História Finalmente... Juntos! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, F(x), SHINee
Personagens Kai, Minho Choi, Sulli Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Shinee
Exibições 135
Palavras 3.375
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiii pessoaaall!! Passando para avisar que estou vivaa!! Eu sei, eu sei, estou extremamente atrasada!! Espero que não me matem por issoo!
O que aconteceu é que estou com uma inflamação no tendão do pulso direito e tive dificuldades para escrever a fic! Espero que entendam!
Bom, por isso, fiz essa oneshot para adoçar o coraçãozinho de cada um de vocês!
O próximo capitulo de "my angel" virá em breve!!
Boa leitura e espero que gostemm!!

Capítulo 1 - One Shot


Fanfic / Fanfiction Finalmente... Juntos! - Capítulo 1 - One Shot

O moreno suspirou pela quinta vez naquele fim de tarde deitado preguiçosamente em sua cama após voltar daquele inferno mais conhecido como faculdade. É tão bom estar em casa, mas era incrível como em nenhum lugar conseguia o seu tão desejado sossego. De nada adiantava a presença de fones ensurdecedores em seu ouvido, quando sua mente gritava bem mais alto, e aquilo estava arrancando a pouca sanidade que lhe restava.

Diariamente o moreno travava uma luta interna em sua mente, lutando com todas as forças para afastar o cansaço e o desgaste daquele maldito sentimento que corroía todas as suas células. Daria sua vida para que o cansaço no qual se referia, seria o mesmo de ter que passar aproximadamente duas horas sentado em uma cadeira desconfortável ouvindo uma velha rabugenta tagarelando em seu ouvido inúmeros avisos para a tão falada festa de formatura. Aish! Ele seria feliz, caso não estivesse cansado de nesse momento estar procurando algo interessante no teto de seu quarto enquanto o garoto que ama está nos braços de outro.

Frustrado, bagunça os próprios cabelos e resmunga qualquer tipo de palavrão, que de fato estavam se tornando bastante frequentes em sua linguagem, graças ao sentimento que lhe definia tão bem... Ciúmes. As coisas estavam realmente complicadas para ele. Não era novidade para ele que havia arriado os quatro pneus por aquele sorriso de anjo que tanto lhe encantava. Ele já havia se conformado que o sonho de consumo da maioria das meninas e o motivo do calor repentino das professoras jovens e até mais velhas, simplesmente estava apaixonado por um cara, e como se não bastasse, teria que ser seu melhor amigo.

Ele sabia que seus sentimentos não eram recíprocos e por isso, descontava seus rancores e mágoas em outras bocas, em outros corpos, uma de suas primas era vítima de sua frustração, ela sabia dos sentimentos do moreno e não se importava de ser usada apenas por uma noite. Sulli não era má pessoa, mas não gostava nada do loirinho, por simplesmente ter o que ela não era capaz de conquistar: O amor de Minho. Ela nunca pensou em qualquer tipo de vingança, nem qualquer forma de arrancar Taemin do coração do moreno, ela sabia que não conseguiria, mas se sentia satisfeita em conseguir fazer o moreno descarregar metade de suas angústias em seu corpo. Já havia perdido as contas de quantas vezes tomou as dores de Minho, chorou com ele em várias relações que tiveram, gemidos eram substituídos por soluços ressentidos do moreno, e aquilo doía nela também.

Minho não poderia dizer que havia se acostumado, porém doía saber que teria que se habituar se não quisesse perder a amizade de Taemin. Ele parecia feliz e ele não seria egoísta ao ponto de arrancar aquela felicidade que muitas vezes viu incendiar no rosto do seu pequeno. Apenas saber que Taemin estava ao seu lado era o que importava, mesmo não sendo da forma como ele gostaria.

Maldito Jongin, por ficar tão perto daquele que era somente seu, mesmo que ele não tivesse conhecimentos sobre isso, Taemin era seu. E ele não se importava em se agarrar somente a essa pontinha de esperança que lhe restava cada vez que via o menor. Ele definitivamente não gostava nem um pouco daquele garoto que se via no direito de tocar o seu pequeno anjo. Primeiro porque há poucos dias os dois tiveram uma discussão feia, e segundo, por simplesmente estar roubando o que ele tinha de mais precioso na vida.

