História Fifty Shades Of Parmiga - Capítulo 20


Escrita por: ~ e ~0hmygloria

Postado
Categorias Invocação do Mal, Vera Farmiga
Personagens Personagens Originais, Vera Farmiga
Tags Invocação Do Mal, Parmiga, Patrick Wilson, The Conjuring, Vera Farmiga
Visualizações 44
Palavras 1.890
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, demoramos mais esta aqui. se sem alguem pra culpar sou eu @caseynovak kkk eu tive um bloqueio do tamanho do mundo entao atrasei a Ju (<3)vamos ler e até a proxima (talvez?)

Capítulo 20 - Chapter Twenty


Fanfic / Fanfiction Fifty Shades Of Parmiga - Capítulo 20 - Chapter Twenty

– Então faça isso todos os dias...oficializando primeiramente, Mr. Wilson – Ressaltou o sobrenome do homem que tanto amava. Respirou profundamente e sorriu aliviada por finalmente dize–lo. Entrou no abraço protetor do ator e selou seus lábios com tamanha paixão, que o fogo fora despertado imediatamente fazendo com que ela cravasse as unhas nos fios loiros dele. – Temos que contar para sua mãe... – Suspirou entre o beijo – E o...resto da família

– Ela vai soltar fogos de artifício quando descobrir – o ator acariciou de leve as costas da mulher a trazendo mais para perto de si – podíamos organizar um jantar e contar a todos

– E eu estou ansiosa demais para esperar até amanhã ou depois...podíamos fazer isso agora, que tal? – Disse empolgada – Para a família e os amigos mais próximos...

– Faço o que for para ter ver feliz – ele passou a mão pelas maçãs da morena – vamos começar os telefonemas

– Você faz. – Ordenou com firmeza logo em seguida lhe dando um riso leve, revelando a ironia sobre a autoridade de Wilson. Dera uma piscadela e minutos depois, já seguiam de volta para a mansão da família de Patrick onde costumavam realizar eventos especiais como aquele.

Após o trajeto finalizado, Patrick já podia ver a euforia mista aos olhos azuis cheios de vida de Vera, impaciente para logo anunciar um novo começo para todos que ali estariam presentes. Sorriu ao vê–la tentando disfarçar perto de Lisa a notícia mas a conhecia demais para saber que ela não iria se conter e logo sentia o abraço forte de sua mãe, exalando sua alegria interior por si e Vera.

– Vamos comemorar agora mesmo meu filho. – Afirmou Lisa sorriso para Patrick em seguida Vera – Eu jamais esperei por este dia confesso... – Riu – Mas minha alegria é imensurável.

– Obrigada Lisa – Farmiga agradeceu acariciando a mão da mais velha

– Fazer o que fui amarrado – Patrick sorriu com ironia olhando a morena e em seguida sua mãe – Só não chama muita gente dona Lisa porque não queremos que a imprensa saiba, por enquanto, estamos tão felizes não quero que ninguém estrague esse momento.

– Patrick! – A morena de olhos claros exclamou fitando–o incrédula.

– Não dê ouvidos a ele Vera, meu filho é dotado de inúmeros talentos um deles é o sarcasmo sem limites... – A mais velha riu puxando–a pela mão em direção à sala principal da mansão, dotada de uma decoração exótica em tons fortes como turquesa e azul petróleo.

Vera não se cansava de admirar o bom gosto de sua sogra. Seus olhos já haviam presenciado inúmeros cenários luxuosos, mas não como a casa onde seu futuro marido fora criado. E admirava, admirava demais a singeleza daquela família mesmo sendo uma das mais ricas do país. Sentou–se no sofá de couro bege e cruzou as pernas, escutando cada detalhe do jantar que Lisa lhe dizia com júbilo. Olhou para Patrick e o viu entretido com o celular, aquilo lhe deixou curiosa para saber com quem ele trocava mensagens, mas Lisa lhe tomava toda a atenção. Patrick riu das palavras mal digitadas de Lea, e dirigiu–se para a cozinha quando a mesma realizava uma chamada.

– Querido me diz que você esta brincando... – Murmurou lentamente através da ligação

– Não estou brincando, é tudo verdade, vou noivar, casar, construir uma  família – ele disse se apoiando na bancada e segurando o telefone próximo a si – queria que você soubesse por mim

– Eu – Bebericou do gargalo a bebida alcoólica – Não posso acreditar que isso seja verdade, esse não é o meu Patrick. Mas tudo bem, você quer brincar de casinha...eu entendo sua carência maternal.

