História Filling the void - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Levivi_221-2

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho
Tags Chanbaek, Kaistal, Kyungjin, Lemon, Menção Baekxing, Menção Chanhun, Romance, Sequestro, Suchen
Visualizações 205
Palavras 2.944
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oioioioi.

Mais um cap pra vcs, amores.

Sorry pelos erros e vamos ao cap!

Esse cap é dedicado à minha BB @Linggie! Amo tu, minha parça😍

Capítulo 4 - Terceiro.


Fanfic / Fanfiction Filling the void - Capítulo 4 - Terceiro.

Krystal deitou sobre o corpo de Kai ao ver o mais novo abrir os braços e sorrir daquele jeito fofo.

– Como foi? - A mais velha perguntou, acariciando o rosto alheio.

– Ótimo, amor. E como foi aqui? BaekHyun tentou fugir?

– Não. Até estranhei, nota-se que o garoto se sente mais tranquilo com a gente.

– Sério?

– Sim. Ele é bem calado, como eu disse na ligação. Sempre está pensando em algo, algumas vezes precisamos chamar ele mais de uma vez para nos ouvir, é gentil e bastante educado.

– Kyung acha que ele vai passar a perna na gente.

– Olha, eu acho que se ele for fazer isso, não é o mesmo garoto de agora. Passe dois segundos encarando ele, Jong. Apenas dois segundos. Assim que você cruzar o olhar com o do baixinho, você vai se sentir solitário.

– Credo, Krys. - JongIn riu baixinho.

– É sério, tenho dó dele. O modo como ele sempre está de cabeça baixa, pensativo, triste, melancólico. É estranho, Kai. É muito estranho.

Olhou para o namorado e deixou um suspiro sair de seus lábios.

– Você gostou dele, não é?

– Ah, JongIn... sim. Eu gostei dele, quero mudar ele. BaekHyun tem um sorriso tão lindo, apenas duas vezes em que ele sorriu verdadeiramente.

– Mais alguma coisa?

– Sim. Ele tem uma cicatriz enorme nas costas. É bem feia e não parece que foi feita há 2 anos. Daria 1 e meio, no máximo. Ainda está inchada. Não tanto, mas tem uma certa elevação.

– Como você viu?

– Acho que o Chan e a So também viram, foi na piscina, e eu passei no corredor em que tem uma janela que a gente consegue ver a piscina. Ele estava sentado na borda dela quando eu vi.

– É muito... grande?

– Sim, mas não é tão grossa, mas vai do meio entre es escápulas até a cóccix.

O Kim suspirou e abraçou o corpo da namorada, esta que se aconchegou sobre si e fechou os olhos.

No quarto ao lado, ChanYeol ainda martelava sobre o que havia visto nas costas do loirinho, SuHo e JongDae dormiam agarrados, SoJin e Kyung conversavam sobre a viagem do Do e BaekHyun estava na banheira, dormindo. Nem imaginando que a água iria esfriar e logo acordaria tremendo.

– Quanto acha que iremos conseguir com o pirralho?

– Podemos pedir o triplo do valor que combinamos com o chefe. A gente divide por três e dá o que ele queria, aí o resto fica pra gente!

– Boa!

BaekHyun se remexeu e abriu os olhos, porém estranhou ainda estar escuro, balançou a cabeça e notou algo cobrindo sua cabeça.

– Socorro!

Recebeu um soco forte no rosto. Retiraram o capuz de sua cabeça e finalmente olhou onde estava. Parecia um galpão velho e abandonado. Os dois homens usavam uma máscara e o corpo estava todo coberto.

– Que-quem são vo-vocês?

Não recebeu uma resposta, mas os dois caras trocaram olhares antes de sorrirem diabolicamente.

– Tatuadores. - Responderam juntos.

Ah, mal sabia que a tatuagem seria feita da pior forma possível.

BaekHyun acordou com a respiração desregulada, tremendo de frio, com os lábios e os dedos roxos, de olhos marejados e o nariz sangrando.

Levou os dedos trêmulas até o local e limpou o sangue, olhou para baixo e uma parte da água estava avermelhada; provavelmente o líquido escarlate havia pingado.

– Droga.