Ele até tentou pedir conselhos ao seu melhor amigo Jonghyun, mas não era como se ele pudesse ajuda-lo. Jonghyun era namorado do Key e ele sabia que se o Key ficasse sabendo acabaria abrindo a boca para Taemin, já que os dois também não se desgrudavam quando ele não estava por perto. Era inevitável não sentir uma ponta de inveja dos seus dois amigos, se amavam desde sempre e não encontrava nenhuma dificuldade entre eles para que ficassem juntos. Era apenas isso que ele queria, era pedir demais?

Taemin era seu melhor amigo desde a infância e Minho sempre nutriu sentimentos mais fortes do que uma simples amizade entre crianças, era algo assustador a obsessão que ele tinha de estar perto de Taemin, com apenas um olhar o menor acalmava e transformava seu coração numa completa bagunça. E aquilo o assustava até o dia em que ele realmente entendeu o que eram aquela sensação de algo estranho em sua barriga. Taemin não era diferente, desde criança não costumava dividir o seu Hyung com ninguém, o amava muito, Minho era literalmente o seu porto seguro, um irmão que nunca teve. Mas há poucos dias atrás, como se sua tortura não fosse o suficiente para fazê-lo sofrer, Taemin estava afastando-se de si, tornando-se estranho e algumas vezes até evitando o maior. Desde que sua mudança de comportamento foi se efetuando, Taemin ficava cada vez mais próximo de Jongin.

Minho apertou forte seus punhos só de pensar que nesse exato momento Taemin estaria com Jongin e talvez nem se lembrasse de sua existência. Uma raiva subiu a cabeça, levantando-se rapidamente e dirigiu-se ao banheiro na intenção de tomar um belo banho frio. Daqui a alguns minutos era o aniversário do seu primo Onew e ele precisava ir por livre e espontânea pressão, por isso apressou-se já que precisaria de tempo para preparar-se psicologicamente, já que lá encontraria o motivo de sua agonia, estando ele acompanhado ou não.

-

-Olha se não é o Keroro. Que bom que veio cara, estávamos te esperando. –Onew sufocou-me com um abraço assim que abriu a porta.

-Desculpe a demora, Onew. –Dei leves tapinhas em suas costas, logo em seguida parabenizando-o pelo seu aniversário e entregando-lhe um pequeno embrulho, afinal não poderia chegar lá com as mãos abanando.

-Yah, tudo bem e obrigado. –Ele respondeu com seu típico sorriso de coelho. –O pessoal está no jardim, vai lá. Devem estar te esperando. –Assenti e logo vi o Onew desaparecer no meio dos convidados. Apressei o passo para os fundos da casa, sendo espremido algumas vezes pela grande quantidade de pessoas ali dentro, e logo avistando os meus amigos reunidos.

-Oi pessoal. –Acenei sorrindo e logo sentindo aquele leve aperto no coração ao me deparar com a cena de um Jongin forçando alguma comida na boca do Taemin que sorria tentando desviar.

-Fala Keroro. Nada mal hein, desse jeito até eu pegava. –Key se manifestou me olhando de cima a baixo logo levando uma bela cotovelada do Jonghyun fazendo todos rirem.

Sentei-me ao lado da Sulli que até então me olhava sorrindo, mas logo notei a visão privilegiada que teria pelo resto da festa bem na minha cara. Sim, era o Taemin e o “Kai” como gostava de ser chamado, mas eu não daria esse gosto a ele, eu não tinha e não pretendia ter esse tipo de intimidade com ele.

Fala sério, eu estava prestes a ter uma indigestão, mal consegui comer, formava um bolo na minha garganta e doía feito o inferno quando eu tentava engolir. Não pensei duas vezes antes de aceitar garrafas de Soju fornecidas pelo Buffet que o Onew contratou. Percebi que estava bêbado quando senti aquela famosa tontura e a terra parecia girar mais rápido, já não tinha noção do que falava e meu único desejo era me embriagar até perder a consciência. Aquilo era demais para mim.

-EU QUERO BEBER MAAAIISSS. –Eu havia acabado a minha oitava garrafa e todos já me olhavam com pena e vergonha alheia, mas eu estava pouco me fodendo.

-Minho, já chega! Você já bebeu demais... E você sabe que sempre acaba passando mal quando bebe muito. –Eu reconheceria aquela voz até no inferno, afinal era onde eu estava me sentindo... Num completo inferno. Ouvir a voz de Taemin me acalmava, mas ao mesmo tempo me deixava nervoso ao ponto de explodir em cima de qualquer um. Tentei inutilmente manter meus olhos abertos, mas era bem difícil.