– As pessoas mudam Lea, se você se apaixonasse também mudaria... não estou brincando de casinha é verdade

– Eu quero te ver, preciso ouvir pessoalmente – A loira majestosa disse enquanto passava uma das mãos pelos cabelos sedosos rindo sarcástica recusando–se a acreditar no que aquele que fora feito por si intensamente inúmeras vezes lhe dizia durante aquela chamada. Maldita chamada. Lea Taylor morreria de amor? De fato, seu peito queimava por de fato perder Patrick, mas não doía tanto quanto seu ego ferido. Humilhado diante de uma simples mulher ao seu ver exigente.

Lançou a garrafa contra a parede floral e lhe disse: – Eu estou indo para onde você está.

– Lea não venha, não quero você arrumando nenhum problema, estamos em paz, siga sua vida

– Você pertence a mim, sempre pertenceu. Eu não poderia deixar de ir a um jantar de família tão importante como esse. – Sorriu fracamente

– Eu não sou seu Lea – pausou – não mais, a muito tempo.

– Até logo, Patrick – Disse e desligou. Olhou para seu reflexo no imenso espelho a frente da cama bagunçada e com força, arremessou o aparelho sobre o mesmo sentindo seus tímpanos latejarem com o barulho do objeto se quebrando em mil pedaços no chão. Juntou todas as forças de seus pulmões eivados pela nicotina e gritou em nome da sua vaidade insultada por Patrick e Vera.

Vestiu–se de um estonteante e longo vestido vermelho de fenda generosa como o decote e rubis, explicitando–os para todos estariam ao seu redor naquela noite. Não prendeu os cabelos, Patrick os preferia soltos. Minutos depois já se encontrava na mansão, como Vera admirando o bom gosto de sua velha amiga, que agora caminhava a sua direção.

– Boa noite, Lisa Wilson – Cumprimentou–a com riso zombeteiro nos lábios

A matriarca dos Wilson encarou dos pés à cabeça a mulher em sua frente sem acreditar no que via.

– O que você está fazendo aqui? – Ela sussurrou próximo a loira para não chamar atenção dos demais convidados – você não é bem–vinda, vai para sua casa – Lisa sentia o cheiro de álcool que exalava de Taylor e sabia que a mulher faria algum escândalo.

– Patrick me convidou para esta reunião família e eu não poderia fazer a desfeita de não presenteá–la com a minha ilustre presença. – Afirmou estufando o peito robusto de vanglória. – Vamos, não queremos atrasar os pombinhos com essa magnífica notícia... – Dissera enquanto caminhava em direção a imensa mesa requintada onde Patrick e Vera sentavam–se um ao lado do outro. – Boa noite para todos...

O loiro segurou firme a mão de Vera como num intuito de protegê–la de Lea que aparentava bem alterada psicologicamente.

– O que você está fazendo aqui? – Perguntou audível, mas fazendo o máximo de esforço para não ultrapassar o tom.

A loira mais velha caminhou confiante até ele para a surpresa de todos, acariciou seu rosto e logo abriu um riso malicioso nos lábios colando–os nos de Patrick como se a presença de Vera, fosse irrelevante como a de um inseto.

– Vim lhe dar os parabéns pessoalmente pelo belíssimo noivado, e principalmente a Vera que já está com certa experiência no assunto... – Piscou para a atriz incrédula sobre a cadeira de madeira rara

– Lea eu não permitir você entrar aqui e ofender a Vera – o ator levantou da cadeira e a encarou – tenha um pouco de dignidade e saia por onde entrou – disse audível

Taylor olhou mais uma vez profundamente nos olhos do homem e sorriu brevemente, segurou firme em um dos braços do mesmo e livrou–se com desprezo, caminhando com pressa até a mesa minuciosamente decorada para a ocasião e a desfez em segundos puxando pela toalha de seda.

– Desfrutem da noite, por favor – Ela disse com desprezo – E você – Fitou Patrick – Ainda irá voltar para a sua coleira... – Murmurou ironicamente deixando o local com elegância sobre os saltos YSL

Patrick puxou Vera e abraçou, como num modo de mostrar para a morena que tudo ficaria bem.

Suspirou sobre os cabelos dela e sussurrou um pedido de desculpas.

– Eu não sabia que ela viria aqui fazer escândalo, não sabia mesmo.

A atriz não respondera, apenas afundou o rosto sobre a curva do pescoço do dominador e por um momento, desejou não estar ali ou até mesmo não ter conhecido Patrick pois isso a livraria da presença de Lea Taylor. Arrependendo–se poucos segundos depois, acariciou a nuca do mesmo e assentiu com a sugestão de Lisa para que comemorassem no salão externo.

