História Final em branco - Capítulo 5


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Categorias Saint Seiya
Personagens Aiacos de Garuda, Albafica de Peixes, Aldebaran de Touro, Asmita de Virgem, Aspros de Gêmeos, Atena (Sasha), Defteros de Gêmeos, Dégel de Aquário, Dohko de Libra, Hades, Hakurei de Altar, Kagaho de Benu, Kardia de Escorpião, Manigold de Câncer, Minos de Grifon, Regulus de Leão, Shion de Áries, Tenma de Pégaso
Tags Albafica, Asmita, Aspros, Defteros, Dégel, Kárdia, Minos, Sage
Visualizações 68
Palavras 1.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi! Tô sumida né. Então, acho que vou postar os capítulos nos finais de semanas pois é quando eu tenho tempo. Ok? E quanto ao conteúdo, se liguem não tiver entendo e não tem interesse de ler o mangá ( o que pode levar um tempo) pode olhar na história dos cavaleiros na Wikipédia ou outros site é tal. O texto não foi nem um pouco revisão. Deve ter palavra trocada, ( maldito corretor) escrito errado e tal e que se eu fosse revirar direitinho, demoraria mais ainda para postar. 👍

Boa leitura 😘❤👋

Capítulo 5 - Veneno mortal


Fanfic / Fanfiction Final em branco - Capítulo 5 - Veneno mortal

Odiava frio. Odiava mesmo. Uma vez ou outra puxava o saco do mestre sage para não ter que ir em missão em algum lugar frio. Mas dessa vez não teve escapatória. Além de estarem no auge da guerra santa, era uma oportunidade perfeita para estar a sós com Dégel.

Entrou na casa de escorpião.

- ahhh lar doce lar ! - exclama de braços abertos e largando a trouxa que trazia no chão. Foi para à ala pessoal. Tirou a a armadura e pelado, ficou rondando pela casa pegando ingredientes para seu tão esperado banho. Feito isso, entrou na banheira. A água estava morna. Exatamente o que ele precisava. O bom e velho clima tempestuoso da Grécia e o bom e velho banho grego.

O tempo passou e ele se esqueceu na banheira até ser chamado.

- Kardia? Está aí?

- estou no banho !- grita ao ouvir o timbre forte de Dégel o chamado- pensando no demônio…

Dégel entrou no banheiro e se encostou no vão da porta.

- vim chama- ló para a reunião. Parece que esqueceu-se

- ah qual é! Acabamos de chegar ! O sage não tem coração não!?

- deixe de lamúrias. Levanta daí.

- como quiser

Kardia levantou espalhando água e expondo seu corpo nú e perfeito.

Dégel focou o olhar do peito musculoso e foi descendo para as pernas grossas, a virilha saliente, e.…

- o que foi Dégel! Quer um pouquinho?- pergunta pegando em seu membro e se insinuando para Dégel.

- pare com isso. É sério.

Kardia provocou mais. Puchou os cabelos molhados para trás amarrando em um coque. Depois, lentamente foi se auto alisando, fazendo charme .

Dégel ignorou as atitudes do outro e pegou a toalha mais próxima e jogou para Kardia.

- se enxugue e vá para a sala do mestre temos que entregaram Oricalco. E rápido.

Dito isso, saiu a passos duros. Kardia riu sozinho. Se enrroulou na toalha. Assim que secou o corpo, ficou novamente andando pelado pela casa. Foi ao quarto e pegou uma camisa a vestindo.

Foi na cozinha e pegou a única coisa que tinha para comer. Que era uma sexta de maçã. Ele não tinha servas. Foi uma punição que recebeu por ter sido pego no flagra assediando uma. Sage não perdoou e o tirou seu direito de ter servas. Isso quando ele tinha ganhado à armadura de escorpião. Com os seus quinze anos. Porém, sem servas, ele tinha uma maior liberdade. E sem olhos curiosos, ele poderia executar seu glorioso plano de ter Dégel na sua cama.

Com a missão para Bluegard , conseguiu tirar alguns suspiros ao encurrala-lo na cabana em que estavam hospedados.

