História Filha da Flor (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Suga
Tags Jimin, Novela De Época, Romance
Exibições 165
Palavras 2.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lírica, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A palavra kibou é em japonês. Língua natal do pai da Rosa.

Capítulo 3 - Sexo, sangue e lágrimas


Fanfic / Fanfiction Filha da Flor (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 3 - Sexo, sangue e lágrimas

Capítulo 03

Paizinho

Não importa onde eu estou ou o que faço

Eu acredito, eu acredito

Onde eu estiver, irei me proteger

Eu acredito, eu acredito

Não importa onde eu estou ou o que faço

Eu acredito, eu acredito

Onde eu estiver, irei me proteger

Eu acredito, eu acredito

Seoul

Yang Mi dormia pesadamente quando ouve batucadas em sua porta. A coreana levanta bufando e com raiva. Abre a porta e não vê ninguém, pensa ser alguma criança com travessuras mas ouve sons de choro de bebê. Ela olha para baixo e olha uma cestinha rendada com um recém-nascido. Sua primeira reação foi fechar a porta mas algo a fez mudar de ideia. Ela pega o bebê com um enorme sorriso nos lábios.

Busan

"Meu filho que carreguei no colo, cuidei e fiz de tudo para fazê-lo feliz. A vida me tirou de perto de você, mas nunca deixarei de te amar. Cuide de tudo para mim, aja como se eu estivesse do seu lado, mesmo não estando. Um dia você vai se apaixonar e tudo há sua volta mudará, haverá muitos empecilhos que o faram questionar esse amor. Quanto maior a luta, maior a vitória. Agora vá e cuide dessa moça". Jimin acorda com a respiração ofegante, ele havia ouvido a voz de sua mãe depois de tantos anos. Aquela mensagem , a forma maternal como ela sempre tratava ele, o deixaram emocionado. Olha a menina ao seu lado e a abraça apertado e dorme novamente, afinal ainda era madrugada.

Já havia amanhecido, no quarto de Rosa, ela e Jimin dormiam agarrados. O contato entre os dois era lindo, ele havia saído no meio da tarde passada de Seoul com Jungkook que o ajudou a chegar a janela do quarto da moça no meio da noite. Ele a conheceu, ela o encantou, diferente de todas as mulheres que ele havia conhecido, ele sentia vontade de protegê-la, cuida-la.

Jimin já havia sofrido tanto em sua vida, tanto com sua mãe quanto com seu pai. Anos atrás encontrou sua mulher o traindo, ele acabou matando-os, aquilo o deixou com ódio de todos, mas acima de tudo ele se arrependeu de ter feito isso. Mais anos foram passando e aquele ódio se tornou tristeza. Jimin não se importava com nada ou ninguém. Rosa não sabia mas estava mudando o pensamento de um homem.

Para ela aquilo tinha sido um alívio, saber que não se casaria com um homem que a tornaria submissa. Ela achava seu noivo lindo, e pedia internamente que ele não a deixasse. Rosa não queria ser rejeitada de novo.

Os raios de sol entraram pelo quarto acordando a jovem, que admirava Jimin, o sentimento era uma afeição nobre e pura. O mesmo sente seus olhares e se mexe na cama, se espreguiçando. Se aproxima da noiva e beija sua testa, a mesma o abraça, os dois sentindo o calor do outro.

"Filha? Estás bem? Por quê ainda não levantou?"- Maria perguntava do outro lado da porta. Os jovens se assustam e separam-se.

"Já vou descer, mãe! ". Rosa tenta parecer o mais normal possível, mas a mãe já havia adentrado seu quarto, a menina olha pro lado e Jimin já não estava mais lá.

"Minha filha, eu e seu pai iremos ao médico, ele não está passando bem de novo". Mãe e filha se abraçam, foi tudo tão repentino.

"Kibou mãe, apenas tenha kibou." A mãe assente e a deixa sozinha novamente. A menina levanta o lençol de sua cama chamando Jimin, que sai apressado debaixo da mesma e olha Rosa, vendo tristeza em seus olhos.

