História Fighter - Capítulo 2


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Categorias 2PM, Monsta X
Tags Ação, Da Série Twenty Four, Espionagem, Harem, Hetero, Monstax, Políamor, Romance
Visualizações 151
Palavras 1.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom dia!
Boa leitura <3

Capítulo 2 - Beautiful


Fanfic / Fanfiction Fighter - Capítulo 2 - Beautiful

 

Quando você me toca, meu corpo inteiro reage

 Eu só posso viver se você está aqui

Beautiful - Monstax

 

 

  — Você vai mesmo precisar viajar todos esses dias, Caelle-ah?

  Hyungwon perguntou com olhos rasos de água e ela suspirou, droga, tinha reunido eles para falar que precisava mesmo ficar fora do país por uns dias, mas porque era tão difícil?

  — Vai ser rápido e quando menos perceberem, eu vou estar em casa hun? Combinado?

  — Mas porque não vai poder nem atender ligações?

  Wonho rebateu chateado e desconfiado, ela manteve seus olhos nos dele embora internamente quisesse chutar algo, droga, ele era bom...

  — Você não nos ama mais, Caelle-ah?

  Minhyuk disse triste e ela foi para ele até puxá-lo e beijá-lo até que ele ficasse sem ar:

  — Eu sou louca por vocês, jamais repita isso, eu vou e eu volto e jamais repita uma coisa dessa! Vocês são meus e se enquanto eu estiver fora sequer pensarem em olhar para outra garota que não seja fãs, eu esgano vocês!

  — Uau, essa é minha garota.

  Shownu falou sorrindo. Ela assentiu:

— Exato, eu sou a garota de vocês e isso não vai mudar, nunca, nunca se depender de mim.

— E de nós também, amor, prometo – Kihyun falou vindo e abraçando por trás – Eu te amo.

— Eu também neném, te amo.

  Ela se virou e abraçou ele logo sendo abraçada pelos demais até ficarem uma confusão de braços e corpos no meio da sala. A última coisa em que pensou antes de perder a mente nos corpos que adorava era que tinha que fazer aquilo direito e voltar inteira.

 

 

 

 

— Como foi?

  Ela perguntou a Ally quando a amiga entrou no carro com cara de quem comeu criancinhas no jantar.

— Nada com que eu não pudesse lidar e você?

— Meus meninos são muito emotivos... – Respondeu suspirando e ligando o carro – Mas eles vão ficar bem... Rere prometeu vigiar os seus também, não?

  Ally assentiu e então virou a cabeça e lhe encarou séria:

— Temos que ir, entrar, sair, voltar. Limpo, ok?

— Ok.

  Sorriu para a amiga e então saíram dali dirigindo rumo ao norte; Ally então abriu o porta luvas, pegou os documentos falsos e as entradas para a Coréia do Norte, uma vez lá dentro elas teriam que começar o plano mais louco que já se meteu na vida... E olha que suas missões não foram poucas.

— O mapa da prisão, arredores, fronteiras estão todas escaneadas no meu ipad, precisa memorizar em duas horas ok? Rere rastreou as saídas e entradas, e as possíveis rotas de fuga, só tem duas, aquilo é pior que o pentágono. Vamos ter apenas uma chance. Chavy está na parte subterrânea mais protegida – Sorriu de canto quando a amiga resmungou um palavrão bem pesado e cabeludo – Sim, os dois chips dele estão bem localizados e internos, possivelmente ele implantou no estômago, nosso ex chefe é muito foda, não é não?

— Quem é esse DDI?

— Alguém dele lá dentro. Temos nove dias até estar com os pedidos no local de encontro, em seguida vamos para a fronteira e pegamos o Chavy, se ele não conseguiu sair, nós invadimos.

— 100 mil prisioneiros, o dobro de guardas, trabalho forçado diário, fome, tortura extrema, punição coletiva em níveis cruéis e encarceramento de diversas gerações de uma mesma família – Ally leu alguns dados contidos nos documentos confidenciais e então se voltou para ela outra vez - Se isso vai ser exposto, não podem explodir o local.

— Ele disse, destruir o campo 22, salvar os inocentes, expor as experiências científicas humanas feitas lá dentro e derrubar Kim JongUm do poder. Você conhece ele, Chavy é pragmático, ou seja, as coisas vão ser a risca e nessa ordem.

