História Finding Love - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Exo
Visualizações 80
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Fase One: So is this the truth?


Fase One: So is this the truth?

 

—O... O que? — Acabei gaguejando e consequentemente, chamando a atenção dos garotos que estava na sala. — O que vocês disseram?

—Hae! — Chen disse ao me ver na porta. — Não era pra você ouvir isso.

—Isso significa que você me usou? — Me encolhi um pouco e os meninos caíram no silêncio. — Oppa...

—"Oppa"? — Chanyeol questionou confuso e seu tom de voz teve até mesmo um tom um pouco debochado.

—Claro que não, Hae Jin. — Chen me olhou e suspirou pesado. — Eu nunca faria algo assim com você!

—Isso significa que eu fui criada apenas pra ter filhos? Eu não sou isso... — Meus pensamentos começaram a ignorar todos na sala, e acabei pensando alto. — Eu não sou só isso... Não sou...

—Vem aqui, Hae... — D.O. pegou meu braço e me sentou no pequena sofá que havia ali. — Baekhyun, vá lá embaixo e busque um copo da água, diga que elas não está passando bem.

—Vocês já me conheciam, certo? — Perguntei, com as mãos no colo. — Baekhyun não me chamou de Hae Jin, e sim de Yoora... Meu nome real.

—Sim, você está certa. — SuHo suspirou pesado e se ajeitou melhor na cadeira dele, deixando o óculos de lado. — Acho que agora teremos que te contar tudo, você está preparada?

—Deixa ela respirar e tomar uma água primeiro! — D.O. o olhou feio e eu suspirei, esperando Baekhyun voltar com a água.

—Hae... Eu... Você sabe que eu não te usei. — Chen se sentou ao meu lado e eu assenti. — Eu devia ter te contado o que sabia desde o começo... Eu...

—Pelo amor de Deus, depois vocês resolvem assuntos de casal... Temos outras prioridades. — SuHo rosnou e Chen se encolheu, me aproximei dele e o abracei, ele me olhou surpreso.

—Aqui Hae... — Baekhyun me entregou o copo e bebi metade do líquido. — Mantenha a calma, certo?

—Apenas comecem logo a dizer, estão me deixando nervosa! — Pedi e SuHo assentiu.

—O seu nome verdadeiro é Im Yoora, e você chegou no laboratório alguns anos depois da morte do LuHan, você tinha cinco anos, mais ou menos... — Ele começou a explicar, enquanto ele falava, Chen mexia no meu cabelo. — Naquela época, os cientistas permitiam que nós interagissemos... Eles criaram uma espécie de droga que nos prendia no nosso próprio mundo, enquanto faziam testes nos nossos corpos... Nós éramos jogadores de futebol... — Ele acabou rindo. — E você estava lá! Era só uma criança, mas estava lá...

—E por que eu não me lembro disso? — O interrompi e ele fez uma cara de "Eu tô falando porra, me deixa terminar". — Ah, desculpe.

—Isso acontece por que você... Sempre... Sempre mesmo, perde a merda das memórias! — SuHo explicou frustrado. — Não, eu não sabia sobre 11... Eu realmente descobri isso agora, já que depois que fomos pegos na última fuga, eu não te vi mais... Ficamos distantes por três anos.

Bebi mais um gole da água tentando digerir toda a informação que ele havia me dito. Minha mente estava num simples branco, nada estava claro, e não parecia que essa era toda a verdade, mas sim, tudo que os garotos sabiam.

—Como o LuHan morreu, eles precisavam de alguém que pudesse reproduzir seres com poderes, e não morresse, e você é essa pessoa! — Abaixei a cabeça. — E eu sei que isso parece confuso, mas faz sentido sim.

—Eu só quero saber uma coisa... — Respirei fundo. — Realmente, com toda certeza, não tem chances de 11 ser o bebê do LuHan, não é?

—Não, não tem... — Chanyeol negou com a cabeça e assenti.

—Vocês podem, por favor, me contar sobre o LuHan... Eu tô cansada de não saber das coisas. — Sorri sem graça. — Por favor!

