História Fica só um pouco mais - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Rezende
Tags Amor, Bruninho, Bruno Rezende, Discussões, Jogador, Selecao, Vôlei
Visualizações 96
Palavras 1.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, oi!
Sim, eu estou de férias aeeee!
Espero receber visitas da tia criatividade por esses dias kkk
Muito obrigada a todos que estão me acompanhando, eu fico muito feliz por isso e espero fazer o melhor para vocês!
Continuem interagindo, eu amo quando isso acontece! haha
vou parar de enrolação e deixar vocês com um capitulo novinho e com surpresinhas...
beijos e boa leitura!

Capítulo 7 - Demissão por justa causa


 

         Um passo de cada vez meu cérebro dizia, e meu coração, como uma criança desobediente saiu correndo antes mesmo do meu subconsciente pudesse terminar de falar, agora não tinha volta, eu já pedi para ele ficar.

         -Eu juro que não te entendo Juliana. –Ele me disse ainda tentando absorver o meu pedido.

         -Nem eu sou capaz de me entender. Mas apesar de todo o meu medo, o maior deles é deixar você ir sem tentar! –Sentimentos que eu nem imaginava que existiam veio à superfície, e eu os coloquei para fora.

         Bruno não me respondeu com palavras, mas me beijou tão intensamente que valeu por mais do que um milhão de parágrafos gigantes. Há muito tempo eu não me sentia daquela forma.

         Ele me empurrou até a parede mais próxima, derrubando algumas coisas que havia pelo caminho. Uma de suas mãos estava afundada nos meus cabelos, puxando-me ainda mais para ele, e a outra acariciava minhas costas por baixo da camisa.

         Eu estava inebriada sentindo o cheiro do perfume amadeirado dele. Aquilo despertou o desejo de me ousar. Depositei uma mordida no maxilar do Bruno e coloquei minhas mãos em sua bunda.

         Meu couro cabeludo ardeu quando ele enrolou o meu cabelo em sua mão e puxou com força o suficiente para deixar meu pescoço a sua disposição, onde ele alternou entre beijos, lambidas, e mordidas.

         Nossa respiração eram os únicos sons audíveis naquela sala. Até que eu coloquei minha mão dentro da bermuda do Bruno e percorri com a ponta dos dedos, em cima de sua cueca, toda a extensão do seu pau, fazendo-o soltar um gemido rouco.

         Desfiz-me daquela bermuda que insistia em me atrapalhar, e como se fosse uma competição de quem despia quem primeiro, ele estourou os botões da minha camisa com um único puxão forte.

         -Espero que essa não seja a sua preferida! –Ele disse pausadamente em meu ouvido, fazendo-me arrepiar com o seu hálito quente.

         Eu estava tão envolvida que não conseguia formular uma frase se quer, apenas balbuciei qualquer coisa. Ele dava leves mordidas em minha orelha e em meu pescoço, e suas mãos percorriam minha cintura, até que foram parar no meio das minhas coxas.

         Ele parou os seus toques, o que me deixou frustrada e principalmente sem entender nada. Meu corpo ainda estava em extasie, pedindo silenciosamente para ser tocado por aquelas mãos, quando ele me olhou com o sorriso mais irritante que ele poderia e disse:

         -Aqui não!

         Antes de eu responder qualquer coisa ele pegou-me no colo e me levou até o meu quarto, jogando-me em minha cama e deitando-se em cima de mim. Eu pude sentir sua ereção por cima da cueca, e aquilo foi o suficiente para fazer o clima interrompido voltar. Eu não tinha mais controle dos meus atos.

         Peguei uma camisinha no criado mudo e entreguei para ele, o observei enquanto ele a colocava. Foram os segundos mais demorados que já existiu um dia. Eu conseguia ver o suor escorrendo em seu abdômen e em sua testa, isso realmente está acontecendo?

         Ele abriu minhas pernas com os seus joelhos, antes de me penetrar lentamente. Seus olhos estavam fixos nos meus, e aos poucos ele foi aumentando a sua velocidade.

         -Você gosta assim Juliana? –Ele me perguntou e eu apenas gemi alto em resposta.

         Eu já sentia os espasmos do orgasmo se aproximar, e Bruno percebeu quando eu comecei a chama-lo pelo nome. Ele entrelaçou seus dedos aos meus levando minhas mãos acima da minha cabeça, e acelerou seus movimentos, me levando ao ápice, e logo em seguida ele também.

         Bruno depositou um beijo em minha testa deitando-se ao meu lado ainda ofegante. Quando sua respiração se normalizou, ele foi até o banheiro do meu quarto livrar-se da camisinha.

         -Está tudo bem? –Ele me perguntou voltando ao quarto, e eu afirmei com a cabeça.

         -Vem, vou te dar um banho. –Ele disse me ajudando a levantar.

         Bruno colocou-me em baixo do chuveiro e começou a ensaboar meu corpo, ele passeou com suas mãos em partes do meu corpo que eu nem sabia que existia. O segundo round aconteceu com certeza, com direito a peitos amassados no box frio e a comprovação de que ele não trabalha muito bem só com as mãos, mas que faz um ótimo trabalho com a língua.

