História Find You - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Sabrina Carpenter
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amigos, Amor, Belieber, Drama, Fama, Família, Fanfic, Justin Bieber, Musica
Visualizações 286
Palavras 3.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Parece até um milagre, mas não. O primeiro capítulo está aqui. Espero q gostem.

Capítulo 3 - Love can heal.


P.O.V. Sadie Karter

Estou acostumada a ver as coisas darem errado. Estou acostumada a defender as pessoas que amo. Estou acostumada a deixar de ter para os outros terem. 

Esses meus costumes nunca foram algo que me incomodaram muito - exceto o fato de eu estar sempre vendo as coisas darem errado. 

Com o tempo, aprendi a lidar com quem eu mesma era. Com as coisas que eu gosto, com as coisas que não gosto, com minhas manias, com o meu corpo. 

Mas eu nunca fui boa em lidar com coisas que acontecem fora do planejado. E parecia que o primeiro dia do ano seria assim: algo que não foi planejado, que não era para acontecer, em hipótese alguma. 

Para quem foi dormir com o céu limpo e uma lua cheia e brilhante, me surpreendi ao levantar um pouco antes das 8 da manhã e encontrar um céu nublado, como se uma tempestade estivesse prestes a cair. A cidade inteira de Los Angeles parecia estar tentando se recuperar da ressaca de Ano-Novo; mas tudo acontecia quase como se algo estivesse errado. 

As ruas estavam praticamente vazias, haviam poucos pedestres e tudo estava extremamente calmo. Pouco ventava lá fora, e tudo parecia frio demais para a costa oeste. A esse momento, devia estar nevando em Nova York; mas se chovesse em Los Angeles, nós saberíamos que algo extremamente raro estava acontecendo. 

Meus primos e a minha avó, juntamente com os meus tios, ainda estavam dormindo. Todo mundo foi para a cama depois da meia-noite, se nenhum dos gêmeos acordasse chorando, ninguém sairia da cama antes das 10h. 

Comi qualquer coisa rápida e peguei as chaves do carro. As chaves do meu carro que eu juntei mesada atrás de mesada, me esforcei muito em empregos de verão e ainda tive ajuda do meu padrasto para comprar, mas finalmente era meu. 

Eu havia prometido à Rosie que estaria no hospital logo cedo para visitá-la. Cogitei ligar para mamãe, mas era bem provável que ela estivesse no quarto junto à Rosie, e eu não gostaria de acordar nenhuma das duas. 

Conduzi o carro calmamente pelas ruas de Los Angeles, com o rádio ligado baixinho. Em certo momento, abri a janela e espiei o lado de fora. Eu estava certa de que iria chover, mesmo quase não acreditando nisso. 

Havia pouca gente nas ruas, a maioria delas em lojas ou cafeterias, mas sendo o primeiro dia do ano, provável que algumas lojas nem abrissem, ou fechassem depois do almoço. 

Deixei o carro no estacionamento do hospital. Esperei encontrar o lugar praticamente vazio, mas havia uma certa quantidade de carros fora do habitual. 

Rosie estaria na ala pediátrica, me esperando, junto com enfermeiras que conheço há meses e outras crianças pacientes. Minha irmã mais nova só tem 9 anos. Nós descobrimos, há 7 meses, que ela está doente. Leucemia. Leucemia Linfóide Aguda, algo não tão raro entre crianças e que precisa de tratamento intensivo (especialmente no caso de Rosie, que contraiu uma anemia através da doença.) Quimioterapia, radioterapia, cirurgias, transplantes de células tronco; tudo isso arrancou uma certa quantia dinheiro da minha mãe e meu padrasto nos últimos meses, principalmente porque o plano de saúde não cobre exatamente tudo; o que pouco nos salvou foi o fato de o emprego dele ser algo muito bom, com um salário um tanto alto, e um bom plano de saúde. Caso contrário... Bem, eu nunca teria conseguido comprar um carro, e as coisas seriam um pouco complicadas, já que nenhum dos dois teria tempo suficiente para ficar me levando de um lado para o outro. 

