História Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Máfia, Romance, Serial Killer, Sexo Lésbico, Violência Psicológica
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Palavras 1.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Salve sétima legião
Tudo certo?
Dando continuação a saga ''pontas soltas''
:v

Capítulo 18 - Cicatrizes... '-'


Fanfic / Fanfiction Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 18 - Cicatrizes... '-'

Alice P.O.V

São quase três da manhã e Lua dormiu a pouco tempo no sofá, é melhor ligar pro Tommy e avisar que a pirralha vai dormir por aqui e amanhã eu a levo pra casa.

Ajeito a pirralha no sofá e não deixo de observar as cicatrizes que se não fossem tão assustadoras seriam bizarras. Algumas queimaduras e duas tatuagens tão sinistra quanto as cicatrizes...

 

>>FLASHBACK<<

 

1 ANO ANTES - HOSPITALBY - LAUSANNE - SUÍÇA

 

Pelos corredores do HospitalBy, Alice procura por Tomas que autorizou sua entrada. O que foi difícil com o acumulo de repórteres nas portas de entrada.

Alice vê Tomas falando com um dos médicos que cuidaram de Lua.

 

--Tommy? - chama Alice enquanto anda em sua direção e o abraça forte. --Como ela está?

 

--Achei que chegaria só amanhã. - comenta com sua voz rouca.

 

--Eu dei um jeito de vir o quanto antes. - diz se afastando e passando as mãos pelos cabelos. --Deixei as coisas no hotel e vim aqui.

 

Não demora muito para que um dos médicos apareça. O homem de cabelos pretos, alto e forte aparentando ter não mais que trinta anos, segura em suas mãos um prontuário.

Tomas cruza os braços fortes sobre o peito enquanto escuta o que o Dr. Thommasi tem a dizer com relação a Lua.

 

--A pancada foi forte, - olha para Tomas e Alice que se põe ao lado do amigo. --mas como ela estava usando capacete os danos foram mínimos. - olha no prontuário. --Ela precisa repousar. - mas antes de ir embora o jovem cirurgião. --Porém algo me intriga.

 

--Como assim? - pergunta Alice preocupada. --Explique por favor.

 

--O fato dela ter apenas quinze anos, - olha novamente para Alice e Tomas retomando a conversa. --e ter 27% do corpo coberto por cicatrizes; sete fraturas que não calcificaram como deveriam. - respira fundo e ajeita os óculos em seu rosto. --Além de queimaduras de primeiro e segundo grau nos braços, costas e peito.

 

>>FLASHBACK OVER<<

 

Desligo o televisor e fecho as janelas, da última vez que tentei tocar em Lua enquanto dormia, ela quase quebrou meu punho e passou um mês pedindo desculpas sem falar que fugia de mim.

 

Samantha P.O.V

 

Me levanto de minha cadeira de couro marrom barata segurando uma xícara de café, analisando qual será meu próximo passa já que a incompetente russa desperdiçou uma chance de ouro.

 

Vou olha minha teia em busca de algo relevante, já basta ela e o grupinho de amigos dela... É isso! Já sei onde é o ponto fraco dela!

 

É hora de mais uma de minhas voltinhas pela Deep Webb a procura de algo que me agrade e seja util para fazer o que planejo, vou atacar o inimigo onde menos espera sem dar oportunidade para revidar.

 

Não posso desperdiçar o dinheiro de meu financiador com perdas de tempo, ele deseja resultados. Bons resultados, aliais!

 

Não vejo a hora de botar os pés fora de suburbio de quinta em Los Angeles, porém preciso fazer o que estou sendo paga pra fazer e sem chamar mais atenção.

 

--Não precisa se esconder nas sombras, - dou um gole no café. --sei que está aí!

 

Vejo a loira incompetente emergir das escuridão que senta em minha cama folheando um livro grandioso demais para sua mente pequena, volto para minha cadeira afim de alcançar meu intento.

 

--Quando será o próximo ataque? - pergunta se deitando em minha cama e me encarando.

 

Só aceitei ajuda dessa criatura por ser mais sugestionada e maleável e se deixa levar por minha fisionomia idêntica daquele ser abominável que atende por Lua.

 

--Por conta do seu erro, - dou outro gole em meu café para organizar minhas ideias. --terei que esperar!

 

--E você não erra? - pergunta sarcástica, isso que da contratar gente local.

 

--Sarcasmo ficou para pessoas rasas, superficiais e acéfalas. - digo ajeitando meus óculos de grau.

 

Se você tem duvidas de minha aparência, tenho cabelos e olhos castanhos, alta com menos massa muscular que ela e menos grana.

 

--Antes de mais nada, - me encosto na cadeira vendo os códigos passarem pela tela do notebook. --eu nunca erro e estou sempre certa.

