História Finding You - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7, Red Velvet, TWICE
Personagens Irene, Jackson, Jimin, Jungkook, Lisa, Mark, Sana, V
Tags Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Lemon, Romance, Yaoi
Visualizações 4
Palavras 1.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi bolinhos.
Só vim avisar, tretas estão vindo.


P.S.: Para quem também lê Womanizer, só vim avisar que ontem não pude escrever porque tive prova.

Capítulo 3 - Três


Acordo sentindo uma respiração cálida em meu peito, olho e vejo que estou abraçado com Jimin, estou com uma perna em cima dele enquanto o mesmo dorme tranquilamente em meus braços. Ele fica tão bonito dormindo, tão angelical, dormia como se não houvesse nada a temer - e por que teria? -, como se não fosse se importar se o mundo acabasse naquele exato instante. É isso me deixou inexplicavelmente feliz.

Levantei, tomando cuidado para não acordá-lo, saio de fininho do quarto e vou para a cozinha, começando a preparar o café da manhã. Lembro do que eu disse para mim mesmo noite passada, tenho ligar para ele, por mais que eu queira esquecer o passado. Pego o meu celular, meio hesitante e disco o número do celular dele.

- Alô? Quem é? - pergunta.

- É o Kim Taehyung?

- Ele mesmo.

- Oi, não sei se você lembra de mim, mas eu sou o Jungkook, da faculdade de Administração.

- Hum?

- Aquele que... O seu colega de quarto.

- Ah, oi, Jeon. E ai? Como você está? Nunca mais nos falamos.

- Eu estou bem, mas eu lembro que você estava me devendo um favor...

- É. Por causa daquilo - a voz dele foi para um tom mais rígido.

- Eu sei.

- Então, o que é? 

- Eu preciso de uma grana.

- Quanto você precisa?

- Quanto você está disposto a me dar?

***


Ele perguntou a gravidade da situação em que eu estava e eu tive que explicar tudo, desde o incidente com a Irene até eu achar o Jimin e ele disse que poderia ajudar, mas teríamos que nos encontrar, pois ele queria me ver e saber melhor quem era o tal ômega.

Desliguei e comecei a preparar café e sanduíches, quando estava terminando Jimin apareceu na cozinha, com o rosto amassado e o cabelo bagunçado - tão fofo -, sentou-se na cadeira da bancada e ficou me observando cozinhar com os seus olhinhos brilhantes acompanhando todos os meus passos e ações.

- Bom dia! - falei.

- Bom dia, Jungkookie! - ele sorriu.

- Quer sanduíche e café com leite?

- Quero! 

Coloquei para ele o que queria e me sentei ao lado do ômega, com uma xícara de café preto e fiquei vendo as notícias pelo celular.

- Jungkookie, você não vai comer. A omma do Jimin sempre dizia que todo mundo tem que comer de manhã, mesmo que só um pouquinho.

- Obrigado por se preocupar comigo, pequeno. Mas eu não sou muito de comer de manhã, me dá um enjoo.

- Só um pouquinho - ele estende o sanduíche e eu dou uma mordida - Aish, Jungkookie! Você comeu quase todo - eu rio.

- Primeiro: você ofereceu e segundo: eu posso fazer outro.

- Faz outro, mas faz para o Jungkookie não ficar com fome mais tarde.

- Está bem pequeno. Eu vou comer.

Ele deu um sorriso vitorioso e eu ri, indo em direção a geladeira, tirando os ingredientes e acabo vendo o bolo. Vou jogá-lo fora, esse bolo só me lembra dela, o que me deixa muito chateado comigo mesmo. Por que não a impedi de ir embora?

- Esse bolo é de quê, Kookie? - mais um apelido fofinho que ele me dá, eu o olho e ele está apontando para a embalagem na minha mão, com seus olhinhos brilhando de alegria - Jimin pode comer?

- Jimin, esse bolo...

- Por favor~~~~ - fez uma cara de cachorro pidão que eu não resisti.

- Tá bom - coloquei em cima da mesa, cortei e dei para ele.

- Dá mais bolo pro Jimin.

- Mas você já não tomou café?

- Mas Jimin quer mais bolo.

- Se você se comportar, eu te dou mais na volta.

- Eba!

- Vamos?

- Vamos!