-E QUEM SE IMPORTA? –Gritei em sua direção, logo caindo na gargalhada ao ver sua expressão assustada. Sulli segurou minha mão por baixo da mesa como se tentasse me passar confiança, mas naquele momento eu queria que tudo fosse para a puta que o pariu.

-Deixa ele, Tae. Viemos aqui para nos divertirmos, certo? Ele está apenas aproveitando... –Jongin se pronunciou e com as poucas forças que eu tinha ainda consegui enxergar sua expressão divertida em minha direção, para logo em seguida minha visão ser substituída por um imbecil pressionando os lábios dele nos lábios puros e lindos do meu pequeno. Uma raiva me consumiu e eu não consegui pensar ou raciocinar o que estava fazendo. Levantei-me e joguei uma garrafa de Soju em cima da mesa a quebrando em milhões de pedaços e alguns cacos atingindo as pessoas que estavam ali e me olhavam com cara de idiotas assustadas, Taemin afastou-se do Jongin com os olhos arregalados e olhou-me assustado.

Sulli levantou-se e tomou meus lábios com desejo antes que eu pudesse falar algo, não tive outra alternativa a não ser corresponder e fazer o que sempre fiz, descontei toda a raiva e tristeza que senti naquele momento, até sentir um leve gosto de sangue em seus lábios. Fui separado da Sulli brutalmente, desequilibrando-me e caindo no chão totalmente sem forças.

-FICOU MALUCA, GAROTA? O QUE DIABOS PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? Minho... MINHO! –Ainda consegui ouvir a voz do Taemin chamando meu nome à milhas dali, mas em poucos segundos eu não vi, nem senti mais nada.

-

Abri meus olhos com dificuldade, logo me acostumando com a luz que entrava pela janela e já reconhecendo o teto do meu quarto, me senti um pouco aliviado por estar em casa, mas não me lembrava de muita coisa da noite passada. Já havia amanhecido. Senti uma forte dor de cabeça acompanhada de um maldito embrulho no estômago. Maldita ressaca! Pus minhas mãos na cabeça para assegurar-me de que ela não iria explodir a qualquer momento. Pisquei meus olhos para espantar a visão embaçada e ao olhar para o lado dei de cara com um Taemin de olhos arregalados bem em cima de mim.

-YAH, VOCÊ ME ASSUSTOU! –O susto foi tão grande que quase o derrubei da cama se ele não tivesse se apoiado no criado-mudo. Logo afastando-se e se sentando ao meu lado.

-De... Desculpe, você está bem? –Ele perguntou preocupado e um pouco envergonhado. Pisquei meus olhos repetidas vezes para confirmar que eu não estava vendo coisas.

Taemin estava ajoelhado em minha cama com os cabelos bagunçados usando apenas uma regata branca que ficava folgada em seu corpo, já que era MINHA. E uma bermuda estilo surfista que na posição em que estava, marcava bem suas coxas, seus lábios estavam entreabertos e ele estava com olheiras extremamente visíveis. Eu só podia estar em coma alcóolico porque não era possível que eu estivesse realmente bem com uma visão daquelas.

-Ta... Taemin? O que faz aqui? –Perguntei ainda desnorteado pela situação em que me encontrava. Eu não quero nem imaginar o estado deplorável do meu rosto naquele momento.

-E...Eu passei a noite aqui Hyung, depois de ontem você não estava em condições de ficar sozinho, então eu cuidei de você... –Ele brincava com os próprios dedos e estava extremamente envergonhado. Quando ficamos tão estranhos, Tae?

-Eu não me lembro... O que aconteceu? –Cocei a nuca me sentindo frustrado por não lembrar de quase nada.

Depois de tantos dias, novamente eu pude sentir a presença da pessoa que eu mais amo próximo a mim, mas eu estava feito um idiota embriagado. Aish, eu só posso ter jogado pedras na cruz na outra vida! Ele apenas me olhava envergonhado, mas fomos interrompidos pelo toque do celular do Taemin. Olhei o visor, logo em seguida sentindo minha garganta secar...

“KAI J s2”

-Bom, eu... Eu vou me trocar... –Levantei da cama com o lençol enrolado em meu baixo ventre, e logo senti uma tontura comum para quem se embebedou drasticamente e sentei-me na cama quando senti minhas pernas vacilarem. Eu já não aguentava mais, era demais para mim ter que suportar aquilo, eu já não sabia mais o que fazer, me sentia um lixo por procurar alívio em pessoas inúteis, que nunca saciaria um coração vazio com um momento de prazer, sem sentimentos, sem emoção, sem Taemin... Não podia estar com ele e ficar lá fingindo estar tudo bem, quando não estava nada bem!

