História Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 21


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Máfia, Romance, Serial Killer, Sexo Lésbico, Violência Psicológica
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Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Salve soldiers
Tudo certo galera?
Vou deixar mais uma ponta solta

Capítulo 21 - Ódio, discórdia, ganancia e a guerra!


Fanfic / Fanfiction Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 21 - Ódio, discórdia, ganancia e a guerra!

Lua P.O.V

 

Acordo com o sol forte em meu rosto, que horas são? Aperto as temporas com os dedos e logo olhando no relógio sobre a mesa de cabeceira.

 

Elisa já não está mais ao meu lado, apenas os lençois bagunçados e seu perfume ainda está em minha camiseta que ela usou na noite anterior.

 

--Merda, são quase onze da manhã! - jogo o lençol para o lado e pegando a regata preta sobre a poltrona e vestindo logo depois a cueca preta.

 

Me olhando no espelho vejo as marcas de mordidas e chupões em meu pescoço, me fazendo lembrar de como Elisa sabe satisfazer alguém na cama.

 

Onde está Elisa? Ficar perto dela me trás paz e me faz esquecer dos problemas do mundo, mas ainda preciso fazer aquela viagem para Roma.

 

Eu tenho que tirar o poder e os aliados de Sebastian, aquela velha estrategia de batalha: Separar pra conquistar, desço para a cabine e no balcão da cozinha está um bilhete.

 

Desculpe por sair sem me despedir, mas estou atrasada.

Eu te amo! - Elisa.

 

--Disso eu já sei Elisa. - digo rindo.

 

[****]

 

Calço os coturnos e ponho a jaqueta preta colocando minhas dog tags para dentro da camiseta preta, salto pra fora do hieta com uma mochila nas costas e montando na motocicleta.

 

Segundo Sun Tzu, se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas...

 

Me alvo em questão se trata de um padre. Sim, um padre! O mais interesante é que esse homem chamado Filippo Bertolazzo, estava no caderno que meu pai me deixou.

 

Filippo controla a distribuição do tráfico de drogas, extorsão e também alicia crianças e adolescentes tanto para o tráfico quanto para prostituição estuprando uma garota que morava em um convento.

 

A jovem foi encontrada morta horas depois enforcada com um lençol o crime foi abafado pela igreja e arquivado como suícidio, fazendo com que Filippo Bertolazzo não fosse denunciado.

 

O que Filippo não contava é que seu nome está no caderno do meu pai e que teremos um encontro muito em breve.

 

Abro o notebook aproveitando as próximas horas de voo até Roma, consultando o mapa da Piazza di San Pietro. O mapa não é tão complexo mas posso estudar melhor como abordar ele e também como adentrar na Basilica di San Pietro

 

Meus parabéns Lua, você vai invadir a Cidade do Vaticano e mantar um santo sacerdote? Parece que acabei de condenar minha alma ao sétimo circulo do inferno.

 

Olho para as dog tags em meu pescoço...

 

Bittencourt, Lua M.

123-46-6934

O Pos

Catholic

 

>>FLASHBACK<<

 

Sou acompanhada pelo general Black, foi paraquedista do exercito americano por trinta anos. O homem de pele negra e já careca com um bigode grisalho e com o uniforme cheio de condecorações.

 

Estamos no sexto andar do Pentágono, um andar para baixo onde esses ratos tomam as suas decisões imundas e escolhem pessoas para os Projetos Monarca e MK-Ultra.

 

Segundo o General Black tenho qualidades que um ser humano normal não tem, apesar de ser um ser humano normal. De acordo com Black estou prestes a me tornar um ratinho de laborátorio voluntario.

 

--Temos centenas de paginas sobre você minha cara! - diz enquanto caminhamos por um corredor longo com pessoas passando por ele.

 

--Acredite em mim, só procurei pelo senhor. - coloco um ar presunçoso. --Porque sempre soube disso, invadi seus servidores no ano passado atrás de um homem.

 

O general nada fala apenas me acompanha. Por anos meu pai vendeu armas para o governo e agora apresento a esses babacas de farda a melhor arma de todas: Eu!

Um ser humano forjado em arma desde o nascimento.

 

Estou prestes a me tornar uma missionaria deles. Estou prestes a proliferar o ódio, a discordia, a ganancia e principalmente a guerra.

 

--Você assinará um contrato com o governo de seu país. - comenta o secretário de defesa. --Você vai ser enviada a uma missão entroca do resgate da srta. Martins.

 

--Eu assino o contrato. - assino nos locais indicados pelo General. --Agora, só me aponte quem eu devo matar.

 

--Meus parabéns, - aperta minha mão e sorri. --Bem vida ao Exercito dos Estados Unidos da América.

 

>>FLASHBACK OVER<<

 

Me estico na poltrona do jato particular olhando para a Colt que descança ao meu lado, me tornei um bom soldado fazendo algumas missões em troca de favores especiais como prisões particulares em determinados lugares do mundo.