Limpou-se e saiu da banheira, tirando a tampinha para a água poder sair. Pegou a toalha e se enrolou rapidamente, estava morrendo de frio. Seus dentes se chocavam fortemente pelo modo como tremia. Pegou uma roupa que SoJin havia lhe dado antes de irem dormir e se vestiu rapidamente, duas blusas de gola alta e mangas compridas, um moletom, uma calça bem confortável e meias peludas. E apesar disso tudo, ainda sentia frio.

Como não morreu de hipotermia? Já estava claro quando acordou e a água estava super gelada!

– BaekHyun? É o SuHo.

Abriu a porta depois de ouvir as batidas. Dando de cara com JunMyeon lhe olhando de forma preocupada.

– Tudo bem?

– Ah, sim. O café já está pronto.

– Bom dia, SuHo. Eu já estava descendo.

– Bom dia, Baekkie!

Saiu do quarto e acompanhou JunMyeon até a mesa. SoJin e Krys não estavam comendo, apenas os homens. Se sentiu um pouco intimidado, já que as duas que lhe olhavam de forma carinhosa na mesa e lhe dirigiam a palavra de forma calma - e sem nenhuma pergunta pessoal/vergonhosa - não estavam..

– Bom dia, Byun. - JongIn lhe cumprimentou com um sorriso.

– Bom dia, Kai, D.O, JongDae e ChanYeol.

– Bom dia. - Todos falaram, apenas KyungSoo e o Park que falaram bem baixinho.

Se sentou na mesa e comeu em silêncio. Ninguém abriu a boca ou falou alguma coisa. Simplesmente cada um comeu em silêncio. Byun foi o último a terminar, estava sozinho na mesa quando terminou. Respirou fundo e ficou sem saber o que fazer. Não estava com o seu celular, não tinha algo para beber...

Foi para o quarto e pegou o maço, depois correu até a área de lazer, sentou-se na borda da piscina em posição de índio e deu a primeira tragada no cigarro. Sua cicatriz doía um pouco, estava muito frio e seus dedos estavam gelados. Soltou a fumaça e respirou fundo.

– O que está fazendo?

Olhou para trás e viu KyungSoo lhe olhando com a mesma expressão séria.

– Fumando.

– Fumando o quê?

– Um cigarro.

– De?

– Maconha, KyungSoo.

O olhudo suspirou e decidiu não interferir, deus as costas para o loirinho e revirou os olhos ao ver Krystal lhe olhando. Pode ler o seu olhar dizendo: “pegue a porra do cigarro do garoto!”, suspirou e negou, voltou a andar e teve seu braço agarrado pela mão da mulher.

Eu mandei, KyungSoo. Agora!”

Revirou os olhos e negou, não iria fazer isso, se ele quisesse continuar se matando seria problema dele!

✘✘

– A questão é que eu, Kim SoJin, e ela, Kim Krystal, somos as cozinheiras e as verduras, frutas e carnes acabaram.

– E? - ChanYeol perguntou com desinteresse.

– Você vai comprar com o Baekkie.

– Esses bracinhos magricelas não carregam nem uma sacola vazia!

– Ei! - BaekHyun bradou.

– Foda-se, ChanYeol. Foda-se. - Opa, SoJin perdeu a paciência. – Você e o garoto vão agora comprar comida, porque ela não sai pelo rabo de ninguém, ouviu, Park?

– Certo, desculpa, noona.

– E você, Baekkie, não tente fugir e caso o orelhudo tente abusar da sua força você pode dar as costas e ir para o carro, ok? - Perguntou com um sorriso no rosto e calmamente, não recebendo resposta, ficou séria e perguntou mais uma vez: – Ok?

– O-ok, noona.

– Ótimo, coloque uma máscara.

Já no carro e com uma máscara sobre o rosto, se sentiu confortável com o calor, estava com mais uma blusa por baixo do moletom, uma calça jeans escura, mais um par de meias e usava botinhas que se usa no inverno, já que havia começado a nevar.

O silêncio o incomodava, já que havia percebido que o mais alto não queria a sua companhia. Seria melhor ficar quieto, vai que ele fica estressado! Olhou para ChanYeol durante breves segundos e acabou mordendo o lábio inferior. Droga, ele é muito bonito. Desviou o olhar para a janela, notando que não estava indo para a cidade, e sim para um lugar mais afastado dela.