-Hyung! Você está bem? –Ele tocou meus ombros desnudos e eu fechei os olhos sentindo uma lágrima escorrer pelo meu rosto. Desde quando eu havia ficado tão sensível? Antes que eu pudesse responder algo, logo percebi que ele havia atendido a chamada.

-Yeoboseyo? Oh, sim Kai, está tudo bem! –Fechei minhas mãos em punho e levantei rapidamente da cama sentindo novamente a tontura, mas dessa vez não me importava mais, fui cambaleando até o banheiro ignorando os protestos de Taemin que me pedia para deitar.

Adentrei o banheiro e fechei a porta deslizando por ela até alcançar o chão. Porque eu não podia morrer ali? Porque precisava sofrer daquela forma? As lágrimas que por anos guardei apenas pela felicidade do meu pequeno, foram libertas sem o meu consentimento escorrendo pelo rosto e molhando minhas bochechas. Abafei os meus soluços com o lençol para que o Tae não escutasse e desabei ali, no chão do banheiro. Não sei por quanto tempo fiquei encarando os azulejos, mas logo tomei consciência e levantei-me do chão colocando uma roupa qualquer e fazendo uma higiene básica. Sai do banheiro dando de cara com a Sulli sentada em minha cama e o Taemin a encarando nervoso com um tique na perna, que em outros momentos eu acharia fofo, em momentos em que ele era o meu Taemin.

-Sulli? –Ela finalmente notou minha presença, me encarando e logo vindo ao meu encontro, lançando-se em meu pescoço.

-Oppa, você está bem? Eu fiquei preocupada... Porque não atendeu as minhas ligações? Está sentindo dor? –A encarei por um momento me sentindo a pior pessoa do mundo... Porque não podia simplesmente me apaixonar por uma garota como ela?

-Eu estou bem, não precisa se preocupar... –Sorri de lado e ela pareceu mais aliviada.

-Você pode ir, Taemin! Eu cuido dele por hoje. –Ela encarou Taemin com sua típica feição séria quando se tratava dele.

-Quê? De jeito nenhum, afinal, porque veio aqui? Eu te disse que cuidaria dele! –Ele a encarava franzindo as sobrancelhas, aquilo só significava uma coisa... Ele estava com raiva.

-Eu vim aqui, porque se trata do meu primo e do meu melhor amigo, eu te agradeço por ficar com ele essa noite, você pode ir descansar. Seu namorado deve estar preocupado... –Ela rebatia calmamente e eu apenas olhava a cena um pouco avoado.

-Namorado? –Ele a encarou surpreso e eu mais ainda.

-O quê? O Kai é seu irmão, por acaso? –Ela cruzou os braços e o Taemin pareceu perdido.

-Você comeu algo estragado? O Kai é meu amigo... –Ele respondeu confuso, a Sulli soltou uma gargalhada e eu quis morrer, não estava entendendo mais nada.

-Deu para perceber, depois de um beijo daqueles... –Foi como enfiar uma lâmina afiada no meu peito, flashs da cena apoderaram-se da minha mente, causando-me um mal estar repentino.

-Oh, olha quem fala... NÃO SABIA QUE PRIMOS SE BEIJAVAM TAMBÉM! –Ele começou a gritar me assustando e causando um riso cínico na Sulli.

-E você se impressionou apenas com isso? Faça-me um favor Taemin... Se atualize. –A expressão que estava no rosto do Taemin, não era algo que eu consegui decifrar...

-O... O que quer dizer? –Seus olhos marejaram e eu paralisei, meus pés colaram no chão... Ele não choraria, certo?

-Sulli, já chega... –Foi a única coisa que consegui falar, antes assistir a primeira lágrima deslizar pela bochecha do Taemin.

-Porque não fala logo, Minho? Por quanto tempo mais você vai nos machucar? POR QUANTO TEMPO VOU TER QUE VER VOCÊ SOFRER SEM PODER FAZER NADA? –Ela gritou já liberando lágrimas de seus olhos. –Porque você não coloca um fim nessa tortura? Por tudo que você mais ama, me deixe te ver feliz... Pelo menos uma vez! –Ela me abraçou molhando minha camisa com suas lágrimas. Meu coração nunca fez tanto esforço para bombear o sangue, eu não conseguia chorar, não existiam mais lágrimas.

-Mi... Minho... –Ouvi a voz do Taemin me chamando, e o encarei vendo-o se desmanchar em lágrimas. Sulli soltou-me segurando minhas bochechas, depositando um selinho em meus lábios.

