História Fifty Shades Of Parmiga - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~0hmygloria

Postado
Categorias Invocação do Mal, Vera Farmiga
Personagens Personagens Originais, Vera Farmiga
Tags Invocação Do Mal, Parmiga, Patrick Wilson, The Conjuring, Vera Farmiga
Exibições 62
Palavras 2.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sem delongas, vamos ler

Capítulo 5 - Chapter Five


Fanfic / Fanfiction Fifty Shades Of Parmiga - Capítulo 5 - Chapter Five

Havia um imenso espelho, havia luzes não tão fortes, mas o suficiente para que Vera Farmiga pudesse ver seu reflexo cansado, pesaroso, e tortuosamente pensativo. Lembrando-se das palavras impiedosas de Renn, "eu não te desejo agora". Seu camarim estava silencioso, e precisava se concentrar, mas não conseguia. A sua direita estava seu medo de perde-lo, a sua esquerda, a sua imensa vontade de conhecer de modo intenso a figura atrativa e ser misterioso de Patrick Wilson.

A Única reação que seu corpo possuía eram as lágrimas que caiam, contra sua vontade elas escorriam de seu olhos, passeavam por suas maçãs e terminavam em seu queixo

Escutara seu celular tocar mas não dera atenção, escutou mais uma vez, olhou no visor e era Natalie, sua querida amiga de infância que insistia em consola-la, mesmo que não quisesse.

Natalie Thompson, jamais fora ser sentimental, tão pouco emotiva. Era o lado forte de Vera, que insistia em se lembrar das aventuras que tiveram quando crianças, Thompson, como as vezes Vera a chamava tornou-se uma belíssima mulher, altamente perigosa na arte da atração, e sua "velha" amiga sempre lhe dizia, "Natalie, sempre foram seus olhos verdes acinzentados, eles seduzem qualquer um."

- Natalie estou trabalhando, não precisa me consolar. Renn já está assim há algum tempo... - Vera disse o mais baixo possível

- Eu não sei porque você ainda atura esse homem - Ela dizia pelo outro lado

- Porque eu amo ele, é eu tenho paciência, diferente de você, certo? - Vera disse rindo fraco - E além do mais, estamos passando por uma fase, vai passar.

- Você tem que se amar em primeiro, vocês estão nessa "fase" desdê lua de mel, já tá na hora de da um basta

- Eu me amo, Thompson. - A atriz afirmou - Paciência...irei tentar conciliar as coisas. Acho que ele está se sentindo de lado, estou gravando quatorze horas por dia...deve ser minha culpa

- Não é sua culpa, nunca mais repita isso, culpa é dele que não reconhece a mulher incrivelmente sexy que tem, ele que aguarde que um dia outro homem vai ver seus dotes

- Falou a mulher mais sexy que eu já conheci... - Ela riu ao se lembrar das aventuras da amiga - Eu mesma irei resolver isso está bem? Tem alguém batendo na porta, eu estou no camarim...intervalo

- Ok meu amor, mas não chore mais por ele ta? Se não eu vou pessoalmente matar ele, se divirta com o novo parceiro de cena - Ela diz sorrindo e desligando o telefone

- Natalie... - Vera disse mas sua amiga já tinha desligado - Quem é? - Ela perguntou olhando para a porta e abotoando a camisa azul clara de babados

- Queria ver como está minha querida esposa - Patrick diz tentando tirar um sorriso dela, o que não era muito de sua natureza mas adora ver Vera sorrindo

- Ah claro - Ela disse sorrindo fraco sem mostrar os dentes - Tudo bem com o script? - Tentou mudar de assunto

- Tudo sim - Ele diz se aproximando - Aconteceu alguma coisa?

- Não, Patrick, porque? - Cruzou os braços aproximando ainda mais os seios atraentes

- Seus olhos estão vermelhos, você está diferente - Ele diz olhando discretamente para os seios da morena

Ela desviou seu olhar do dele e virou-se para colocar o casaco escuro pendurado no cabideiro.

- Eu estou forçando à vista só isso, não estou diferente... - Sua voz saíra quase que trêmula, sentindo vontade de chorar mais uma vez

- Para uma atriz você mente muito mal - Ele tenta se aproximar dela - Me conta o que houve?

- Você é persistente... - Ela o encarou rapidamente - Eu não deveria te contar isso, mas estou tendo problemas em casa.

Ele segura a mão dela e a olha nos olhos.

- Você devia me contar sim, somos parceiros, quero que você confie em mim - Patrick acaricia a mão de Vera - Que tipo de problemas?

- Eu... - Respirou fundo - Obrigado Patrick, você me surpreende. Não estou dando atenção suficiente para meu marido, e ele...eu, bem, estamos tendo problemas conjugais. Ele está certo em me rejeitar...

