História Find yourself in: - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Girls' Generation
Tags Taeny, Yulsic
Exibições 48
Palavras 3.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Misticismo, Orange, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá de novo pessoinhas ~que coisa gay, parei~
Bom, foi uma ideia de algum tempo e eu estou tentando colocar pra frente há alguns meses, apesar da faculdade sempre me impedir, aos poucos consigo.
"Mas você já abandonou a outra fic"
Eu sei, a culpa me consome todos os dias D:
Mas tá difícil. Um dia quem sabe.
Enfim, espero que gostem e dêem MUITO amor as narrações em negrito sz

Capítulo 1 - Corredor 13. Auditório 03.


 ➹ Kim Taeyeon. 22 anos. Arquitetura e Urbanismo. 8 período.

Hoje.

O que eu estava fazendo ali? O que eu estive fazendo esse tempo todo?

As pessoas costumam surtar com algumas escolhas. Eu não me lembro se eu tive muitos problemas naquela época de ensino médio para escolher o que eu queria. Talvez eu tenha tido. Eu não sei o porquê, mas essa é uma parte apagada da minha memória. Eu só consigo lembrar da época da universidade. Meus primeiros períodos estavam calmos. Eu estava apreciando o que tinha de novo ali. Me descobrindo naquilo. Bem... eu estava tentando.

No meu 3 período, eu cruzei meu olhar com o dela pela primeira vez. Jessica Jung era a garota mais bonita que eu já havia visto na vida. Eu acho até que desaprendi a respirar naquele momento. Jessica passou por mim me encarando diretamente nos olhos, não os desviou em nenhum momento para olhar o entorno ou mesmo o resto de mim. Posso dizer que aquilo me marcou muito. Eu mergulhei em seus olhos como uma criança que entra no mar pela primeira vez. Sua expressão não era de felicidade, era de curiosidade. Eu nunca havia sentido aquilo antes. Sua atenção se voltou ao corredor e ela entrou em sua sala. E eu? Eu fiquei ali parada feito idiota com as pernas bambas.

Lembro de não ter aguentado ficar em pé por muito tempo, encostei meu corpo na parede e o deixei deslizar até que eu estivesse sentada. Meu coração estava batendo de uma forma incomum. Eu estava com medo daquilo. Afinal eu nunca havia me sentido daquela forma antes, muito menos por alguém com quem eu não troquei uma palavra se quer. Kim Taeyeon, como você era estúpida.

Foi naquele dia também que eu me descobri. Eu nunca liguei muito para me definir como algo na vida. Até hoje não ligo, estou ok com o que vier, sendo amor eu vou estar ok. Mas naquele dia eu descobri meus desejos por garotas. Se antes eu não ligava pra ninguém, a partir dali eu passei a observar cada detalhe de um corpo feminino. Depois de algum tempo eu podia chutar tamanhos. E Jessica... Bem, Jessica era quase um idol para mim. Eu sabia todos os seus tamanhos. Os seus gostos. Eu passei boa parte da minha vida naquilo, não tinha como eu não saber.





➹ Kim Taeyeon. 19 anos. Arquitetura e Urbanismo. 3 período.

Flashback.

Mas que po@$%#&a foi essa? Que ta acontecendo, Deus?

Meus batimentos cardíacos estão loucos e meu estômago está doendo. Já haviam passado horas desde que cheguei da universidade, mas minha mente está perdida no mesmo lugar de antes. Naqueles olhos. O que eles queriam me dizer?

Eu não dormi muito naquela noite. Meu corpo estava para explodir de ansiedade para vê-la novamente naquele dia. Eu havia chegado há poucos minutos e estava sentada no pátio, afinal as minhas aulas só começariam daqui há algumas horas. Coloquei meus fones de ouvido e peguei meu companheiro de sempre, um pequeno caderno com folhas brancas, a marca registrada de um arquiteto. Desenhei coisas que me viessem a cabeça num rabisco qualquer. Apenas para representar uma ideia. Havia aprendido nos meus primeiros períodos que aquilo se chamava croqui e que era sempre importante andar com papéis em mãos, apesar dos meus rabiscos não terem absolutamente nada a ver com edificações, de um objeto mais abstrato possível pode sair uma ideia. Foi quando estava colocando meu último traço no papel que descobri que não era cardíaca, porque, acredite em mim quando digo que se eu fosse, eu teria morrido naquele exato momento.

- Você faz isso muito bem.