Suspirou bem baixinho e sentiu um frio cruzar sua espinha ao ver algumas pichações em algumas paredes - já haviam chegado no local, parecia uma espécie de... aldeia -, as mesmas dos homens que fizeram aquilo com Lay. Ofegou e desviou o olhar para suas mãos. Sentindo os olhos lacrimejarem de leve.

A tatuagem estava em uma das mãos, na verdade, nas mãos de todos os assaltantes que estavam presentes no dia do crime. Ainda lembrava-se da mão direita tatuada, apontando o cano da arma bem em sua testa.

– Onde estamos? - Abaixou a máscara para perguntar.

– Em uma aldeia antiga.

– Vamos passer muito tempo aqui?

– Quanto mais rápido acharmos as coisas, menor será o tempo.

Concordou rapidamente e colocou a máscara em seu devido lugar. Instantaneamente sua mão foi para sua testa. Jurou que sentiu o gelado do cano da arma nela.

– Vem, vamos descer.

Saíram do carro e logo o moleque já olhava para todos os lados. Usava um gorro fofo, lhe deixando adorável 

Passarma por vários locais/barraquinhas onde vendiam legumes, frutas, verduras, carnes. Tudo do bom e do melhor, um sentimento de pânico sempre o tomava ao ver os homens se aproximando. Tinha medo de serem os mesmos. Sempre se considerou alguém azarento, então tinha muito medo de-

– Quanto está a carne, cara?

Seu corpo ficou rígido na hora, seus olhos se tornaram duas bolinhas brilhantes e abusou ao olhar um pouco para cima e dar de cara com o mesmo homem. A mesma argola, a mesma cicatriz, o mesmo olho que lhe dava medo... Suas pernas tremeram e rezou para que ChanYeol aparecesse logo.

– Querido, o que vai querer?

Ouviu o senhor de idade lhe perguntar, porém não conseguiu tirar os olhos brilhantes de cima do homem, este que lhe olhou e na hora reconheceu. Tudo estava como naquela noite; em que o encontrou cheirando, os olhos molhados lhe fitando ao notar que o amigo havia morrido. Era BaekHyun. Byun BaekHyun. A porra do moleque.

– Te encontrei! Ele está comigo, senhor. Não se preocupe, não é mesmo, primo?

Sentiu ânsia e rezou para que ChanYeol chegasse logo. Maldito momento em que concordou em comprar a carne sozinho. Até que ponto eles confiavam em si? A ponto de deixarem Byun BaekHyun sozinho, quando, na verdade, era para estar preso. Afinal, havia sido sequestrado.

Ah, lembrou-se: ninguém ali lhe conhecia, sem contar que nem sabia onde estava.

Só notou que estava sendo puxado quando quase caiu de cara com o chão.

– M-me larga!

– Vamos logo!

– Não, por favor! - Sentiu a primeira lágrima escorrer pelo nariz e depois ser impedida de seguir seu caminho pela máscara. – Me solta!

Não tinha forças, estava em choque, o homem era muito mais robusto que si; muito mais forte, alto. Se sentia submisso perto dele. Sentia como se um único aperto mais forte ao redor do seu braço, quebrasse os ossos ao meio.

Enquanto lutava para tentar se soltar, ChanYeol chegou ao local e sentiu o coração falhar ao não ver o moleque.

– Droga! Filho da puta! - Murmurou. – Desgraçado dos infernos!

Pegou o celular e ligou para o celular de Krystal.

– Alô, Krys?

– Oi, Chan.

– O moleque saiu, desapareceu.

– Como você deixou isso acontecer, ChanYeol?! KyungSoo!

Ouviu barulhos de passos e logo uma voz furiosa gritou:

– Eu disse que ele iria passar a perna na gente! Que inferno! Manda o ChsnYeol perguntar para alguém! - A garota iria lhe passar a mensagem, porém o Park já estava perguntando.

– Com licença, senhor. Viu uma pessoa baixinha, de fios loiros? Usando um gorrinho de coala?

– Oh, sim. Um homem o acompanhou. Acabaram de sair.

– Que tipo de homem, senhor?

– Falou que o conhecia, não escutei muito bem, meu filho.

Respirou fundo e repassou o que lhe falaram para o pessoal, já que todos já lhe ouviam.

– ChanYeol, procura o Baekkie. Ele não fugiu. Procura ele, Chan! - SoJin exclamou.

Desligou o telefone e correu para procurar o garoto. Estava muito puto! Iria levar um bronca por causa de um moleque desobediente.

