História Fins de tarde - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Leo, Ravi
Tags Fluffy, Jung Taekwoon, Kim Wonshik, Leo, Ravi, Romance, Taekwoon, Vixx, Vixx Lr, Wonshik, Wontaek
Exibições 84
Palavras 735
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drabs, Fluffy, Lírica, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, queria dizer que shipo WonTaek a muito tempo, tipo, desde antes de Meanie, mas só agora tive coragem de tentar escrever algo que preste (?) agora
(Descobri que eles eram meio flop, e, nossa como assim? WonTaek é tão soft e cheroso que chorei aqui.)
Enjoy s2

Capítulo 1 - Capítulo único - Das coisas poucas


“Let’s just lay around and make love and take walks and talk a little
“Vamos apenas deitar por aí, e fazer amor, e dar caminhadas, e conversar um pouco”
Cartas na rua (Post Office), de Charles Bukowski

O sol oblíquo atinge-lhes os rostos suavemente, e o calor ameno é bem recebido de pronto. Ainda assim, é a calidez das mãos de Wonshik que fazem o ar frio do Outono parecer de repente um pouco menos severo, e é justamente ela quem traz também aos lábios de Taekwoon o mínimo dos sorrisos.

Ainda que o espetáculo do poente não estivesse terminado de fato, o céu que durante todo o dia fora um esfumaçado cinzento agora uma tela de cores vibrantes e laranja ardente, o Kim apenas o abandona e ri-se sonoramente enquanto entrelaça seus dedos aos do homem ao seu lado, esguios e até então gélidos, prometendo esquentá-los o quanto antes.

“Vamos”, chama baixinho, o barítono profundo de sua voz mal chegando aos ouvidos do outro por entre a respiração condensada e visível no ar, e os outros sons do quê os cerca e logo será esquecido.

Com as mãos unidas, Wonshik puxa Taekwoon gentilmente, sem dizer mais palavra, para que o siga, e o Jung o faz sem pestanejar, mordendo-se os lábios para segurar risadas tímidas enquanto o rapaz abriga suas mãos nos bolsos da própria vestimenta, grande e provavelmente pesado demais.

Seus passos parecem se tornar mais apressados conforme avançam, enquanto deslizam cúmplices pelos tapetes de folhas cor de cobre que acumulam-se no chão úmido da chuva diária, ignorando as sombras que as grandes árvores desfolhadas lançam sobre eles, indiferentes ao mundo exterior no qual costumam fazer longas e calmas caminhadas, agora ambos afoitos.

O final de tarde se torna mera testemunha do calor dos beijos que trocam tão logo chegam ao pequeno apartamento no subúrbio, assim que fecham a porta de madeira velha com total descuido às costas de seus corpos já entrelaçados, e ignorando o ruído um tanto alto demais, porque sabem que as coisas apenas se tornarão ainda mais barulhentas dali em diante.

E é com uma respiração pesada e dificultosa que o Jung empurra o casaco grosso dos ombros do outro, abandonando-o ao chão enquanto morde-lhe os lábios e beija-lhe a mandíbula, silencioso, da forma como costuma fazer, fervoroso em uma extremidade e gentil na outra.

Arfa, a primeira menção de som que faz, quando Wonshik passeia as mãos pelas suas costas com toques leves demais, quase inexistentes, mas que ainda assim atiçam-lhe em pura expectativa e eriçam-lhe os pelos do corpo, e o Kim gargalha quanto a isso, deixando para trás apenas uma trilha de roupas que leva, mas nem ao menos chega, até o quarto.

Encontrando refúgio na má iluminação do cômodo, já não são capazes de se conter, e nem o querem. O quê querem é apenas sorver daquela ternura, enquanto Wonshik sussurra-lhe ao pé do ouvido, e tudo o que Taekwoon pode fazer é deixar que lufos de ar escapem seus lábios na forma de ruídos deleitosos.

É daquilo que vivem, do calor do sol durante o tempo em que ele ainda não se escondeu no horizonte, e do ardor um do outro tão logo ele o faz, ou até mesmo quando a luz do dia parece não ser o bastante.

Vivem também das pequenas conversas e risadas, às vezes até gargalhadas de tremular o corpo, que se seguem aos momentos de explosão, quando apenas se deitam na cama que dividem, ou no sofá surrado que fica na pequena sala, apenas os dois falando de nada em particular ou importante demais.

Muitas dessas vezes se resumem ao Kim, já que é disso que ele parece gostar de fazer, mas nunca são unilaterais, porque ainda que não diga nada, é possível que veja o brilho dos olhos do Jung no escuro, o observando com interesse, prestando atenção a toda e qualquer palavra que diga, e até consegue resvalar-lhe um sutil riso, que apenas às vezes chega aos ouvidos.

E Taekwoon pensa, abraçado à Wonshik entre os lençóis maculados, enquanto o vê rir de algo que disse ou se lembrou repentinamente, os cabelos negros uma completa bagunça sobre a testa larga, que vivem também das coisas poucas.

Desde que se lembra, nunca tiveram tanto, e ainda assim isso é tudo do que sempre precisaram e, espera, vão precisar no futuro. Porque para ele, Wonshik é o bastante e também muito.


Notas Finais


Não, eu não li Bukowski, mas achei esse quote tão amorzinho (que nem WonTaek).
Enfim, desculpem qualquer erro(r), e dá uma avisada se ver algum (HAUWHAU) s2
Tiauzinho


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