de saliva quente por toda a minha pele, contrastando totalmente com o ar frio do lugar, me fazendo tremer.

Gemia baixinho em sua orelha enquanto puxava seus cabelos com a minha destra. Não era capaz de proferir uma palavra se quer. Estava totalmente submersa no prazer.

Em um ato ágil, senti as mãos de Kookie abrirem o botão e o zíper do jeans que usava. Assim que finalizou, olhou no fundo dos meus olhos e começou a abaixar minha calça afoito. O ajudei a terminar levantando o quadril da mesa para poder ter finalmente minha calça fora do meu corpo.

Não estava conseguindo disfarçar. Minha calcinha já estava molhada sem nem ao menos ele ter me tocado. Esse era o efeito de JungKook em mim.

Os dedos indicador e do meio da destra do garoto logo passaram por cima de minha calcinha, me fazendo gemer baixinho por mais.

— Já está assim? Ainda nem começamos. Fui eu quem te deixei dessa forma, certo?

— Vai logo com essa merda, garoto..

— Me responda primeiro.— E se afastou de mim. Imediatamente senti falta de seu calor.

— Não faz isso comigo, porra.. Sim, você me deixou assim, necessitada de você.

Sem nem ter muito tempo para pensar, ví Kook se aproximando novamente enquanto chupava os dois dedos já conhecidos pela minha intimidade.

Agarrou minhas costas com a mão esquerda e afundou a cabeça em meu pescoço. Seus dois dedos então me penetraram de uma vez, indo fundo logo de primeira. Os movimentos de vai e vem iniciaram logo depois.

— JungKook.. Ah que delicia porra..

— Você gosta quando eu te toco, doutora?

— E-eu amo..

E seus dedos foram mais rápido. Em um devido momento, sentí ele atingir meu maior ponto de prazer. Não fui capaz de segurar um gemido mais longo.

—Achei.

JungKook então começou a acertar aquele ponto diversas vezes, me fazendo enclinar para trás e me apoiar sobre os cotovelos na mesa.

Continuamos assim por um tempo até que senti vontade de retribuir todo aquele prazer.

— Agora você é meu.

Levantei da mesa e inverti nossas posições. O empurrei sobre a mesa mas o mantendo de pé e logo comecei a beijar todo seu abdômen. Lambi todos os cantinhos de pele exposta do maior. Ele era uma delicia. 

Cheguei até o início de sua calça e não demorei nem dois segundos para completar tudo.

Abaixei o tecido e o encarei. Passei os dedos levemente por cima da ereção já formada.

— Posso, Kookie?

— Puta merda.. Deve. 

E fiquei de joelhos em sua frente e lentamente tirei sua cueca. Olhei brevemente para cima e o ví de olhos fechados e sentindo suas maos firmes em meu cabelo.

Não demorei tanto tempo e caí literalmente de boca. Coloquei seu membro de uma vez todinho pra dentro de mim.

Escutava os gemidos baixinhos e sôfregos do JungKook enquanto falava meu nome em frases cortadas.

— Vai mais rápido, Lu.. Caralho, que boca deliciosa.

E isso me incentivou mais ainda. Agarrei seu falo com uma mão enquanto mantinha chupando sua glande e a minha outra mão foi direcionada a seus testículos.

Os gemidos precisavam ser meio controlados pois ainda estávamos em seu local de trabalho, o que deixava o ambiente mais quente ainda. O perigo de poder ser pego a qualquer hora nos excitava.

— E-eu vou gozar Luana...

— Pode vir, Kookie. Se entrega pra mim agora.

— Abra a boca pra mim.

Ele então tirou minhas mãos de seu membro e eu afastei minha cabeça para trás, abrindo a boca como havia sido me ordenado. 

E ele gozou na minha boca toda, chegando até em partes da minha bochecha. Fiz questão de engolir todo seu sêmen, sentido o gosto agridoce de JungKook.

Esperei um tempo para nossas respirações acalmarem um pouco enquanto ele sentava na mesa buscando mais oxigênio.

— Voce é extremamente boa nisso. Vara, nunca fiquei tão excitado em toda minha vida. Sua boquinha faz milagres, hm?

— Seus dedos por muito pouco não me fazem gozar no meio da sua sala de trabalho, porra. Você é fudido em!? Acho que vou querer duvidar de você mais algumas vezes se essa for minha recompensa no final.

— Sempre que quiser, gata.

Dei uma risada, me levantando de vez do chão. Fui atrás de uns lenços para limpar os vestígios da minha cara e ajeitei minha roupa.

— Vou marcar outro horário com você para vermos de fato a tatuagem. Acho que você já entendeu como eu quero, certo?

— Sim! Lado esquerdo da coxa até peito esquerdo, com o dragão todo em tons de preto. Vou fazer meu melhor para minha melhor cliente. 

— Fiquei tranquilo que voltarei, Kookie. Obrigada por ter sido tão eficaz hahahaha.

— Eu que agradeço!

E então deixei o lugar.

TAEHYUNGS POV

E essas duas semanas e meia de aulas de matemática de graça finalmente haviam acabado. O filho remelento do dono do bar conseguiu as médias que precisava e fui recompensado com o que haviamos combinado.

Hoje a Tiffany ia ter um pequeno show em uma pracinha no meio de Seoul para apresentar seu novo grupo. Ia lotar, isso era certeza. Então, arrumei tudo o que havia planejado e mandei uma mensagem para Luana me encontrar naquele ponto, às 13:00 da tarde daquela terça-feira.

" Por favor, vá para praça do centro às 13:00 de hoje. Tudo será explicado e espero ter seu coração de volta.

                    Eu te amo. "



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