História Fight! - JunHun - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias KNK
Personagens Jeong In-seong, Kim Ji-hun, Kim You-jin, Oh Hee-jun, Park Seung-jun, Personagens Originais
Tags Junhun Seunghun
Visualizações 159
Palavras 2.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heejun está simplesmente o bolinho mais lindo, nessa fotenha szsz
Ele merece tanto amor *-*

Capítulo 5 - He does not deserve to cry.


Fanfic / Fanfiction Fight! - JunHun - Capítulo 5 - He does not deserve to cry.

 No caminho para a escola, eu encontrei Heejun e fomos para a lá juntos. O contei tudo sobre Seungjun e eu, claro, pulando a cena do shopping, que seria horrivelmente constrangedor lhe contar. Meu amigo, demonstrava interesse na conversa, mas uma calma que por um momento, me deixou com medo.

"Então seus pais acham que vocês são um casal, e tem uma fanfic escrita de vocês dois?" Perguntou, um tanto desacreditado. "O que é uma fanfic, mesmo?" Sorri, de sua lentidão toda. Se fosse Inseong, provavelmente ficaria com raiva dele, mas Heejun é um ser humano tão... Meu Deus, não dá pra brigar com ele!

"É uma história fictícia, que fãs escrevem sobre seus ídolos, inspirado em algum filme ou livro. Enfim! Parece que Sunhee achou que seria legal escrever uma fanfic sobre nós dois juntos, e tem muitas visualizações! Hee, são centenas!" O garoto ponderou sobre um tempo.

"Entendi. Por que tantas pessoas querem ver vocês juntos? Eu não entendo isso" franziu suas sobrancelhas, inflando as bochechas, enquanto segurava as alças de sua mochila.

"Acredite: eu também não" ele riu baixinho, e eu o acompanhei. De repente, eu já estava começando a aceitar aquilo.

De qualquer forma, as pessoas querendo ou não: Seungjun e eu nunca ficaremos juntos. Nunca. Sorri, satisfeito.

Quando entramos na escola, Inseong pulou sobre Heejun, entrelaçando seus braços ao redor de sua cintura, beijando de leve seu pescoço. Exibi uma careta, pois não me lembrava quando eles haviam começado a ter tanta intimidade um para com o outro. Mas quem sou eu para julgar? O garoto que de um dia para a noite quase foi abusado em um provador do shopping, pelo próprio inimigo... ou, nem tão inimigo assim.

Todos nós esperávamos as aulas começarem no pátio da escola, quando Jinyou se aproximou, junto com Seungjun. O mais velho de nós, com seus olhos escuros, encarou Heejun, que no momento se encontrava sentado no chão, lendo um de seus romances favoritos, enquanto Inseong distribuía sobre seus cabelos, leves carícias. Youjin, então, fechou o sorriso, me encarando de um jeito estranho.

"Jihun" saudou, com um tom de voz exagerado, me puxando para um abraço forte, a ponto de me sentir sufocado. "Como você está, lindinho?" Beijou o topo da minha cabeça, com um sorriso grande sobre os lábios.

"Be-bem...?" Não me levem a mal, mas... Jinyou demonstrando carinho?

"Desculpa, mas é que... ultimamente você tem estado tão bonito, que é quase impossível não notar" comentou, se sentando ao meu lado em um pequeno banco.

"Ai! Nós não cabemos juntos aqui!" Disse mal-humorado, bufando quando ouvi uma risadinha baixa ser solta por Seungjun, que até então não havia dito nada.

"Não tem problema" Jinyou me empurrou para fora do banco, e quando pensei que teria que ficar em pé: me puxou para seu colo, envolvendo seus braços em minha cintura.

Arregalei meus olhos, apavorado. Mas que merda era aquela?

"Jin-jin..." Senti as bochechas queimarem, com o olhar de Seung sobre mim, paralisado, como uma estátua encara o nada. "E-eu..." Ele apertou meus quadris, quando ameacei sair.