– Você ta bem Vera? – Patrick perguntou assim que chegaram ao local onde Lisa havia arrumado tudo, deu graças a sua mãe por ser tão rápida em alguns momentos.

– Sim. – Confirmou rapidamente e o fitou por alguns segundos.

Lea partiu sem dizer adeus e Vera tentava ver através de Patrick, como muitas vezes conseguiu. Sua resposta desejada era: Lea já não lhe causava efeitos, tão pouco o importava.

Vera falhou, ele estava irreconhecível. Patrick tornou–se outro ser que a partir daquele momento, ela foi capaz de ver. A frieza, o modo impecável de como ele escondia os sentimentos era ainda mais absoluta, mas algo estava estampado em seus olhos claros: o temor de perde–la mais uma vez. Naquele momento, as mãos frias dele segurando seu antebraço quente de insegurança, a soltaram e logo um abraço cheio de saudade expulsou com pressa o clima pesaroso que Thompson criara.

Lisa fez questão de que todos comemorassem com tudo que havia direito, e o fizera com perfeição. A sala externa de estar parecia quente o suficiente para dar espaço para o ambiente familiar que há tempos desconhecia a família dos Wilson. A matriarca olhou com satisfação ao seu redor e tudo estava como o planejado apesar do contratempo de sua ex–amiga. A verdade é que Lea era digna de pena apesar de sua majestade evidente, expressado através de seus leves cachos loiros na altura do pescoço vivido, seus quadris bem desenhados que se moviam com leveza e sensualidade – como seu filho Patrick costumava dizer a ela.

Lisa Elizabeth Wilson estava pela primeira vez em alguns anos – novamente – completa. Todos estavam la, desde familia até amigos de negocios e ela sorria com tamanha graça ao ver Patrick sorrindo genuinamente dançando como um adolescente com Vera Farmiga, aquela Vera Farmiga que uma vez era obscura, oprimida e presa a si mesma.

Renn não lhe ajudou e partiu para o bem, Vera agradeceu mentalmente inúmeras vezes e lhe desejou o melhor, porque provava todos os dias quando via Patrick ao seu lado desnudo e exposto aos raios de sol que adentravam naquele apartamento.

Naquele apartamento tão relevante para eles.

A primeira vez que confessou segredos com livre e espontânea vontade enquanto ele apreciava a inocência e “leiguisse” de Vera. Deus como era incompleta.

Vera disse sim em todos os quesitos possíveis para ele naquela noite e duas semanas depois diante do altar simples no fundo de sua fortaleza na Ucrânia. Natalie fizera as honras e disse baixinho a Hugh após entregar as alianças que “sim”, ela aceitava faze–lo seu confidente íntimo e ele sorriu discretamente puxando–a para perto mostrando que Natalie dos olhos claros era sua. 

Vera de relance vira a cena e riu, girando pelo palco muito bem montado pela grama verde na valsa bem ensaiada pelo professor Patrick.

Indescritivelmente feliz, ela piscou charmosa para o marido e ele a inclinou segurando–a sobre seus braços e para o mais clichê e pleno final, o beijo apaixonado, o beijo genuíno e ao mesmo tempo e de extrema importância, o beijo fogoso.

– Agora será oficial e duradouro, Mrs. Wilson. – Aproximou-se e lhe segredou – Eu sempre te amei e você está segura.

Vera o preencheu com um abraço forte seguido de um selinho e lhe disse:

– Eu sempre te amei, Patrick Wilson.


Notas Finais


Quero dizer que foi maravilhoso e um prazer extremo escrever com a @0hmygloria, foi um aprendizado incrivel e momentos que mesmo com problemas, nos dedicavamos e la estava o dominador Patrick e a submissa Vera que nos tanto gostamos. espero que tenham desfrutado tanto quanto nos..
este, eu dedico a cada um que tirou um pouquinho do tempo pra ler e apreciar, comentar, rir e chorar porque isso é ser fã, isso é ser humano e se voces sentiram o que nos sentimos, significa que a nossa missao se completou e isso nos dá satisfação e motivacao para nao so escrever, mas sentir o bom de ver um desejo (por mais futil que pareca para alguns) se realizar em termos, mas nao nos importamos, o que interessa é desfrutar o que for do nosso jeito!
Obrigado pela força, pelos comentarios lindos e maravilhosos! #PARMIGANAVEIA #THECONJURING3VAMBORA #VERAASSUMEOPATRICK #FIFTYSHADESOFPARMIGASIM!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...