História Final Fantasy VII: Remaining - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~joyeduh

Postado
Categorias Final Fantasy VII
Personagens Aeris Gainsborough, Angeal Hewley, Barret Wallace, Cait Sith, Cid Highwind, Cloud Strife, Personagens Originais, Red XIII, Sephiroth, Tifa Lockhart, Vincent Valentine, Yuffie Kisaragi, Zack Fair
Exibições 7
Palavras 2.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! :3

Capítulo 17 - Laboratório


Pov’s Helektra

 

Realmente aquele golpe de Weiss me pegou de surpresa. Não queria que os meus animais ou Sephy se machucassem. Meu filhote está ficando forte bem rápido, mas não é por isso que eu vou colocar ele em perigo. Não contra Weiss. Se Vincent teve trabalho com aquele cara, imagina uma criança... O que eu lembro antes de ficar inconsciente é que Sephy ameaçou Weiss pra que ele me soltasse. Ele tinha machucado todos os bichos, inclusive as patas do Slayer, por isso ele não conseguiu tirar Sephy de lá. Depois de ver isso, senti uma pancada na cabeça.

Quando acordei, ouvi Vincent conversando com o Sephy. Afinal, o que o Valentine quer com a gente? Eu gosto dele, mas a última pessoa em que eu confiei tentou destruir o mundo. Mas se ele quer saber tanto da gente, ele vai saber!

Fomos um dos laboratórios de pesquisas sobre os parasitas. Estes tinham pesquisas mais avançadas. E precisávamos limpar um pouco deles ou ia virar uma epidemia. Chegamos na porta do laboratório e eu já ouvi os sons de baixa frequência que eles fazem constantemente pra se comunicarem.

-Vincent, filhote, se segurem firme. Terei que andar pelo teto também. Os tiros vão atrair vários deles. Fiquem atentos. Terei que rasgar o pescoço deles pra mata-los, então...

-Espera Helektra, o hospedeiro que me atacou tinha a pele dura como uma armadura. E tinha um outro que era o triplo do tamanho dele, bípede e muito esperto. Poderia ser o hospedeiro evoluído do parasita alpha? – Boa idéia. Evolui até minha pele ficar “blindada” também

-Bem, vamos descobrir.

-Espera... – Corro pra dentro e Vincent atirava exatamente na cabeça deles, o que facilitava que eu os matasse. Sephy também cortava as cabeças daqueles que tentavam nos atacar. Os eliminamos rapidamente... Até chegar no 4º andar (os andares estavam sendo contados de sima pra baixo porque só tinha subsolo), onde tinha uma porta blindada. 

-Vamos entrar ai mamãe?

-O que acha Vincent?

-Vamos acabar logo com isso! Eles se reproduzem rápido de mais. Se voltarmos amanhã vai ter o mesmo número que hoje. Ou mais...

-Já vi que vou ficar sem treino!

-Como “sem treino”? Isso aqui é treino prático!

-Ah é né?!

-Mas como vamos entrar? Posso bater nisso o dia todo que não vai abrir.

          -Podemos perguntar pra esses cientistas.          

-Que cientistas?

-Esses que... Ah, só eu to vendo.

-O que estão fazendo?

-Te olhando!

-EI! PODE PARAR DE ME OLHAR!

-Calma mamãe...

-Pergunte a senha pra eles. Já estão mortos... O que a ShinRa pode fazer com eles?

-Com licença, o senhor pode me dizer a senha pra abrir a porta? - ... – Ele tá perguntando se a gente tem certeza que quer entrar ai.

-Temos! Mas você fica Sephy!

-O que? Por que? Eu to indo bem né?!

          -Tá sim querido. Mas tem motivo pra essa porta estar trancada as 7 chaves. Não sabemos o que tem ai. Se não voltarmos em 2 horas, vá até a casa da tia Leslye e peça ajuda.

-Mas eu...

-Junior, obedeça a sua mãe. Ela sabe o que faz. Não vai poder proteger ninguém se for capturado ou morto.

-Hum... – Abraço ele

-Você foi muito bem. E também precisamos de alguém pra vigiar a porta. Fica bem tá?!

-Vocês também.

-Aqui! – Vincent entrega o celular dele pro Sephy

-Cuidado! – Entramos na sala

-Espero que aquela criatura não esteja aqui.

-Concordo. E todas essas... Coisas que parecem incubadoras? – Paro de andar

-Que foi?

-Eu não consigo passar!

-Vai por cima que eu investigo aqui – Subo nas incubadoras e olho em volta, mas não saio de perto do Vincent. Percebo que umas incubadoras estavam abrindo

-Vincent, tem algumas coisas saindo das incubadoras! – Cochicho – Vincent se transforma em Best e faz sinal pra que eu faça silêncio. Chegamos perto pra atacar e quando atacamos, era um hospedeiro do parasita primário, mas ele era bípede. Se esquivou rápido de nossos ataques. Eu e Vincent ficamos meio enroscados e o bicho quase ataca a gente, mas o furo com a língua e o divido em dois.