Uma garota com a pele morena e brilhosa que estava parada ao meu lado disse envolvendo toda a área como se sua voz tivesse entrado pelos meus ouvidos e passeado por todo o meu corpo arrepiando até o míserio fio de cabelo. Seu tom de voz era calmo, mas seu timbre era inesperado. Algo mais grave que me assustou mais que se tivesse um fantasma na minha frente. Talvez pelo fato de que antes estava um silêncio mortal ou talvez por aquela voz sair daquela pessoa, afinal, eu não era lá a popular com vários amigos. Era completamente o contrário, eu só falava com as pessoas pelos trabalhos e o sentimento era recíproco. Mesmo que ela usasse calça de algodão cinza, um moletom e uma blusa justa por baixo dele, todos na cor preta, sua aparência ainda era doce como chocolate. Seu rosto sereno, assim como seu tom de antes, passava suavidade e calmaria para o meu corpo. O que era uma completa briga de sentimentos dentro de mim: ter medo ou me jogar nos seus braços.

O susto me fez a encarar feito retardada por alguns segundos até me lembrar que eu ainda estava com os fones de ouvido. Tratei de tira-los e encará-la novamente. Eu havia escutado na primeira vez, mas ainda assim esperava que ela repetisse. Sentia a necessidade de ouvir sua voz novamente por algum motivo. A garota agachou-se e sentou ao meu lado pegando o caderno das minhas mãos.

- Eu queria ter talento pra esse tipo de coisa. Amo qualquer tipo de expressão artística, mas com toda certeza, depois da dança e da música, desenhos são a minha favorita. – Ela disse reparando apenas nas páginas que estavam abertas. - Posso?

Entendi que ela se referia a ver o resto do caderno assim que levantou o objeto e me encarou aguardando uma resposta. Balancei minha cabeça positivamente e a observei analisar página por página.

- Você tem um dom. – Disse e fechou o caderno pra me entregar.

Eu dei um pequeno sorriso por puro impulso. Recebi uma cara de confusão em resposta. Abri o objeto novamente em uma página específica: a primeira e mostrei a ela o que tinha escrito.

“ Milagre é uma outra palavra para esforço. ”

- Você pode ler como dom também. – Disse e sorri novamente.

A garota me encarou seria por alguns minutos e eu a acompanhei. Desfiz meu sorriso. Mas claro, não durou nem 3 minutos e não seguramos nossas risadas.

- Porque diabos você tem a frase de um drama na frente do seu caderno? – Ela disse com dificuldade tentando se recuperar das gargalhadas.

- Eu sei lá, todos na sala tinham algo motivador, decidi por também.

- Você não conseguiu pensar em nada melhor? – A garota sorriu mais uma vez. – Eu fiquei assustada por um momento, você não me pareceu ser desse tipo de garota que vive de frases legenda de foto.

- Você tem um dom, consegue julgar corretamente pela aparência. Definitivamente eu não sou esse tipo de garota.

- Eu me esforcei bastante pra chegar aonde estou, ok? - Mais uma vez seu sorriso se fez presente. – Yuri. Kwon Yuri.

- Kim Taeyeon.

- Então Kim Taeyeon, que tipo de garota você é?

Eu abri minha boca pra responder mas Yuri me interrompeu com um “ Hey, você ouviu isso? ” O que por um lado me fez aliviada. Eu abri minha boca, mas eu não tinha uma resposta. Quero dizer, que tipo de garota eu sou? Eu sou uma pessoa normal. Vivendo num mundo comum. Seguindo a vida como qualquer outra pessoa. Não tenho nada de especial. Ou seja, eu sou uma chata e eu não tinha certeza de querer dizer isso a ela. Yuri me parecia tão diferente. A única vez que eu me senti...diferente? Não. Viva. Quando a garota de ontem me encarou nos olhos por mais de alguns míseros segundos eu senti meu corpo explodir em cores num mundo preto e branco onde as pessoas estão preocupadas apenas em seguir seu próprio caminho. Mas ela.... Ela me olhou com curiosidade. Mesmo quando eu não tinha absolutamente nada para mostrar.

Acompanhei Yuri até a escada que nos levava para o subsolo. O som vinha lá de baixo. Não conseguia identificar bem o que era. Também não sabia o porquê de ela querer tanto ir lá. Tudo bem que estava muito cedo e supostamente ninguém vai para a faculdade naquele horário. Os dormitórios ficavam em uma outra edificação não tão longe daquele centro, mas numa distância boa o suficiente para que nem um vampiro escutasse se o som estivesse vindo de lá. Mas não era impossível um aluno ter acordado mais cedo que o normal e ter vindo, afinal, ó nós aqui pra sustentar esse argumento.

- O que é lá em baixo? – Perguntei antes de descermos.

Yuri me olhou de canto de olho bem rápido pra não perder o foco em seus pés, já que a mesma estava quase no fim do primeiro lance de escadas.

- Em que período você está, Taeyeon?

Perguntou sem perder os movimentos. Sua voz fez um grande eco por aquele lugar e por um momento eu não sabia se ficava ou se a seguia. Olhei para trás, nem mesmo um vulto. Resolvi segui-la, apressei meus passos e cheguei a tempo de vê-la parar no último degrau.