Sabia que Dégel gostava das suas carícias ousadas. Só não queria admitir. O ego dele era do tamanho de uma montanha. Sua pose rígida, ar superior, a frieza em cada olhar, em cada palavra. O homem mais inteligente do santuário jamais se permitiria seduzir por um homem. Kardia provaria e conseguiria mudar o comportamento certinho de Dégel. Nem que fosse a última coisa a fazer em vida. E principalmente, faria Dégel implorar para se fodido.

Depois de sair da casa de escorpião , ele seguiu para a sala do mestre. Kardia era um irresponsável. Inconveniente, inconsequente. E Deus grego. O maldito tinha o corpo mais bonito e sensual que já cruzou o olhar de Dégel. E o desgraçado sabia que impressionava. Na viagem urgente para Bluegard, foi acediado sem pausa. E por fim, depois de conseguir o Oricalco e dar um jeito em Pandora e Radamanthys, levou Kardia ferido para uma cabana em Bluegard. Dégel também estava arrasado pela traição de unity e o triste fim que teve Serafina. Nocauteado por tanta tristeza se arrastou pelas ruas vazias e frias do vilarejo junto a kardia até entrar em uma cabana.

Desabou no chão. Era nessas horas que odiava ser o frio, o durão. Queria chorar. Mas com Kardia quase morrendo, não teve tempo nem para isso.

O coração de Kardia parecia arder em chamas. O idiota havia aplicado em Radamanthys seu golpe proibido e mortal. Katakeo Antares. Kardia era muito imprudente e sempre se lançava em desafio mesmo sabendo da fragilidade de seu coração. Também nunca tinha conhecido alguém tão...

Checou a respiração. Kardia ainda estava vivo. Mais muito fraco. E tremia de frio. Se não fizesse nada, Kardia morreria em seus braços. Seu amigo, mais um amigo morreria e ele não poderia fazer nada.

Tocou no peito da armadura e as peças da armadura saíram do corpo de Kardia e se armazenaram na urna. E mostraram o estado lastimável do corpo tão belo do santo de escorpião.

Foi medir a sua temperatura. Kardia queimava.

Dégel se ajoelhou perto do corpo inerte. Afagou a mão dele. E a trouxe junto ao peito.

- por favor… Atena... Salve Kardia. Por favor.. - rogou.

Apos a prece, pós mão a obra. Verificou a casa em que estava. Havia pão com jogo no armário da cozinha. Tinha uma cama com lençóis bastante fedorentos. Mas iriam servir.

Arrastou Kardia até a cama e ele continuou tremendo e delirando. Enquanto seu corpo parecia em chamas. Era bem pior que na primeira vez. Que ele foi chamado às pressas ao santuário depois de concluir uma missão. Naquela ocasião, usou seu pó de diamante para resfriar seu corpo. Contudo, não sabia se isso resolveria. Pensou um pouco em chegou em uma conclusão. Quando Kardia abrisse os olhos, e iria abrir, amaria a sua solução.

Primeiro teria que se expor ao ar gelado. Foi para o lado de fora. Tirou suas roupas. E ficou simplesmente nú, em meio a neve. Quando já acho que era suficiente, pois seus lábios ficaram azulados, correu para dentro do casebre. E deitou junto a kardia.

Imediatamente sentiu o choque térmico. O fervor Abrasante de Kardia, e o frio válido de Dégel. Uma mistura intrigante. Dégel jamais se imaginou amigo daquele ser.

Aos poucos foi tirando as roupas de Kardia para aprofundar o contato. Pegou o corpo do outro e o colocou de frente para si. Pegou na cintura de Kardia e o puxou para perto. Assim, seus membros acabaram se tocando. Dégel ficou corado. Bem achava que não podia se exaltar e abusar de Kardia. Mesmo este tendo o provocado a viagem inteira. Entretanto, Kardia estava inconsciente. E seu corpo ainda se encontrava febril. Ambos estavam em um vilarejo cercado por neve e vazio. Tirar uma casquinha não parecia uma ideia ruim. Ainda que , Kardia estava tão quente...

Ergueu o braço, fechou os olhos e levou a mão até as nádegas fartas e redondas de Kardia, e as apertou. E puxou para mais perto ainda. Gemeu baixo ao contato. A perna de Kardia veio para cima da dele. Deu uma leve mordida na curva do pescoço. Viu a pele dele se arrepiar. Porém, foi tomado pela razão e se afastou.