-Helektra isso é nojento!

-Era isso ou ele matava a gente.

-Como desenrosca?

-Fecha os olhos!

-Hum?

-Agora! – Vincent fecha os olhos, eu volto ao normal e a gente desenrosca. Subo nas incubadoras de novo – Vincent, me entrega a armadura ae! – Me entrega a armadura e eu me transformo de novo.

-Helektra, não foi você que me salvou daquela criatura, foi?

-No incêndio era eu.

-Hum...

-CUIDADO! – A criatura ainda estava viva. Se rastreava e segurou Vincent e por um mínimo espaço não acerta seu rosto. Não o feriu porque voltei ao normal e o furei com a lança que deixa a gente meio que... surdo. As outras criaturas que estavam vindo se afastaram na hora. Desativei a lança e Vincent me cobriu com a capa.

-Mas de qualquer forma, você me salvou. Obrigado.

-Precisando... – Ouvimos mais hospedeiros – Temos que achar os controles das incubadoras

-Espera... – Ele parecia prestar atenção nos sons – Me empresta a lança - Entrego – Agora se prepare pra correr – Começamos a correr e várias da mesma criatura saem correndo atrás da gente destruindo tudo. As outras incubadoras e alguns containers eram a nossa vantagem pra fugir, já que eles eram grandes de mais. Vincent me levou pros controles, e, ainda transformado, voltou com a lança e a jogou mirando na boca deles. Devido ao som extremamente alto e os espinhos que ativaram na lança, explodiu a cabeça de todos eles que estavam enfileirados entre os containers. Aumento a temperatura da água e os hospedeiros batem nos vidros tentando sair, e conseguem. Mas devido a não “estarem prontos” pra sair, acabaram morrendo.

          Best estava descontrolado e estava se modificando. Ficou com uma cauda longa e começou a crescer asas. Seu rosto ficou mais humano, como era de Chaos. Mas Chaos não foi mandado de volta pro mundo? Desativei a lança e fui tentei acalma-lo. Chamei a atenção dele e ele me encara um tempo com um olhar animalesco. Ainda bem que de animais eu entendo... Fechei as mãos e a boca pra ele não pensar que eu era uma ameaça, e fui me aproximando com a cabeça baixa sem olhar ele nos olhos. Ele se aproximou “me cheirando”. Quando ele se aproximou o suficiente, estendi a mão e toquei a sua testa. Ele não gostou muito do toque, mas quando afaguei o cabelo dele pareceu se acalmar. Fui acariciando até que alcancei seu queixo e o fiz olhar nos meus olhos.

-Vincent, esse corpo é seu! Não deixe que seus monstros tomem conta de você. Ele foi voltando ao normal lentamente e foi se aproximando do meu rosto.

-Seus olhos tem um leve tom de azul também. As coisas mais bonitas são as mais perigosas não?! – Fiquei um tanto vermelha – Cubra-se direito por favor... Não quero que aconteça algo constrangedor.

-Uhum... – Meu celular, que estava na armadura, começa a tocar. Vou pega-lo – Sim filho?

-Mamãe, tem uns caras da ShinRa aqui fora.

-Está bem escondido?

-Sim, mas eles estão entrando na sala – Ouço a porta abrir. Vincent vai pro meu lado.

-Já vamos sair. Não se preocupe. Fique escondido.

-Sim senhora. – Desliga o celular

-Vincent, pode ir na frente e proteger o Sephy? Quero ver o que esses malditos estão tramando. Depois eu te passo as informações.

-Aqui! – Me entrega uma caneta – É um gravador. Grava a conversa e depois me mostra. E tome cuidado com eles.

-Pode deixar – Vincent joga uma barra de ferro pra um canto qualquer e os soldados vão silenciosamente ver o que era. Vincent saiu da sala com cuidado e eu fico observando 2 Turks que estavam vendo os hospedeiros mortos.

-Acha que eles brigaram bro? – Começo a gravar

-Não! Com certeza alguém entrou aqui! Alguém matou os hospedeiros lá fora, alguém quem também tinha um hospedeiro, alguém que mexeu nos sistemas das incubadoras pra matar os que estavam aqui dentro – Ele vai andando olhando as coisas enquanto fala isso – Está vendo essas marcas de garras e furos?

-É... Com certeza de um hospedeiro. Mas eles evoluem rápido. Não podem ter feito isso?

-Não sei Reno. Mas nosso trabalho é garantir que isso não aconteça assim tão rápido. Eles tem que nos obedecer.

