História Filhos da Sombra da Luz - Capítulo 7


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - A Cerimônia


      Kayra

Ariel circula a fogueira de fogo celeste. E natural para ele, não e a primeira vez que ele conta a historia, mas, para mim, cada palavra que ele diz só serve para me encantar, da mesma forma que me encantou da primeira vez. 

Obrigo-me a consentrar na musica que estou cantando, quando Ariel abre a boca.

 — A muito tempo atras, um simples comersiante foi infectado com uma doença demoniaca. Ninguem sabe que doença é essa; só sabemos, que ela o trasformou em um vampiro.

"Apesar de sua condição, ele não deixou de viver. Sua adorada esposa não o despresou, mesmo sabendo que ele torno-se um moustro. 

Desta relação surgiu o primeiro de nossa especie. O garoto teve paz ate seu descimo terseiro aniverssario, quando surgio seu Dom. A cobiça pelo poder que o garoto adiquirio, abalou o mundo vampiro. 

Foi ai que nossa raça se expandio. E com a descoberta de que, o vampiro que transforma-se um Vamp teria total controle sobre ele, nos tornamos alvo para aqueles de coração duro.

Para nossa proteção, criamos nossa propia sociedade. Juntos podemos fazer mais."

Ariel parou ao lado de Anzar. Enquanto Ariel o trazia para frente, mudei a tonalidade da minha voz, deixando a madeira queimar.

— Hoje — disse Ariel, — estamos aque para resceber a nossa nova aquisição. Para que os anjos saibam qual alma salvar.

Seria bom se nosso lado vampiro não nos condena-se ao inferno, ou, se não dependescemos dos anjos para nos livrarmos desse destino.

Ariel diz algo no ouvido de Anzar. 

Sera que não o informaram de como percorre a cerimônia?

Ele da um passo afrente. Faz sua parte na cerimônia, mas um pouco escitante.

— Eu... fui abandonado em um orfanato com um ano de idade. Acho que tambem fui rejeitado pelos humanos, ninguem nunca quis me adotar ou fazer amizade comigo. Eles só falavam comigo quando querem algo, geralmente me obrigar a fazer os deveres de casa deles. Eu mudei de orfanato trez vezes, as pessoas não querem conviver com um garoto propenso a quebrar objetos de decoração. Eu sou invizivel na maior parte do tempo.

Imagino o que ele fara quando souber que fez isso com sigo mesmo.

Mudo o tom de voz, fazendo o fogo celeste mudar de tonalidade. Ariel pega uma adaga em sua bota. Medo passa pelos olhos de Anzar, sorrio ao pensar o que passou por sua cabeça  com essa cena. 

Ariel entrega a adaga a ele e explica em voz baixa o que deve fazer. Anzar segue as orientações, cortando a palma da mão. Ele colocou a mão sobre a fogueira, seu sangue se misturamdo as cinzas. Quando o sangue para de escorrer da ferida, mudo o tom de voz fazendo o fago raspar em sua ferida, ajudando sua pele a curar-se. Fogo celeste, se não ficarmos expostos por muito tempo, não nos queima, nos fortalece.

Ariel passa seu braço pelos ombros de Anzar, levando-o para fora da clareira, meus irmãos logo atraz.

Quando eles estão a uma certa distansia, mudo o tom de voz novamente, fazendo o fogo voltar de onde veio. Caminho ate o centro da clareira, ajoelho-me em frente ao monte  de cinzas. Passo meus dedos por ela, as cinzas acarisciando meus dedos. Ate que encontro o que procurava; meus dedos envolvem a corrente do cordão, levanto-o. O pingente cor de vinho balansa com o vento.

Anzar e um Vamp; seu sangue ter se misturado a cinzas para formar o colar com o simbolo de nossa expece, ja mostra isso. Se fosse um humano, teria explodido em chamas quando o fogo tocou em sua pale

Um sorriso maliguino tomou conta do meu rosto.

Não e so por que ele e um Vamp, não significa que possa fazer de sua vida um inferno.



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