– Yah! Me solta!

Soluçou alto, porém o barulho foi abafado pela máscara. Desejou, mais do que tudo em sua vida, que estivesse nos braços de SoJin ou de Krys, pois se sentia protegido neles.

Foi jogado contra o chão de um beco de um bar. Logo teve seu gorro sendo tirado de sua cabeça e acabou sendo puxado pelas fios. Reclamou de dor e agarrou a mão do assassino, sentindo o couro cabeludo arder.

– P-por favor...

– Como veio aqui?

– Por-...

– Como veio aqui? Como encontrou o lugar? - Recebeu um soluço em resposta. – Inferno!

Jogou o garoto no chão e chutou-lhe o estômago. Repetindo o processo várias vezes.

– Vou buscar alguma coisa para tacar fogo em você, está com frio? Está com frio?

O cara se afastou durante um tempo, não conseguia levantar, pois sua barriga doía pelo esforço. Enquanto isso, seus sequestradores chegavam na aldeia e lhe procuravam junto de ChanYeol. Viu um pedaço de madeira um pouco distante, tentou se arrastar, porém a neve o impedia, dificultando o processo.

Ouviu vozes, como se estivessem convensando alto, prestes a brigarem. Reconheceu a de ChanYeol, mas e a dos outros?

– Chan... Yeol!

Sentiu uma pontada forte em seu estômago, ficou de quatro, tentando se levantar, juntou toda o fôlego e a coragem antes de gritar, em alto e bom som, atraindo a atenção de que quem desejava:

– CHANYEOL!

Foi só terminar de gritar que recebeu uma garrafada na cabeça, caindo no chão, desacordado.

O homem que antes havia matado seu amigo estava prestes a lhe matar, caso um homem de quase dois metros não aparecesse e o derrubasse no chão, enquanto os outros corriam até si.

– BaekHyun? BaekHyun, está e ouvindo? - SuHo perguntou, dando tapinhas no rosto do moleque.

– Amarra o cara, vamos levar ele para casa, dar um trato. ChanYeol, carregue o BaekHyun, por favor. - Kyung falou e logo depois olhou para o pivete.

Concordou silenciosamente e pegou o corpo - estranhamente leve -, olhou para a boca bem desenhada e lambeu - inconsciente - os próprios lábios.

✘✘

– Vai demorar para ele acordar?

Kai perguntou, estava preocupado com a situação do baixinho. Todos estavam no quarto em que o menor domia. SoJin, Krystal e JongDae limpavam os ferimentos, passavam pomadas nos lugares dos chutes.

– Espero que não, amor. - A namorada respondeu.

– Eu disse que ele não havia fugido, gente. - SoJin intromete-se.

– Como tem certeza disso, Jin? Como sabe que ele não teve azar e o cara lá de baixo o pegou? - Kyung se exaltou. Se referindo ao homem de argola que estava no andar de baixo.

– Será que é tão difícil perceberem que ele não é um mimadimho egoísta? Será que é tão difícil notarem que ele não faria algo para prejudicar alguém? Ele não sabia onde estava, não conhecia ninguém e ninguém o conhecia! Que saco, KyungSoo! Você nem falou com ele para saber como o garoto é!

Deu as costas para o namorado e voltou a fazer os curativos.

– ChenChen, me ajuda a virar ele de costas, Krys pega aquela pomada para dor muscular, depois vamos ver a cabeça dele.

– Certo, SoJin noona. - Dae respondeu, virando o moleque.

Se surpreenderam ao ver a grande marca nas costas de BaekHyun, JunMyeon fez uma careta e ficou de costas, Kai passou a mão no rosto, impaciente. Já o Do apenas massageou as têmporas.

– O que caralhos é isso nas costas do moleque? - ChanYeol, que apenas havia virado o rosto, pois não queria ver mais do que já havia visto, perguntou.

– Eu sabia que isso, de longe, era feio, mas de perto... É sobre essa cicatriz que eu estava falando lá no quarto, JongInnie.

– E ela é bem feia, amor.

– SoJin, ele já reclamou de dor? - Perguntou à irmã.

– Não, mas eu já vi ele cutucando as costas na hora de dormir ou quando está muito frio, como hoje. Eu o vi fazendo umas caretas.

– Oh, entendi...