Eu já frequento o hospital há uns bons meses, e conheço grande parte dos funcionários, mas minha parada na recepção é fundamental. Melissa, a recepcionista, tem a minha idade, estuda na minha escola, e é minha melhor amiga. 

 - Achei que nem ia te encontrar aqui. - Falo, me apoiando no balcão. 

 - Já estamos em janeiro de novo. A escola volta em alguns dias. E quando menos percebermos, será junho. Quero um vestido de formatura decente. Você vai, não é? - Ela destaca um adesivo de um papel e me dá, para eu colar na roupa e sinalizar de que sou visitante. 

Bocejo, e ela volta à dar atenção ao computador. 

 - É cedo demais para pensar em formatura. - Finalizo o assunto, e ela me lança um olhar preocupado. - O que? O que foi? 

Ela não me olha nos olhos quando responde. 

 - Sua mãe acabou de passar por aqui. Rosie passou mal esta madrugada. Não tenho certeza, não falam muita coisa com a gente, mas eu fui até o andar da pediatria e chequei o computador de lá. Tem um sobrenome Karter transferido para a UTI. 

Fico muda por alguns segundos. Não estava nos meus planos começar o ano assim. 

 - Ela estava bem ontem à noite, me disseram. Não sei o que aconteceu. - Mellisa complementa. Os fios de cabelo escuro estão presos em um frouxo rabo de cavalo baixo, mal preso, e ela está maquiada, como é exigido das recepcionistas. 

Sinto o olhar de pena dela sobre mim. Ela sabe do que estamos enfrentando. Sabe também que eu não vejo a hora de Rosie sair dessa hospital curada e tudo acabar. 

Assenti, me desencostando do balcão, pronta para pegar o elevador. Dou um sorriso não tanto animado como o desejado para ela. 

- Vai ficar tudo bem. - Respondo, e ela concorda. 

Primeiro, paro na pediatria e falo com a enfermeira-chefe, Maitê. Ela informa que Rosie teve apenas uma leve queda de pressão e que está na ala da UTI, passando por alguns exames de rotina enquanto faz uma seção de Quimioterapia. Então, ela pede que eu a acompanhe até a UTI. O andar é um tanto calmo e silencioso, principalmente contando o fato que os pacientes ali estão por algum motivo grave e por supervisão 24hrs. Há um grande corredor, com portas dispostas uma de frente para à outra; tantas que não consigo contar. A enfermeira que me acompanha chega a prancheta que traz consigo. 

 - Sua irmã está no quarto 76. O horário de visita na UTI vai até 11h30, Sadie. Depois disso só volta às 13h30. Fique de olho no horário, os médicos responsáveis pela UTI costumam ser bem rígidos. 

Agradeço, e caminho lentamente pelo corredor. Há um dosador na porta do quarto, junto com álcool, que passo nas mãos antes de entrar no quarto. A saúde de Rosie tem estado tão fraca que qualquer precaução se leva em conta. 

Abro a porta pronta para me deparar com Rosie e minha mãe, Diana, mas a cena é totalmente diferente. Minha mãe não está no quarto, muito menos meu padrasto, muito menos Rosie. O quarto não está vazio - não é como se Rosie estava ali mas fora transferida logo para a ala pediátrica e a enfermeira esqueceu ou não foi avisada do fato. Fui conduzida até o quarto errado. Pior: eu conhecia o paciente ali presente. 

Mesmo embaixo de todos aqueles tubos e fios cobrindo seu rosto e seu tórax, com curativos pelos braços, o fino cobertor de hospital cobrindo parte de seu corpo... Deus, eu o reconheceria em qualquer lugar. Eu sonhei tanto com o momento que o encontraria, que pediria por um abraço e tentaria arrancar um sorriso seu, ou até uma risada. Mas lá estava ele. Justin Bieber. Preso à um leito de hospital. 

