História Fifty Shades of Green - Capítulo 8


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Categorias 50 Tons de Cinza, Austin Mahone, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Camreng!p, Dinah Jane, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Normanigp, Shawn Mendes
Exibições 149
Palavras 2.997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - I'm coming to get you.


O BAR ESTÁ BARULHENTO e agitado, cheio de formandos querendo ficar bêbados. Shawn se junta a nós. Ainda falta um ano para ele se formar, mas está no clima de festa e nos ajuda a comemorar nossa liberdade recém-adquirida pagando uma jarra de margarita para todo mundo. No quinto copo, percebo que não é uma boa ideia depois do champanhe.

- E agora, Mila? - Shawn grita mais alto que o barulho.

- Dinah e eu vamos nos mudar para Seattle. Os pais dela compraram um apartamento lá para ela.

- Dios mío, vai levar uma vida de pobreza, então? - brinca ele. - Mas você vai voltar para minha exposição?

- Claro, Shawn, eu não perderia isso por nada no mundo.

Sorrio, e ele passa o braço em volta da minha cintura e me puxa mais para perto.

- É muito importante para mim que você esteja presente, Mila - murmura ele no meu ouvido. - Outra margarita?

- Shawn Mendes! Está tentando me embebedar? Porque está conseguindo... - Eu rio. - Acho melhor eu tomar uma cerveja. Vou buscar para a gente.

- Mais bebida, Mila! - grita Dinah.

Dinah tem a resistência de um touro. Está pendurada em Levi, um dos nossos colegas de inglês e seu fotógrafo de praxe no jornal dos alunos. Ele desistiu de fotografar a embriaguez que o cerca. Só tem olhos para Dinah. Ela está usando uma batinha, jeans justo e salto alto, o cabelo preso no alto da cabeça com cachinhos soltos emoldurando o rosto, espetacular como sempre. Eu faço mais o estilo All Star e camiseta, mas estou usando a calça jeans que mais me favorece. Desvencilho-me do abraço de Shawn e me levanto da mesa.

Uau. Minha cabeça roda.

Tenho que agarrar o encosto da cadeira. Coquetéis à base de tequila não são uma boa ideia.

No caminho para o bar resolvo ir ao banheiro enquanto ainda estou em pé. Boa ideia, Camila. Ando trôpega no meio da multidão. Claro, tem fila, mas pelo menos está calmo e fresco no corredor. Pego o celular para aliviar o tédio da espera. Humm... Para quem eu liguei por último? Foi para o Shawn? Antes dele tem um número que não reconheço. Ah, sim. Jauregui, acho que esse número é dele. Sorrio. Não sei que horas são, talvez eu o acorde. Talvez ele possa me dizer por que me mandou aqueles livros com a mensagem enigmática. Desmancho o sorriso embriagado e aperto a tecla “ligar”. Ele atende no segundo toque.

- Camila?

Está surpreso com a minha ligação. Bem, francamente, eu estou surpresa com a minha decisão de ligar para ele. Então, meu cérebro atordoado registra... como ele sabe que sou eu?

- Por que me enviou os livros? - pergunto com a voz engrolada.

- Camila, você está bem? Está falando de um jeito estranho. - A voz dele parece preocupada.

- A estranha não sou eu, é você.

Pronto, falei. Minha coragem alimentada pelo álcool.

- Camila, você andou bebendo?

- O que você tem com isso?

- Estou... curioso. Onde você está?

- Num bar.

- Que bar? - ele parece exasperado.

- Um bar em Portland.

- Como você vai para casa?

- Vou dar um jeito.

Essa conversa não está tomando o rumo que eu esperava.

- Em que bar você está?

- Por que me enviou os livros, Lauwrence?

- Camila, onde você está? Diga agora.

O tom dele é muito... muito autoritário, aquela mania de controle de sempre. Imagino-o como um diretor de cinema dos velhos tempos, usando calças de montaria, segurando um megafone antiquado e um chicote. A imagem me faz rir.

- Você é muito... dominador.

Dou uma risadinha.

- Camila, por favor, onde você está, porra?

Lawrence falando um palavrão. Torno a rir.

- Estou em Portland... bem longe de Seattle.

- Onde em Portland?

- Boa noite, Lawrence.

- Camila!

Desligo. Rá! Se bem que ele não me falou dos livros. Franzo a testa. Missão não cumprida. Estou muito bêbada mesmo - minha cabeça gira enquanto me arrasto com a fila. Bem, o objetivo era tomar um porre. Consegui. Provavelmente uma experiência a não ser repetida. A fila andou, e agora é a minha vez. Olho inexpressivamente para o cartaz atrás da porta do banheiro que exalta as virtudes do sexo seguro. Que droga, eu acabei de ligar para Lawrence Jauregui? Merda. Meu telefone toca e me assusta. Solto um grito de surpresa.