-Por favor... Seja feliz, eu não aguento mais te ver sofrer Minho... –Ela encarou o Taemin, que retribuiu o olhar com fúria, causando um sorriso na Sulli.

-Ele sempre foi seu, Taemin... Esse coração não chama outro nome a não ser o de um loirinho metido... Apenas faça o que deveria ter feito há anos! –Ela se aproximou dele, bagunçando seus fios loirinhos e logo sorrindo ao ver a expressão surpresa e chorosa o Taemin, ela pegou sua bolsa e saiu da minha casa, deixando o cômodo num repleto silêncio... Eu não sabia o que fazer, a ficha havia caído, mas eu não podia entrar em desespero ali.

-Hyu... Hyung... –Instantaneamente fechei meus olhos, esperando o pior... Ele gostava de outro, eu havia perdido todas as chances possíveis de reconstruir minha amizade com ele, como eu pude deixar as coisas tomarem esse rumo? Minho, o que foi que você fez?

-Hyung! –Mal consegui abrir os olhos para encará-lo, quando fui surpreendido por uma certa pressão sobre meus lábios, arregalei os olhos e vi o que eu esperei a tanto tempo... O Taemin, o meu pequeno estava me beijando de uma forma tão doce que eu não consegui decifrar o que eu estava sentindo naquele momento... Seus calcanhares abandonaram o chão ficando na pontinha dos pés devido à diferença de altura. Segurei sua cintura entre meus dedos fechando meus olhos e o encaminhei até a minha cama, deitando-o calmamente em meio aos lençóis. Nosso beijo envolvia mais lábios e menos língua, apenas desfrutando do gosto doce um do outro, suas mãos percorriam meus cabelos de forma trêmula, causando-me uma descarga elétrica de excitação com tamanha inocência exalando daquele anjo abaixo de mim.

-O que está fazendo? –Pus fim ao beijo, apenas para confirmar que eu não estava sonhando.

-Recompensando o tempo que eu te fiz esperar... –Ele respondeu ofegante com os lábios avermelhados.

-E o Jongin? –Eu não queria cortar o clima, mas eu precisava saber.

-Você é idiota? Eu nunca tive nada com o Jongin, ele é só meu amigo! Me desculpe por me afastar de você, sei que ficou chateado, mas não sabia como agir com você... Eram sentimentos tão estranhos, eram bons, mas não sabia se sentia o mesmo e fiquei com medo que me rejeitasse... –Ele baixou seus olhos e eu o beijei novamente, aquilo era felicidade demais para uma pessoa só.

-Eu sempre amei você Taemin, de uma forma que às vezes achava que iria enlouquecer cada vez que te via dar bola para o Jongin. Sabe quantas vezes me segurei para não matar aquele idiota e te roubar para mim? –Ele sorriu calorosamente e meu coração se aqueceu.

-Eu também amo você, Hyung. Desculpe por chegar um pouco atrasado... –Ele sorriu e eu acariciei sua bochecha com as costas da minha mão.

-Você está aqui, não está? –Ele assentiu e eu beijei sua testa.

-É apenas disso que eu preciso. –Sussurrei antes de roubar seus lábios novamente assistindo sua pele arrepiar-se ao sentir meus dígitos passeando sobre a mesma.

-Ah, me diz que vai dar uma fora naquele mané. –Pausei o beijo novamente, dando gargalhada da expressão horrorizada que ele fez.

-É sério que parou só para falar isso? –Assenti divertido, logo em seguida ganhando uma mordida forte no meu lábio inferior.

-Aiii, isso doeu! –Resmunguei.

-É para doer mesmo! –Ele me deu a língua e eu rapidamente a tomei para mim.

-A Sulli era mais carinhosa... –Okay, ele ficou realmente puto.

-Seu cu, Minho! –Ele me empurrou para o lado, fazendo-me rir do biquinho fofo que ele fez.

-Boca suja...

-Idiota!

-Mimado!

-Irritante!

-Fofo!

-Gostoso!

-Eu sei. –Demos risada e ele me deu um tapa no braço e recomeçamos nossa série de beijos, continuando até o resto do dia e da noite.

Precisava aproveitar os momentos que perdi com meu... Pequeno anjo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E entaum? Aprovado?
Serio, eu chorei escrevendo isso!! Eles são tão fofos!
Guardados num potinho sempree!!
Então, até mais seus lindoss!
Amo vocês!


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