- Terceiro. - Respondi e ela me encarou abrindo os olhos.

- E você não sabe? - continuou com sua expressão surpresa até eu balançar minha cabeça negativamente. - Dizem que... É... Bom, aqui em baixo costumava ser a coordenação do curso de música, mas resolveram mudar porque estava ficando pequeno.

Ela se pôs a andar pelo corredor e eu a acompanhei. Passamos por algumas portas. Haviam algumas coisas escritas nelas, mas eu não consegui ler. O som estava ficando cada vez mais alto. Eram de um.... Piano?

- E? - perguntei afim de saber o que ela queria me dizer.

- E o que? Há algumas salas vazias que podemos usar, mas quase ninguém vem aqui. - Yuri parou na metade do corredor quando o som já estava bem notável. - E ah, tem o auditorio.

Ela apontou para uma porta grande e preta com duas barras no meio.

- Yuri... - olhei em seus olhos mas ela desviou e engoliu em seco. - E...?

- E que tem uma lenda de uma garota loira que assombra esse corredor e e e e-eu só queria dar uma boa primeira impressão pra que você me achasse legal e aceitasse meu pedido quando eu te chamasse pra sair mas eu estou me cagando de medo desse som de piano vindo desse auditório agora pelo amor de Deus vamo voltar eu juro que nunca te peço nada de novo

Yuri disse tudo de olhos fechados e sem respirar. Foi tão rápido e inesperado que quando acabou, eu fiquei lá com cara de retardada olhando pra ela ainda com os olhos fechados. Teria ficado um silencio mortal se não fosse pelo som do piano.

- Ta-tae-taeyeon...?! - Ela perguntou com os olhos ainda fechados depois de alguns segundos.

Eu queria rir. Era engraçado a forma como ela estava e eu estava tentando processar várias informações ao mesmo tempo. Peguei em sua mão e a puxei rápido em direção ao auditório.

- Espera, Taeyeon, você ta louca nas drogas !!!!!! Vamos voltar porf.........

Yuri tentava nos puxar de volta, mas para minha sorte e azar dela, eu era mais forte e nos puxei contudo pra dentro do auditório. Por incrivel que pareça, a porta não fez um ruído. O lugar estava muito escuro e havia apenas uma luz no palco que viamos bem de longe, afinal era um puta auditório, mostrando o piano. Apenas o piano. Eu nem mesmo havia notado quando foi que o som havia parado com todas as informações.

A morena estava tendo um treco ao meu lado. Se agarrou ao meu corpo, meu braço estava encaixado entre seus seios e eu me senti super estranha por isso. Engoli em seco sentido ela tremer e se é que você me entende, dificultar a situação pra mim. Lambi meus labios sentindo aquela sensação maravilhosa. Não eram tão grandes, mas nossa. Sacudi minha cabeça tentando tirar todos os pensamentos impuros dela.

- Taeyeon... - Yuri choramigou e sussurou em meu ouvido enquanto me abraçava. - Me diga que você também está vendo ela.........

Eu não entendi de primeira, mas logo olhei pro palco e estava ali, sentada atrás da grande calda do piano alguém de cabelos loiros. Só dava pra ver o topo da sua cabeça.

- Se eu disser que estou vendo também.... É algo bom ou algo ruim? - sussurei de volta.

Então nós ouvimos. Não um fantasma, não algo ruim. Ouvimos um anjo. Puxei Yuri e sentamos nas cadeiras ali do fundo mesmo. O som das teclas do piano sendo precionadas passavam calma ao meu corpo. A melodia invadia meu cérebro me dizendo que eu deveria ouvir aquilo pra sempre. Era apenas um instrumental e eu parecia estar ouvindo a melhor coisa da minha vida.

- Você também está sentindo isso? - perguntei a Yuri sem nem mesmo tirar os olhos dali.

Ela não me deu uma resposta. Só juntou nossas mãos. Ficamos um tempo ali até Yuri me lembrar que tinha aula. E quando íamos saindo eu senti meu coração parar por uma segunda vez naquela semana.

A garota empurrou o banquinho do piano fazendo barulho e nos chamando atenção. Juntou alguns papéis em suas mãos e levantou. A garota de ontem.

- Jessica. - Yuri disse.






➹ Kim Taeyeon. 22 anos. Arquitetura e Urbanismo. 8 período.

Hoje.

Aqueles tempos foram os mais estranhos possíveis pra mim. Não entender boa parte da minha vida foi muito estranho. Mas também não era algo assim tão incômodo, afinal, naquela época eu só tinha vivido daquele jeito.

Dei meu primeiro longo suspiro do dia enquanto olhava através daquela grande janela o longo telhado azul claro, para logo depois ouvir outro vindo de trás de mim.