- Oi - atendo timidamente. Não contava com isso.

- Estou indo buscar você - diz ele, e desliga. Só Lawrence Jauregui poderia soar tão calmo e tão ameaçador ao mesmo tempo.

- Cacete.

Puxo as calças. Meu coração acelera. Vindo me buscar? Ah , não. Vou vomitar... não... estou bem. Aguente firme. Ele só quer me confundir. Eu não disse onde estava. Ele não pode me encontrar. Além do mais, levaria horas para vir de Seattle até aqui, e a essa altura já vamos ter ido embora há muito tempo. Lavo as mãos e me olho no espelho. Estou vermelha e ligeiramente fora de foco. Humm... tequila.

Espero no bar pelo que parece uma eternidade pela caneca de cerveja e acabo voltando para a mesa.

- Você demorou muito - Dinah me repreende. - Onde estava?

- Na fila do banheiro.

Shawn e Levi estão tendo uma discussão acalorada sobre o time local de beisebol. Shawn para de falar a fim de servir cerveja para todo mundo, e eu bebo um bom gole.

- Dinah, acho melhor ir lá fora tomar um pouco de ar puro.

- Camila, você é muito fraquinha.

- Volto em cinco minutos. Torno a atravessar a multidão. Começo a ficar enjoada, a cabeça rodando, e estou um pouco desastrada. Um pouco mais que o normal.

Beber no estacionamento, no ar frio da noite, dá a dimensão do quanto estou bêbada. Minha visão foi afetada, e estou realmente vendo tudo duplicado, como nos desenhos antigos de Tom e Jerry. Acho que vou vomitar. Por que me permiti ficar desse jeito?

- Mila. -  Shawn veio atrás de mim. - Você está bem? - Acho que bebi além da conta.

Dou um sorriso sem graça para ele.

- Eu também - murmura ele, e me lança um olhar profundo com seus olhos escuros. - Precisa de ajuda? - ele pergunta e chega mais perto, passando o braço em volta de mim.

- Shawn, estou bem. Está tudo sob controle.

Tento afastá-lo com delicadeza.

- Mila, por favor - murmura, e agora está me abraçando e me puxando para ele.

- Shawn, o que você está fazendo?

- Você sabe que gosto de você, Mila, por favor.

Ele tem uma das mãos na altura da minha cintura, segurando-me contra ele, e a outra no meu queixo, inclinando minha cabeça para trás.

Puta merda... Ele vai me beijar.

- Não, Shawn, pare. Não.

Dou um empurrão, mas ele é um muro de músculos, e não consigo movê-lo. Sua mão deslizou para o meu cabelo, e ele está segurando minha cabeça.

- Por favor, Mila, cariño - sussurra ele próximo aos meus lábios.

Seu hálito é suave e muito doce - cheira a margarita e cerveja. Ele me beija delicadamente do queixo até o canto da boca. Estou apavorada, bêbada e sem controle. A sensação é sufocante.

- Shawn, não - imploro. Eu não quero isso. Você é meu amigo e eu acho que vou vomitar.

- Acho que a senhorita disse não - uma voz baixa surge na escuridão.

Puta merda! Lawrence está aqui. Como? Shawn me larga.

- Jaregui - diz ele secamente.

Olho aflita para Lawrence. Ele fuzila Shawn com os olhos, e está furioso. Merda. Estou enjoada, e me encolho, meu corpo não consegue mais tolerar o álcool, e então vomito espetacularmente no chão.

- Uh. Dios mío, Mila! - Shawn dá um pulo para trás, enojado. Jaregui pega o meu cabelo, puxando-o para fora da linha de fogo e delicadamente me conduz até um canteiro elevado no limite do estacionamento. Vejo, com profunda gratidão, que o canteiro está relativamente no escuro.

- Se for vomitar de novo, vomite aqui. Eu seguro você.

Ele está com um braço em volta dos meus ombros - o outro segura meu cabelo para trás num rabo de cavalo improvisado, tirando-o do meu rosto. Tento afastá-lo de modo desajeitado, mas vomito de novo... e de novo. Ai, merda... quanto tempo isso vai durar? Mesmo quando meu estômago está vazio e nada sai, continuo sentindo ânsias terríveis. Prometo a mim mesma que nunca mais vou beber. Isso é simplesmente horrível demais para descrever. Finalmente, para.

Minhas mãos estão pousadas na parede de tijolos do canteiro, e eu mal consigo me manter em pé. Vomitar profusamente é exaustivo. Jauregui me solta e me entrega um lenço. Só ele teria um lenço de linho recém-lavado com um monograma. CTG. Eu não sabia que ainda havia desses lenços à venda. Vagamente, me pergunto o que quer dizer o T enquanto limpo a boca. Não consigo olhar para ele. Estou morta de vergonha, com nojo de mim. Quero ser engolida pelas azaleias do canteiro e estar em qualquer lugar, menos aqui.