- Não fala isso, se seu marido não reconhece a mulher incrível que ele tem, ele que me perdoe a palavra é um babaca, não te merece

- Você não está na pele dele, não entende. E está errado em achar que eu sou incrível, porque eu não sou.

- É sim, eu sei que você é - Ele dizia sem tirar os olhos dos dela

Ajoelhado perto da cadeira onde Vera havia se sentado, ele segurou em suas mãos mais forte, e sorriu brandamente, mostrando sua sinceridade através dos oceanos. A fizera acreditar fortemente em suas palavras, mas não o suficiente para achar que de fato era incrível, guiou-se para mais perto, respirava profundamente, sentia o calor das mãos dele juntos as suas frias, um tanto mais perto. Ambas respirações falharam, e então os lábios finalmente encontraram-se para talvez, nunca mais se separarem. O beijo começou lento mas a natureza dominadora de Patrick fez sua língua pedir passagem pelos lábios da morena, ele precisava sentir o sabor de cada centímetro dela, ele descobria minuciosamente a sua boca, ensinando a ela com maestria sem ao menos perceber. Aproximou-se ainda mais, ficando entre as pernas já abertas involuntariamente da morena, tomando sua cintura, acariciando, apertando, puxando pelas nadegas, aquela doce e sensual mulher para si. Guiou seus beijos para o pescoço, fazendo como se fosse uma trilha.

Vera entregava-se até demais à ele, deixando sair de sua boca entreaberta, gemidos abafados de excitação.

Ela puxa uma de suas pernas colocando por cima do ombro

- Não fala nada - Ele sussurra a olhando nos olhos e depois olhando a calcinha preta que a morena vestia

- Mas... - Ela se calou quando ele colocara seu indicador em seus lábios - Ahh... - Segurou com força nos cabelos loiros dele

Com habilidade ele se livra da fina calcinha, passando o nariz por toda a intimidade da morena, sentindo seu cheiro, sua boca salivava pra sentir seu gosto.

Passou a ponta da língua pelos grandes lábios, alternando numa velocidade quase cruel. Achara de imediato seu ponto mais sensível, acariciando com sua língua o mais devagar possível, torturando-a com sucesso. Em seu lugar de dominada, Vera só sabia se entregar e gemer, até mesmo tremendo nas mãos experientes dele, que a moldava lentamente, acariciando seus seios, em seguida seu abdômen e agora, suas pernas que já não tinham forças para se mexerem. No momento em que ele, rapidamente passara sua habilidosa língua sobre, fora fatal para ela, que puxou os fios loiros dentro seus dedos com ainda mais força. Mas Patrick ainda não havia consolidado seu ato, tão pouco se via satisfeito, então dirigiu-se para a clitóris enxergada dela, apertando com o polegar e dando espaço para a boca esfomeada, fazendo movimentos giratórios sobre, como a fosse um tornado voraz, sedento.

Introduziu sua língua, fazendo ela gritar seu nome, nunca havia sentido tamanhas sensações em toda sua vida.

A língua de Wilson era habilidosa e faminta, sugava com vontade sua intimidade, girando a língua pela sua entrada. Naquele provocante jogo, Patrick Wilson dera xeque mate em Vera Farmiga, lhe apresentando o sublime prazer que o sexo oral poderia lhe proporcionar, através de um orgasmo que lhe fizera desfazer-se em seus musculosos braços.

Não poderia se pronunciar, não tinha forças, e então, concentrou-se naquela estranha sensação que a dominava, sentindo-se mais mulher, até mesmo, satisfeita consigo mesma. Mordeu seu lábio com força, sentindo em seguida o gosto de "ferrugem" do próprio sangue, sem tirar os oceanos dos dele, perdida em cada traço que via, com os olhos semiabertos. Esticou sua mão esquerda até o rosto dele, acariciando e sorrindo, o puxou para si, lhe envolvendo em mais um fervoroso beijo.

- Além de incrível você tem um sabor incrível também - Ele disse segurando os cabelos dela e a olhando nos olhos

Cansada, colou a sua testa na dele, sorrindo sem mostrar os dentes. Naquele inconsequente momento e ato, jamais pensara naquele que um dia, disse "sim" diante de um juiz de paz. Lembrava-se de Natalie, relatando seus atos feitos, e o famoso, orgasmo. Que acabara de conhecer pelas mãos e língua de seu parceiro de cena, agora, talvez, amante.

- Não fala mais isso... - Sussurrou ainda colada nele

- Algum problema em ouvir a verdade? - ele questiona

- Eu não poderia ter feito isso...eu sou casada, e eu traí meu marido...eu deveria ter parado. - Ela se afastou caminhando até a porta - Temos que gravar...Não sei como não sentiram nossa falta...