"O que é kibou?". Jimin pergunta curioso.

"Significa esperança". A menina desabaria no chão se Jimin não tivesse a segurado. Ela parecia tão frágil, fraca, ele a pegou em seus braços com delicadeza com medo de machucá-la. Logo ela acorda e os dois decidem ir a fazenda de Jeon, onde Jimin ficaria nas últimas semanas para o casamento.

"Sejam bem vindos". Hanako recebe os dois e os faz comer de tudo. Ela e sua mania de engordar todos. De repente seu marido aparece.

"Ora, vejo que já se conheceram e formam um belo casal". Jeon comenta mostrando seus dentes e inflando as bochechas.

"Você parece uma criança". O mais velho rebate revirando os olhos.

Hanako e Rosa assistiam tudo controlando as risadas.

"Não se deixe enganar por Jimin. Não é tão perverso quanto parece. Só que às vezes gosta de dar uma de chefe de família". Kook piscou para Rosa.

"Creio que sou o chefe da família, Jungkook". Observou Jimin, secamente.

"Dois anos mais velho e não consegue não jogar na minha cara".

Rosa ofereceu um sorrisinho a Kook antes de voltar os olhos para o irmão mais velho.

E assim se passou o resto das semanas para o casamento, Jimin e Rosa sempre se encontravam e dividiam a mesma paixão: a leitura. Infelizmente seu pai só piorava e já não conseguia andar. Akio pede para falar com Jimin, o mesmo atende sua vontade, entrando no quarto receoso.

"Chegue mais perto, filho". Ele dizia com dificuldade, o mais novo assente. "Quero que faça uma promessa para mim. Quero que prometa cuidar da minha filha como eu cuidaria se ficasse vivo para vê-la se casar".

"O senhor devia não esforçar tanto". Jimin desconversa e olha o homem abatido o puxar pela gola de sua roupa.

"Prometa! Prometa cuida-la. É so...". Sua voz falha. " o que eu te peço ...".

O senhor desaba na cama respirando ofegante e Jimin corre para chamar Maria.

Os próximos minutos foram de dor e sofrimento, o senhor delirava e dizia palavras desconexas. Rosa acaba invadindo o quarto no desespero de ver seu pai.

"Paizinho". A menina abraça fortemente o pai que a empurra.

"Você não é minha filha, eu nem te conheço". Aquilo a doeu mas ela então percebe o delírio e acalma ele. "Rosa? Minha filha". Os dois se abraçam forte, até que os braços de Akio ficam moles e menina se desespera. Ele havia morrido na véspera de seu casamento.

Mas você deve acreditar em si mesmo, seja seu próprio líder

Maus pensamentos e realidade pessimista vai parecer o certo

Mas você está realmente apagando as suas chances

Apenas podemos ser verdadeiros quando parecemos fora de moda,

Eu tenho a Via Láctea dentro de mim

Não importa onde eu estou ou o que faço

Eu acredito, eu acredito

Onde eu estiver, irei me proteger

Eu acredito, eu acredito

I Believe - Rap Monster


*


"Em um mundo de pintores sem nome, ela pintava o seu pulso com o vermelho de seu sangue".

Eu gostaria de poder me amar

Eu gostaria de poder me amar

Eu gostaria de poder me amar

Eu gostaria de poder me amar

E assim logo de manhã com seu belo vestido branco acompanhada por seu cunhado, a menina entra na igreja um pouco receosa. Tudo estava decorando em tons de azul. Jimin a esperava no altar, ele estava lindo aos seus olhos, cores fortes combinavam com o moreno que a pega pelas mãos. O padre começou com a cerimônia que havia sido calma e só com amigos íntimos. A troca de alianças havia sido terminada e o costume era que só os mais velhos beijassem a testa da noiva. Tudo havia sido pago por seu pai que fez questão que não faltasse nada apenas sua presença paterna. Todos estavam de luto.