Shawn continua rondando na entrada do bar, nos observando. Gemo e seguro a cabeça com as mãos. Este tem que ser o pior momento da minha vida. Minha cabeça ainda roda enquanto tento me lembrar de algo pior, e só consigo pensar na rejeição de Lawrence, o que foi muito pior em termos de humilhação. Arrisco olhar para ele. Ele está me observando, o rosto sereno, sem dizer nada. Quando me viro, vejo Shawn, que parece bastante envergonhado e, como eu, intimidado com Jauregui. Olho furiosa para ele. Tenho algumas palavras adequadas para o meu pseudoamigo, nenhuma das quais posso repetir na frente de Lawrence Jaregui, CEO. Mila, quem você acha que engana? Ele acabou de ver você vomitar por todo o chão e por toda a flora local. Não dá para fingir que você se comporta como uma dama.

- Eu, hã... vejo você lá dentro - murmura Shawn, mas ambos o ignoramos, e ele volta para o bar com o rabo entre as pernas. Estou sozinha com Jauregui. Puta que pariu. O que devo dizer a ele? Pedir desculpas pelo telefonema.

- Desculpe - digo baixinho, olhando para o lenço, que torço furiosamente entre os dedos.

É muito macio.

- Por que está pedindo desculpas, Camila?

Droga! Ele quer a porra de um reconhecimento.

- Pelo telefonema, principalmente. Por vomitar. Ah, a lista não tem fim - murmuro, sentindo que estou corando.

Por favor, por favor, posso morrer agora?

- Todos já passamos por isso. Talvez não de forma tão dramática quanto você - diz ele secamente. - Tem a ver com conhecer os seus limites, Camila. Na verdade, sou favorável a ultrapassar os limites, mas realmente isso é intolerável. Você tem esse tipo de comportamento habitualmente?

Minha cabeça zumbe com o excesso de álcool e de irritação. Que diabo isso tem a ver com ele? Eu não o convidei para vir aqui. Ele parece um homem de meia-idade me repreendendo como se eu fosse uma criança insolente. Parte de mim quer dizer que se eu quiser tomar um porre assim toda noite, a decisão é minha e ele não tem nada a ver com isso. Mas não sou corajosa o bastante. Não agora que vomitei na frente dele. Por que ele continua parado ali?

- Não - digo arrependida. - Eu nunca tinha tomado um porre antes, e não tenho a mínima vontade de fazer isso de novo.

Simplesmente não entendo por que ele está aqui. Começo a me sentir fraca. Ele percebe a minha tonteira e me agarra antes que eu caia, e me abraça para me levantar, segurando-me junto ao peito como se eu fosse uma criança.

- Vamos, vou levar você para casa - murmura ele.

- Preciso avisar a Dinah. - Estou nos braços dele de novo.

- Meu irmão pode avisar a ela.

- O quê?

- Meu irmão, Norman, está falando com a Srta. Jane.

- Hã? - Não entendo.

- Ele estava comigo quando você ligou.

- Em Seattle? - Estou confusa.

- Não, estou hospedado no Heathman.

Ainda? Por quê?

- Como me encontrou?

- Rastreei o seu telefone celular, Camila.

Ah, claro que rastreou. Como isso é possível? É legal? Espião, murmura meu inconsciente através da nuvem de tequila que ainda flutua no meu cérebro, mas, de alguma forma, por ser ele, eu não me importo.

- Você veio com jaqueta ou bolsa?

- Hã... sim. Vim com as duas coisas. Lawrence, por favor, preciso avisar a Dinah. Ela vai ficar preocupada.

Sua boca se contrai e ele suspira forte.

- Se é necessário.

Ele me solta e, pegando a minha mão, me conduz para dentro do bar. Sinto-me fraca, ainda bêbada, envergonhada, exausta, mortificada, e, em algum nível estranho, absolutamente elétrica. Ele está apertando a minha mão - que leque confuso de emoções. Vou precisar de pelo menos uma semana para assimilar tudo isso.

O bar está barulhento, lotado e, como a música começou a tocar, tem uma multidão na pista de dança. Dinah não está na mesa, e Shawn desapareceu. Levi parece perdido e abandonado.

- Cadê a Dinah? - grito para Levi mais alto que a barulheira. Minha cabeça começa a latejar no ritmo das batidas da música.

- Dançando - grita Levi, e posso dizer que ele está furioso.

Ele olha desconfiado para Lawrence. Visto a jaqueta preta e passo a alça da minha bolsinha a tiracolo pela cabeça, e ela fica na altura dos meus quadris. Estou pronta para ir, depois que encontrar Dinah.

