História Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Máfia, Romance, Serial Killer, Sexo Lésbico, Violência Psicológica
Exibições 24
Palavras 1.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Salve sétima legião
Tudo certo?
Sabe aquele capitulo que deixa umas pontas soltas?
O de hoje é tipo isso '-'

Capítulo 17 - Preciso dar outra festa


Fanfic / Fanfiction Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 17 - Preciso dar outra festa

Lua P.O.V

 

Meu jantar com Elisa foi adiado por conta do meu futuro encontro de negócios com o filho de Amélie e imaginando a dor de cabeça futura que isso pode me trazer.

Levanto de minha mesa tentando fingir ser uma adolescente normal e não uma idiota fingindo ser o futuro da família, isso não foi o que eu pensei pra minha vida. Mas nada se tem sem sacrifício, pra ter algo é preciso dar algo entroca de valor equivalente.

 

--Preciso dar outra festa. - digo rindo sozinha.

 

Visto o moletom sobre a camisa branca vendo os pontos em meu queixo e o inchaço no olho esquerdo estava diminuindo já estava apenas roxo, o bom é que já da pra esconder com maquiagem.

Fui muito bem qualificada me tornando uma combatente competente e vivo num mundo onde o mais fraco é presa! Desde os seis anos comecei a trilhar essa caminhada. Sacrifício é algo necessário para ter a mente forte e o coração de aço.

Vou até a estante de livros para abrir o cofre eletrônico por trás de alguns livros, a verdade é que meu pai não morreu no acidente e me deixou um tipo de caixa.

 

>>FLASHBACK<<

 

Fui puxada para cima pelo meu pai que tinha um corte profundo na testa e usava um colete salva vidas, e me puxou para um bote salva vidas.

 

--Pai, ela ainda tá! Suzanaaaaaaa

 

--Ela morreu filha. 

 

>>FLASHBACK OVER<<

 

Pego a caixa de madeira levando-a até a mesa, lembrando de como foi minha vida depois do acidente e de como consegui mentir perante um tribunal.

Após abrir a caixa fito o mapa envelhecido e com manchas com as bordas corroídas pelo tempo, me sentindo em pedaços... Era assim que eu me sentia quando fui procurar as pessoas na agenda do meu pai. Acebei deixando de lado a minha parte boa, e acabei chegando ao ponto da pessoa que eu mais amei.

 

>>FLASHBACK<<

 

No final do segundo dia estava dormindo no colo do meu pai, enquanto ele falava algumas coisas desconexas para mim... Mas para ele fazia bastante sentido.

 

--Filha, - me sacode um pouco me fazendo despertar do meu cansaço. --Lua, está me ouvindo?

 

--Pai... - dei um longo suspiro esperando que ele voltasse a descansar. --Descansa, tá bom?!

 

Mal conseguia entender o que tinha me acontecido, fui salva de um acidente em que minha irmã morreu.

Posso dizer que tive sorte em sobreviver mais que a maioria das pessoas...

 

--Você precisa sobreviver, por nós dois. - sussurra e me empurra para longe dele.

 

Ainda sonolenta vejo o meu pai engatilhando uma pistola, sinto meu sangue gelar ao ver o olhar nervoso do meu pai ao enfiar a cano da arma na boca e puxar o gatilho logo em seguida.

 

>>FLASHBACK OVER<<

 

Sento na cadeira de couro preta fitando a caixa, o mapa e o caderno com os nomes dos principais sócios, incluindo o Conselho da máfia em Nova Iorque. Mas eu escolhi cair pra dar de cara no chão, tanto faz o resto! Na vista sou apenas uma estudante do colegial...

 

A caixa foi o principio do meu precipício...

 

Ligo o iPod vou deslizando o dedo para cima e para baixo clicando acidentalmente em um rap do Player Tauz, um dos meus preferidos me fazendo relaxar por um tempo.

 

Fito o mar do lado de fora levanto meu olhar para o céu e dou de cara com a lua brilhando no céu, então começo a refletir sobre meu comportamento imbecil para com Alice nos últimos dias.

Passo as mão pelos cabelos me odiando pelo tratamento que tenho dado a ela depois dela ter salvo minha vida e principalmente depois de tudo que eu fiz e nunca me esforcei pra mudar por ela.

 

Mas também não posso ignorar o fato de que ela não entendeu que, não podia simplesmente largar tudo e ignorar a droga de um passado sujo.

 

Pego o telefone sobre a mesa de cabeceira então disco seu número de telefone, e imagino se ela saiu ou coisa do tipo. Olho para as chaves da motocicleta pendurada junto das outras...

 

[****]

 

Aperto a campainha e volto a enfiar as mãos nos bolsos do sobretudo cinza escuro, enquanto espera impacientemente por Alice ou seja lá quem for? A paciência é a mais nobre das virtudes, infelizmente não tenho ela ou a paciência de um guerreiro.

 

Consulto a hora e vejo que são quase meia-noite, por sorte consegue empurrar uma graninha no bolso do cara da portaria.

Enfio novamente as mãos nos bolsos e viro em direção ao elevador, foi uma imbecilidade ter vindo aqui e total perda de tempo.

 

--O que achou que aconteceria Lua? - pergunto a mim mesma.

 

--Espera! - escuto a voz de Alice do outro lado do corredor.

 

Acho que meu sorriso ficou visível de mais, pois ela sorriu de volta. Caminho de volta pelo corredor e a cumprimento com um aperto de mãos, pra ser sincera, não espero de Alice mais do que educação...

 

[****]

 

--Me desculpe por ter vindo agora. - digo vendo ela fechar a porta.

 

--Não tem problema. - cruza os braços então levanta o olhar. --Senta, vamo conversar.

 

Alice senta e pede para que eu me sente então fica calada me encarando pelo que parece uma eternidade e isso me deixa um pouco desconfortável.

 

Estou me sentindo desconfortável por estar diante dela e não saber como pedir desculpas e explicar o motivo daquela visita numa hora imprópria como essa.

Alice sempre esteve por perto pra me ajudar tomar decisões quais eu nem saberia por onde começar.

 

--Me desculpe, - respiro fundo. --eu tenho sido uma imbecil com você!

 

Passo as mãos pelos cabelos então bufo de raiva lembrando dos últimos dias e principalmente como tenho sido imbecil com todo mundo, voltando a ser a mesma garotinha mimada de antes.

 

--Não precisa se...

 

Seguro na mão de Alice e baixo a cabeça e sem pensar duas vezes ou num ato de total desespero faço besteira.

 

Alice P.O.V

 

Antes de terminar a frase fico sem ação ao ser surpreendida por um abraço de Lua que quase me sufoca. Logo sinto lágrimas molhando meu ombro ouvindo aquela pirralha soluçar.

 

--Eu sinto sua falta. - diz entre soluços e aperta mais ainda os braços apertarem minha cintura. --Por favor não some, eu preciso de você!


Notas Finais


Se você curtiu deixa aquele favorito maneiro
Ces são minha força
Tamo junto
É nois
Falow


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...