Saímos do apartamento, tranquei a porta, descemos o elevador e chamamos um táxi em direção ao shopping onde eu vou encontrar com o Taehyung. Quando chegamos na porta, descemos e eu pago o motorista, depois, vou com Jimin ao (re)encontro com o beta.

E lá estava ele, sentado na Praça de Alimentação, mexendo no celular. Nos aproximamos dele, que nos viu de pronto, levantou e me cumprimentou e acenou para Jimin.

- Jungkook! - falou, com entusiasmo, logo depois virando o seu rosto para a pequena coisinha escondida atrás de mim - E esse deve ser Park Jimin. Prazer em te conhecer.

O ômega olhou para o mim, buscando que eu dissesse algo com um simples olhar.

- Pode falar com ele. É meu amigo - falei.

- Oi.

- Aí que fofo! Jimin, por que você não vai brincar ali, na Fun Zone? - estendeu um cartão e Jimin o olhou, fascinado - Só vou conversar um pouquinho com ele, está bem? - ele assentiu e correu em direção aos brinquedos.

Taehyung, antes com um sorriso divertido e quadrado no rosto, agora atribuiu um semblante sério quando se volta para mim.

- Olha hyung, eu...

- Espera - Tae remexeu sua mão no bolso interno de seu blazer a procura de alguma coisa, logo puxando um recibo e o entregando - Toma. Acho que isso é seu.

- O que é isso?

- Leia.

- "Recibo de pagamento de multa de carro" - não acreditei no que eu lia, reli e vi mais uma vez - "Proprietário: Jeon Jungkook". Mais como...?

- Eu tenho amigos na polícia, não foi difícil achar o seu carro.

- Obrigado, cara!

- Pelo menos agora se sente um pouco mais sortudo, não?

- O quê?

- Agora que você tem aquele pecado em forma de gente dentro da sua casa - apertou os olhos, olhando para ele. Senti uma coisa diferente por ele ter dito isso, algo que eu não tinha sentido nem com Lisa ou nenhuma outra mulher, mas era algo familiar, que eu não sabia distinguir o que era.

- Não penso nele assim - falo, abaixando a cabeça.

- Talvez não agora, mas no futuro vai.

- Dá pra parar? Você não sabe o que ele passou.

- Vamos deixar o papinho politicamente correto de como você o conheceu e partir para os negócios - puxou o celular - Vou te mandar dinheiro para você cuidar do Jimin por um mês. É o tempo de eu voltar da viagem de trabalho e saber o que fazer com vocês dois. 

- Obrigado de novo, Tae.

- De nada. Ah, e por que você veio ME procurar e não foi buscar ajuda dela? - como ele ainda se lembrava dela? - Vocês eram melhores amigos na faculdade.

- Nós três éramos melhores amigos e também porque eu sei que você não vai deixar nada escapar. Diferentemente dela, qualquer hora ela iria vacilar e acabar contando para minha mãe.

- OK. Aqui está a chave reserva - entrega a chave para mim e se levanta, fazendo menção de ir embora - Quando abrir o carro, olhe o porta-luvas. E eu já mandei o dinheiro para a sua conta. Tchau, vejo vocês mês que vem. Se tiver algum problema, me ligue.

- Tchau, hyung - Taehyung levantou e saiu andando a passos lentos para a saída, até que eu o perdi totalmente de vista.

Olhei para Jimin, que estava jogando desajeitadamente um jogo de carro de corrida. O alfa abriu um sorrisinho, foi até o pequeno, que bufou por não conseguir jogar direito.

- Jimin não tá conseguindo jogar, Kookie - falava com um biquinho triste.

- Quer ajuda? - Jungkook pergunta e o menor assente.

Coloquei o ômega no meu colo, que se remexeu no lugar errado, fazendo-me ficar duro, peguei a cintura do mesmo, empurrando-o um pouco para frente. Joguei uma partida com ele e não consegui evitar, tive que dar uma passadinha no banheiro.

Jimin conseguiu gastar todo o crédito do cartão em um dia, já que Taehyung tinha colocado muito e quando fomos ver, já era de noite e nem tínhamos almoçado ainda.

Saímos do shopping quase na hora de fechar, cansados, mas estávamos felizes. Entramos no carro que era um dos únicos naquele estacionamento, lembrei que o beta tinha falado que tinha algo no porta-luvas. Penso em abrir mas resolvo deixar para quando eu estiver preparado, porque provavelmente não é coisa boa.



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