Encosto no braço de Lawrence e me estico para gritar em seu ouvido:

- Ela está na pista de dança - meu nariz roça o cabelo dele, e sinto o seu cheiro de limpeza. Todos os sentimentos proibidos e desconhecidos que tentei afastar vêm à tona e correm desordenadamente pelo meu corpo esgotado. Enrubesço e bem, bem lá no fundo de mim, meus músculos se contraem deliciosamente.

Ele revira os olhos, torna a pegar minha mão e me conduz para o bar. Imediatamente é atendido. Ninguém deixa o Sr. Maníaco por Controle Jauregui esperando. Será que tudo é sempre tão fácil para ele? Não consigo ouvir o que ele pede. Ele me entrega um copo bem grande de água com gelo.

- Beba. - Ele grita essa ordem para mim.

O movimento das luzes segue o ritmo da música, lançando no bar e na clientela uma iluminação colorida estranha, alternada com sombras. Lawrence está ora verde, ora azul, ora branco, ora num tom vermelho demoníaco. Ele me observa atentamente. Dou um gole hesitante.

- Beba tudo - grita.

Ele é muito autoritário. Passa a mão pelo cabelo revolto. Parece frustrado, irritado. Qual é o problema desse cara? Além do fato de uma garota boba de porre ligar para ele no meio da noite e ele achar que ela precisa ser acudida. E no fim ainda precisa se livrar do amigo excessivamente amoroso dela. Depois, vê-la passar muito mal aos seus pés. Ah, Camila... você algum dia vai esquecer isso? Meu inconsciente me encara furioso por cima dos óculos de leitura. Cambaleio um pouco, e Jauregui põe a mão no meu ombro para me equilibrar. Obedeço e bebo tudo, o que faz meu estômago embrulhar. Pegando o copo da minha mão, ele o coloca no bar. Reparo nebulosamente em como está vestido: camisa de linho branca folgada, calça jeans justa, tênis All Star preto e um paletó escuro de risca de giz. A camisa está desabotoada no colarinho, e dá para ver uns pelos esparsos na abertura. Em meu estado de espírito meio grogue, Lawrence Jaregui parece apetitoso.

Ele torna a pegar minha mão.

Que droga, está me levando para a pista de dança. Merda. Eu não danço. Ele pode sentir minha relutância, e, embaixo das luzes coloridas, vejo seu sorriso divertido e sarcástico. Ele dá um puxão firme na minha mão, e estou de novo em seus braços, e ele começa a se movimentar, conduzindo-me. Caramba, ele sabe dançar, e eu não consigo acreditar que o estou seguindo passo a passo. Talvez seja pelo fato de estar bêbada que eu consiga acompanhar. Ele está me segurando colada a si, o corpo contra o meu... se não estivesse me apertando tanto, tenho certeza de que eu iria desmaiar a seus pés. Lá do meu íntimo, lembro o aviso que minha mãe sempre me dá: Nunca confie em um homem que saiba dançar.

Ele avança comigo até o outro extremo da pista de dança repleta de gente, e nos aproximamos de Dinah e Norman, o irmão de Lawrence. A música está martelando, barulhenta, retumbando fora e dentro da minha cabeça. Ah, não. Dinah está dançando daquele jeito. Está se rebolando toda, e só faz isso quando está a fim de alguém. Isso significa que amanhã seremos três no café da manhã. Dinah!

Lawrence se estica e grita no ouvido de Norman. Não consigo ouvir o que ele diz. Norman é alto e tem ombros largos, pele negra, cabelo castanhos encaracolado e olhos escuros com um brilho malicioso. Não dá para ver a cor deles naquele calor pulsante das luzes piscando. Norman ri e puxa Dinah para seus braços, onde ela parece felicíssima de estar... Dinah! Mesmo com a minha embriaguez fico chocada. Ela acabou de conhecê-lo. Confirma com a cabeça o que quer que Norman tenha dito, ri para mim e acena. Lawrence nos leva para fora da pista de dança num passo rápido.

Mas não consegui falar com ela. Ela está bem? Vejo para onde as coisas se encaminham. Preciso fazer o sermão do sexo seguro. Na minha cabeça, torço para ela ler um dos cartazes na porta do banheiro. Meus pensamentos invadem meu cérebro, lutando contra a sensação confusa de embriaguez. Está muito quente, muito barulhento, muito colorido - muito claro. Minha cabeça começa a rodar, ah, não... e sinto o chão subindo de encontro ao meu rosto, ou pelo menos é o que parece. A última coisa que ouço antes de desmaiar nos braços de Lawrence Jaregui é o seu rude epíteto.

- Merda!



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