—Eu não posso te dizer tudo, até por que eu não sei tudo. — SuHo suspirou. — Eu não sei de onde viemos, ou o por que de podermos fazer o que fazemos, eu só sei identificar pessoas assim pelos símbolos que todos tem... — Ele mostrou um símbolo que ele tinha no ombro.

—LuHan andava junto com SeHun e descobrimos que ele tinha o mesmo DNA que o Chen tinha. — D.O. sorriu, tentando que tranquilizar. — Ele era alguém muito doce, apesar de bem ácido, era nosso amigo e alguém que queria viver por muito tempo.

—Mas sabemos que não foi bem assim. — Chen me apertou um pouco, sem querer. — Não sei como fizeram aquilo com ele, mas tiraram a vida do meu irmão.

Fiquei encarando o líquido que ainda estava no copo por um grande período de tempo, não sabia mais o que falar ou o que pensar. Simplesmente acabei ficando sem reação. Tudo era novo e confuso, tudo acontecia rápido demais... 

—Eu vou te levar pra casa... Venha... — Chen pegou minha mão e me puxou pra fora da sala.

Quando dei por mim, já estávamos em frente a casa da senhora que cuidava da 11, a garotinha correu até mim é a abracei forte.

—Omma! — Ela descansou a cabeça sobre o meu ombro e eu acabei sorrindo. — Você voltou mais cedo hoje!

—Voltei pra te ver... — Sorri fraquinho e funguei. — Vamos pra casa minha princesa, vamos pra casa.

Como já era meio tarde, ela acabou dormindo logo, enquanto eu, encarava um canto do quarto, fixamente, sem motivo algum. Chen estava lá em baixo fazendo algo na cozinha, eu podia ouvi-lo. A merda da dor de cabeça não passava e eu sabia que aquilo era sinal de sonho ou lembrança ruim.

 

"—Hm... Eu vou te chamar de Nini! — Era uma garotinha bem parecida com a 11, mas bem menor e mais infantil, ela estava conversando com Kai.

—Nini? — Kai sorriu, ele parecia um pouco mais novo e seus cabelos tinham um tom... Rosa? — Eu gostei, é bonito.

—Isso é por que você se parece com um ursinho fofinho, Kai Kai. — A garotinha sorriu e Kai gargalhou, a pegando no colo."

 

Essa foi de longe, a "lembrança" mais normal e a que menos bagunçou minha mente, afinal, não tinha nada de estranho ou perturbador, muito pelo contrário, me trouxe uma sensação boa.

—Aqui está... Sério, como você consegue gostar de chá? — Chen perguntou, me estendendo uma xícara. — Tem um gosto péssimo.

—É bom sim, é você que é chato. — Ri, pegando a xícara e provando o líquido. — É uma delícia.

—Você não está pensando que te usei ou algo assim, não é? — Se sentou ao meu lado. 

—Eu sinto, aqui dentro. — Apontei o peito. — Que você não faria isso... 

—Como você consegue ser tão fofa? — Questionou rindo e olhou de baixo da cama. — Achei! — Pegou uma pelúcia de um coelho branco, parecia meio desgastada, mas em bom estado. — Eu quero te dar isso.

—Waa, é tão fofo! — Sorri pegando o coelho e o abraçando contra o peito. — E tem o seu cheiro.

—Eu dei um menor a 11... — Bagunçou meus cabelos. — Ele é especial, cuide bem dele.

—Eu prometo, Oppa. — Coloquei a pelúcia sobre o travesseiro. — Gosto de te chamar assim, Oppa.

—E eu gosto quando me chama assim. — Sorriu, se levantando. — Eu preciso voltar ao cassino, tudo bem pra vocês?

—Pode voltar, vamos ficar bem. — Ele beijou minha testa e eu me deitei. — Bom trabalho, Oppa.

—Bons sonhos, princesa. — Me cobriu e beijou minha testa, abracei o urso e inalei o perfume que havia nele.

E eu adormeci ali, sozinha, apenas eu, uma 11 adormecida e um coelho de pelúcia.

Bom, era isso que eu achava, e se eu soubesse que não estava sozinha, tudo teria sido diferente.

 



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