História Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Máfia, Romance, Serial Killer, Sexo Lésbico, Violência Psicológica
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Salve sétima legião
tudo certo?
eu to legal
Natal chegando \o/

Capítulo 25 - Dasha - parte 1


Fanfic / Fanfiction Filha da Máfia (Hot Lésbico) - Capítulo 25 - Dasha - parte 1

Dasha P.O.V

 

As vezes parece que o futuro já estava escrito, nossas ações e até o que nós dizemos. Desde o momento em que naufraguei com meu namorado no Mar da China.

Quado completei dezessete anos viajei com meu namorado, estávamos no norte do Mar da China durante uma tempestade. E eu sempre temi tempestades como aquelas, mesmo com John me dizendo que tudo iria ficar bem.

 

--Mas parece chegar perto. - disse me deitando na cama de sua cabine e abrindo meu robe rosa.

 

--Eu vou te deixar mais calma. - beija o lóbulo de minha orelha e toca minha intimidade, já quase não escuto os trovões me deixando levar pelos toques.

 

[****]

 

Tudo aconteceu tão rápido que quando dei por mim estava indo em direção a superfície em busca de oxigênio, água estava fria e tudo um breu só e alguns metros longe de mim vi o imponente iate de John afundando.

 

Fui que desesperada pois não queria morrer de frio, não imaginava que eu tinha outro proposito que era me tornar uma pessoa diferente, diferente do que eu era.

 

Quase um dia depois do naufrágio, já não aguentava mais a dor que sentia em meu corpo, a fome e sede. Fiquei exposta ao sol durante todo o dia enquanto boiava no que parecia uma porta.

 

[****]

 

Ao abrir os olhos constatei que estava com as mãos amarradas nas costas, em um acampamento da Ordem e alguns homens me olhavam como se fossem me devorar.

Naquela noite fui violentada por cinco deles por quase uma noite inteira, então naquele dia decidi que nenhum homem tocaria em mim novamente.

 

No terceiro dia, estava com minhas forças indo embora, mas antes que eu apague-se pude ver um par de olhos castanhos que pertencia uma garota que não aparentava mais que dezoito que viria a se tornar a mulher da minha vida.

 

Lua me levou para a Ordem das Sombras, um lugar que poucas pessoas conheciam e chegam através de mapas e no mundo exitem apenas quarenta mapas.

Aos poucos fui aprendendo e me tornando alguém como eles, no mesmo momento em que via Lua de longe.

 

Lua está acima de mim na hierarquia da Ordem, uma especie de sociedade assassina que recruta jovens, homens e mulheres lhes prometendo amenizar suas dores interiores. A Ordem é como se fosse em outro tempo em outros costumes, mas isso não me tirava da cabeça a garota que salvou minha vida.

 

Naquela época voltar para casa, passava longe de ser uma prioridade. Então numa noite no salão de comemorações bebendo sozinha, estava Lua.

 

Decidi ignorar as vozes dos beberrões e atravessar em direção a garota que chamava minha atenção, ela fora a primeira garota que despertara meu interesse, não sabia nada a respeito dela, fora o que se ouvia a boca miúda e o que se ouvia era que, ela foi a única sobrevivente de um acidente aéreo.

 

--Então, você realmente salvou a vida daqueles idiotas? - digo tentando parecer o mais sexy possível.

 

--Salvei sim, anjo. - deu um gole no vinho, e a vi sorrindo.

 

Um sorriso brilhante estava nos lábios que eu viria a desejar tanto, os músculos estavam em relevo na blusa de mangas compridas escura.

 

--Me chamo Dasha, e eu já sei seu nome. - ela deu um sorriso sedutor. --Quem não sabe!?

 

[****]

 

Seguimos para as ruínas as margens do Rio Nilo protegidas pela escuridão da noite, me sentei sobre uma pilastra enquanto a jovem armava uma pequena fogueira para nos aquecer do frio da noite e sobre nossas cabeças o céu estrelado do deserto.

 

--Então, como chegou aqui? - perguntou arremessando uma pedra no rio.

 

--É uma longa história... - fitei seus olhos castanhos e dei um sorriso. --Como veio parar aqui?

 

--Há dois anos, - dei um longo suspiro. --meu namorado e eu naufragamos no Pacifico... - sorri. --Minha família não se importaria se eu morresse.

 

E num impulso imbecil, encostei meus lábios nos lábios macios dela e senti sua mãos me puxar para mais junto de meu corpo.