Na carruagem, os dois saem a caminho de Seoul. Num silêncio ensurdecedor que acabou logo que chegaram na fazenda. Jimin a pega no colo e a leva para dentro. A nova senhora Park sorriu de seu ato a seguir. Jimin toca seus lábios e os sela finalmente sentindo a respiração ofegante se sua esposa. Soltando-a de seus braços a deixando em pé na sala. O senhor vai em direção ao seu quarto.

A calma e beleza do local a surpreenderam e tranquilizaram por um momento. A construção era magnífica, tanto pela nobreza dos materiais empregados - ébano, ouro, mármore e marfim - quanto por seu tamanho, desenhos e arranjos decorativos.

Percorrendo-o descobriu numerosos quartos, salas e salões luxuosamente mobiliados e decorados. Nas dependências dos fundos, vários cômodos acumulavam em seu interior moedas, joias, pedras preciosas e objetos forjados em porta e ouro. Era um tesouro de enorme valor que estava ali guardado, sem nem fechaduras ou grades que o protegessem contra intrusos. Não havia um único escravo para vigia-lo, e Rosa perplexa, indagavam como era possível aquilo, quando uma voz feminina chegou aos seus ouvidos, sua nova bá.

"Não se admire por encontrar tamanho tesouro sem guardiões, minha senhora. Tudo que a senhora está vendo lhe pertence. Mas o melhor, agora, é que repouse como convém, em cama macia. Vou guiá-la ao seu quarto"- E a mucama a conduziu até seu grande aposento.

Rosa adentrou a câmara e foi deitar-se.

"Quando quiser banhar-se, basta que me chame, e preparemos tudo o que for necessário para o seu conforto e prazer".

Prazer, essa era a palavra chave dessa noite, hoje ela se entregaria de corpo e alma ao seu marido.

Nos aposentos de Jimin...

O senhor descansava tomando um belo copo de whisky calmamente, preparava-se também para uma noite de núpcias com sua mulher. Até que na beirada de sua janela entra uma mulher encapuzada. Que logo tem seu pescoço pego por Park.

"Yang Mi, o que pensa que estás fazendo aqui?"- pergunta com uma dose de raiva na voz.

" Ora, meu senhor, vim visitar o meu amante preferido!" - Exclamava saltitante se aproximando do moreno.

"Não sei se sabe mas agora estou casado"- O homem se afasta de seus braços.

"E isso muda algo? Eu o quero e sei que me quer também e não uma virgensinha qualquer" - Mi praticamente cuspia as palavras.

"Não fale assim dela!"- Jimin agarra seu pescoço novamente com mais força, só mais um pouco e a mataria ali mesmo.

"Eu sei o que fez quando criança, Park"  - com essa fala ele a solta - "Sei de tudo que fez, toda a verdade".

"E eu posso matá-la aqui e agora!" - Ele a ameaça.

"Poupe-me de ameaças, se fosse me matar já teria o feito" - Jimin bufa e se joga na cama, aquela era oportunidade perfeita, Yang despeja um pequeno pó em sua bebida. "Amor, não seja tão dramático, isso é perfeito para nos encontrarmos, ninguém desconfiará mais de nós" - ela entrega o copo a Jimin que bebe em um só gole queimando a garganta.

Ele então para pensativo e depois puxa a coreana ao seu colo. Jimin já estava sobre o efeito da droga.

"Tens razão. E agora eu te foderei por ser tão desobediente" - O moreno a beija calorosamente, mordendo fortemente seus lábios. Yang desce beijos de seu pescoço até seu abdômen. - " Me chupa, por favor " - Park pede em desespero aquela tortura. Ela atende seu pedido, sugando seu membro rapidamente logo sentindo as mãos de Jimin ditarem os próprios movimentos. Espasmos passam pelo corpo dele e assim ele tem seu sêmen jorrado nos seios da mulher que sobe a procura dos lábios de seu amante. Este a empurra mostrando que estava satisfeito. Se fosse em qualquer outra situação ela ficaria furiosa mas nesta era por uma boa causa. Mi então déspisse por completo e deita ao lado de "seu" homem. Ela então resmunga: "O que seria pior para uma mulher do que não ter seu casamento consumado na noite de núpcias?" - uma risada baixa sai de seus lábios e assim os dois dormem.