— Então o que temos de fazer é entrar com tudo isso sem sermos barradas, levar a encomenda até o ponto de encontro, garantir que eles façam o que precisam fazer, dar cobertura e proteger e salvar Chavy fora dos muros e se for crítico, entrar e sair com ele? É, interessante. Quantos fuzis e bazucas acha que conseguimos que Kamikazes nos entreguem em sete dias por invasão aérea em uma das áreas mais protegidas do mundo? Ouço a música Danger do BTS em meus ouvidos agora...

— Uia, toda kpoper mesmo hein, que coisa fofa! Só que sabe que a letra não é bem assim né...

  Ally acabou rindo e assentiu, Swan acabou gargalhando mesmo, muito interessante. Elas estavam ambas loucas, ainda mais do que já eram.

— Eu sei que tem que voltar inteira para o seu Exo, amiga, vou te cobrir, prometo.

— Eu sei – E ela suspirou – Olha só, devíamos entrar pela China já que a fronteira e o campo são em termos de quilometragem, bem mais seguros, não acha?

— Aí que mora o plano, Ally, aquela fronteira é mais guardada que as fronteiras das Coréias por causa disso, das tentativas de se chegar lá, não, temos que fazer o caminho menos óbvio.

— E mais psicopata, certo?

— Meu sobrenome.

  Swan riu e a amiga deu um soco em seu ombro e assentiu:

— O cérebro é seu, eu vim pelos músculos – Então ela colocou os óculos de sol - Vamos embora.

   Ela acelerou mais e foi repassando dado a dado na cabeça e rotas e mais rotas de fuga, de idiomas, de manipulação mental e principalmente e deliberadamente de ações insanas, agora seu plano era entrar, agir e se tornar um com o inimigo. Como um camaleão, uma serpente do deserto.

— Confirme nossas indicações russas, Ally, todas as saídas e entradas das nossas indicações, passar pelos portões é o primeiro estágio, espero que esteja com o estômago pronto.

— Nasci pronta.

  Ela respondeu em siberiano. Swan sorriu. Amava seu trabalho, amava mesmo.

— De volta à ativa, Ally?

— De volta, meu bem.

 

 

 

  Chavy tinha um metro e sessenta de altura, branco, caucasiano, olhos azuis, cabelos brancos ralos, cara de velhinho boa gente, do tipo que costuma aparar jardim em filmes de comedia romântica.

  Só que não.

  Esse cara era procurado em todos os continentes, por todas a agências secretas e polícias internacionais, esse cara era o alvo número um de metade das máfias mundo a fora e, contudo, continuava um avô fofo que você ia querer como vizinho, inclusive ali, na prisão mais infernal, louca e doente do mundo.  Campo 22.

  Ele foi posto em cela especial e isolada, até os grandes chefes da prisão não falavam, mas tinham medo do cara, diziam que ele sobreviveu a incêndios, explosões e afogamentos, diziam que o cara era sinistro e liso... Como ele foi parar no norte da Coréia do Norte e pego pelos guardas era a notícia do último mês lá dentro. A verdade que rolava entre os prisioneiros era que ele não foi pego, ele entrou como um plano.

  E a coisa se tornou pólvora...

  Se tornou mito como tudo em volta dele, seu caso foi levado com urgência até o chefe do estado e líder do país. Kim JongUm. E até agora não obteve uma resposta, afinal esse homem valia uma fortuna, matá-lo ou agredi-lo era o pior dos caminhos. E se tinha algo que o ditador não era, era burro.

  E enquanto isso, nosso fofo vovô simpático assoviava baixinho em sua cela estreita e suja como se estivesse em um passeio no parque, deixando todos enervados ao redor, deixando uma pessoa em especial muito confusa e tensa, mais tensa do que já estava devido a sua situação aparentemente sem solução.

  Park Chanyeol, PCY, preso por um crime que não cometeu, e prestes a ir para o campo de tortura confessar algo que não fazia a mais remota ideia do que se tratava. Enquanto o vovô Chavy assoviava divertido, Park chorava silencioso arrependido de ter dito seu nome sem querer a pessoa errada...

  Uma mulher tinha acabado com seu mundo, ele só queria poder voltar no tempo... Só isso...

  E Park Chanyeol não fazia ideia do que o dia seguinte ia lhe resultar, mas nosso vovô sabia e por isso, quando o seu companheiro de cela finalmente caiu em sono exausto e todos os guardas pararam de andar em frente ao seu corredor, ele se ergueu e assoviou outra música, essa claramente uma canção de ninar quase universal e foi respondido de longe. Por outro assovio, completando a música perfeitamente.

  Chavy sorriu, as luzes se apagaram, todas.

 

 

 


Notas Finais


Beijinhos!!!


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