 

Não demorou muito para que eu estivesse perdidamente apaixonada por ela, capaz de me atirar de um prédio se ela me pedisse. Tudo nela era atrativo e convidativo desde nossas noites de amor até seus beijos.

 

Lua é como uma faísca, mas é o suficiente para que eu continue tentando e quando está escuro lá fora sem ninguém por perto, ela continua brilhante.

 

Acebei me deixando levar por suas palavras apaixonadas e gestos românticos atrás de alguém que era conhecida e temida por todos.

 

Lua estava com quinze anos anos e eu com dezoito quando se aproximou uma campanha militar da Ordem das Sombras.

Só agora percebo que minha salvação veio por meio daquele acidente, me fez acordar para Lua.

 

Envolta na bainha uma saif com o cabo preto e detalhes em ouro, acho que os deuses queriam que nós ficássemos juntos e já não importa o que o destino quer pra mim, quero ficar com Lua até o sol nascer.

 

--Não tem medo de morrer? - perguntei esperando uma resposta que eu sabia que não viria.

 

--Não, eu nunca vou morrer. - sorri com seu jeito arrogante as vezes. --E mesmo que eu morresse, teria vivido um boa vida!

 

Lua vestiu traje preto terminando de colocar a espada na cintura e aljava nas costas por sobre o colete preto com tachas prateadas seus os olhos pousados em mim era como se olhasse no fundo de minha alma. Certa vez, Lua me disse que eu era sua amada e seu coração seria meu para todo o sempre.

 

--É a mulher mais bonita que eu conheci. - disse se aproximando de mim com um sorriso que eu já havia me acostumado. --Eu amo você.

 

--E eu sempre vou te amar, - levanto da cama ficando de frente para ela podendo encostar meu corpo no seu. --eu sou para minha amada e ela é para mim.

 

Meu amor por ela é puro, pleno e sem fim e sempre será...

 

Desperto de meus pensamentos tolos tamborilando meus dedos no volante do Volvo prata, voltando meus pensamentos para a única oportunidade que tenho em minhas mãos.

 

Samantha só é parecida com Lua na questão da fisionomia, fora isso não se parece em nada. Finjo acreditar em suas palavras, ela não passa de uma manipuladora de quinta categoria. Só estou com ela para que eu me aproxime de Lua.

 

Ao meu lado, especificamente no banco do carona estão meu passaporte e duas passagens para o Peru, talvez longe de tudo ela volte a me amar.

 

Porém preciso dessa garota ingenua demais se achando dona da verdade, para atingir Lua e sua família ainda mais agora que Elisa apareceu na vida dela! Logo pela manhã recebi fotos das duas...

 

Vejo uma mulher de cabelos castanhos usando calça jeans e blusa preta retira os óculos escuros então percebo que é Alice, ela senta em uma das mesas da cafeteria de luxo olhando o celular.

 

Alice P.O.V

 

Pego meu celular dentro da bolsa e por incrível que pareça aquela pirralha está atrasada, um tremendo atraso por sinal.

 

Até agora aquela história que Lua me contou não fez tanto sentido assim, não me desceu o fato de o nome de Sebastian estar na droga de caderno ou ele estar ligado ao acidente que parece não ser tão acidente.

 

Sinto uma mão fria em minhas costas vendo Lua logo a seguir, ela parece estar cansada como sempre então senta frente para mim. Ela retira os óculos escuros me fitando com seus olhos castanhos escuros, passando as mãos pelos cabelos pretos.

 

--Desculpe pelo atraso, - respira fundo e volta olhar para mim. --acabei acordando tarde hoje.

 

Lua chama o garçom e pede um suco, ao menos vou conversar com ela sóbria. Não sei o que se passa em sua cabeça, deixei de tentar descobrir desde que fui embora e decidi enterrar o asssunto.

 

--Tudo bem, - dou um gole no suco. --podemos terminar aquela conversa de ontem?

 

--Por isso estamos aqui, - fita a mesa então volta o olhar para mim. --o que quer saber?

 

O que eu quero saber? O que ela acha? Tudo, preciso saber se o que ela diz é verdade ou mais um motivo pra iniciar uma briga com a morte de um deles dois e me deixando entre eles no processo.

 

--Tudo! - me inclino para frente. --Não te dei essa colher de chá pra ouvir meias verdades!

 

--Aquele caderno que você viu, não é nem o começo das coisas que tenho que fazer! - me empurra o caderno logo entrelaçando os dedos. 