Senti como se tivesse perdendo todo o fôlego possível, aos poucos. Não era para aquilo estar acontecendo. Era para ele estar em casa, talvez até dormindo, depois de uma linda comemoração de Ano-Novo com a família. Não era para ele estar todo machucado, preso à aquela maca, com um tubo de oxigênio o mantendo vivo. 

Sinto um coração bater. Junto ao aparelho que sinaliza que o coração de Justin está batendo - fraco e lento -, percebo que na verdade, o que estou sentindo é o meu. Como quando levamos um susto e o coração vem à boca por mínimos segundos. 

Aquilo parece tão errado. Parece tão falso, fora de ordem, dessincronizado com a realidade. 

Levo a mão à boca por alguns segundos. E então, percebo que estou acompanhada. Junto à mim, estão no quarto Pattie, Jeremy e Scooter. Os dois homens me olham, atônitos, sem saber como reagir. Preciso confessar de que estou do mesmo jeito: não sei como reagir, não sei o que fazer, não sei o que dizer. Mas Pattie se mantém calma, mas com um olhar feroz sobre mim, e eu não sei se ela está pronta para me atacar ou para me proteger.

Quando Scooter parte para cima de mim, pronto para me arrancar do quarto (com o apoio de Jeremy), é a voz de Pattie que toma conta do quarto, como quando a voz da razão fala mais alto quando se está prestes a cometer uma loucura. 

 - Scooter. - E então ele se vira para ela, com uma expressão confusa, e Jeremy parece observá-la do mesmo jeito. - Deixa-a. 

 - Pattie... - Ele tentou retrucar, mas a mulher apenas manteu o olhar firme sobre ele e eu.

Pattie é um tanto baixinha, com longos cabelos escuros e olhos claros. Não é muito comum eu ver depoimentos de beliebers contando como foi conhecê-la, mas pelo pouco que sempre soubemos, sempre vi Pattie como uma mulher forte porém doce, com um coração gigante e uma conexão um tanto danificada com Justin. Mas quando seu único filho está em uma cama de hospital, desacordado, e uma garota desconhecida acabou de invadir o quarto (mesmo que fosse sem intenção), talvez eu fizesse o mesmo que ela. Tentaria contornar a situação para proteger Justin ao máximo possível. 

Em meio à tudo aquilo, olhei para ela, quase como se tivesse pedindo alguma permissão, na qual me senti concedida. Me aproximei da cama; me aproximei de Justin. As máquinas faziam um barulho que pareciam cortar o ar e não deixar o momento o pior possível. Eu me sentia uma intrusa; uma estranha no ninho. Mas agora, eu não podia voltar atrás. 

 - Qual o seu nome? - Ouvi Pattie perguntar, e quase me perder no turbilhão de coisas que se passava pela minha mente naquele momento antes de responder. 

 - Sadie, Sadie Karter. - Falei, a voz saindo por um fio. Ela mantinha os braços cruzados logo abaixo do busto, e um olhar sóbrio sobre mim, observando todos os meus movimentos. 

 - Você o reconhece? - Ela pergunta. 

- Eu o reconheceria à quilômetros de distância. Assim como reconheceria qualquer um de vocês. - Falei, mas não tirei meu olhar dele. 

 Justin parecia tão frágil. Parecia não. Ele estava frágil. Como se seu corpo fosse feito de uma fina folha de papel, e toda aquela intensidade presente na sua personalidade pudesse romper os limites de seu corpo e fazer tudo se perder num mar de lembranças; apenas lembranças.

- Não vai me dizer que... - Scooter murmurou. Mas já estava na cara mesmo, estava óbvio. Tanta gente para entrar nesse quarto e entra logo uma belieber. Ainda não consegui definir se isso é algo bom ou ruim. 

 - Sim. - Falei. - Belieber. É. Eu mesma. 