Enquanto a menina Rosa andava pela casa a procura de seu marido que estava demorando muito para sair de seus aposentos. A visão que a mesma viu a seguir a fez dar meia volta e correr ao seu leito. Seu coração disparava. Ele estava com outra. A menina estava pertubada e se sente traída. Aquilo tudo se transforma em raiva e assim ela procura algo nas gavetas de seu quarto, algo que a faria parar de sentir dor.

Dessa forma ela encontra uma pequena faca, logo dando início a cortes pequenos em seus pulsos. 10... 20... 30...

Era uma sensação indescritivelmente, como se estivesse liberando toda a dor existente. Os cortes estavam se tornando profundos e seu sangue já pintava todo o seu pulso. Ela continuaria se fosse impedida pela mucama que toma a faca de suas mãos e joga para longe. Rosa pede a bá que não conte nada a Jimin.

A bá pega panos e ervas para limpar a ferida e fazer o curativo, após terminar retirasse do quarto. Após o agudo temor que passara, ela sentiu seu corpo extremamente fraco, os músculos esgotados pela enorme tensão que haviam sido submetidos. Ross então deixa os joelhos cederem, sentando-se sobre as pernas. Depois apoiando-se sobre um braço enquanto seu olhar se embaça, e ela finalmente se deitou, abandonando-se em um desmaio.

Quando acordou, já de manhã, pediu que lhe fosse preparado um banho e logo viu frascos de óleo e perfumes ao lado de seus banheira. Ao terminar de se lavar, toalhas vieram a exugá-la. Ela vai cômoda a procura de um vestido que cobrisse suas novas cicatrizes. As bás com suas vozes gentis, falaram que a iriam pentear e adornar e assim foi feito. As ataduras em seus pulsos haviam sido trocadas e limpas. Rosa então pediu que trouxessem seu café pois não queria dar de cara com seu marido. Coisa que foi feita quando Jimin adentrou seu aposento furioso, alguém já devia tê-lo contado.

"Você ficou louca?" - Park já começa alterado e assim pega seu pulso coberto e rasga e barra de seu vestido - "Por quê fizeste isto consigo?" - ela então vira o rosto e não responde - "Eu lhe fiz uma pergunta. Responda-me!" - Ele segura seu rosto e olha no fundo de seus olhos. O que a menina faz a segui o deixa perplexo. Ela puxa a gola de seu traje e o faz se olhar no espelho.

"Isto responde-te?" - Jimin encara seu reflexo no espelho e havia marcas em tons de roxo e vermelho de seu pescoço até sua clavícula -

"Espero que tenha se divertido, Jimin" - O moreno ainda a encarava e solta um risada alta e sarcástica.

"Você se cortou só porque eu estava com outra" - ele põe a mão na barriga de tanto rir - "Ficou me esperando? " - o mesmo para subitamente de rir ao sentir o tapa forte deferido em seu rosto, Jimin fica assustado com sua ação e se sente afrontado, dessa forma pega o pescoço de Rosa com força -"É bom que o que acabou de fazer nao se repita..." - ele aperta mais o pescoço da menina - "...para o seu próprio bem, Rosa"- o moreno sai do quarto pisando forte.

Rosa deixa suas lágrimas molharem suas bochechas sentido o cheiro da chuva.

"E ousadia não é falta de medo mas a capacidade de dominá-lo".

Pessoas dentro da escuridão

Parecem mais felizes do que ao dia

Porque elas sabem que têm um lugar para estar

Somente eu estou andando sem poder fazer nada

Mesmo assim, misturando-me aqui é mais confortável

Reflection - Rap Monster


Notas Finais


Coitada da Rosa.


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