História Fictional Boys {Hiatus} - Capítulo 5


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jang Doyoon, Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Personagens Originais, Seungcheol "S.Coups", Shin Dongjin, Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8", Yao MingMing
Tags Drama, Junhao, Magia, Meanie, Mistério, Romance, Verkwan
Visualizações 104
Palavras 1.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então... Esse era pra ser o quinto capítulo, mas acabei fazendo merda e confundir os capítulo. Então apaguei o capítulo que eu tinha postado para que não ficassem confusas. Desculpa T^T espero que gostem desse capítulo.

Capítulo 5 - Garotinha esperta


— Sim, posso recompensar outro dia — respondeu Jeonghan ao telefone. Os meninos à sua frente apenas observavam. Jeonghan poderia ser bem assustador quando queria. Ele desligou o telefone e se sentou, observando minuciosamente cada menino em sua frente, como um detetive tentando achar pistas. — Acho melhor começarem a contar como chegaram aqui ou vão ter que lidar com a polícia — disse sério.

Chen arregalou seus pequenos olhos, assustado, cutucando o hyung ao seu lado para que ele começasse a falar.

— O-olha, não precisa chamar a polícia, não — diz balançando sua cabeça para os dois lados, negando.

Jeonghan arqueou uma sobrancelha para o casal de chineses e, sem se segurar, Soonyoung caiu na gargalhada, levando o mais novo consigo.

— O Jun e o Minghao são altos, mas não matam nem mosca.

Jun fez uma cara de ofendido, e Minghao... Bem, ele estava muito distraído tentando tirar a tinta seca de seus cabelos.

Colocou uma mão no queixo raciocinando. Seungcheol bateu a mão na testa, já prevendo a cena que Yoon provocaria.

— Então, quer dizer que você pretendia matar alguém, mas o plano não deu certo porque Junin e Hão não sabem matar? Isso faz de vocês assassinos... — concluiu sua linha de raciocínio, sem olhar para Jun e Minghao, que fizeram careta ao ter seus nomes pronunciados errado. Quando se deu conta do que falou, ele levantou às pressas, gritando. — CORRE PARA O QUARTO, CHEOL. ESTAMOS DIANTE DE ASSASSINOS! — correu pela sala tentando achar o telefone. Choi apenas revirou os olhos, cruzando os braços. — CADÊ O TELEFONE DESSA CASA? CHOI SEUNG CHEOL, ESTÁ FAZENDO O QUE AÍ SENTADO AINDA? SEI QUE VOCÊ GOSTA DE RIR NA CARA DO PERIGO, MAS TUDO TEM LIMITES!

Os quatro no sofá olhavam a cena enquanto prendiam o riso. Talvez Jeonghan fosse de outro mundo.

— Qual será o entorpecente que ele usou, Hyung? — Chan perguntou, sussurrando para Jun, que estava vermelho de tanto prender o riso.

— Não sei, mas parece que estava estragado.

— Está vendo, Chan? Isso que acontece quando usamos droga — Soonyoung apontou para Jeonghan, que tentava arrancar Seungcheol do sofá.


(...)


— Omma, vamos para casa do tio Han — pediu com a voz manhosa e fazendo um aegyo, sabendo que sua mãe não resistiria.

Aquele era um dia normal e exaustivo. A creche em que Sook ficava não abriu, pois as funcionárias ficaram doentes e a dona achou melhor que não tivesse aula. O que prejudicou Jiyun, que não teve com quem deixar a pequena e acabou levando-a para o seu trabalho, mas Sook estava entediada. Não tinha nada para uma criança fazer naquela fábrica.

Fábricas são entediantes, pensou ela, revirando os olhinhos pequenos.

Jiyun até pensou na ideia, porque, querendo ou não, a mais nova estava atrapalhando, pois a mãe tinha que ficar de olho no trabalho e na menina.

— Ele deve estar ocupado no trabalho — respondeu, pegando as caixas com as fraldas já prontas e levando para o balcão, onde elas seriam arrumadas e colocadas em sua embalagem.

A Yoon mais nova suspirou triste com a resposta da mãe. Estava com saudade do seu tio e de suas histórias legais.

— Omma, ligue para ele, ligue para o titio Han. Se ele estiver trabalhando, eu juro que fico quietinha olhando você trabalhar — juntou as mãos perto do rosto e piscou seus olhinhos para a mais velha, que suspirou e pegou o celular do bolso, entregado para ela. 


— Ligue. Se ele estiver trabalhando, peça desculpas e não incomode — disse vendo a menina sorrir em resposta, digitando o número tão conhecido por ela. 


~Ligação on~


— Alô? É da pizzaria? — colocou a mão na boca para evitar rir e acabar estragando seu trote. 


— Olha, eu não sei, mas acho que não. Jeonghan parece mais que vende drogas e não pizza — responde uma voz desconhecida, fazendo a menina arregalar os olhos e tirar o celular do ouvido para checar se tinha errado o número. Mas ela não tinha errado. 