Peguei a mim mesma falando tal frase de forma ríspida, como se tivesse tentando me proteger de algo, mas... Era Scooter. Eu não precisava me proteger dele. A coisa que ele mais deve ter lidado em sua vida deve ser beliebers. Me questionei o porquê daquela aversão toda de uns aos outros, e aí que percebi que foi porque, na verdade, todo naquele sala, só queriam proteger do Justin, cada um de sua maneira. 

 A mãe de Justin caminha até mim, e numa voz doce e delicada, como se estivesse lidando com uma bomba nuclear (eu), disse: 

 - Vamos conversar lá fora. 

 • • • 

Pattie me levou até o restaurante do hospital e me pagou um café. A essa altura, eu já havia mandado uma mensagem para minha mãe avisando que havia tido uns problemas mas logo estaria com Rosie. 

 - Quantos anos você tem? - Pattie  pergunta, me oferecendo a xícara. 

 - Dezessete. - Respondo. 

 - E você é belieber há...? 

 - Há quase sete anos. - Deixo a xícara de lado. Em qualquer outra ocasião, eu teria me animado com uma xícara de café, mas acho que a única coisa que pode me deixar feliz tão cedo seria a notícia de Rosie curada. 

 - O que está fazendo nesse hospital? Tão cedo? 

Penso na possibilidade de responder, mas isso parece tão fútil comparado à o que vi lá em cima. 

 - Pattie, não quero ser grossa, nem nada. Eu tenho um super carinho por você, mas eu quero saber o que aconteceu para Justin estar desacordado e preso à uma cama de hospital. 

 Ela abaixa o olhar e temo ter "cutucado demais a ferida", mas ela parece me entender. 

 - Foi um acidente. Um acidente de carro. Justin estava animado com o Ano-Novo desse ano. Não havia problema nenhum com ele, nenhuma polêmica, nada pessoal o atrapalhando. Não pode passar o Natal com a gente por compromissos, mas pediu que todo mundo estivesse junto na noite passada. Como o Ano-Novo não é algo tão familiar como o Natal, não só eu como as crianças vieram do Canadá junto com Jeremy e a Chelsey para estar próximos de Justin esse Ano-Novo, amigos muito próximos de Justin, várias pessoas vieram de vários lugares para que todo mundo estivesse junto na passagem de ano. As coisas não saíram como o planejado. - Ela perdeu o olhar em algum ponto atrás de mim, mas continuou falando. - Justin saiu de casa um pouco antes das sete horas da noite, junto com o guarda-costas e o Ryan. Iriam visitar uns amigos antes da virada do Ano-Novo, coisa típica do coração gigante que o Justin tem. O acidente foi um pouco depois das nove horas. Um louco bêbado atingiu o carro que Justin e Ryan estavam. 

 - As autoridades já deram o laudo do acidente para vocês? - Perguntei. 

 - Eu estou com tanto medo. - Ela falou. - Justin não fez nada de errado, Sadie. A polícia disse isso. Um carro ultrapassou o sinal vermelho e atingiu o carro do meu filho, mas a imprensa vai querer falar que ele estava bêbado, sob o efeito de drogas, mas não... Ele não fez nada de errado e agora está preso à uma cama de hospital e eu não sei quando ele vai acordar. 

Deixo algumas lágrimas escorrerem. Eu havia prometido que não iria chorar e ser forte, porque era isso que todos ali pareciam precisar, mas quando se trata de Justin, eu me torno a pessoa mais fraca do mundo. Senti minha garganta doer, como se eu estivesse prestes a desabar em choro. 

 - O que os médicos disseram? 

 - Justin está em estado de coma. Inconsciente. Não responde à nenhum estímulo. Seu coração continua batendo e seu sangue continua circulando, mas a alma do meu filho não está lá. Ele pode acordar daqui três dias, como também pode acordar daqui três anos. Ou pode também não acordar. 