 

--O que tem mais, me refiro as coisas além disso. - questiono ela sempre fitando seus olhos, na verdade estava a interrogando. Odeio fazer isso.

 

--Sou traficante de pedras preciosas. - resmunga passando as mãos pelo rosto.

 

--Você é o que??

 

--Precisava de um disfarce convincente. - argumenta. Ou melhor tenta argumentar, pois minha vida foi um inferno e noites sem dormir graças ao problemas deles dois.

 

--E o que mais?

 

--Não menti, quando disse que preciso de você!

 

Lua baixa a cabeça e segura minha mão, mas a puxo depois percebo que fui um pouco rude com ela. Mesmo que eu sinta sua falta não aguento mais mentiras e segredos e ver aquela merda toda acontecer novamente.

 

--Isso não vem ao caso! - pego minha pego minha bolsa e levanto, Lua segura meu braço.

 

--Espera! Não precisa ir embora, precisa? - pergunta me segurando pelo braço.

 

--Sim, eu preciso! Você não vai mudar nunca, sempre vai achar que o mundo e as pessoas giram ao seu redor! - acho que por pouco isso não foi um grito.

 

Foi uma péssima ideia ter vindo encontrar com ela, Lua já ficou para trás ainda que eu esteja magoada com ela não gostei de ver a expressão em seu rosto, enxugo o rosto molhado pelas lágrimas que nenhum deles merece.

 

Por reflexo pulo para o lado no momento em que uma van branca sobe a calçada e freando quase em cima de mim, desperto de meus pensamentos ao ver os seis homens com mascarás ninjas, fortemente armados.

 

Merda! Mas essa agora? Um par de mãos surge por trás de mim e um pano é forçado em meu rosto, me debato nos braços dele minha cabeça lateja mas não posso respirar ou... Minha visão escurece.

 

Lua P.O.V

 

Corro atrás da vã o mais rápido o possível pulando sobre o capo de alguns carros parados no sinal, pego um atalho usando um beco. Merda! Uma grade! Pego impulso e consigo pular por sobre uma grade de metal jogando meu corpo para o outro lado caindo com um dos joelhos no chão.

 

A van acelera na medida que me aproximo correndo pegando uma Colt em minha cintura mirando de forma rápida e quase eficaz num dos pneus da van, mas o disparo não é capaz de pará-los.

 

--O que foi que eu fiz!?

 

[****]

 

Respiro fundo sentando no sofá querendo assimilar melhor os fatos com Tommy e Elisa buzinando em meu ouvido, quem poderia sequestrar Alice? Karpov? Sebastian? Ou qualquer outra pessoa que saiba do caderno...

 

--Você não podia ter se arriscado, Lua! - diz Elisa com as mãos na cintura enquanto respiro fundo para pensar melhor.

 

--E queria que eu fizesse o que? NADA??

 

Tommy para de me atrapalhar para falar ao telefone que toca incansavelmente porém quando ele atende a pessoa desliga do outro lado.

 

Não vou esperar um investigador idiota entrar por aquela porta, não vou deixar Alice se ferir novamente por causa dos meus erros. Não posso e não vou perdê-la novamente.

 

Subo as escadas com Tommy atrás de mim e se for preciso eu reviro o mundo atrás dela.

 

--Onde você vai? - pergunta Tommy e logo atrás vem Elisa.

 

--Se for preciso eu reviro meio mundo atrás dela! - empurro a porta com força indo em direção ao closet.

 

Alice me tirou da escuridão que eu me atirava enquanto ainda tinha como voltar, quando tudo ainda era tão frio e eu estava sozinha trilhando um caminho escuridão e dor.

 

Alice prometeu cuidar de mim assim como prometi tomar conta dela, não importa o que aconteça e agora as coisas continuam do mesmo jeito minha promessa ainda é a mesma.

 

--Eu vou com você! - questiona Elisa se pondo na frente da mochila.

 

--Não! Não posso arriscar sua vida, - afago seu rosto com a costa de minha mão. --você é minha vida!

 

Realmente, Elisa é a minha vida de agora em diante, na verdade ela sempre foi mas, agora, não posso levá-la comigo. Dasha está louca, fora de si e é capaz de machucar à mim mesma.

 

É obvio que isso só pode ser coisa dela, não é atoa que ela armou aquele circo na minha festa e Alice me salvar só piorou as coisas assim como a foto do jornal minha e de Alice.


Notas Finais


Carai véi
que porra ces acham que foi essa?
deixa ai nos comentários e aquele favorito maneiro
tamo junto
ces são minha força
falow


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