-Ah, pelo menos alguns já nos obedecem... – Ele assovia e um hospedeiro passa por cima de mim me ignorando e para do lado dele – Senta! – Faz o que ele diz – Bom garoto - Pelo visto eles só obedecem a ordens diretas. Ninguém mandou ele me atacar ainda, porque ninguém e viu ainda. Então ele me ignorou. Esse hospedeiro usava uma armadura bem melhor que a minha, e um tipo de capacete que cobria seus ouvidos. Espertos. É com som que eles se comunicam. Não por cheiros, nem gestos ou aparências. Só sons.  

Os soldados continuam investigando as outras salas. Um deles chama o hospedeiro assoviando e ele vai atrás dos soldados.

-Por que mesmo precisamos do pesadelo Junior?

-O filho de Sephiroth?

-Yep!

-Porque ele tem as células de Jenova. Ela “mandava” nos hospedeiros de verdade. Se ela mandava, capaz que alguém com o DNA dela mande também – Isso explica como Sephy controlou o parasita tão rápido.

-Por isso o chefe tá de marcação com o Cloud? Pra saber onde está o moleque?!

-Mas o problema é que só Vincent Valentine sabe onde ele está. Ele é experto demais. É difícil encontra-lo.

-É claro que ele é esperto. Ele era um Turk! – Rude da uma risadinha – Mas a gente acha ele. Achamos o Zack que estava “escoltando” o loirinho, podemos achar uma criança  - Zack? O que fizeram com ele? – Fala nisso, não acha que o chefe tá meio estranho?

-Tenho achado sim. Mas não trabalhamos pra ele pra fazer perguntas. Só cumprimos ordens.

-Ah, mas se preocupar com o chefinho de vez em quando não custa nada...

Eles não disseram mais nada importante, então fui embora.

Me transformei no hospedeiro, coloquei a armadura e sai de lá. Sephy percebeu que eu estava incomodada com alguma coisa, mas não disse nada. Ele não costuma conversar quando isso acontece, porque sabe que eu não falo nada mesmo que fiquem me irritando o dia todo. Na verdade, eu fico é com raiva quando ficam me perturbando de mais; E ele não quer me ver estressada. Vincent sabia porque eu estava inquieta, mas quis perguntar detalhes quando Sephy não estava perto.

Chegando em casa com os 2, vesti uma roupa e Sephy mostra que tinha rackeado os computadores dos laboratórios e se infiltrou um pouco mais pra conseguir informações de outros computadores de outros lugares e de telefones. Agora poderíamos ver imagens de segurança, ligações e acompanhar as evoluções dos parasitas. Aproveitei que Sephy estava distraído e entreguei o gravador pro Vincent. Slayer e Angeal também ficaram curiosos, mas eu disse que depois explicava tudo.

          Genesis anda agindo de forma estranha. Não quero dar muitas informações pra ele, mas é meio difícil esconder as coisas dele. A ShinRa que o diga.

          Desci as escadas pra falar com o Vincent que estava sentado na sala de música com o filhote de lobo que gostou dele aos seus pés, tentando chamar atenção.

-Vincent, tá tudo bem?

-Isso foi culpa minha. Desculpe colocar e o Junior em perigo.

-Se não fosse você ele nunca teria visto que existem pessoas boas. Tem a Leslye, mas não é a mesma coisa. Grassas a você ele tem pelo menos 3 amigos. Ele encontrou um motivo pra lutar, e é por uma boa causa. Grassas a você ele não se tornará o monstro que ele pensa que é. Fez mais por ele do que pensa...

-Se o ShinRa achar vocês ele não terá a chance de lutar por essa boa causa. 

-Eu sei me virar. E você é cuidadoso como os próprios Turks disseram. Sabe quanto tempo me perseguiram depois que fugi da ShinRa? Se todos aqueles SOLDIERs não conseguiram nada, imagina poucos como os que tem agora... E agora saberemos o que ele planeja.

-...

-Não precisa se preocupar. Vamos ficar bem.

-Hum....

-Eles querem as minhas células!

-Que foi Sephiroth?

-Tá aqui! – Mostra uns papéis – “Trazido com Jenova, uma criatura que se prolifera com parasitas que controlam facilmente os humanos. A raça de Jenova era uma raça superior a eles, e por isso as criaturas eram submissas a ela”. Quem tem o DNA dela pode controlar eles. Por isso estão atrás de mim.

-Mas não vão conseguir! Não esquente a cabeça com isso! Contanto que você esteja forte e seguro, tá tudo certo. E fez muito bem rackeando os computadores – Fica com uma carinha orgulhosa de si mesmo – Bem, ainda está cedo. Quer treinar um pouco?

-UHUL!!! – Sai correndo pra sala de treinamento e Slayer corre atrás – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI...

-Eita...

-Recomendo não correr perto do Slayer.

-Vou seguir o seu conselho – Vincent vai treinar o Sephy e eu vou acabar de fazer a escultura dele. 


Notas Finais


Até o próximo capítulo


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