 

Porém esses não foram os únicos privelegios, habilidade excessiva, força adquirida e consciencia objetiva foi o que eu ganhei pagando um preço que naquela época não era caro, mas hoje é.

 

[****]

 

Me esgueirando nas sombras consigo chegar até a uma das portas da Basilica como esperado aquele aliciador de menores estava sentado em um dos bancos da igreja próximo ao altar.

 

--Filippo Bertolazzo? - digo baixando o capuz e guardando a Colt no coldre.

 

O gorducho de cabelos ralos e grisalhos continua de costas murmurando algo em voz baixa, ele estava... Rezando?

 

Me aproximo com passos cautelosos, olhando para todos os lados. Merda de lugar iluminado pela luz da lua que atravessam essas drogas de vitrais.

 

--Sim, procura penitencia... - vira para mim com um sorriso tranquilo. --Lua Medeiros Bittencourt?

 

Meu sangue ferve, como ele pode saber meu nome? Como ele pode saber quem eu sou? Me aproximo mais dos bancos enquanto ele caminha em minha direção usando uma túnica preta e corrente com uma cruz de prata no pescoço.

 

--Como sabe meu nome? - pergunto o encarando com as mãos nos coldres das pistolas.

 

--Eu te carreguei no colo. - diz pondo as mãos na cintura. --Fui o melhor amigo do seu pai.

 

Já não aguentando mais de ódio puxo a Colt colocando-a na testa de Bertolazzo, meu coração fica duro como aço.

 

--Você é um maldito que traiu meu pai! - engatilho a Colt. --POR SUA CAUSA FUI CONDENADA A UM INFERNO!

 

Bertolazzo acerta um chute rápido em meu joelho empurrando minha mão no momento em que disparo fazendo a bala passar a milimetros de seu ombro.

 

Dou um murro em sua barriga enorme o fazendo cambalear, e arma cair por algum lugar. Me abaixo para pegar a arma mas sou surpreendida por seus braços em volta do meu corpo na tentativa de me fazer sufocar.

 

Acerto uma cabeçada em seu rosto o fazendo cambalear para trás e cair por sobre os bancos, pulo sobre ele com os dois pés em seu peito.

 

Aciono a hinden blade em meu punho e ofego após esse pequeno combate, Bertolazzo deixa as mãos espalmadas mostrando rendição me fazendo saltar de cima dele.

 

--Seu pai, - respira fundo e me encara. --ele sabia que Sebastian estava armando algo, por que acha que ele te levou?

 

--O que? - baixo a mão tentando assimilar o que Bertolazzo me dizia.

 

Como isso pode ser verdade? Bertolazzo está mentindo! Meu pai nunca seria capaz de arriscar minha vida e a de Suzana por seu prazer.

 

Bertolazzo me puxa pela jaqueta me jogando sobre o altar o fazendo quebrar a grande mesa de madeira com uma toalha de renda.

 

Me levanto sentindo o sangue quente escorrendo por minha nuca, me levanto rapidamente e antes que possa me erguer totalmente recebo com um pedaço de madeira na cabeça.

 

Escuridão...

 

[****]

 

Minha bochecha queima então abro os olhos vendo o que parece a sacristia da Basilica, meus punhos estão amarrados em uma cama velha suspensa me deixando ainda de pé.

 

--Então? - pergunta levantando e ajeitando a túnica preta.

 

--Nossa, isso é erótico demais pra um padre! - digo forçando as algemas, mas não posso quebrar minha mão ainda posso precisar dela.

 

--Seu pai sabia que Sebastian estava tramando contra ele. - sorri e aperta meu rosto. --Ou achou mesmo que seu pai era um bom homem?

 

--Limpe a boca pra falar do meu pai! - cuspo em seu rosto logo mordendo seu dedo indicador arrancando um pedaço logo o cuspido no chão.

 

Com o dedo mutilado Bertolazzo me acerta um soco em meu estômago arrancando meu ar, sem esperar ele tenta puxar minha calça para baixo deixando minha intimidade nua.

 

--Você vai aprender uma lição sua vadia imunda! - diz forçando a abertura de minhas pernas.

 

--Eu vou matar você!

 

Agarro sua cintura com as pernas o forçando contra meu corpo e convenientemente o fazendo cair sobre mim, fazendo com que a pressão da cama quebre as algemas.

 

Rapidamente levanto minha calça pegando o cilicio preso em meu cinto, desferindo-o contra o rosto do sacerdote do capiroto.

 

O sangue se esvai por uma ferida aberta em seu rosto me, então pulo novamente sobre ele acertando seu pescoço com minha lamina. Sentindo seu sangue em minhas mãos...


Notas Finais


Então é isso
Se você curtiu deixa aquele favorito maneiro
Ces são minha força
tamo junto


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