História Fifty shades of Starr - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Paul McCartney, Ringo Starr, The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Tags 1964, Anos60, Beatles, Bissexualidade, Fab, Fanfic, George Harrison, John Lennon, Lennon, Liverpool, Mccartney, Mclennon, Paul, Paul Mccartney, Richard Starkey, Ringo Starr, Sexo, The, The Beatles
Exibições 19
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então leitores fantasminhas ♥
Eu sei que prometi capitulo bônus pra domingo,mas eu já estou terminando ele,não se preocupem
E,outra coisa,eu me inspirei muito em cinquenta tons de cinza e outros contos sadomasoquistas para escrever esse capitulo.Tenho que admitir que foi o mais dificil que eu ja escrevi,mas eu conseguiiiiiiii
apreciem

Capítulo 17 - Assim não,Darling


Fanfic / Fanfiction Fifty shades of Starr - Capítulo 17 - Assim não,Darling


(...) Eu ainda estava me recuperando da primeira chicotada na nádega esquerda,quando Richard disferiu outra,na direita.Minha pele ardia e eu tinha certeza que as marcas já estavam bem visíveis.Ele intercalava cada chicotada com suas mãos se arrastando pela minha bunda,o que fazia o local ficar ainda mais quente,pelos anéis que estavam em seus dedos,entre eles,nossa aliança.Eu já sentia um leve gosto metálico na minha boca de tanto morder o lábio inferior pra descontar a dor que eu estava sentido.Depois de longas 19 chicotadas,que eu contava cuidadosamente por um motivo que eu nem mesmo sei,talvez pra guardar aquele momento,Richard parou.Achei que tinha acabado aquilo tudo e que sadomasoquismo era isso,não passava de chicotes e algemas.Mas ele resolveu me provar o contrário.
Ringo on
Depois que dei algumas chicotadas,fiquei um tempo apreciando as marcas totalmente vivas e visíveis que ficaram na pele de Beatrice.Eu degustava lentamente como um bom vinho a forma que ela jogava a cabeça para trás e arfava pesadamente.Aquilo estava cada vez melhor.Mas já estava monótono e comum,então resolvi mudar.Joguei o chicote para o canto do cômodo,retirei um cigarro do bolso,e o acendi.Deixei Beatrice lá por alguns segundos,e fiquei apenas admirando aquela visão totalmente excitante.
- Richard... - De repente,Beatrice reclama.
- Fala. - Retiro suavemente meu cigarro dentre os lábios e respondo ríspido.
- Por favor. - Ela falou,arrastando a voz enrouquecida. - Vamos terminar com isso. - Ela implorou,me fazendo abrir um sorriso malicioso e me aproximar  do seu ouvido.
- Se reclamar de novo,não te deixo gozar - Falei colado ao seu ouvido,sentindo seu corpo tremer com as palavras proferidas,enquanto puxava seu cabelo,fazendo a olhar me nos olhos.
É hora de mudar.Pensei comigo mesmo.Retiro as algemas da sua mão,e sou recompensado com um olhar de agradecimento,mas que não ia durar muito tempo.Retorno até onde eu estava,passando pela vitrola que ali estava,e colocando a nossa música bem baixinho,quase que inaudível.Sim,a nossa música.Make me know it,do Elvis,e tudo passou como um flashback,enquanto eu a encarava me fitando com um olhar sexy e apaixonado,que parecia se lembrar da música.Aquela noite no quarto,no dia em que eu a conheci.Me olho no espelho em frente a mesa,e sento na cadeira atrás da mesma.Tiro a blusa devagar e observo as cicatrizes pelo meu corpo que eu tanto odeio,e que a Beatrice já disse amar,me deixando sem entender o porque.Fruto da apendicite,e das outras doenças da infância,quando minha principal casa era o hospital.Retorno meu olhar pra Beatrice,que encara as cicatrizes,e sorri.
- Vem até mim. - Ordeno,dando uma longa tragada logo após.
Ela se levanta e dá passos lentos,mas no meio do caminho,a interrompo.
- Assim não,Darling. - Falo em um tom autoritário.Ela para de caminhar e me olha nos olhos. - Vem de 4 pra mim.Se errar pela segunda vez vai ser punida.
Então ela ajoelha e se põe na posição que eu pedi,vindo lentamente em minha direção.Seus quadris mexem de um lado para o outro de uma forma tentadora e ela olha diretamente nos meus olhos.Eu estava a ponto de explodir,mas me mantinha neutro,apenas observando.Quando ela chega até mim,para,se põe sentada em seus próprios pés,olhando para baixo,aguardando a próxima ordem.Me levanto,chuto a cadeira para trás,e a levanto pelo pescoço de forma suave e abrupta,fazendo a ficar de frente para mim.
- Apoia seu corpo na mesa,de costas pra mim,agora. - Ordeno e ela assim o faz.Nos encaramos pelo espelho a nossa frente e eu permaneço de pé,ela a minha frente.
- Amor... - Recebo uma manha como resposta,um "amor" quase que gemido.
- Você confia em mim?
Ela então acena positivamente com a cabeça.
Pego suas mãos e amarro novamente,para trás,dessa vez com um longo lenço que havia no bolso da minha calça,enquanto beijo suavemente seu pescoço.Testo o nó e continuo a beijar seu pescoço,seu cheiro me fascina.
Beatrice on