- Está aqui de novo? - ouvir a voz de Yuri não era tão incomum, mas naqueles dias eu mal a havia visto.

- Onde mais eu deveria estar? - virei para encará-la apenas pra ter certeza de que ela estava mesmo ali.

De fato o que acontecia comigo era que ouvir a voz da Kwon me reconfortava, vê-la era como sentir um gostinho de que nada havia mudado.

- Eu não sei, Taeyeon... - Senti seus braços em volta de mim em um abraço quente e confortável. - Mas você sabe que ficar aqui não vai mudar nada.

Toquei suas mãos e Yuri fez questão de apertar mais o abraço.

- Você sabe que se eu não estiver aqui, vou estar onde...

O abraço se desfez e veio o impulso para me fazer girar e encará-la. Não terminei minha frase. O rosto de Yuri espressava claramente sua irritação e eu não a culpava.

- Tae... Estar lá também não vai adiantar nada.

Mais uma vez estava a ouvindo suspirar pesado e fechando os olhos. Ela costumava fazer isso quando estava para perder a paciência. Eu sabia que Yuri não fazia nada por mal, pelo contrário, sabia o quanto ela se importava com as pessoas e sabia que sua paciência era curta, só que desistir nunca era uma opção.

- Eu entendo, ok? - ela disse depois de abrir seus olhos. - Eu entendo o que você sente. É só que... É difícil pra mim também, ser obrigada a te ver desse jeito me faz querer socar a cara de algumas pessoas. Eu só quero te ver sorrindo de novo, Tae.

- Eu sei que sim, Yul... Eu só... Não consigo mais sorrir. - respondi com dificuldade.

Eu estava sentindo aquela bola se formando na minha guarganta, a dor preenchendo todos os vazios do meu corpo, a água invadindo sem permissão meus olhos.

- O semestre já ta se encaminhando pro fim, Tae. Já se passaram 5 meses... - mais um suspiro pra coleção. - E você ainda está aqui olhando pro telhado azul.

- Eu... Você sabe o que esse telhado representa pra mim. - tentei dizer alguma coisa, mas há quem eu queria enganar? A mim ou a Yuri?

- Sei, eu sei o que ele representa. A pergunta é: você sabe o que ele representa?

Yuri mais uma vez virou meu corpo, dessa vez de volta à janela me fazendo encarar a droga do telhado novamente.

“ Find yourself in:”

As palavras estavam lá, estampadas na cara de quem quisesse ver, de quem quisesse um incentivo, de quem quisesse participar. A frase estava ali cheia de complementos em volta de diversas pessoas.

- Não é todo mundo que sabe o ponto cego de várias câmeras. Não é todo mundo que sobe num telhado e o transforma num painel interativo. Não é todo mundo que dá uma luz no fim do túnel pra várias pessoas todos os dias com apenas uma frase.

Yuri deu uma pequena pausa, caçou algo no telhado e sorriu.

- Não é todo mundo que tem o seu talento, Taeyeon.

Tentei encontrar a direção do seu olhar. Estavam em algumas palavras pela direita da frase.

- Você escreveu algo? - perguntei.

Yuri balançou a cabeça afirmando e deu um sorriso de lado, meio envergonhado.

- O que escreveu? - insisti já que não obtive uma resposta de primeira.

- Você vai rir... - disse baixo.

- Depois de todo esse tempo olhando essas palavras por meses, acha mesmo que algo ia me surpreender? Não vou rir, prometo - mostrei minhas duas mãos pra mostrar que não havia cruzado nada.

- Find yourself in... your own madness.

Se fosse em outra ocasião, eu teria sorrido da pronuncia de Yuri falando em inglês. Se fosse outra ocasião, ela teria notado que minhas pernas estavam cruzadas. Mas naquela... com aquelas palavras... aquele complemento... só deixei a dor invadir meu coração.

- Você e ela... - tentei dizer, mas alguém me interrompeu.

- Senhorita Kim. Senhorita Kwon.

- Sojin? - Yul limpou a garganta. - Digo, Sr. Park... Faz muito tempo que está ai?

Yuri engoliu em seco e só ai despertei do momento de dor e virei para notar a coordenadora ali pela primeira vez.

- Tempo suficiente para saber o ponto cego das câmeras. Senhorita Kim, na minha sala.

Passei por Yuri que estava com a expressão de “me desculpa” misturado com desespero na cara. Normalmente, eu estaria tão desesperada quanto ela, mas meu corpo ainda guardava a dor e isso era o foco no momento. Entrei na sala de Sojin com a mesma cara de paisagem de sempre.


Notas Finais


Não foi revisado, perdoem os erros ;-; irei revisar em algum momento da minha vida, não disse quando q


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