- co-continua…

- seu maldito. Estava acordado o tempo todo?

- sim. E implorado que você tomasse o meu corpo. Estava quase sendo atendido.

- fiz uma prece a Atena que te salvasse.

- vou fazer uma. Talvez ela me ajude até por te quatro.

- pare de brincadeira. Tem que aprender a ser mais prudente com a sua vida.

- e você com sua bunda. Porque eu vou come-la.

- falo sério.

- eu também. Volta. O carinho estava tão bom.

- Kardia...

- por favor. Não vamos ter outra chance. E eu sinto tanto calor. - diz Kardia. Em seguida, alisa todo o seu corpo se insinuando. - vem.

- Kardia.

Dégel ponderou que talvez não voltasse a ter essa oportunidade. Seu velho mestre krest dizia que era preciso aproveitar as oportunidades. Com as mãos prendeu Kardia na cama e sentou sobre seu ventre.

- Dégel…

- vou falar só uma vez , fale essa maldita boca. - dito isso beijo aqueles lábios. Kardia pareceu surpreso com a audácia e entrou no jogo perfeitamente. Começaram um beijo artroz. Uma verdadeira briga. Dégel segurou firme a nuca aprofundando o contato. Sua língua explorou cada canto da boca do outro. Sugou a língua, lambeu e mordeu os lábios.

- Dégel...- Kardia tomou o controle e passou por cima deixando Dégel em baixo. - eu vou acabar com você...

Kardia desceu os lábios para o tórax dele. Dégel não tinha o corpo tão definido nem bronzeado. Sempre se sentiu intimidado por Kardia. Este era tão lindo e viril. Era algo surreal saber que Kardia se atraia por ele.

Os beijos foram descendo mais. Kardia agarrou seu membro e começou uma lenta masturbação. Beijo o canto da sua Virilha. Fazendo Dégel contrair o corpo.

- ah… delícia. Desculpa mais não vou poder ser delicado.

Kardia sentou na cama e puxou Dégel pelo quadris e o penetrou.

- ah!

Kardia não se retratou. Ao contrário, encheu Dégel de beijou vorazes. Suas mãos passeavam pelo seu corpo apertando várias partes.

Quando a dor foi passado, ele começou a se movimentar. E Dégel sentiu o prazer. E soltou outro gemido.

- isso mesmo. A dor já vai passar.

Dégel arquiou as costas buscando mais. Kardia aproveitou e beijou sua barriga e o puxou para o seu colo.

- vai. Ou estar com vergonha?

- cala essa maldita boca! - reage Dégel. Empurra Kardia e ele próprio se movimenta sob o olhar do amante. - não me subestime .

- cavalga para mim então.

Dégel mordeu o lábio e resolveu atender o pedido de apoiou no tórax musculoso de Kardia. E se movimentou. Doeu, porém continuou. Estava ficando muito bom. E antes mesmo que percebesse, ia tão forte e rápido que o choque de pele ecoava pela cabana. Ele próprio estava suado. Kardia tinha fechado os olhos e saboreava tudo. Dégel podia pensar que tudo aquilo era uma enorme depravação. Contudo, até seus fios de cabelo imploravam por mais.

Aumentou o ritmo. Sentia que algo queria sair de seu corpo. Kardia parecia sentir o mesmo. Agarrou sua cintura e o ajudou nos movimentos.

A pressão interna que sentia aumento ainda mais. Kardia parecia nervoso. Continuou segurando sua cintura com uma mão. E na outra agarrou o membro de Dégel.

- vamos fazer isso juntos.

O ápice chegou. Tão avassalador quando imaginou. Aquilo era prazer. Dégel sujou todo o abdômen de Kardia. E sentiu o líquido do outro o inundando. Depois do orgasmo Kardia pareceu relaxar. Dégel se deu conta que no estado que o outro se encontrava, era perigoso demais fazer algo que com certeza irá aumentar o valor de seu corpo. Mas era tarde demais.

Dégel também ficou cansado. Kardia o chamo. Este deixou-se cair sobre o peito.

- isso foi incrível.

Os olhos de Dégel ficaram pesados.

- pode dormir, eu vou cuidar de você agora. - fala Kardia. Dando um beijo singelo no topo de sua cabeça.

Dégel afia caído perante o veneno do escorpião



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