Eu nem falava mais.Um turbilhão de sentimentos dominava meu corpo.Tesão,um certo medo,um pouco de dor pelas chicotadas.Mas algo me influenciava a continuar,eu não sabia bem o que era,só que eu queria mais e mais daquilo.Eu olhava-o nos olhos pelo espelho,foi quando ele começou a desabotoar a calça,descê-la,e jogou para algum canto do cômodo.Me encarou novamente com um sorriso indecifrável e começou a passar a mão pelo meu corpo.Começou nas costas,com os olhos fechados,como se quisesse sentir cada centímetro da minha pele.Quando chegou na minha bunda,ele a apertou forte,como se a massageasse,enquanto mordia os lábios.Nunca o vi tão excitado,a cueca branca já estava pequena pra tanta vontade.E,tenho que assumir:Eu nunca tinha transado com alguém tão grande quanto Richard,desde a nossa primeira vez juntos,eu posso dizer que senti ainda mais dor do que quando perdi a virgindade.Eu tinha um pouco de receio de que ele penetrasse sem me avisar nada,com certeza doeria muito.Foi quando ele posicionou dois dedos sob minhas costas e foi arrastando,até chegar na perto da minha intimidade.Eu sabia o que significava então afastei um pouco as pernas,e logo fui penetrada por seus dois dedos até o fundo,sentia seus anéis encostando na minha entrada,eu gemia seu nome repetidas vezes,e cerrava meus punhos fortemente.Me lembrei então que Richard uma vez falou que gostava do meu gemido,e que eu parecia um gatinho no cio.Não sei se considerava um elogio ou uma loucura da parte dele.Ele disse também que,gostava porque não era monótono,dava para ver que não era fingido apenas para satisfazê-lo,e realmente era isso.Com ele não se precisava fingir orgasmo.Ele fazia ter o orgasmo sem dificuldade com suas surpresas e imparcialidades.Mas de repente ele começou a me torturar.
- Ah,Beatrice. - Ele fala,como em um gemido. - Já está pronta pra mim tão cedo? - Ele murmura,enquanto continua penetrando seu dedos tão lentamente que me fazia jogar a cabeça pra trás e implorar.Eu entendi sobre o que ele se referia.
Eu não estava aguentando mais um segundo sem ele dentro de mim.Queria ele,e queria agora.Já estava extremamente perto sem ele ao menos ter penetrado.Como ele conseguiu fazer isso comigo?Logo,entre as dedadas,eu ficava prestes a gozar,e ele percebia pelos meus gemidos intensos.Eu aumentava os movimentos contra seus dedos,e ele apenas sorria.
- Calminha aí. - Ele advertia. - Quem comanda as coisas aqui sou eu,ou já esqueceu?Se esqueceu,eu refresco sua memória.
Aí que vinha a tortura,porque quando isso acontecia,ele simplesmente repousava o dedo dentro de mim,parando os movimentos de vai-e-vém,obrigando me a recuar quando estou quase lá.Maldade.Pura maldade.E isso aconteceu uma,duas,três vezes.Porra,Richard,era tudo o que eu conseguia pensar.Me deixa gozar,por favor.
Até que em uma dessas paradas,ele se ajoelha,e dá algumas linguadas na minha intimidade,e um rosto como quem saboreasse o gosto,como se fosse algo extremamente delicioso.Logo ele se levanta e faz a pergunta crucial
- Fala pra mim,Beatrice.Fala o que você quer que eu faça com você. - Ele fala com uma voz rouca.
- Me fode,por favor.Me fode amor. - Falo inconscientemente,fazendo o tirar o dedo de dentro de mim. 
Ele então tira devagar as amarras do meus braços,soltando os.Me vira de frente pra ele e me põe sentada,segurando minhas pernas abaixo dos meus joelhos..Nossas respirações descompassadas e corações acelerados agora estão a poucos centimetros de distância.Então ele pega na minha bunda brutamente,me puxando para ele.E antes que eu possa reagir,me penetra fundo e de uma vez,me fazendo soltar um grito.Quando recobro os sentidos normais e começo a me acostumar,percebo que gozei nele.Mas não só daquela vez.Torno a gozar novamente,e novamente.Meu corpo já estava mole,o que me faz cair pra cima da mesa e gemer alto,muito alto,coisas obscenas.O que me impediu um baque violento contra aquela madeira rija foi o braço de Richard que se pôs em baixo das minhas costas antes que eu caísse totalmente.Mas mesmo assim,ele parecia não cansar,não parava de meter,parecia insaciável.
- Goza de novo pra mim,goza. - Ele pede,entre os dentes e os fortes suspiros que dava,e,incrivelmente,meu corpo responde e estremece com outro orgasmo,enquanto eu grito seu nome e o trago ainda mais pra perto com as pernas,com as forças que me restam.

Algum tempo depois,sinto jatos fortes dentro de mim,e parecia não acreditar:Richard tinha gozado dentro,consciente do que estava fazendo,me olha e dá um sorriso de lado,enquanto seus olhos brilham.Então ele tira de dentro de mim,com o topo de seu pênis ainda pigando suavemente,põe a cueca,me olha e me leva no colo até a cama.Nos deitamos e adormecemos ali mesmo,mas não tão rápido,ainda comemos algumas coisas que tinham no cômodo,só então eu percebi que Richard tinha dividido-o em dois e feito uma espécie de cozinha no de trás.Fizemos ainda também algumas brincadeirinhas eróticas com as algemas.Richard não perdia o autoritarismo,e eu,a submissão,que eu tanto adorava.
(...)
 


Notas Finais


eita eita eita


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