- Não existe nada de errado em satisfazer suas necessidades Srtª Farmiga - Ele a segue - Será uma gravação interessante

Vera não disse nada, apenas arrumou seu cabelo pela última vez e caminhou até o set de ar livre, onde havia a casa onde os perron's foram há muitos anos atrás atormentados por entidades demoníacas. Posicionou-se onde James havia lhe dito, e respirou fundo, se concentrando o máximo que pudera.

Entrou na alma sensitiva de Lorraine e escutou os passos de Patrick na pele Ed, atrás de si. Filmariam a cena em que ela viria claramente o corpo da bruxa que havia se suicidado no tronco mais alto daquela árvore. Tomados pelos seus personagens e por bons atores que eram ninguém havia notado o que tinha acabado de acontecer, o profissionalismo deles conseguiu encobrir bem o "ato" do camarim

Ele lhe disse "Lorraine"

Ela não dissera nada, deixou-se pela emoção e efeito da clarividência de Warren, desfalecendo pois "sentia" tonturas, sendo segurada por Patrick Wilson, na pele de Ed Warren. Mesmo na pele de Ed, Patrick sentia uma necessidade de cuidar de Vera, não sabia o motivo, e nunca tivera esse tipo de sentimento porém podia sentir o corpo dela junto ao seu por horas. Vera sentiu-se segura nos braços dele, com o mesmo sentimento que ele sentia.

- Corta! - James disse - Ficou perfeito dessa vez, Patrick e Vera. Como estamos há - Ele olhou no seu relógio - Quinze horas gravando, podemos encerrar por hoje. Vocês foram incríveis.

- Obrigado James - Vera disse

- Temos um bom diretor James - Patrick diz sorrindo, mostrando seus perfeitos dentes, sorrindo daquele jeito parecia um menino

- Você sabe que é meu ator favorito, eu estou pensando até no segundo já. Vocês topariam? Claro, dependendo da repercussão.

Patrick olha para Vera.

- Lógico que eu toparia - ele diz sem tirar os olhos dela

- Eu... - Ela respira fundo e sorri, mostrando talvez brilho em seus olhos, que era simplesmente encantador. - Claro que aceito, sempre é um prazer trabalhar com você James, e você Patrick que é a primeira vez, claro...

- Eu sei que ainda vamos fazer coisas incríveis juntos Srª Farmiga - Ele diz

- Não duvido - James interrompeu. - Enfim, vocês foram incríveis. Como sempre.

Ela sorriu para ambos e seguiu para casa, tentando não pensar no que acabara de fazer, mas era impossível. O poder de Patrick sobre si era dominante, e gostava, mas não tinha ciência. Mais uma vez, umedecera somente de pensar, mas recuperou-se antes de chegar em casa. Avistando mais uma vez, Renn no sofá, empolgado com o celular. Não lhe deram atenção, pois Natalie sempre teve razão ao a pronunciar. Mas o que lhe deixava mesmo segura, eram as palavras de Patrick. Jogou-se sobre a cama após um banho relaxante e logo pegara no sono.

Enquanto a Wilson, desfrutava de um delicioso vinho Branco com sua queridíssima amiga, Lea Taylor, que parecia rir até demais ao escuta-lo contar das antigas aventuras.

- Você é um bom aluno Wilson - Lea disse cruzando as pernas - Muito bom.

- Tive uma professora excelente - Ele dizia bebendo o vinho - Conhece ela?

- Ah...claro que eu conheço...Patrick, você está cada vez mais sedutor. - Ela riu bebericando o vinho - Mas me diga, como vai as gravações?

- Longas mas ta valendo muito a pena

- Tanto assim? Eu Morro de medo de fantasmas. Poderia dizer que é por causa de alguém em especial... - Se aproximou, alisando a perna direita dele - Como é mesmo o nome dela? - Passou o indicador até a virilha de Patrick - V..Vera...Farmiga? Vera Farmiga, não é mesmo Patrick Wilson?

-Não imagino você com medo de fantasmas - Ele bebericou o vinho - Quer mesmo falar da Vera?

- Eu quero sim ouvir o que ela está fazendo com você, me diga...vocês já desfrutaram desse prazer que eu lhe ensinei?

- Ainda não, ela vai me da trabalho, é bem inexperiente, insatisfeita com o marido

- Não me diga... - Ela arqueia as sobrancelhas - Uma atriz em ascenção como ela...

Ela se aproximou ainda mais. Ajoelhando-se perto dele, encaixando-se dentre suas pernas. Investindo em carícias, e logo um beijo, que fora rejeitado por Patrick.

- Você está mesmo preso a ela, meu amor...

- Estou como eu nunca estive Lea, estou ficando louco

- Então passe para o segundo passo... - Ela murmurou acariciando as pernas dele - Mostre o contrato...



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