O fitei, mas não era a mim que ele olhava, e sim ainda os outros dois amigos, que não haviam nem notado sua chegada. Parecia furioso. Quando de repente, arrancou o livro de Heejun de suas mãos, fingindo avaliar sua capa, por mais que já tivéssemos visto Hee lê-lo dezenas de vezes. Seungjun ainda estava paralisado. Na verdade, naquela altura todos estavam, com a ação inesperada do mais velho.

"Ainda lendo esse livro? Você não se cansa de babozeiras infantis?" Jogou o livro sobre o colo do dono, fazendo com que suas páginas amasassem, pois, o mesmo caiu aberto.

"Hyung... O meu livro" Hee murmurou, pegando o livro em mãos, todo amassado, com uma carinha de choro. Inseong parecia furioso ao seu lado.

"Que se dane o seu livro" o mais velho replicou, indiferente, me apertando mais contra si. Minha vontade era soca-lo naquele momento.

"Ma-mas... você disse que gostava... di-disse..." Heejun travou, com os olhos cheinhos de lágrimas.

Ficou certo tempo daquela forma, como se buscasse no rosto de Jinyou, algum vestígio de que pediria perdão, ou voltaria atrás, mas quando percebeu que seria inútil: pegou sua mochila, correndo para bem longe com seu amado livro, agora com as páginas estragadas, apertando-o contra o peito.

Inseong se levantou, pronto para correr atrás do mais novo, quando se virou em nossa direção, com um olhar assassino, aliás, tão assassino que fiquei com medo de arranjar uma faca do nada e atira-lá contra a testa de Jinyou.

"Nós vamos conversar sobre isso" ele disse, sério.

"Eu vou adorar" o mais velho replicou, e por um momento, pensei que fossem rosnar um para o outro.

Quando Inseong correu, apertei os braços de Jinyou com as unhas, aproveitando quando os retirou pela dor, e me levantei, encarando-o incrédulo. Não havia ninguém no mundo, que tratasse Heejun com mais carinho do que aquele ser a minha frente, e do nada, ele faz uma coisa daquelas?

"Por que fez aquilo?" Seungjun perguntou, antes que eu pudesse fazê-lo, entrando, perguntaria a mesma coisa.

"Porque eu quis" se levantou, caminhando a passos largos para longe, deixando para trás, apenas eu e Seung, que nos entreolhamos, pasmos.

Peguei do chão a minha mochila, jogando uma das alças sobre os ombros, já caminhando em direção a sala, quando fui puxado pelo braço. Me virei para trás com tédio, e o maior pareceu se divertir com aquilo — naturalmente.

"O que foi? Você não falou comigo hoje, Floquinho" sorriu, de maneira sútil.

Tentei me soltar, mas novamente fui impedido, rangendo os dentes daquela vez.

"Bateu o sinal, me deixe ir" pedi, seriamente. E ele negou, naquele momento, juntando suas sobrancelhas em uma expressão dura e determinada.

"Não, até me dizer o que tem" me puxou para trás, me virando contra uma das árvores do pátio, logo pressionando seu corpo contra o meu. "Está me evitando?" Parecia preocupado. Mas que se foda! Quem ele pensa que é?

"Não sei, estou?" Repliquei ironicamente, recebendo um apertão nos quadris, das mãos grandes do maior, que eu nem havia percebido que estavam ali antes. "Ai, seu babaca!" Ele sorriu, apertando novamente, com mais delicadeza daquela vez.

"Você se lembra daquela cena do banheiro?" Perguntou sussurrando contra meu ouvido, se referindo a fanfic, causando um longo arrepio que se alastrou por minhas costas.

Maldito seja Seungjun e seu conjunto completo de pequenas perfeições!

"Seung..." Tentei empurra-lo, mas segurou minhas mãos acima da cabeça, fazendo meu coração acelerar desesperadamente. "Me so-solta" supliquei, fechando os olhos com força, quando o mesmo aproximou mais seu rosto, distribuindo beijinhos pela extensão do meu maxilar. Ao máximo, me segurei para não arfar, prendendo a respiração e crispando os lábios.