 

Dou graças aos céus de que minha tia viajou com aquele  marido dela tosco e nojento, tenho bastante tempo pra pensar.

 

Aprendi o que é uma troca equivalente na dor e é por isso que eu atravesso o inferno se for preciso pra ter o que eu quero.

 

--Diga logo o que veio fazer aqui? - digo deixando a caneca ao lado da luminária vermelha.

 

Dasha me senta em meu colo colocando minha mão em sua intimidade que está úmida, infelizmente preciso me deitar com essa criatura fútil para que ela faça o que eu peço.

 

--Quero que me foda, - da um gemido rouco em meu ouvido então leva os lábios vermelhos no lóbulo da minha orelha. --me mostre que pode me possuir melhor que ela.

 

Lua P.O.V

 

Alice está no escritório com Tommy falando sobre alguma coisa que nem quero saber, pego o joystick me concentrando no Mortal Kombat e esperando por uma ligação de Elisa.

 

Não demora para que a merda do telefone toque e eu atenda ouvindo a voz de Elisa rindo do outro lado.

 

Ligação on:

 

--Acabei de pensar em você. - digo me deitando no sofá colocando a cabeça sobre as almofadas.

 

--Sei. - diz rindo e da um longo suspiro do outro lado da linha. --Sebastian volta hoje.

 

--Sem encontros até a próxima viagem. - bufo de raiva então prossigo a conversa. --Eu preciso de um beijo.

 

--Vai ter quantos quiser. - responde de um jeito sexy.

 

--Pensei de sairmos hoje. - olho o relógio e vejo que a conversa entre Tommy e Alice está demorando demais. --O que me diz?

 

--Desde que eu termine na sua cama com você.

 

Digamos que meu romance com Elisa anda as mil maravilhas, claro que isso vai até quando o doido psicótico do Sebastian voltar e seguir os pessoas de Elisa vinte e quatro horas por dia.

 

Lua Bittencourt com uma mulher casada? É muito gostar do perigo Lua.

 

--Disso não tenho dúvidas.

 

Embora eu tente, não consigo me desligar de meus outros problemas. Cedo ou tarde eles vão precisar saber que eu não vou ficar por aqui pra sempre, eu não recebi só o fardo do Conselho da Máfia e sim outra herança mais obscura.

 

--Eu vou te buscar em casa. - enfio a mão no bolso da calça de moletom. --Eu quero você, agora!

 

Escuto batidas na porta do meu quarto então vou abrir ignorando meus pensamentos e ao abrir a porta recebo um chute no meio do peito, meu telefone escorrega para outro canto do quarto.

 

Rolo para o lado vendo o homem vestido de preto com uma espada na cintura que a puxa ainda me encarando, me coloco de pé e espero ele investir contra mim que logo ocorre.

 

Me esquivo para a esquerda e logo depois para a direita então o chuto no peito o fazendo cair sobre uma mesa, pego a garra longa em minha parede investindo contra ele logo acertando uma cotovelada em seu rosto.

 

Esquivo recuando para trás usando apenas meus reflexos pegando uma flecha do estojo de flechas e arremessando contra sua perna.

 

O homem vestido de preto esquiva de meu chute, e acerta um chute em meu joelho me fazendo cair e esquivar do próximo golpe que seria meu pescoço, rolo novamente acertando a espada em sua mão decepando-a. 

 

Ele grita de dor e bufa de ódio, pegando a espada com sua mão direita e desferindo um golpe superficial em meu ombro.

Dou um salto para trás pegando outra espada, acertando um golpe em seu peito em seguida um murro.

 

--Quem te mandou aqui? - pergunto puxando-o pela gola de suas vestes pretas de couro.

 

Levanto a espada acima de minha cabeça sou empurrada por um vulto no chão então vejo Tommy me segurando, acerto um chute com os dois pés em seu peito o fazendo cair de qualquer jeito.

 

--Responde! - grito o segurando pela gola.

 

O homem arranca o canino e mastiga logo espumando pela boca, então solto seu corpo inerte no chão bufando de raiva e partindo pra cima do Tommy.

 

--POR QUE FEZ ISSO?? - grito retirando os cabelos do meu rosto.

 

--Você iria matá-lo! - grita se levantando do sofá passando a mão na nuca.

 

Pego a jaqueta em cima da cama e as chaves da motocicleta, quem Tomas Miller pensa que é? Ele me fez perder uma informação valiosa sua vontade de ser herói de meia pataca!


Notas Finais


Então?
Que porra foi essa?
Se você curtiu deixa aquele favorito maneiro e aquele comentário
Ces são minha força
Tamo junto

:v


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