— Olha aqui! Devolve o celular pro meu titio, seu feio.


— Feio? Você só sabe xingar desse jeito? Que bebezinha — o desconhecido soltou uma gargalhada, arrancando uma cara feia da pequena. — Jeonghan, tem uma menininha querendo falar com você. 


— Sook? O que quer? 


— Mamãe ‘tá indo me levar pra sua casa, daí vou te salvar da voz feia. Calma, tio, já estou chegando — desligou o telefone na cara dele, sem esperar a resposta. 


Ligação off~ 


— Vamos, mamãe, temos que ir rápido! — puxou a mulher pela mão. O patrão da mesma tinha liberado-a para que levasse a filha para casa do irmão. 


— Calma, filha. Por que você tem que ser sempre tão apressada? — reclamou ao ser puxada pela menor. 


— Quanto mais rápido for, mais rápido irei tirar a voz feia da casa do meu tio. 


— Que voz feia? — perguntou, mas foi ignorada pela menor, que estava focada demais em olhar se vinha algum carro na rua. 


— Anda, mamãe, anda! — apressou, andando mais rapidamente. 


Por sorte ou não, Jeonghan morava perto da fábrica em que Jihyu trabalhava. No máximo dois quarteirões ou menos. 


Com os passinhos rápidos de Sook, elas duas logo chegaram no apartamento de Ghan.


— TIO HAN! — gritou, batendo seus bracinhos na porta. 


— Calma, Yoon Seok! Essa não é a educação que estou te dando — brigou com a menina, que continuava batendo na porta. 


Foi então que Jeonghan finalmente abriu a porta, saindo e pegando a menininha no braço, fechando a porta na cara da irmã logo em seguida.


— Uma pessoa que não tem educação, não pode dar educação para outra pessoa — falou rindo para a porta, ouvindo os xingamentos de sua noona do outro lado da porta. 


— Mais que menina feia e melequenta — falou Seungcheol, olhando para a menina nos braços de Jeonghan. 


Sook olhou com raiva para aquele homem que a chamou de feia. Ele estava ao lado de mais quatro meninos que ela nunca tinha visto antes. 


— Você é a voz! — apontou com raiva para o de cabelos negros, que deu os ombros, nem ligando para a raiva da menor. — Eu vou quebrar você ao meio, seu feio.


Foi então que uma cena hilária aconteceu. Sook desceu dos braços do tio, correndo na direção de Seungcheol, lhe dando um baita chute na canela. A coisa foi tão séria, que Jeonghan podia jurar que ouviu o sapato da menor se chocando com o osso da perna de Choi. 

Jeonghan e os demais começaram a rir das caretas que Seungcheol fazia. A menor o encarava com um olhar fulminante. 

— Sua peste, ninguém te educou, não? — reclamou massageando a área atingida. — Quem será o próximo a me bater nessa casa? 

— Olha, hyung, eu não sou a favor da violência, mas se você pedir com carinho, eu posso te dar um soco — ofereceu Chan com um sorriso no rosto. Inocente, não tinha entendido o tom de ironia na voz do mais velho. 

— Foi uma pergunta retórica, criança, ou seja, não tem resposta — Minghao explicou para Chan, que acenou em concordância. 

— Jihyu realmente não é muito boa em ensinar algo — disse sentando no sofá, sendo acompanhado pela menor. — Vamos ensiná-la a não falar com estranhos e a não aceitar nada de desconhecidos. 

— Isso! Eu sou ótimo com crianças — Jun falou fazendo cosquinha em Sook, que deu uma gargalhada fofa. Mas logo parou, ficando quieto e sério — Sook, tem que dizer não para qualquer coisa que um estranho te oferecer, entendeu?

— Sim, oppa. 

— Então vamos treinar — disse Seungcheol, se juntando ao grupinho, arrancando uma careta de Sook. — Se um estranho disser: "Vamos comer um biscoitinho", o que você vai responder?

A pequena pensou um pouquinho e respondeu animada.

Oba! Vamos — levantou os bracinhos demonstrando estar feliz. 

— Está errado, você tem que falar não — Chen inclinou a cabeça para o lado, confuso com o que o seu hyung falou.

— Mas e se for biscoito oreo, Soonyoung Hyung? Tem que dizer não mesmo assim? — perguntou confuso, fazendo a menina olhar da mesma forma para o platinado.

Antes que pudesse explicar para as crianças, Soonyoung foi interrompido pela voz rouca e potente de Choi.

— E se algum desconhecido disser: "Sook, vamos tomar um sorvetinho?", o que você responderia? — olhou para menor, que não demorou muito e respondeu.

— Se ele é um desconhecido, como é que ele sabe meu nome?


Notas Finais


Irei resposta o capítulo da morte de Jisoo, apenas me desculpem pela confusão.


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