"Ah, Jihun, eu sei que você gosta" murmurou com falsa pena. "Não somos namorados agora? Namorados fazem isso, certo?" Sorriu de um jeito malicioso, soltando meus braços devagar, investindo seus quadris com força contra os meus, enquanto passeava suas mãos por meu abdômen, que por instinto contrai, nervoso.

"Pa-para..." Pedi, mas ele ignorou, acariciando minha bochecha esquerda com sua mão, encarando meus olhos.

"Por quê?" Perguntou, circulando meus lábios com seu polegar macio. "Você sempre me pede para parar, mas nunca tem coragem de fazer isso por conta própria" aproximou ainda mais seu rosto, desviando seus lábios de perto dos meus, para morder levemente meu lobulo, acariciando meus quadris por debaixo da blusa.

Babaca! Mil vezes babaca!

Respirei fundo, e com meus braços moles, o empurrei para trás, ofegante e irritado. Ele me encarou, não parecia surpreso. Apenas pegou sua mochila e sorriu, piscando um dos olhos para mim, antes de sair andando em direção ao portão da escola. Foi então que me toquei que deveria estar muito atrasado.

Corri, e pedi licença ao entrar em minha sala. Sentei ao lado de Inseong, que por algum milagre havia guardado meu lugar. Era uma boa aula, mas tudo que eu tinha vontade de fazer naquele momento era me perguntar mentalmente qual seria o problema com Seungjun. Por que ele me inferniza tanto? Droga! Ele agindo daquele jeito estranho, me irritava mais do que quando brigávamos por motivos fúteis.

No final das aulas, encontrei Heejun pronto para ir embora. Ainda parecia muito cabisbaixo, por isso segurei seu ombro com delicadeza, o encarando com um sorriso quando se virou.

"Ei, para onde você vai agora?" Perguntei, suavemente.

"Para casa" respondeu baixinho.

"Vamos assistir alguns filmes lá em casa, por favor" supliquei. "Eu preciso de você, Hee" um pequeno vislumbre de sorriso cresceu sobre os lábios do garoto, que acabou cedendo, me deixando levá-lo comigo em direção a minha casa, circulando seus ombros com o braço.

Quando chegamos, pedi que Heejun subisse para meu quarto, enquanto prepararia pipoca. Omma estava cantarolando uma música animada quando adentrei a cozinha, e sorrio em minha direção​, me abraçando. Fiz o maior esforço possível para retribuir, já que não queria que ela percebesse meu aborrecimento.

"Como foi a aula, querido?" Perguntou, enquanto me encontrava a encarar o micro-ondas, ouvindo o som do milho a ser estourado, hipnotizado.

"Foi... boa" murmurei, e ela me encarou desconfiada. "Estou falando sério" enfim, assentiu, voltando a lavar louça​.

Quando a pipoca ficou pronta, a despejei sobre um pote de plástico e retirei meus tênis na sala, subindo as escadas de meia, e entrando no quarto rápido, por segurar não só o pote, como também duas garrafas de refrigerante e alguns chocolates. Hee me ajudou, e então, depois de pouco tempo já estávamos acomodados, assistindo a um filme de comédia.

Em nenhum momento perguntei a Heejun sobre seu livro ou o que estava havendo com ele e Jinyou. Mas, me sentia desconfortável com algo. Quando, de repente a porta foi aberta, e tanto eu quanto o mais novo, olhamos para a mesma, surpresos. Bufei, ao saber quem era.

"Seungjun hyung" o mais novo falou, sorrindo para o paspalho, parado na minha porta, com um sorriso convencido sobre os lábios.

"Oi, como você está?" Entrou em meu quarto, sem a minha permissão, se abaixando ao lado da cama, pegando as mãos do meu amigo para acaricia-las.

"Bem..." Bem mal. Pensei.

"Não se preocupe, na próxima vez que Youjin agir daquela forma com você, eu juro que afundo a cara dele na parede" Hee riu, e assentiu. Logo, parecia mais animado do que antes.

Seungjun, ainda parado ali no chão, me encarou, fechando aos poucos seu sorriso, subindo na minha cama, e passando por Heejun engatinhando​: me puxou um pouco para frente, me tirando de perto da cabeceira, para poder se sentar atrás de mim, e me puxar para o meio de suas pernas.