 Não respondi. Toda aquela história me deixava tão confusa e tão perdida; eu só queria protegê-lo, mas não sabia como. 

 - O que vão fazer quando as pessoas descobrirem? 

 - Sinto muito, Sadie. Mas as beliebers não podem descobrir. Não agora. Precisamos de um tempo. A família e os amigos de Justin precisam de um tempo. 

Assenti. Era difícil de engolir a questão de que numa situação tão delicada assim, estávamos sendo deixadas de lado para que não soubéssem do estado de Justin, mas ao mesmo tempo, parecia o correto a se fazer. 

 - Eu entendo você, Pattie. E entendo o fato de você querer esconder o que aconteceu desse grupo maluco de fãs que está lá fora. Justin é um artista conhecido, amado e odiado, mundialmente, mas não posso voltar para casa e fingir que não vi nada. Justin é... Uma das coisas mais importantes na minha vida.

Ela me olhou por alguns segundos, como se estivesse tomando uma decisão muito importante. 

 - Então... Fique. Não vá. Fique. Esteja ao lado dele, não importa se ele acordará amanhã ou não. Sei que é uma situação delicada para você, do mesmo jeito que é para nós mas... Sadie, quando você entrou naquele quarto, senti uma onda de esperança que nem o próprio médico conseguiu trazer à mim. 

 - Eu não vou... Curá-lo. - Respondi. 

 - Talvez vá. - Ela contestou. - Às vezes, o amor cura, e a gente nem percebe. 

 • • • 

Só fui encontrar Rosie depois do almoço. Mamãe me deixou sozinha com ela para que ela e meu padrasto, Anthony, pudessem comer alguma coisa e sair um pouco do contexto hospitalar, nem que fosse por um curto espaço de tempo. 

 - Aconteceu alguma coisa? Você está estranha. - Rosie disse, enquanto penteava o cabelo de uma boneca. Ela havia herdado os olhos azuis de mamãe e o cabelo castanho-claro (hoje em dia não mais tão presente por causa da doença) era do meu padrasto. 

Cogitei contar à ela de Justin, mas talvez ela contaria à mamãe e aquilo se transformaria numa bola de neve, e traria dores de cabeça desnecessárias. Então, apenas respondi que havia dormido mal, por causa de ansiedade. E então ela contou que fizeram uma comemoração de Ano-Novo com algumas crianças do hospital e que havia sido bem legal, mas que não conseguiu participar muito devido à queda de pressão que teve. 

 - Talvez tenha sido a emoção. - Falei, me referindo ao motivo dela ter passado mal. 

 - É, talvez. - Respondeu. 

Fiquei com ela até o final de tarde, que foi quando o horário de visitas acabou. Antes de sair do prédio, fui até o quarto ao lado ver Justin. Vi pela janela, Ryan e Christian fazendo companhia à Pattie, mas não quis incomodar. Então voltei para o estacionamento, sozinha e com o coração pesado. 

Assim que cheguei em casa, me tranquei no quarto e tirei o celular do bolso, abrindo o Twitter e vendo aqueles milhares de fãs que eu seguia não sabendo de nada que estava acontecendo. Scooter havia feito de tudo para não sair notícia em lugar nenhum; era como se nada tivesse acontecido e Justin havia decidido ficar apenas em casa hoje; fim. Me senti tão mal, com a consciência tão pesada, em saber que estava escondendo algo tão ruim de tantas outras pessoas. Bloqueei o celular e o deixei longe. 

Quando menos percebi, estava chorando, tentando me livrar de todo peso que segurei tentando parecer forte na frente dos outros. Mas era tão difícil... Era tão horrível. 

Naquela noite, adormeci rezando. Rezando para que Justin ficasse bem, rezando para que nada de pior acontecesse, rezando para que nada daquilo se repetisse jamais com outro artista, rezando para que nada do que acontece comigo aquele dia se repetisse com qualquer outro fã. 


Notas Finais




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