         Depois do banho devidamente tomado deitamos em minha cama e apenas ficamos ali, um na companhia do outro até adormecermos.

         Acordei um pouco dolorida das aventuras da noite anterior, tateei a cama em busca do Bruno, fiquei um pouco chateada em não o acha-lo. Procurei-o pela casa e também não o encontrei, decidi encarar isso como um recado “foi apenas uma noite”.

         Terminei de me arrumar para o trabalho, calcei meus saltos e dei uma leve conferida no meu relógio, atrasada! O meu taxi ainda não havia chegado, então decidi descer para esperar na portaria.

         Assim que o elevador se abriu no térreo senti meu coração se esquentar, lá estava o Bruno com dois copos grandes de café e um buque. Ele riu da minha cara de surpresa.

         -Bom dia! –Eu disse sorrindo.

         -Bom dia! Dormiu bem? –Ele perguntou a me entregar o meu copo de café e o pequeno buque, e eu assenti com a cabeça.

         -Espero que não se importe, mandei seu taxi embora. –Ele me disse ao bebericar o seu café.

         -Como é que eu vou chegar ao trabalho agora gênio? –Eu disse irritada, todo o encanto estava se rompendo novamente.

         -Sua carruagem a espera madame! –Ele disse apontando para um Nissan que estava sendo estacionado na frente do nosso prédio.

[...]

-Você sabe que eu posso me acostumar fácil com isso né? –Perguntei a ele enquanto me despedia.

-É algo que eu não me importaria! –Ele sorriu. –Tenha um bom dia Ju!

Radiante, era como eu estava me sentindo. Eu sou acostumada a trabalhar o controle da empolgação com os meus pacientes, mas nesse caso eu precisava que trabalhassem comigo, pois se eu não iria começar a me iludir, falhei.

-Juliana, na minha sala, por favor! –Minha professora disse assim que me viu adentrando ao prédio.

-Sim senhora. –Eu disse prontamente e a Rebeca me olhou com um olhar nada confortador.

Assim que entrei na sala dela, a mesma me aguardava sentada em sua enorme cadeira preta. Cumprimentamo-nos e logo em seguida ela me pediu para sentar. Querendo ou não eu estava tão nervosa que os meus músculos se contraiam involuntariamente.

-Tenho uma proposta para você! –Ela fez uma pausa e eu autorizei que ela continuasse. –Juliana, você sempre foi uma das melhores alunas da minha turma. Até por isso, você trabalha comigo hoje. Eu vou ser sincera com você, não queria perder alguém tão importante para a minha equipe, mas acredito que eu não poderei evitar.

Eu tremia internamente, quando eu acreditei que tudo ia começar a dar certo, ela vai me desligar da equipe? Vou ser obrigada a voltar para a casa dos meus pais?

-Vou ser direta. Eu fui contatada pelo Gerente de Esportes do Sesi-SP, ele esta em busca de alguns psicólogos para trabalhar com os times, como eu sou uma pessoa de referencia ele me procurou, decidimos que uma das vagas é sua! È claro, se você aceitar... –Ela falou e um peso saiu de minhas costas. Eu mal comecei e já estou sendo promovida?

-É claro que eu aceito, será uma honra! Eu fico muitíssimo agradecida pela oportunidade, só Deus sabe o quanto eu fico feliz e grata por isso! –Eu expus a minha emoção.

Após eu me acalmar, recebi as coordenadas de como chegar e com quem falar no SESI, e me dirigi até lá após despedir-me da minha mentora e de Rebeca também, pessoas a quem eu tenho muita gratidão.

         Fui atendida pelo diretor Alexandre Ribeiro, que me apresentou as instalações da Vila Leopoldina. Ele me apresentou algumas regras que eu deveria seguir, se eu quisesse manter meu emprego.

         -Eu acho que isso é o mais importante Ju. –Ele terminou de ler comigo as clausulas contratuais, e eu finalmente assinei. –Vamos, acho que ainda vou conseguir te apresentar os meninos do vôlei hoje.

         -Pessoal essa é a Juliana, nossa nova psicóloga. –Ele chamou a atenção de todos para mim.

         Acenei para todos, mas assim que vi o Bruno sair do corredor de acesso ao vestiário eu quase desabei. As palavras de Alexandre dizendo as regras ecoaram na minha mente “É estritamente proibido relacionamentos sexual com qualquer membro da equipe, sendo considerado motivo de demissão por justa causa”, foi como se eu tivesse recebido uma facada em meu peito.

         -Ju! Tudo bem? –Bruno me perguntou aproximando-se de nós.

         -Vocês se conhecem? –Alexandre perguntou.

         -Ela é minha vizinha. –Bruno respondeu ao passar o braço ao redor do meu ombro. Fazendo-me esquivar.


Notas Finais


Não me matem haha
Acredito que o próximo capitulo não vai demorar pra sair...
Espero a opinião de vocês!
PS: Desculpem pelo hot, não ficou muito bom...
Até logo♥


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