O quarto ficou em pleno silêncio, terminaram de passar a pomada e foram ver a cabeça, por sorte nenhum pedaço de vidro ficou, mas estava apenas um pouco cortada. Terminaram depois de alguns minutos e logo SoJin acariciou os fios claros do Byun, sentindo a mesma coisa quando tinha KyunSo em seus braços. Sabia que caso KyungSoo se aproximasse do loirinho, com certeza iria sentir a mesma coisa.

– ChanYeol, você vai ficar com ele. Você o deixou sozinho, você toma conta.

Soo falou e nem deu tempo para o Park reclamar, pois logo todos já estavam saindo do quarto. Ouviu um resmungo baixinho, muito fofo. Olhou na direção do pequeno e suspirou.

– Droga... - O pequeno reclamou.

Deixou a primeira lágrima deslizar ao sentir a dor. Tentou levantar, mas o máximo que conseguiu foi cair no colchão; sem sucesso.

Sentiu muito frio, se esticou para poder pegar o cobertor, falhou mais uma vez.

– Se você responder minhas perguntas, eu te passo o cobertor.

Tomou um susto ao ver Park ChanYeol parado ao lado de sua cama. Virou o rosto para o outro lado, olhando o cobertor, logo depois olhando para ChanYeol.

– Tudo bem. - Respirou fundo, se arrependendo logo depois, pois sua cabeça doeu.

– Por que diabos você desapareceu?

– Aquele cara foi me arrastando.

– Por que não gritou?

– Estava em choque.

Decidiu não fazer mais perguntas, apenas pegou o maldito cobertor e cobriu o baixinho, que agradeceu e se aconchegou.

ChanYeol deitou ao seu lado, mantendo uma certa distância.

✘✘

– O que a belezinha vai querer?

– Ta-tatuadores?

Respirou fundo e sentiu os olhos lacrimejarem quando os ouviu rir.

– O que vão fazer? Me deixem, por favor... - Deixou as lágrimas caírem. – Por favor.

– Vamos marcar você, para nunca se esquecer. Olhe para a câmera, gracinha.

O menor olhou e mordeu os lábios, não se importava com o choro, apenas queria sair e correr para sua casa. Ligar para YiXing e pedir para ele dormir em sua casa, queria a companhia do melhor amigo.

Ah, sim... 

YiXing não estava mais lá.

BaekHyun abriu os olhos rapidamente, sentindo a visão embaçada.

– Byun? BaekHyun?

Havia sentado na cama, a dor não estava tão presente, mas seus movimentos estavam cuidadosos.

– Está tudo bem?

– Sim, está... Eu vou tomar um banho, ChanYeol.

– São... - Olhou para o relógio no pulso, nem havia notado quando dormiu. – 5 da manhã.

– Eu vou tomar um banho.

Não se atreveu a olhar para trás, não naquele momento. Onde chorava silenciosamente, fazendo o possível para não ser notado.


Notas Finais


QUEM ERA ESSE KYUNSO? O que aconteceu com ele??????

No próx cap teremos o debut do nosso maravilhoso SeHun. Cara, eu amo ele. Sério. Ele é tão lindo! Eu não ia colocar ele como o Idiota da fic, mas no plot se encaixava e Tinha que ser ele. Acho o Hun muito neném, sabe?

Mas plot é plot.

Gente do céu, há indícios de que a paixão ChanBaek começa aqui, viu? Saibam que SoJin e Krys serão A Mãe que o Bae nunca teve.

Chen e SuHo vão ser os irmãos que sempre estão aprontando junto do caçula.

Kai vai ser o tio bem divertido.

O Soo vai ser o papai! Pq sim!

Pra quem aqui já leu minha pwp ChanBaek chamada Entre Irmãos.

Se preparem, o extra - sim, eu estou demorando pra caraleo, mas vai sair - está bem azedo! Se é que me entendem🌚🌚🌚🌝🌚🌝🌚

Minha gente, eu estou com dez vão dessa FIC prontos! Dez! E todos aind afaltam betar pq eu estou con uma preguiça da porra. Mas vai passar.

Tem coment que eu nem respondi, não me culpem, PF. Eu leio todos e vou responder! Eu não ignoro vcs! Acreditem! Não quero demonstrar isso!

Link de Entre Irmãos:

https://spiritfanfics.com/historia/entre-irmaos-8938668

Espero ver vcs lá! Bjs~~~~


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