Não relutei, estava cansado daquilo. Meu amigo encarava a cena surpreso, e pior pareceu, quando Seung passou suas mãos por minhas costas, raspando as unhas de leve, por cima da minha blusa. Era uma massagem tão boa, que meus músculos automaticamente relaxaram, deixando um suspiro escapar por dentre meus lábios.

"O que está fazendo aqui?" Perguntei, fechando os olhos pela sensação boa.

"Não tinha nada para fazer em casa, então eu vim" murmurou, brando.

"E quem te deixou entrar?" Park riu, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

"Sua mãe, claro" claro. Pensei, revirando meus olhos.

"Ei! Cala a boca vocês dois! Eu quero ouvir o filme" o outro jogou um travesseiro em nós, e eu não consegui controlar uma gargalhada.

Ficamos finalmente em silêncio, prestando atenção. Confesso: me sentia confortável com aquela massagem de Seungjun, e com o fato de que era ele atrás de mim. Quando éramos menores, ele costumava me fazer aquela mesma massagem, e sabia que era meu ponto fraco, por mais que eu não tentasse transparecer. 

No fim eu não consegui deter a mim mesmo, e, acabei adormecendo, com o rosto encostado em seu peito, sentindo o mesmo subir e descer em descompasso, quando agarrei sua cintura.

Mais tarde, acordei com o barulho de passos e o colchão afundando ao meu lado. Abri meus olhos, buscando saber o que acontecia, mas, fazendo em vão, quando percebi a escuridão em que o cômodo se encontrava. Meu coração acelerou, entrando em pânico, e se não fosse pelo perfume, provavelmente acharia que estava prestes a ser sequestrado ou... pior! Mas, eu sabia que era Seung.

"Dormindo, nem parece aquele garoto chato de sempre" ele murmurou carinhoso, e fechei meus olhos com força, ao sentir um afago sobre os fios de meu cabelo. "Parece um... anjo" arrepiei, e senti meu coração se espremer dentro do peito, quando o maior abandonou a cama, caminhando até a porta, deixando que a claridade do corredor iluminasse parcialmente o quarto.

Se virou para mim, e me encolhi, rezando para que não pudesse me ver acordado. Então, saiu, quase tendo que abaixar a cabeça para passar pela porta, fechando-a em seguida. Suspirei, e me virei de barriga para cima, fitando o teto de forma estática, até sentir meu celular vibrar. O peguei em mãos, e bufei ao ver o nome: "Jinyou", brilhando na tela.

Mas ao abrir a mensagem, uma grande surpresa: "Você tem um encontro com Sunhee amanhã. De nada", arregalei meus olhos. Um... encontro?

Eu:

Como conseguiu?

Jinyou:

Apenas pedi, mas em troca, preciso que me ajude.

Eu:

Não vou! Não depois do que você fez hoje!

Jinyou:

Jihun... eu preciso pedir perdão ao Heejun, mas eu quero fazer isso... de um jeito diferente

Eu:

O que? Como?

Jinyou:

Eu te conto depois. Você vai me ajudar?

Eu:

Vou pensar...

Jinyou:

Eu não tenho tanto tempo!

Eu:

Então sugiro que você arrume.

Bloqueei o celular, irritado. Definitivamente ele não merece minha ajuda. Pensei, e me levantei, para ficar em pé, a frente da janela. Um encontro com Sunhee? Franzi o cenho e olhei para o outro lado da rua, observando a luz acessa, do quarto de Seung, e sua silhueta, caminhando de um lado para o outro. Parecia um pinguim desajeitado. Dei risada. Não como quando normalmente eu o zuava.

 Dei risada, como alguém admirado. Com carinho. É, com bastante carinho.


Notas Finais


O que será que está acontecendo, hein? Jinyou! Que comportamento foi esse? Tadinho do nosso querido maknae :c
Está na hora de conhecer a Sunhee de vdd, não é gente? O que ela tem que o otp gosta tanto dela?
titia caly ama vcs szsz
Xoxo


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